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Expedia e VisitScotland te convidam a passar por centenas de histórias que esperam em Scotland. Castel Steepton Legend, caminhar pelas ruas de cobblestone, compartilhar a calma das histórias passadas por gerações. Este é um lugar com um passado que está presente hoje, e todos os seus para explorar. Planeje sua escapada escotada hoje em Expedia.com.visitscotland Menina, o inverno é assim. A última temporada. E agora a primavera te levou a olhar fotos de tanque com olhos com fome. O seu algoritmo está te alimentando cortes. Você está com fome do sol nas suas costas. Aquela perfeita vestimenta de sol no patio. Aquelas calças que você pode usar o dia todo e a noite toda. E você já teve o suficiente de comprar na sua cama. Acabado de esperar que pareça algo como a foto quando você abriu aquele envelope? É hora de um pequeno presente de primavera em pessoa. É hora de uma viagem para Ross. Trabalhe sua mágica.
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Já aconteceu de você estar num lugar, aí você percebe lá longe vindo uma pessoa que você acha uma chata. Você quer tudo, menos que essa pessoa te veja. Aí você olha pra uma parede, uma cortina. Qualquer coisa que tenha perto, tem uma cor forte, e aí você sente vontade de se camuflar, de ficar da cor daquela cortina pra se esconder da pessoa. Pois é, já entendeu onde eu vou chegar, né? O Camaleão é capaz de fazer isso. E hoje a gente vai descobrir como que ele consegue nesse episódio que foi sugerido pelo ouvinte Murilo Pelegrino, de Belo Horizonte. Tem coisas que você nem sabia que precisava saber e é delas que a gente fala aqui no Aprenda. Eu sou o Álvaro Leme, jornalista, professor, curioso profissional, e aqui qualquer assunto pode virar aprendizado. E aí, aprendizes! Cheguei com umas coisas que vocês nem sabiam que precisavam saber. Mas antes de falar do Camaleão, preciso contar uma coisa pra vocês. Esse episódio aqui, como eu falei, ele foi sugerido por um aprendiz chamado Murilo. Quem me escreveu foi a mãe dele, a Elisa. E foi muito curioso porque a mensagem da Elisa chegou no dia em que eu tinha decidido que eu ia acabar com a prenda, acabar com o podcast. Chega de episódio, não ia mais ter. Por quê? Porque atualmente eu faço muita coisa, eu faço doutorado, eu dou palestra, aula, eu faço uma coluna na Veja, então tá muito pesado pra mim, tá muito puxado, e eu naquele dia pensei assim, não, não tenho condição de continuar a fazer o Aprenda, então tava criando coragem pra contar pra vocês isso. Aí chegou a mensagem da Elisa. E eu fiquei balançado, por quê? Porque ela contava ali que ouve o programa com o Murilo, que é o filho dela, todos os dias antes de ele dormir. E é um pouco emocionante pra mim até, porque eu achei muito bonito ser lembrado de algo que outros de vocês já tinham me falado, tá? Mas de perceber que uma coisa que eu crio aqui na minha casa, de uma maneira tão singela, tão simples, mas sempre com muito empenho, que essa coisa que eu crio faz parte de um momento especial da vida deles. Isso me fez lembrar de quando eu era pequeno, que é uma coisa que eu fazia com a minha mãe. Toda semana ela me levava numa livraria, comprava um livro pra ela e outro pra mim. E era, assim, a nossa coisa. E me emociona um pouco pensar que o meu podcast é parte dessa rotininha bonitinha e singela e carinhosa de uma mãe e de um filho. Enfim, isso me mexeu muito comigo. E aí eu mudei de ideia, então não vou mais acabar com a prenda, pelo menos não por enquanto. Então agradeço, e agradeço a vocês também, a Elisa e ao Murilo, porque eles salvaram a prenda da extinção. Eu sei que não são só eles, tá? Eu sei que muitos de vocês têm carinho pelos episódios, outras pessoas já tinham me contado também que ouvem com os filhos indo pra escola, pais e mães que ouvem com os filhos, os amigos que ouvem juntos, amigos de escola que indicam. Isso tudo sempre é muito bom, muito gostoso de ouvir, tá? Inclusive, se alguém quiser contar nos comentários em que momento houve o aprenda, que diferença o aprenda faz pra você, é sempre bom, porque fica um lembrete pra mim de que tem gente ouvindo aí do outro lado. De qualquer maneira, a mensagem da Elisa me chamou a atenção pra essa conexão emocional, tá? Então, obrigado Elisa, obrigado Murilo, obrigado a todos os aprendizes, que ouvem e que me ajudam a continuar animado de fazer mais episódios pra vocês. Porque podcast é uma coisa muito difícil de fazer. A gente tem muito trabalho pra fazer, eu não faço de qualquer jeito, eu pesquiso, tenho pavor de contar alguma coisa que seja errada, então sou muito cuidadoso, por isso dá muito trabalho. Então, saber que esse trabalho é valorizado me emocionou e me emociona muito. Certo? Vamos então falar do camaleão. Eu comecei o episódio falando que o camaleão muda de cor quando quer se camuflar, certo? E sim, ele realmente faz isso, mas essa não é a única razão. Aliás, essa não é nem a razão principal que faz o camaleão mudar de cor. Hoje a ciência entende que, em grande medida, o que moldou essa habilidade do camaleão foi a necessidade de se comunicar. E aí você vai falar assim, mas como assim se comunicar? Se comunicar com cores? Sim, se você pensar. Comunicação com cores é uma coisa que a gente também faz. Repara, por exemplo, se o sinal lá de trânsito está vermelho, isso quer dizer pare, certo? Se ele está verde, quer dizer ande. Então, as cores podem sim ser uma maneira de comunicação, certo? É claro que a lógica do camaleão não é exatamente essa aqui que eu dei de exemplo, tá? Não é que o camaleão segue as regras do trânsito humano, tá? Mas ele pode, com as cores que ele escolhe, expressar se ele tá bem, se ele tá de bom ou de mau humor, se ele tá querendo achar um namorado, uma namorada, né? Pode até mudar de cor pra ajudar a regular a temperatura do corpo dele. E como é que o camaleão consegue fazer isso? Você lembra que no episódio sobre porque o céu é azul, eu falei que cor é luz? Lembra? Se não lembra, vai lá ouvir. Foi um episódio que eu publiquei outro dia, então você acha facinho aí. Aqui, esse princípio vai entrar em cena também. Durante muito tempo, os cientistas achavam que a mudança de cor ali do camaleão Ela funcionava só por acúmulo e dispersão de pigmentos, como até acontece com alguns outros animais. Em 2015, teve um estudo que foi, assim, divisor de água. Como diria o chat GPT, isso muda o jogo. Esse estudo aí foi publicado pela revista Nature Communications e ele mostrou que o mecanismo do bicho é diferente, que o camaleão ele muda de cor regulando uns nanocristais que ficam dentro de umas células da pele dele. Nanocristal quer dizer o seguinte, quer dizer que são cristais muito, muito, muito, muito, muito pequenos. Sempre que vocês virem uma coisa que começa com esse prefixo aí, nano, isso quer dizer que essa coisa bem microscópica. Ela é microscópica, mas ela não é qualquer microscópica, ela é uma microscópica muito microscópica. E aí, na pele do camaleão, tem uma camada escondida cheia desses cristalizitos, nanocristais lá, muito microscópicos, menores do que qualquer coisa que você consegue ver a olho nu. Coisas o quê? Coisas nano, certo? Quando o camaleão está lá de boa, relaxado, esses nanocristais ficam bem juntinhos, bem pertinhos uns dos outros, e aí essa proximidade faz a pele dele refletir qual luz? A luz azul. Acontece que a pele também tem pigmento amarelo, e aí o azul e o amarelo nesse momento aí se combinam, e o resultado disso é o verde que a gente vê quando o bicho tá lá tranquilo. Tanto que quando a gente pensa no camaleão propriamente dito, ele é o que? Verde, normalmente, certo? Verde é a cor padrão, ele vai mudando para outros. É mais ou menos como acontece quando você mistura tinta amarela com tinta azul, certo? Que aí fica verde, só que aqui num processo natural do organismo do bicho. Aí, se o camaleão se agita, essas células mudam, se rearranjam de outra maneira, e a pele dele passa a refletir outros comprimentos de onda mais longos. amarelo, laranja, vermelho. Então, por isso que ele vai mudando de cor conforme essas células se ordenam, se desordenam, se arranjam e se rearranjam. E tem ainda uma capacidade dele de fazer isso para regular a temperatura quando ele fica exposto, por exemplo, ao sol muito forte ou a um frio muito grande. Mas eu sei que esse processo tá parecendo meio complicado. Então, pra você fixar na memória, pensa o seguinte, pro Murilo que perguntou, o camaleão muda de corpo porque as células dele são preparadas pra fazer isso sempre que necessário, sempre que ele precisa ou sempre que ele quer. Estude e jogue!
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Vire um PC Windows 11!
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E por um tempo limitado, os estudantes de colégio recebem o melhor! de ambos os mundos.
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Prontos para sonhar seu verão? Com o Red Bull Summer All Day Play, você escolhe uma playlist que adeque seu vibe de verão o melhor. Você é um fã de festivais? Um DJ profissional? Um cachorro de estrada? Ou um mixer de trilhas? Apenas adicione uma música para sua playlist escolhida e coloque seu verão na pista. Red Bull Summer All Day Play. Red Bull te dá as asas. Visite redbull.com.br brightsummerahead para aprender mais. Vejo você este verão.
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Ele muda, por exemplo, pra se comunicar pra outros camaleões lá assim, se tá tudo ok com ele, se ele quer companhia, se ele tá muito nervoso, ou até pra ele se esconder se ele precisar. Seja pra fugir de um predador, seja pra conseguir ser ele mesmo o predador e caçar algum outro bicho, matar a fome dele. E o camaleão não é o único animal que consegue mudar de cor, embora ele seja o mais famoso. No episódio passado, eu deixei uma pergunta sobre isso. Vocês devem estar lembrados, certo? Eu pedi para vocês votarem em qual bicho vocês achavam que muda de cor também. Entre os que conseguem fazer isso estão as lulas e os polvos. Então, acertou quem votou na opção B. Polvo. Como eu combinei com vocês, eu agora só vou mencionar as cinco primeiras pessoas com nome completo que acertarem no quiz. Então, a nota 10 dessa semana vai para esses aprendizes aqui, ó. Érida Amaral, Natália Fonseca, Caio Vinícius, Ana Pereira e Felipe Brum. Parabéns pra vocês e parabéns pra todo mundo que votou, só que não votou dentro do tempo ou esqueceu de botar o nome completo. Ok? Então, vamos pra chance da próxima semana agora. A gente vai falar da lição de casa do próximo episódio. O tema da semana que vem é como surgiu o papel higiênico. Esse tema, gente, o roteiro tá bem engraçado. Espero que vocês gostem. Eu dei muita risada enquanto escrevia. Eu quero saber de vocês o seguinte, ó. Em que século foi inventado o papel higiênico em rolo, tá? O rolo como tem hoje aí na casa de todo mundo, sabe? Esse aí. Foi inventado quando? Letra A, século VII? Letra B, no século XV? Letra C, no século XIX? Ou letra D, no século XX? Deixe o seu palpite nos comentários, mas não esquece de colocar nome e sobrenome e, lembrando, só as cinco primeiras respostas certas com o nome completo ganham nota 10 aqui em áudio. Então, se você quer que eu fale seu nome aqui, tem que correr, tem que ouvir o episódio logo, tem que correr e comentar antes dos colegas. Beleza? Eu volto a qualquer momento com mais coisas que você nem sabia que precisava saber.
Neste episódio do “Aprenda em 5 Minutos”, o jornalista, professor e “curioso profissional” Alvaro Leme explora a fascinante pergunta: “Como o camaleão muda de cor?” O episódio, sugerido pelo ouvinte Murilo Pelegrino (via sua mãe Elisa), vai muito além da explicação científica, trazendo também reflexões emocionantes sobre o impacto do podcast na vida dos ouvintes e a valorização das pequenas rotinas familiares.
Alvaro compartilha um momento delicado: pensava em encerrar o podcast devido à carga de trabalho, mas a mensagem da ouvinte Elisa (mãe de Murilo) o faz repensar.
O touch pessoal: Elisa relata que escuta o podcast com o filho todas as noites antes de dormir, algo que toca profundamente Alvaro e o faz recordar da própria infância:
“Me emociona um pouco pensar que o meu podcast é parte dessa rotininha bonitinha e singela e carinhosa de uma mãe e de um filho.”
— Álvaro Leme (03:45)
Gratidão aos ouvintes, reconhecimento do esforço na produção e convite para compartilharem como o podcast impacta suas vidas.
O episódio explica que, embora o camaleão possa mudar de cor para se camuflar, esse não é seu principal objetivo.
Cientificamente, a habilidade foi moldada principalmente para comunicação, não para se esconder:
“Hoje a ciência entende que, em grande medida, o que moldou essa habilidade do camaleão foi a necessidade de se comunicar.”
— Álvaro Leme (05:55)
Comparação com sinais de trânsito para ilustrar como as cores servem para comunicação.
Por muito tempo, acreditava-se que era apenas devido à movimentação de pigmentos, mas um estudo de 2015 (Nature Communications) trouxe uma nova explicação revolucionária.
O segredo está em “nanocristais” (estruturas microscópicas) nas células da pele do camaleão.
Funções:
Explicação lúdica e acessível para fixar o conceito, reforçando a presença contínua do tema “curiosidade fácil de aprender”.
“O camaleão muda de cor porque as células dele são preparadas pra fazer isso sempre que necessário, sempre que ele precisa ou sempre que ele quer.”
— Álvaro Leme (09:30)
Sobre a decisão de não acabar com o podcast
“Então agradeço, e agradeço a vocês também, a Elisa e ao Murilo, porque eles salvaram a prenda da extinção.”
— Álvaro Leme (04:10)
Sobre nanocristais e mudança de cor:
“Quando o camaleão está lá de boa, relaxado, esses nanocristais ficam bem juntinhos... e o resultado disso é o verde que a gente vê quando o bicho tá lá tranquilo.”
— Álvaro Leme (07:52)
Bônus de engajamento:
“Inclusive, se alguém quiser contar nos comentários em que momento houve o aprenda, que diferença o aprenda faz pra você, é sempre bom...”
— Álvaro Leme (03:10)
Ouça para descobrir mais coisas que você nem sabia que precisava saber!