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Álvaro Leme
Estou não desistindo.
Estou vendendo o prédio. A última temporada de FX is the Bear. O restaurante está inundado. Tudo vai ser bem ou mal.
Plan B Advertiser
Não, pare! Ou não.
Álvaro Leme
Estamos fora de armas e fora de
homens, mas temos cada um.
FX is the Bear, a última temporada.
Todos os episódios agora no Disney+.
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Estudos. E joguem! Venham juntos em um PC Windows 11! E por um tempo limitado, estudantes de colégio recebem...
Álvaro Leme
O melhor de ambos os mundos!
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Álvaro Leme
Sempre que alguém fala de buraco negro, parece uma coisa meio óbvia se concluir que a pessoa esteja se referindo a uma fenda gigantesca no espaço, certo? Pensa aí num lençol, por exemplo. Se você esticar um lençol e fizer um buraco, você tem o lado de cá e o lado de lá do lençol, certo? Se eu arremessar uma bola de tênis pelo buraco, ela vai atravessar o lençol, vai lá pro outro lado. Mas será que essa lógica aí vale também quando a gente tá falando de um buraco negro? Sendo bem direto aqui, pra deixar claro qual é a dúvida que a gente vai tratar hoje, buraco negro é um buraco? Um buraco de verdade? É isso que eu vou contar pra você hoje. Sempre que eu aprendo uma coisa nova, eu fico logo com vontade de contar pra mais gente. Minha família, meus amigos. Era assim desde criancinha e continua até hoje. Por isso eu criei o Aprenda, que é o programa que ensina coisas que você nem sabia que precisava saber. Eu sou o Álvaro Leme e a cada episódio trago informação interessante pra você descobrir e, claro, repassar pros seus amigos. Porque conhecimento bom é o conhecimento que a gente compartilha. E aí, aprendizes! Cheguei com umas coisas que vocês nem sabiam que precisavam saber. Eu sou o Álvaro Leme, e essa semana a gente tá celebrando a estreia da quinta temporada do Aprenda Semana de Festa. Por causa disso, então, vai ter episódio de segunda a sexta pra gente ficar juntinho aqui. Então, se você ainda não ouviu os outros, ouça pra prestigiar, certo? Ouve e compartilha sempre. volta no de segunda, vai ouvindo aí um atrás do outro. E se você chegou aqui agora, acabou de descobrir o Aprenda, tem mais de 180 podcasts, 180 episódios pra você maratonar aqui do podcast, certo? Então aproveita e faz a festa. Hoje a gente vai embarcar pro espaço sideral, que é um assunto que eu sempre, sempre adorei. Quando eu era criança, eu herdei de um cunhado meu uma coleção de enciclopédia e eu sempre fui nerd. Sempre fui estudioso, ficava horas lendo, até porque não tinha internet na minha infância, não tinha computador, não tinha nada disso, a gente tinha que passar o tempo. E as partes sobre o espaço eram as minhas preferidas. Eu lembro que tinha umas ilustrações de Saturno, Júpiter, e eu pequeno, com 8 anos de idade, Eu falava assim, cara, quando eu morrer, eu não tenho como ir para o espaço agora, não existe essa viagem espacial, mas quando eu morrer e for para o céu, com certeza eu vou querer conhecer Saturno e Júpiter, porque na minha cabeça era tudo céu, certo? Depois que eu cresci, eu vi que não é bem assim, mas não vou aprofundar esse tema aí do céu, não é nada disso. Vou convidar você para ir comigo para o espaço. Vamos nessa? A gente volta logo, prometo. Ou não, se a gente chegar perto demais do buraco negro, não volta, hein? Calma que já vai ficar mais claro. Vamos começar com a pergunta lá do início do episódio. Buraco negro é realmente um buraco? No comecinho do episódio, como você sabe, eu fiz a comparação com um buraco no Elençol. É assim também no espaço sideral, professor? Não, não é assim de jeito nenhum. E apesar do nome, o buraco negro não é um buraco. Não é igual você cavar a terra, tem lá aquele vazio. De jeito nenhum, não tem nada a ver com isso. Inclusive você não atravessa o buraco negro, como eu dei no exemplo do lençol, e sai do outro lado. Você não atravessa e sai no outro canto do universo, nada disso. Muito bem, mas se apesar de ser chamado de buraco ele não é um buraco, então que raios que ele é? Para explicar isso, a gente precisa conversar primeiro sobre massa. Não tô falando de macarrão. Não é a lasanha, o pene, o macarrão parafuso que você comeu, o fuzile que você comeu no fim de semana. Tem nada disso. Também não tem nada a ver com massinha de modelar. Massa, aqui nessa nossa conversa, se refere à quantidade de matéria que existe numa coisa, numa pessoa, num objeto. Tudo que existe fisicamente é feito de matéria. A bola da Copa do Mundo, as árvores, O Neymar, os jogadores, as figurinhas da copa, as pessoas, os planetas, as estrelas, tudo é feito de matéria, certo? E quanto mais matéria uma coisa tem, maior é a quantidade de massa dessa coisa. E essa matéria, essa massa, ocupa espaço. Aqui é chave isso, tá? Vamos usar uma mochila, como exemplo, para ficar mais claro, certo? Uma mochila vazia é muito mais leve do que se você colocar 10 livros dentro dela, certo? Com esse tanto de livro aí, você já vai ter mais massa dentro da mochila. Agora vamos usar a imaginação um pouco. Se fosse possível colocar cem livros dentro dessa mochila, ela não ia ficar muito mais difícil de levantar? E se eu colocasse mil livros? E um milhão de livros? Imagina que fosse possível apertar. apertar essa quantidade enorme de livros, esse aí, um milhão de livros, para que essa massa coubesse no espaço onde antes você tinha só 10 livros. O que ia acontecer? Você ia passar a ter uma quantidade enorme de massa concentrada no mesmo espaço. E no espaço sideral tem uma regra. Memoriza essa regra aí. Quanto mais massa, maior é a gravidade. Pense em Júpiter. Júpiter é o gigante do nosso sistema solar, certo? Ele tem muito mais massa que qualquer planeta aqui desse nosso pedacinho do universo. Tem mais massa que Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Saturno, Urano, Netuno. Para deixar ainda mais claro, vou propor outro exercício de imaginação, hein? Vocês têm que caminhar aqui comigo nessa. Pra deixar ainda mais clara essa conversa, eu vou propor outro exercício de imaginação. Pensa aí numa rede, aquelas redes de segurança que parecem uma tela, aquela de trapezista, sabe? Se o trapezista tá andando lá e cai lá do alto. O trapezista, o equilibrista, se cair lá do alto, ele vai cair nessa rede aí. Sabe qual é, né? Pensa nessa rede bem esticada, bem esticadinha. O que vai acontecer se você colocar uma bolinha de pingue-pongue nessa rede? Vai fazer muita diferença? Não vai, certo? A rede pode até afundar um tiquinho de nada, porque a bolinha de pingue-pongue, coitada, não tem muita massa. Porém, se você tirar a bolinha de ping-pong e colocar uma bola de ferro, daquelas balas de canhão, a rede vai ou não vai afundar? Vai afundar pra caramba, certo? Agora, se você deixar a rede, a bola de canhão, lá na rede, com a parte da rede afundada, e você colocar a bolinha de ping-pong de volta, Essa bolinha vai ou não vai rolar pela rede, vai se juntar à bola de ferro na parte que está afundada? Claro que vai. Quando a gente fala da gravidade, a gente está falando de algo similar, só que com proporções cósmicas. Em vez da rede, pensa no espaço sideral. E em vez da bola de ferro, pensa num planeta com muita massa. Pense em Júpiter, por exemplo. Por causa da massa de Júpiter, é como se ele afundasse mais a rede e as outras bolinhas que estão no entorno acabam sendo mais atraídas por ele. A massa de cada coisa que existe no universo interfere no entorno dela. Agora, se liga aqui. Vou falar só mais um pouquinho da rede das bolas. Digamos que alguém conseguisse, em um passe de mágica, transformar, fazer com que aquela bolinha de ping-pong mantivesse o mesmo tamanho, só que com a massa da bola de canhão, da bola de ferro. Você acha que a rede ia afundar ou a rede não ia afundar? Eu falei que o que importa é a quantidade de massa, certo? Então sim, a rede ia afundar do mesmo jeito nesse caso, porque não é o tamanho da bolinha, é a quantidade de massa. E é essa aqui a lógica dos buracos negros, meus queridos. O buraco negro é uma região do espaço que tem muita, muita, muita, muita, muita massa concentrada no mesmo lugar. Isso faz com que a gravidade dele seja absurda a ponto de nada conseguir escapar se chegar perto demais. Qualquer coisa que passe de um determinado ponto não consegue mais voltar. E aí tem umas hipóteses, assim, o que acontece com quem vai e não volta, né? Tem gente que chega pra ficar... Tem gente que vai pra nunca mais. Se vai pro buraco negro, vai pra nunca mais. Nunca teve caso de um humano que foi parar dentro de um buraco negro, ok? A gente não sabe ao certo o que acontece lá dentro do buraco negro. Pra quem tá fora, a sensação que dá é que aquela matéria passa a fazer parte da massa do buraco negro. Mas tem várias hipóteses aí dos cientistas que não cabe eu abordar aqui pra não alongar ainda mais a nossa conversa. So good, so good, so good.
Este episódio foi trazido para você pela Google Chrome. Você acha que conhece um browser, mas Gemini e Chrome? Isso é novo. Eles podem ajudar você com praticamente qualquer coisa na internet, como restaurar um motocicleta vintage de um bloco de restauração de 50 páginas, ou, finalmente, quebrar aquele artigo longo que você teve aberto por semanas. Gemini e Chrome estão aqui para isso. Prontos para fazer qualquer coisa online? Faz sentido? Não há lugar como Chrome. Set-up de respostas requer compatibilidade e disponibilidade de vários 18+.
Explicamos, então, por que o buraco que não é buraco se chama buraco. Ficou claro isso, certo? Agora, por que ele é buraco negro e não buraco cinza, prateado, verde, cor de carne? Porque a gravidade dele, que foi o nosso tema até agora aqui, a gravidade dele é tão intensa, tão intensa, tô até interpretando a intensidade aqui, que nem a luz consegue escapar se passar de um determinado ponto. Esse determinado ponto aí também tem um nome, que eu vou ensinar pra você agora, isso é pra você levar com você. O horizonte de eventos não é uma parede, uma casca sólida, uma superfície, uma fronteira no espaço. Antes dela, antes de você cruzar o horizonte de eventos, ainda tem caminho de volta. Se você, ou qualquer coisa, passar do horizonte de eventos, aí começa a Maria Rita. Tem gente que vai pra nunca, mas não tem volta. Já era, já foi. E a essa altura eu já sei que você está se perguntando, mas o que aconteceria com uma pessoa que caísse em um buraco negro? Meio triste eu ter que deixar isso claro pra vocês com todas as palavras, mas essa pessoa aí iria de arrasta, né? Ia ser, virou camiseta de saudade, assim que fala. Bom, não ia ter como sobreviver, tá? Além dessas dúvidas aí que eu expliquei, os buracos negros costumam despertar várias outras. Por exemplo, Como é que eles nascem? Como eles surgem? Um tipo muito comum de buraco negro surge depois que algumas estrelas chegam ao fim da vida. Porque sim, pessoal, as estrelas também morrem. Poético isso, né? A morte das estrelas. Mas no fim da vida da estrela, ela explode e aí dos vestígios dela pode surgir um buraco negro. Não acontece em todas e não é a única razão para existir buraco negro. Mas vamos ficar nessa aqui. Como eu contei pra vocês, os buracos negros são gigantescos, tá? Imensos, imensos, imensos. Segundo a NASA, o mais massivo que já foi observado foi batizado pelos cientistas de Tom 618, Tom T-O-N, tá? Sabe o tamanho, assim, a massa de Tom 618, pessoal? Ele tem 66 bilhões de vezes a massa do nosso sol, que já é coisa pra caramba, tá? Ou seja, é incomensurável, gigantesco, difícil até para o cérebro humano processar o tamanho disso. Daí surge uma outra pergunta. Não tem perigo, não, desse buraco negro aí sugar a gente, sugar a terra? Não, não tem perigo nenhum, porque ele realmente é mega giga blaster imenso, só que ele também fica mega giga blaster longe. Ele fica a 10,8 bilhões de anos-luz da Terra. Ou seja, se alguém viajasse daqui até lá na velocidade da luz, o que não tem como acontecer, levaria 10,8 bilhões de anos para chegar. Quer dizer, impossível, não vai ter nunca como acontecer. Então, beleza, o tom 618 não tem como engolir a terra. Mas ele não é o único buraco negro que existe? Não é, não tem só ele, tem? Não mesmo. O que não falta no universo é buraco negro. Pra você ter uma ideia, os cientistas estimam que no universo existam hoje 40 Quintilhões de buracos negros. Você sabe o que é 40 quintilhões? É 40 bilhões de bilhões de buracos negros. Você bota o 4 em uma quantidade de zero que vai aqui de São Paulo até sei lá onde. Não, estou exagerando. É um 4 com um monte de zero depois. 40 bilhões de bilhões. Fixa isso aí na sua cabeça. Ou seja, realmente tem muito buraco negro. De novo você vai perguntar, mas com tanto buraco negro não tem risco da terra ser sugada por algum deles? Não gente, não tem nenhum desses 40 quintilhões perto o suficiente da terra a ponto de sugar o nosso planetinha fofo aqui na paz dele. E os buracos negros também não saem por aí pelo universo assim, hoje eu vou sugar um planeta. Não, eles não estão por aí aspirando tudo também. Aí tem uma outra hipótese que você vai me perguntar, que é aqui. Mas e se o Sol, você falou que às vezes as estrelas morrem e viram um buraco negro, o Sol é uma estrela, e se o Sol morresse e virasse um buraco negro? Bom, se o Sol morresse, a nossa vida aqui na Terra ia acabar por outros motivos. Mas, embora ele seja gigante para nós, a massa do Sol não é tanta a ponto de, caso ele explodisse, virar um buraco negro. Então, não tem chance disso acontecer também. Quer dizer, pode riscar o buraco negro da lista de coisas que você tem medo na sua vida.
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Álvaro Leme
Ok? Tenha medo apenas de perder o próximo episódio do Aprenda. Coisas mais relevantes e mais consistentes na sua vida. Agora eu tenho uma novidade aqui no Aprenda. Tô lançando agora o quadro Comentando o Comentário. Todo episódio, eu vou escolher um comentário que alguém deixou, que algum aprendiz deixou, vou ler aqui, vou dizer o nome da pessoa e vou responder. Claro, se deixar comentário de zoeira, se deixar comentário ofensivo, eu não vou escolher esse. Tem que ser um comentário interessante, um comentário que mereça ser ouvido por mais gente. Aliás, leva isso pra você, pra sua vida da internet, tá? Se você quer atingir mais pessoas com as coisas que você fala, seja legal. É o básico, o óbvio. Seja interessante, seja bacana com as pessoas como você quer que elas sejam com você. É o mínimo, ok? O primeiro comentário que eu vou aqui para estrear a sessão comentando comentário foi deixado pelo aprendiz Thalita Moraes. Thalita comentou o seguinte, abre aspas. Aprenda é um nome muito chato para um podcast tão legal. Poderia ser algo como, com quantos anos você descobriu que... reticências. Fecha aspas. Aqui vou dizer o seguinte, igual a Anitta, Talita, se é fã ou hater. Como você deixou uns emojis sorrindo e falou que o podcast é legal, eu entendi que é fã, certo? Embora tenha falado que a Brenda é um nome chato. Por que eu tô falando isso? Porque assim, depois de cinco temporadas, você quer que eu mude o nome do negócio? Não dá, é um pouco tarde demais. Mas eu achei esse comentário muito engraçado e muito legal. Já pensou se eu mudasse o nome do Aprenda para Com Quantos Anos Você Descobriu Que? Então como seria? Com Quantos Anos Você Descobriu Que Buraco Negro Não É Buraco? Esse título ia ficar muito grande. Aliás, quando o Aprenda começou, isso eu respondi para a Thalita lá nos comentários, o nome era Aprenda em 5 Minutos para Arrasar na Mesa do Bar. Com o tempo, eu encurtei tudo até sobrar só a prenda. Então, se eu começasse com esse nome aí que ela sugeriu, talvez em algum ponto ia ser só... o podcast ia chamar só CON. Então, melhor deixar APRENDAMENTO, tá? Se você quer que eu comente seu comentário aqui, capricha aí na imaginação, escreve alguma coisa bem legal. comentando o tema, apresentando um complemento à curiosidade, fazendo uma pergunta relevante, que o seu comentário pode ser o próximo aqui na sessão, com o seu nome mencionado, obviamente. Abraço aí para a Thalita Moraes, obrigado pela participação e você pode ser a próxima Thalita Moraes, não esquece. Eu volto a qualquer momento com mais coisas que você nem sabia que precisava saber.
Aprenda com Álvaro Leme — Episódio #191 — 25 de junho de 2026
Neste episódio do "Aprenda", o jornalista e professor Álvaro Leme responde à dúvida clássica sobre buracos negros: eles são, de fato, buracos no espaço, como sugere o nome? Com seu tom descontraído, educativo e acessível, Álvaro utiliza analogias do cotidiano para desmistificar o conceito astronômico dos buracos negros, abordar sua formação, perigos potenciais e curiosidades relacionadas.
“Apesar do nome, o buraco negro não é um buraco. Não é igual você cavar a terra, tem lá aquele vazio. De jeito nenhum, não tem nada a ver com isso.” (02:40)
Para entender buracos negros, entenda ‘massa’:
“Massa, aqui nessa nossa conversa, se refere à quantidade de matéria que existe numa coisa, numa pessoa, num objeto.” (04:40)
Analogias ilustrativas:
O que é o horizonte de eventos?
“O horizonte de eventos não é uma parede, uma casca sólida, uma superfície. Antes dela, ainda tem caminho de volta. Se passar… já era, já foi.” (12:00)
Por que ‘negro’?
“Ia ser, virou camiseta de saudade, assim que fala. Bom, não ia ter como sobreviver, tá?” (13:30)
“Nenhum desses 40 quintilhões está perto o suficiente da Terra a ponto de sugar o nosso planetinha fofo.” (16:10)
“Sempre que eu aprendo uma coisa nova, eu fico logo com vontade de contar pra mais gente. Minha família, meus amigos. Era assim desde criancinha e continua até hoje. Por isso eu criei o Aprenda…” (01:50)
“Difícil até para o cérebro humano processar o tamanho disso.” (15:40)
“Pode riscar o buraco negro da lista de coisas que você tem medo na sua vida.” (16:30)
| Segmento | Tópico | |------------------------------------------------------|------------------------------------------------------------------------------------------------------| | 00:59 – 02:48 | O que é (e o que NÃO é) um buraco negro | | 03:35 – 08:15 | Analogias de massa e gravidade; rede de trapezista; conceito de gravidade | | 11:30 – 13:00 | Por que é buraco “negro” — definição do horizonte de eventos | | 13:40 – 14:30 | Formação e “morte” de estrelas gerando buracos negros | | 14:31 – 15:46 | TON 618, 40 quintilhões de buracos negros, escalas astronômicas | | 15:46 – 16:31 | Terra em perigo? E se o Sol virasse um buraco negro? Desmistificando medos | | 17:29 – 19:00 | “Comentando o comentário”: interação divertida com ouvinte sobre o nome do podcast |
Nova seção em que Álvaro lê e responde ao comentário de uma ouvinte, Thalita Moraes, que sugere um novo nome para o podcast (“Com quantos anos você descobriu que...”). Álvaro encara com bom humor e valoriza a criatividade da audiência:
“Já pensou se eu mudasse o nome do Aprenda para ‘Com Quantos Anos Você Descobriu Que Buraco Negro Não É Buraco’? Esse título ia ficar muito grande.” (18:10)
Convida os ouvintes a participarem com comentários construtivos e curiosos.
Para quem perdeu o episódio, este resumo cobre todos os aprendizados e momentos essenciais, mantendo o estilo divertido e esclarecedor do “Aprenda”.