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Álvaro Leme
Você tem um novo mensagem. Transmitindo. Disney e Pixar's Hoppers está agora disponível no Disney Plus.
Co-apresentador / Participante
Você poderia dizer isso de novo.
Álvaro Leme
Os críticos o chamam de o filme mais engraçado de Pixar e um passeio extremamente divertido. Lizard Potato. Certificado fresco e verificado quente.
Co-apresentador / Participante
Agora nós partimos. Isso é incrível!
Álvaro Leme
Uau!
Co-apresentador / Participante
Estou limpo o resto do dia.
Álvaro Leme
Disney e Pixar's Hoppers, agora disponível no Disney Plus. Grado PG.
Co-apresentador / Participante
Estudem e brinquem juntos em um PC Windows 11.
Álvaro Leme
E por um tempo limitado, alunos recebem...
Co-apresentador / Participante
Nosso papo vai começar já com uma curiosidade, porque eu sei que vocês gostam assim, tá? Imagina que alguém inventasse uma máquina do tempo e aí você falasse, puxa, o que era que eu quero conhecer? Quero conhecer a antiga civilização romana. Beleza, você ia ver muita coisa interessante. Agora, talvez a experiência de usar banheiro público fosse um pouco complicada. Já vou contar os motivos pra vocês. Primeiro deles é que não existia descarga, do jeito que a gente conhece hoje, mas obviamente não é só por isso que eu disse o primeiro, né? O segundo é que esses banheiros romanos não tinham cabine, como a gente conhece hoje, assim, com uma privada, pra cada pessoa se sentar à vontade, se relaxar, mexer no celular, fazer o que ela precisa fazer, não. Na real, eram uns bancos coletivos de pedra, bem grandes, que o pessoal fazia ali umas aberturas circulares. Repetindo aqui, bancos coletivos. Quer dizer, pegava um pedaço de mármore, por exemplo, fazia uns buracos, e aí as pessoas faziam suas necessidades, sentadinhas lá, bonitinhas, na frente umas às outras. Às vezes, batendo papo, enquanto faziam ali. Sabe? Tipo... Não vou usar a palavra que eu pensei. Mas, enfim, fazendo aquilo e fofocando. Não vou nem comentar sobre odores. Até porque, como eu disse, tem outra razão. Eu falei que era mais de uma. Tem outra razão pela qual ia ser complicado usar o banheiro se você voltasse no tempo e fosse conhecer Roma. é que o pessoal lá não tinha papel higiênico. E aí, quero saber, como é que as pessoas faziam, gente? Eu fiquei com isso na cabeça, fui investigar, e hoje eu vou contar pra vocês justamente a história do papel higiênico. Sempre que eu aprendo uma coisa nova, eu fico logo com vontade de contar para mais gente. Minha família, meus amigos, era assim desde criancinha e continua até hoje. Por isso eu criei o Aprenda, que é o programa que ensina coisas que você nem sabia que precisava saber. Eu sou o Álvaro Leme e a cada episódio trago informação interessante para você descobrir e, claro, repassar para os seus amigos. Porque conhecimento bom é o conhecimento que a gente compartilha. E aí, aprendizes, cheguei com mais coisas que vocês nem sabiam que precisavam saber. Essa semana, como eu contei ontem, a gente tem episódio de segunda a sexta pra comemorar a estreia da quinta temporada do Aprenda. E eu sei que tem gente que tá pra sair de férias aí já pra marcar a semana já em ritmo de férias pra vocês. Certo? Quero saber se vocês gostaram das capinhas novas do Aprenda. A gente tem a nova temporada que acabou de estrear. Aliás, se você não conhecia o Aprenda, tá conhecendo agora, aproveita que a gente tem aí quase 200 episódios pra você maratonar, ok? E se você gostar de alguma coisa, conta nos comentários. Por que eu fico falando, pedindo, mendigando comentário aqui? Porque é importante, ó. Derrubei tudo aqui. Não vou tirar na edição esse barulho, vai ficar com barulho derrubando coisa aqui, de tão exaltado, alterado que eu fico. Por que eu fico falando que vocês comentarem coisa? Porque os algoritmos exigem. Meu chefe é o algoritmo, vocês não estão entendendo. Para as plataformas é importante ter participação do público, porque sinaliza que aquele produto tem relevância. Então, se para você o Aprenda presta para alguma coisa, deixe uma porcaria de um comentário nesse negócio, certo? Se vocês não comentarem, eu não vou publicar mais durante a semana, vou suspender. Vamos falar de coisa boa, então, tá? Papel higiênico. É coisa boa, sim. Você pode ter dado risada diante dessa ideia. Coisa boa, papel higiênico? Achei que você ia falar chocolate. Não, porque o chocolate é bom, mas ter o que... com o que se limpar. Depois você colora, depois você come chocolate, também é importante. Pensa em como a vida era mais difícil sem papel higiênico. Dei o exemplo de Roma agora há pouco. O papel higiênico do jeito que a gente conhece hoje, ele é relativamente recente, esse papel higiênico enrolado. perfurado, macio, é uma invenção do século XIX. O que isso quer dizer? Quer dizer que a higiene depois de ir ao banheiro foi complicada pra maioria das pessoas que já passaram pela terra. O pessoal usava, literalmente, o que tivesse ao alcance da mão. Pra contar essa história, a gente vai precisar viajar no tempo, coisa que vocês sabem que eu adoro. A nossa história vai começar na China, um país sempre muito engenhoso, até hoje, inclusive. Eu tenho muita vontade de ir pra China, sabia? Porque eu estudo inteligência artificial, falo de inteligência artificial no meu trabalho na Veja, e eles são mega avançados nisso, né? Mas eu tô... já tô fugindo do tempo. Deixa eu voltar pro banheiro com vocês. Vamos lá pra China, de muitos, muitos séculos, muitos milênios atrás, tá? Desde o século II antes de Cristo, os chineses já usavam tipos variados de papel, que, claro, não era esse papel industrial como a gente conhece hoje, certo? Mas também ainda não era o papel higiênico. Era um papel feito artesanalmente que servia pra embalar, pra acolchoar, proteger objetos. ou seja, ele tinha uma finalidade prática, mas nobre. O primeiro registro do papel sendo usado como item de higiene pessoal, ele aparece bem mais tarde, a gente falou, eu falei pra vocês, século II a.C. A gente vai saltar um pouquinho no tempo pro século VI d.C. Então a gente saltou bastante aí, ok? Foi nessa época aí, é dessa época aí que vem registros de um funcionário da corte chamado Ian Zitui, que escreveu o seguinte, eu não ouso usar no banheiro papéis que tenham citações de textos clássicos. Daí aqui a gente pode inferir o seguinte, muito da pesquisa de história parte de inferências, e aqui a gente tem um exemplo disso. O que é uma inferência? É a partir de determinadas evidências você chegar a uma conclusão. Nesse caso aqui é o seguinte, se existe registro histórico, desse cara dizendo que ele não ousava usar esses papéis específicos no banheiro, isso serve como um indício de que outros papéis eram usados para a higiene depois de fazer vocês sabem o quê, entendeu? Então tem esse registro aí de um papel usado para fins higiênicos lá no século VI d.C., na China. Como eu falei pra vocês, o pessoal se virava com o que tivesse à mão, certo? Aí a gente salta de novo no tempo, um pouquinho mais pra frente, a gente estava no século VI, a gente vai para o século IX, ali por volta do ano 851, quando tem registro de um viajante muçulmano que passou pela China, e aí ele registrou meio espantado. Nossa, mas os chineses, eles não se lavam com água depois de fazer as necessidades, eles simplesmente se limpam com papel. Ele estava surpreso. com algo que, milênios mais tarde, viraria o padrão mundial. Mas para ele, naquela época, era algo completamente novo. Aqui, vale a gente comentar também outra coisa relacionada à inferência. Tem outra inferência, que é a seguinte. Se esse homem aí se surpreendeu de eles não usarem água, é porque, no lugar de onde ele veio, o pessoal usava água, certo? Que, claro, é o modo mais óbvio para qualquer lugar do mundo, certo? Tem água no mundo inteiro. O que é mais óbvio se limpar com água? Só que pra gente que tem chuveirinho hoje no banheiro, é moleza. Agora, na época que não tinha água encanada, isso era certamente muito menos simples do que parece.
Álvaro Leme
É ou não é?
Co-apresentador / Participante
Muito bem. Os chineses, então, como a gente viu, estavam resolvidos. Era papel. E o resto do mundo usava o quê? Essa resposta vai variar bastante dependendo de qual lugar do mundo você estivesse e, aliás, não só de qual lugar, de que momento da história, em que momento da história você viveu. No começo do episódio, eu mencionei as latrinas coletivas romanas, mas eu vou falar um pouquinho mais de Roma agora que vocês vão gostar. Essa parte é boa, hein? Essa parte aqui do episódio.
Álvaro Leme
Todo mundo sabe esse fator inexplicavelmente. Esse sorriso que ilumina um quarto. Esse uau. Bem, isso não acontece por si mesmo. Há uma química atrás do carisma. A Colgate Optic White Pro Series Toothpaste removerá 15 anos de estrelas profundas quando você brinca duas vezes diariamente por duas semanas. Como? A fórmula clinicamente provada é poderada pelo complexo de hidrogênio e peróxido da Colgate. Ela funciona no nível molecular para dissolver estrelas profundas no enamel onde o brinco não pode alcançar. É prova que a rotina diária pode ser remarcável. Essa é a ciência do uau. Colgate Optic White.
Co-apresentador / Participante
Dependendo da classe social, as pessoas em Roma podiam usar tecidos para se limpar, em alguns casos tecidos nobres como a seda. Óbvio que isso daí era coisa de gente rica, gente rica sempre se dando bem ao longo da história, desde sempre. Só que tinha um objeto Já estou rindo, super fácil. Tinha um objeto, que ele é meio polêmico, que se chamava Tersórium. Tersórium, escreve assim, T-E-R-S-O-R-I-U-M. Tersórium, tá? O que era o Tersórium, gente? Pensa aí numa varinha com uma esponja na ponta. Pensou? Só que não era esponja industrializada, dessa que tem na sua cozinha, não é bombril, nada do tipo. Era um bastão com uma esponja marinha. Esse aí era o tersório, tá? Repetindo, era um bastão e na ponta o pessoal encaixava ali, como desse, uma esponja marinha. Eu sei que, a essa altura, você já tirou sua conclusão aí de beleza. Cada pessoa, então, tinha seu tersório, ia lá no banheiro, terminava, usava o tersório pra limpar, vida que segue. Pensou ou não pensou? Mas pensou errado, porque é o seguinte, não era igual garrafinha de academia, que cada pessoa tenha sua garrafinha. Era o seguinte, do mesmo jeito que a latrina era coletiva, o tersório também era coletivo. Ou seja, você compartilhava com os outros cidadãos o negócio lá, a esponjinha marinha de limpar essa parte aí que vocês já sabem qual que é, certo? Ele ficava mergulhado num balde com vinagre ou com água salgada, a pessoa terminava de fazer, usava o tersório, se limpava lá, devolvia depois o objeto para o balde. Igual coisa de pegar sorvete. Igual a coisa de pegar sorvete, que você pega lá a bola do sorvete. Meu Deus, por favor, não desistam de mim. Pega lá a bola do sorvete, depois você bota de volta na água. Era essa lógica aí também. E não é por isso que o Tersórium é polêmico, tá? É porque não existe... Existem alguns historiadores que contestam isso aqui, tudo que eu falei. Eles acham que... Falam que, na verdade, o Tersórium, essa esponja aí, servia para limpar a latrina. Se esses historiadores estiverem certos, aí o tersório é um antepassado da escovinha de banheiro que hoje tem em milhões de casas ao redor do mundo, certo? É uma lógica diferente, uma abordagem diferente. Agora, se esse pessoal tiver certo, daí eu já não sei como que o resto dos cidadãos se limpavam. Aí fica a dúvida pra vocês irem pesquisar. O Aprenda serve pra isso também, pra despertar em vocês vontade de vocês pesquisarem as coisas por conta própria, sem depender de ninguém pra isso, pra fazer o trabalho de vocês, tá? Vamos em frente, então. Quero repetir o seguinte pra vocês. Ao longo dos milênios, eu falei pra vocês que as pessoas se limpavam com o que tivesse mais fácil de acessar. Contei aqui um exemplo incrível, mas tem muitos outros que eu vou listar pra vocês. Então, vamos ver aqui algumas alternativas que os seres humanos usaram antes do papel higiênico. Quando não tinha papel higiênico, as pessoas usavam, por exemplo, lascas de madeira. Nossa, devia machucar, gente. Não tem condição. Eu fico pensando nas farpas. Enfim. Também usavam peles de animais. Aí já me vem à mente uma pelúcia suja. Já me dá pavor disso. Usavam feno, usavam folhas. Folha, para mim, parece ser a mais indicada. Vocês não acham? Muito embora tivesse risco de alguém escolher uma folha que desse reação alérgica e aí complicava. Outra coisa que usavam, areia. Areia também me dá arrepio, só de pensar. E por falar em arrepio, eu preciso contar que alguns povos também usavam neve. E, claro, eu não estou falando do papel higiênico que se chama neve. Não é uma publi isso aqui. Mas se quiser, uma publi aqui, papel higiênico, neve. Vamos? Vamos aí, tá? Estamos abertos à ideia. Mas vocês imaginam o arrepio da neve gelada entrando em contato com as partes mais sensíveis do corpo. Vamos em frente. Aqui no nosso lado do mundo, no continente americano, o que a galera usava? Usava espiga de milho seca. Pensando por um lado assim, nossa, áspero e tal, mas era eficiente, devia ser. E, além de tudo, era descartável e, depois que jogava fora, voltava para a natureza, porque era um negócio 100% natural, no fim das contas. Os indígenas brasileiros usavam água corrente, folhas e fibras vegetais. Muito obrigado, inclusive, indígenas brasileiros, por aproveitarem o fato de morar num país quente, cheio de rio, como era o nosso. Não é à toa que cantam que o Brasil é abençoado por Deus e bonito por natureza, porque até isso estava resolvido. Olha, foi no banheiro, mergulha aí no rio, está resolvido. Inclusive, eu contei num episódio aqui do Aprenda que a gente herdou dos indígenas essa coisa brasileira de tomar bastante banho, de ter uma relação muito saudável com a água, que é abundante no nosso país. Muito obrigado, mais uma vez, aos povos originais. Certo? Agora, pessoal, se tudo que eu contei aqui, nesse episódio, não chocou vocês, a próxima informação dessas vocês não escapam. Porque é o seguinte, Na Inglaterra, por volta do século XV e XVI, tinha um funcionário que tinha a atribuição de cuidar de tudo que envolvesse os momentos em que o rei ia fazer cocô. Olha que isso, aguentei até aqui sem usar essa palavra, tá vendo? Agora escapou. Enfim, qualquer coisa que o rei fosse fazer. Número dois, a obrigação profissional dessa pessoa era organizar o lugar que ele fazia e Segundo alguns historiadores, essa pessoa também era incumbida da missão de limpar o rei. Sim, você ouviu certo, tá? E aí você vai pensar assim, meu Deus, mas que castigo! As pessoas deviam fugir disso igual o diabo foge da cruz, né? Esse cargo era cobiçado, porque era uma época em que o rei ou a rainha eram extremamente poderosos. decidiam vida e morte de pessoas com muita intensidade. O poder divino era comparado ao poder de Deus. O poder monárquico era comparado ao poder divino. Então, se você tivesse proximidade com o poder, você era considerado uma pessoa influente. Era um sinal de prestígio limpar o bumbum do rei. Saltando mais um pouco no tempo, a gente chega ao século XVIII, quando os jornais começaram a ser mais frequentes, e aí a galera começou a seguir aquele esquema Jingle Bell. Qual que é o esquema Jingle Bell? Jingle Bell, Jingle Bell, acabou o papel, não faz mal, não faz mal, limpa com jornal. Então o pessoal passou a ter uma fonte mais abundante de papel de qualidade ok, não vou nem dizer qualidade boa, nem baixa qualidade, porque quando você não tem nada e você tem um jornal, é melhor o jornal do que nada, certo? Os ricos europeus tinham o privilégio de usar tiras de tecido, assim como o pessoal lá de Valei, né? Rico sempre faz dando bem. Seda, lã, cânhamo. E aí esses tecidos eram lavados e reutilizados. O que, de novo, traz aqui pra essa questão do embate entre classes sociais. Quer dizer que se alguém tem tecido pra limpar, pra se limpar e depois esse tecido é reutilizável, a gente chega à conclusão de que um outro cidadão tinha a obrigação de lavar esse tecido e não tinha máquina de lavar. Então, já uma questão difícil aí de lidar, né? O papel higiênico como produto comercial, ele vai aparecer, eu falei pra vocês, no século XIX, ele surge em várias iniciativas comerciais, tá? A primeira dessas iniciativas apareceu em 1857, nos Estados Unidos, e foi coisa de um cara chamado Joseph Gayetty. Essa versão aqui era um papel manilha umedecido com aloe vera, aloe vera também conhecido como babosa, tá? E esse cara fez questão de colocar o nomezinho dele impresso em cada uma. Acho curioso. Bom, em termos de branding, ok, é natural você botar sua marca no seu produto. Por outro lado, pensar onde esse produto vai estar, enfim, entenderam. Esse produto era vendido como um remédio preventivo para hemorroídas. E esse Gayetty chegou a dizer, mas os americanos estão se machucando, usando jornal, usando sabugo de milho. Mas nem assim o negócio decolou. As pessoas não aderiram. Está vendo como uma campanha de marketing faz diferença? Teria sido muito importante nessa época, porque as pessoas precisavam de uma alternativa melhor ao jornal ou ao sabugo de milho e nem assim elas abraçaram o papel do Joseph Gates. Décadas mais tarde, ou seja, já no final do século 19, uma empresa chamada Scott Paper Company passou a fabricar os primeiros rolos de papel higiênico. Foi coisa dos irmãos Edward e Clarence Scott. E aí eles fizeram uma campanha publicitária agressiva e o negócio começou a virar hábito. Porém, o papel higiênico moderno, o papel higiênico com a cara que a gente tem hoje aí, enroladinho, perfurado, ele tem um inventor oficial, que é um cara que se chama Seth Wheeler. Seth escreve S-E-T-H, tá? Também americano, coisa de americano isso aí. Ele registrou a patente dessa ideia de você perfurar o papel. em 1871, e em 1883 ele registrou a patente do rolo perfurado com esse suportezinho no meio, que é praticamente o que você tem no banheiro da sua casa hoje. No episódio passado, eu deixei uma pergunta para vocês, né? Em que século foi inventado o papel higiênico como a gente conhece hoje? Se vocês prestaram atenção no episódio, não só eu acabei de dizer agora, como eu disse no começo do episódio, foi no século XIX. Portanto, acertou quem escolheu essa opção. E como prometido, eu vou dar nota 10 aqui para os cinco primeiros aprendizes que acertaram. Essa nota 10 de hoje vai para Ana Carolina Figueiredo, Núbia Campos, Giovana Santos, Elisa e Murilo Pelegrino, e pro Andrei Simas. O Andrei sempre ouve o Aprenda, e ó, ele é o maior comentarista que tem aqui nesse podcast. Vocês deviam se inspirar no exemplo do Andrei, tá vendo? Essa semana aí, como eu gravei muitos episódios, a gente não vai ter lição de casa. Eu sei que vocês gostam. Mas isso não quer dizer que eu não quero comentar. Eu fiz um escândalo no começo do episódio, vocês viram, né? Então vai lá, comenta o que você achou mais legal ou mais engraçado aprender aqui nesse episódio do papel higiênico. Certo? É, a pergunta é essa. Qual foi a coisa mais surpreendente da história do papel higiênico pra você? Comenta lá que eu quero ver o nome de vocês. Quem não comentar, eu vou dar nota zero. Vou voltar a todo mundo que comentou nos outros e vou falar assim, fulano, Beltrana, nota zero.
Álvaro Leme
Ok?
Co-apresentador / Participante
Não, gente, brincadeirinha. Comentem se vocês quiserem, mas é pra comentar. Eu volto a qualquer momento com mais coisas que você nem sabia que precisava saber.
Host: Álvaro Leme
Data: 23 de junho de 2026
Neste episódio ágil e descontraído do "Aprenda", o jornalista e professor Álvaro Leme explora de forma bem-humorada, cheia de curiosidades históricas e detalhes surpreendentes, a origem do papel higiênico. A pauta parte de uma reflexão sobre os costumes sanitários das antigas civilizações e sobre como a humanidade lidou com a higiene íntima ao longo dos séculos, até chegarmos ao papel macio e perfurado de hoje. Tudo isso com direito a exemplos, inferências históricas e participações divertidas do público.
[00:46–03:30]
[05:10–08:30]
“Eu não ouso usar no banheiro papéis que tenham citações de textos clássicos.”
[09:17–11:54, 14:20–17:20]
“Do mesmo jeito que a latrina era coletiva, o tersório também era coletivo. [...] Igual coisa de pegar sorvete.”
— Álvaro Leme [11:20]
[17:20–18:20]
“Era um sinal de prestígio limpar o bumbum do rei.”
— Álvaro Leme [17:50]
“Jingle Bell, Jingle Bell, acabou o papel, não faz mal, limpa com jornal.”
[19:40–21:30]
“Pensar onde esse produto vai estar... enfim, entenderam.”
— Álvaro Leme [20:05]
[21:30–22:15]
“Quem não comentar, eu vou dar nota zero. Vou voltar a todo mundo que comentou nos outros e vou falar assim, fulano, Beltrana, nota zero.”
— Álvaro Leme [21:45]
“Nossa, mas os chineses, eles não se lavam com água depois de fazer as necessidades, eles simplesmente se limpam com papel.”
— Álvaro Leme [08:00]
“Quando não tinha papel higiênico, as pessoas usavam, por exemplo, lascas de madeira. Nossa, devia machucar, gente. Não tem condição.”
— Álvaro Leme [15:00]
“Foi no banheiro, mergulha aí no rio, está resolvido. Inclusive, eu contei num episódio aqui do Aprenda que a gente herdou dos indígenas essa coisa brasileira de tomar bastante banho, de ter uma relação muito saudável com a água, que é abundante no nosso país.”
— Álvaro Leme [16:20]
“Essa semana aí, como eu gravei muitos episódios, a gente não vai ter lição de casa. [...] Então vai lá, comenta o que você achou mais legal ou mais engraçado aprender aqui nesse episódio do papel higiênico. Certo?”
— Álvaro Leme [21:35]
Informal, curioso, didático, com muitas piadas e provocações para engajar a audiência. Álvaro faz questão de trazer humor às situações incômodas e detalhes históricos insólitos, criando um clima descontraído e instrutivo.
Você vai descobrir como os seres humanos lidaram com a higiene íntima antes do papel higiênico — de esponjas coletivas e peles de animal a inovação chinesa e americana. O episódio é um passeio leve e informativo pela história, com curiosidades para compartilhar e rir com os amigos.