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Sua chamada foi fornecida ao Voicemail. Oi, sou Zoe Deutsch.
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E Nick Robinson. O novo filme Voicemails para a Isabel é sobre esses pequenos momentos que parecem que o universo está olhando para fora.
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Se sentindo doente, então a sua irmã lhe chama.
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Ouvir aquela música perfeita, exatamente quando você precisa. Às vezes, a vida faz coisas em nosso favor. Como aprender sobre o seu novo rom-com favorito, Voicemails para a Isabel. Agora só no Netflix.
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So good, so good, so good. Vou começar nossa conversa de hoje com uma comparação que eu achei bem interessante, tá? Digamos aí que alguém inventasse uma enciclopédia listando todos os seres do planeta Terra. Todos os tipos de seres, tá? Das baleias aos ácaros, das formigas às palmeiras, dos cogumelos aos cachorros. Uma enciclopédia mesmo dos seres da Terra. Se alguém escrevesse realmente essa enciclopédia e ela tivesse uns 30 livros, nada menos que 27 desses livros seriam dedicados a descrever os vírus e as bactérias. Quer dizer, eles são maioria absoluta no planeta e eles estão literalmente em toda parte. vírus, bactéria, é tudo a mesma coisa? Não é. Mas quais são as diferenças entre eles? É disso que a gente vai falar no Aprenda de hoje. Sempre que eu aprendo uma coisa nova, eu fico logo com vontade de contar pra mais gente. Minha família, meus amigos. Era assim desde criancinha e continua até hoje. Por isso eu criei o Aprenda, que é o programa que ensina coisas que você nem sabia que precisava saber. Eu sou o Álvaro Leme e a cada episódio trago informação interessante pra você descobrir e, claro, repassar pros seus amigos. Porque conhecimento bom é o conhecimento que a gente compartilha. E aí, aprendizes! Cheguei com umas coisas que vocês nem sabiam que precisavam saber. Eu sou o Álvaro Leme, e pra quem chegou aqui agora, essa é a quinta temporada do Aprenda, tá? Essa semana a gente tem episódio de segunda a sexta. Normalmente é só as segundas-feiras. Essa semana eu tô... fornecendo aí uma dose massiva de episódios pra vocês se entreterem, ok? Então, o mínimo que eu espero é que vocês não percam nenhum deles, ok? E quem tá conhecendo agora, pode, fica o convite pra ouvir os demais episódios. A nossa conversa de hoje é sobre criaturas microscópicas que tão aí com você, aqui comigo, tão inclusive dentro da gente. Mas fica tranquilo, fica tranquila, que não é pra ficar com medo, já vou explicar. Antes, eu quero lembrar você de seguir o Aprenda no Instagram. A gente tá lá com dois perfis e é pra seguir os dois, hein? É o arroba Aprenda Podcast e o arroba Álvaro Leme. Claro, além de seguir, vai ajudar muito se você compartilhar o programa no seu Instagram, tá? Tem gente que pensa assim, ah não, mas eu tenho tão pouco seguidor. Isso não importa, de verdade. Porque se pelo menos uma pessoa ficar sabendo do programa a partir de cada pessoa, a gente vai crescendo pra caramba. Pensa o seguinte, digamos que eu tivesse 5 ou 20 só, tenho muito mais, felizmente, graças a Deus, mas digamos que eu só tivesse 5 ou 20. Se cada um desses 5 ou 20 trouxesse mais 1 ou 20, eu ia passar pra 10. Se cada um desses 10 trouxesse mais 10, ia passar pra 20, certo? Ia crescendo aqui em progressão geométrica, ia multiplicando de uma maneira muito interessante. Então, Faz diferença pra caramba se você divulga o trabalho suado do Alvinho aqui pra ele chegar a mais gente. Beleza? Nossa conversa de hoje vai tratar dos dois tipos de micro-organismo que eu comentei no começo do episódio. Vírus e bactérias. Quais são as diferenças entre eles. Então, já que a gente vai falar de micro-organismo, é legal a gente começar explicando esses termos. Microrganismo é um nome técnico, tá? É o nome que os cientistas usam para se referir a seres vivos que são tão, tão, tão, tão, tão pequenos que a gente só consegue enxergar com um microscópio. Eles são chamados mais popularmente de micróbios. Então, micro-organismo e micróbio são sinônimos, um mais técnico que o outro, e são termos mais neutros. Agora, se a gente fala germes, se a gente fala patógenos, são palavras que normalmente aparecem mais associadas à doença. Então, está infectado por patógenos. ou lave as mãos pra tirar os germes das suas mãos, certo? Os vírus e as bactérias são tipos de micróbios, que é um grupo bem grande, tá? Nesse grupo também tem fungo, tem os protozoários, agora esses dois últimos aí não vão caber na nossa conversa, não foram convidados pra essa festa pobre que os homens armaram pra me convencer como cantava a abertura da novela Vale Tudo, que já acabou há maior tempo, não sei nem porque eu lembrei disso, mas eles não estão convidados pra nossa conversa de hoje. Beleza? E qual é a diferença, então? Vamos parar de enrolar, professor, a diferença entre os vírus e as bactérias. A gente vai começar pela diferença mais básica. A bactéria é um ser vivo de verdade e os vírus... Tem controvérsia aí. Segundo muitos cientistas, os vírus não podem ser classificados como seres vivos. Como é que é isso? Já vou explicar. Para você entender isso melhor, preciso contar o seguinte. A bactéria é formada por apenas uma célula. Portanto, ela é o que? Unicelular, certo? Unicelular, uma célula. Nós, seres humanos, e muitos outros seres, as girafas, as samambaias, somos pluricelulares, certo? Agora, muito embora ela seja apenas uma célula, isso não quer dizer que ela não tenha sua independência, tá? Porque tudo que ela precisa tá ali naquela célula, quase tudo. Ela consegue produzir energia, ela consegue se reproduzir sem depender de ninguém, ela é empoderada, a bactéria. Vamos fazer uma comparação aqui entre a bactéria e uma casinha minúscula. Finge que a bactéria é uma casinha minúscula que funciona ali por conta própria. Tem cozinha, tem luz, tem morador lá dentro. Se você coloca essa casinha aí num lugar que tem comida, tem temperatura boa, o que é isso? É festa. A vida tá, como diz a Dea Freitas, ela tá boneca. a bactéria vai fazer o quê? Vai começar a se dividir. Igual eu falei agora há pouco no começo, que se você tem 5 ou 20 e cada um traz mais 5, eu tenho 10, e se cada 10 traz mais 10, eu tenho 20, e daí em diante, com a bactéria aqui é a mesma coisa. Ela começa a se dividir, e aí ela divide primeiro em duas, depois em quatro, depois em oito, e aí nesse ritmo, uma única bactéria, em questão de horas, vira bilhões de bactérias. Certo? Vai multiplicando, multiplicando, multiplicando. Certo. Mas eu não contei ainda por que os vírus são polêmicos. Por que ele tá... não foi convidado. Não, quem não foi convidado foi o Brotozoário e o Fungo. O vírus foi convidado pra esse episódio. Por que ele é polêmico? Porque alguns cientistas entendem que os vírus não são seres vivos pelo seguinte motivo. Porque eles não são. pluricelulares e nem unicelulares. Na verdade, eles são tão minúsculos que eles não chegam a ser nenhuma célula completa. Ah, bem, na verdade, o vírus é um fragmento de material genético. Quer dizer, o vírus é tipo um pacotinho de informação genética embrulhada numa capa de proteína e só. Ele não come, ele não produz energia e sozinho ele não faz absolutamente nada. Aliás, o vírus fora do corpo de alguém, o vírus sem um hospedeiro, ele é quase um grão de poeira parado. Por quê? Porque pra se multiplicar ele precisa, obrigatoriamente, invadir uma célula viva. Ou seja, ele tem que se enfiar ali e usar aquele sistema de uma outra célula para se multiplicar, para se reproduzir. Pode ser uma célula de gente, pode ser uma célula de bicho, de planta ou até a célula da bactéria. A coitadinha só tem uma célula e ele ainda invade? Isso é um absurdo, né? Ou seja, ele se enfia nas células desse hospedeiro e aí ele usa aquela célula pra fabricar cópias dele. Imagina como se uma pessoa invadisse, sei lá, uma fábrica de refrigerante, visse lá as máquinas de refrigerante e falasse assim, agora eu vou fabricar energético. Ou seja, ele usa uma estrutura que já existe lá em favor dele e em prejuízo do coitado do hospedeiro. Por quê? Porque nesse processo de se replicar, ele vai aumentando a quantidade dele e vai prejudicando a saúde do hospedeiro, porque cada vírus que sai vai infectando mais células, certo? Dependendo do vírus, o nosso sistema imunológico, ou seja, o nosso sistema de defesa, consegue entrar em ação e combater, tirar ele de circulação, mas nem sempre isso acontece.
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Este episódio foi trazido para você pela Google Chrome. Você acha que conhece um browser, mas Gemini e Chrome? Isso é novo. Eles podem te ajudar com praticamente qualquer coisa na internet, como restaurar um motocicleta vintage de um bloco de restauração de 50 páginas, ou, finalmente, derrubar aquele artigo longo que você teve aberto por semanas. Gemini e Chrome estão aqui para isso. Prontos para fazer qualquer coisa online fazer sentido? Não há lugar como Chrome. Set-up de respostas requer compatibilidade e disponibilidade de vários 18+.
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Essa reprodução descontrolada também é a razão pela qual as bactérias podem fazer mal ao nosso corpo, dependendo de onde elas estejam. Quando a gente é infectado por uma bactéria, ela também começa a se multiplicar e, para complicar ainda mais, ela ainda pode liberar umas toxinas que fazem muito, muito mal mesmo. Tem bactéria que causa doença grave de verdade. Vou falar algumas aqui que são as mais cabulosas que eu consegui pensar, mas tem várias outras. Por exemplo, tuberculose é bactéria. Tétano é bactéria. Como que entra? Ela entra naquele machucado que a pessoa não lavou direito depois de se machucar com um prego enferrujado, por exemplo. E o tétano mexe com o sistema nervoso. É super grave, super sério. Tem cólera também. que vem de água contaminada, detona o intestino da pessoa. Teve vários casos ao longo da história de muita gente que morreu porque pegou cólera. Tem meningite bacteriana. E a mais conhecida de todas as epidemias de bactérias talvez seja, lá da Idade Média, a Peste Negra, que matou milhões de pessoas. Estima-se que tenha matado 50 milhões de pessoas numa época em que tinha muito menos gente no mundo. Então dizimou uma quantidade absurda de gente. Por isso que quando a gente fala, ai, lava a mão antes de comer, cuida do machucado, olha aí bem essa comida com uma cara estranha, não é frescura, tá? É pra você se proteger de verdade. Toda vez que alguém te fala isso, é apenas um carinho da pessoa com você. Mas, apesar de tudo isso aqui que eu falei, Nem todo vírus e nem toda bactéria fazem mal pra gente necessariamente. A bem da verdade, tem muita bactéria que trabalha em nosso favor. Tem algumas que estão aqui, tem muitas que estão aqui dentro do nosso corpo e estão trabalhando pra fortalecer aqui nosso corre. Os cientistas estimam que no corpo de cada pessoa existam cerca de 40 trilhões de bactérias. Uma multidão de bactérias. Parte delas fica no nosso intestino e ajuda a digerir o que a gente come. Tem também as que ficam na nossa pele e vão se alimentando de células mortas e de suor. Aliás, eu falei dessas bactérias aí no episódio sobre desodorantes. Quem ouviu Aprenda Mais Tempo deve se lembrar. Foi o episódio 102, em que eu contei se o desodorante realmente dura vários dias e contei o que a bactéria tem a ver com isso. Se você não conhece, corre lá para ouvir depois. Os vírus, eles são menos do nosso rolê, eles são mais alienígenas, assim, né? Porque, como eu falei, eles não chegam nem a ser um ser vivo. Ou seja, eles são menos próximos nossos, mas também tem vírus que são inofensivos para a gente. Aliás, entre eles tem alguns que são predadores de determinadas bactérias. Ou seja, além de não atacar o ser humano, eles ajudam a controlar a quantidade de determinadas bactérias no nosso corpo. Outra diferença importante é a de tamanho, tá? Já que a gente tá falando das diferenças, eu não posso deixar de contar essa. Você já deve ter concluído aí que os tamanhos de vírus e bactérias são bem diferentes, com base em tudo que eu falei. A maior dica disso é, se tem vírus que contamina a bactéria e se o vírus não chega a ser nenhuma célula, ele realmente é bem menor. Mas quão menor? Eu achei uma reportagem da Superinteressante, que é uma revista que eu amo, que faz uma comparação muito boa. Eles falam o seguinte, se os vírus tivessem o tamanho de uma pessoa, as bactérias seriam da altura do Cristo Redentor, daquela estátua lá do Rio, que é uma diferença muito marcante que eu trouxe aqui pra ajudar você a realmente fixar que vírus e bactérias são realmente bem diferentes. Essa semana, como eu já contei, a gente não tem lição de casa porque eu gravei todos os episódios com antecedência, mas ninguém aí tá liberado de deixar comentário, certo? Cadê o engajamento do professor de vocês? Conta aí nos comentários o que você achou mais interessante nesse episódio, porque Eu acho, estou pensando aqui em começar a escolher comentários de vez em quando aqui, que vocês deixarem comentários legais, e ler aqui e mandar um abraço para a pessoa que deixou esse comentário super legal. Então, se você quer ter essa chance, não perde a oportunidade de comentar algo bem legal aí, certo? Eu volto a qualquer momento com mais coisas que você nem sabia que precisava saber.
Host: Álvaro Leme
Data: 24 de junho de 2026
Neste episódio do podcast Aprenda, Álvaro Leme explora, de forma leve e didática, as principais diferenças entre vírus e bactérias. Respondendo à curiosidade frequente de sua audiência, Álvaro esclarece conceitos científicos sobre esses dois tipos de microrganismos, ilustra de maneira divertida o impacto deles em nossas vidas e desfaz mitos sobre saúde. As explicações oferecem comparações acessíveis, exemplos do cotidiano e curiosidades surpreendentes para quem quer entender melhor esse universo invisível, mas onipresente.
População dominante:
Álvaro começa com uma analogia interessante: se existisse uma enciclopédia de todos os seres do planeta, “nada menos que 27 desses livros seriam dedicados aos vírus e às bactérias” – enfatizando a abundância destes seres na Terra.
Termos técnicos e populares:
Bactérias:
Vírus:
Bactérias:
Vírus:
Bactérias do bem:
Vírus inofensivos:
Sobre o papel das bactérias:
“Ela consegue produzir energia, ela consegue se reproduzir sem depender de ninguém, ela é empoderada, a bactéria.” – Álvaro Leme (07:20)
Sobre vírus serem ‘parasitas’ de outros organismos:
“Fora do corpo de alguém, o vírus sem um hospedeiro, ele é quase um grão de poeira parado.” (08:50)
Comparação para fixar o tamanho:
“Se os vírus tivessem o tamanho de uma pessoa, as bactérias seriam da altura do Cristo Redentor.” (14:10)
Conselho sobre hábitos de higiene:
“Lava a mão antes de comer, cuida do machucado, olha aí bem essa comida com uma cara estranha, não é frescura, tá? É pra você se proteger de verdade.” (11:10)
Álvaro encerra o episódio convidando os ouvintes a comentarem suas descobertas e impressões sobre o tema, ressaltando a comunidade de aprendizado do podcast:
“Conta aí nos comentários o que você achou mais interessante nesse episódio, porque eu acho, estou pensando aqui em começar a escolher comentários de vez em quando… e ler aqui e mandar um abraço para a pessoa que deixou esse comentário super legal.” (15:30)
Esta conversa é ideal para quem quer entender, de forma simples e divertida, as diferenças fundamentais entre vírus e bactérias, suas funções, perigos e curiosidades.