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A
Oi, sou a Christy, da Lululemon, e estou aqui na minha oficina procurando os shorts Shake It Out. Estes foram os meus gotos, e eu meio que os considero como um meio-chão entre um short de corrida verdadeiro e um short esportivo mais divertido e atletico. Eles têm toda a performança que você quer para correr, então um liner confortável, nossa fabrica lightweight swift, até um porta-chave para suas chaves. Mas o que eu realmente gosto é o fio fluido e layerado. Isso dá um pouco de volume, um pouco de divertimento, então eles se sentem tão bons em uma corrida quanto eles são no café depois. Você pode encontrar os shorts Shake It Out na loja agora ou online em lululemon.com. Não todas as probióticas são criadas iguais. As novas Probióticas Precisas de Oli são feitas expertamente, com estreias clínicas estudadas para benefícios além da digestão, como saúde de pele, metabolismo ou até mesmo resposta ao estresse. Encontre sua Probiótica Precisa em um Walmart próximo a você. Estes comentários não foram evaluados pela Administração de Comidas e Drogas. Este produto não é intencionado para diagnóstico, tratamento, cura ou prevenir qualquer doença.
B
Uma das coisas mais desagradáveis que podem acontecer, pra mim pelo menos, é precisar interagir com alguém e perceber que a pessoa tá com mal hálito. Eu, por exemplo, não consigo mais nem prestar atenção no que a pessoa tá me dizendo. Ela tá falando e assim, minha cabeça tá em outro plano. Não sei se você que tá me ouvindo consegue. Eu acho que pior que isso só quando eu mesmo fico com a nóia de que eu tô com hálito ruim. Porque assim, pode acontecer com qualquer pessoa, certo? Inclusive com você que tá aí me ouvindo. Eu aposto que muita gente já passou por situações de constrangimento estando de um lado ou do outro da emissão aí do Bapho de Onça. Como esse podcast tá aqui pra fazer diferença no mundo, na sua vida, esse episódio de hoje vai contar quais são as possíveis causas que fazem a gente ficar com hálito ruim. E por que isso vai fazer diferença na sua vida? Por que eu tenho essa ambição toda? Porque sabendo as causas, você pode tentar dar um jeito de impedir o problema antes mesmo que ele aconteça. Olha só que vantagem. Então vem comigo, mas fala meio de longe. Que hoje eu vou contar porque as pessoas ficam com odores desagradáveis na boca. Sempre que eu aprendo uma coisa nova, eu fico logo com vontade de contar pra mais gente. Minha família, meus amigos. Era assim desde criancinha e continua até hoje. Por isso eu criei o Aprenda, que é o programa que ensina coisas que você nem sabia que precisava saber. Eu sou o Álvaro Leme e a cada episódio trago informação interessante pra você descobrir e, claro, repassar pros seus amigos. Porque conhecimento bom é o conhecimento que a gente compartilha. E aí, aprendizes, olha eu aqui com mais coisas que vocês nem sabiam que precisavam saber. Antes da gente mergulhar na halitose, essa escolha de palavra não é melhor, né? Antes de explicar... Alitose, eu vim perguntar o seguinte, eu quero saber se você já começou a seguir o Aprenda no Instagram, porque se não começou, você vai lá agora fazer isso, senão eu encerro o episódio agora aqui mesmo, tá? Porque você não sabe, mas eu tenho um feitiço que faz o Spotify, a Deezer, a Apple da pessoa parar de funcionar, tá? É, pode acreditar. Mentira, né? Óbvio que não tem. Mas se você optar por seguir o nosso Instagram, já que eu falei de feitiço, vai ser mágico ter a oportunidade de ver mais conteúdo ao longo da semana. Como eu já contei aqui e como você já sabe, aqui nas plataformas de áudio tem episódio só às segundas. E aí, lá no Insta, eu comecei a fazer vários vídeos ao longo da semana. Portanto, é a chance da gente continuar em contato se você gosta do meu trabalho, se você acha que presta pra alguma coisa. Vai lá seguir. Quem não for, vai ficar com bafo de onça. Olha, jogando praga nos ouvintes, né? Qual que é a primeira coisa que você precisa saber sobre mau hálito? Que quase sempre ele aparece por causa das bactérias. A gente falou delas outro dia aqui, você deve lembrar. Foi no episódio 190, tem mais ou menos um mês. Se não ouviu, corre lá pra ouvir. Se liga no seguinte, olha esse número aqui. Enquanto você tá me ouvindo, tem aproximadamente 10 bilhões de bactérias na sua boca. Quer dizer, tem mais bactérias na sua boca do que seres humanos no planeta Terra. Quem aí sabe quantos seres humanos tem no planeta Terra? Me conta aí nos comentários. Mas calma, não é pra ficar com medo, não é pra ficar com nojo, nada disso, é normal. A essa altura, eu já ensinei pra você, inclusive, que o nosso corpo realmente tem um monte de bactérias em várias partes. A boca é uma delas. Acontece que essa multidão de bactéria, como qualquer ser vivo, precisa se alimentar. E aí você vai parar agora, vai olhar pra janela, olhar pra parede, vai olhar pro nada, e aí você vai se perguntar, Mas o que uma bactéria come, gente? Pois é, o Aprenda tá aqui pra fazer você se perguntar coisas desse tipo. Eu quero treinar vocês pra terem essas curiosidades igual eu tenho. Certo? Então, olha aí pra parede, começa a refletir sobre as bactérias, um belo dia você vai estar distraído, distraída, vai começar a pensar esse tipo de pergunta. É bom, a cabeça da gente foi feita pra pensar, pra ficar viajando mesmo. Vou explicar o que as bactérias comem falando de cachorro. Já vai fazer sentido, peraí. Sabe quando a sua família tá na mesa comendo e o cachorro fica ali em volta das cadeiras? Aí se cai um pedaço do seu pão ele vai lá e NHAC! Se cai uma beirinha de macarrão, de carne, do que for, ele corre lá e devora, certo? A lógica com as bactérias é mais ou menos essa. Só que em vez de uma mesa, tem seus dentes, tem a sua gengiva, tem a sua língua. E em vez de cachorro, tem a própria bactéria. A bactéria tá lá, au au, tá? A bactéria, ela se alimenta, por exemplo, de restos do que a gente come. Pedaços de comida ali entre os dentes, por exemplo. Mas não só, tá? Elas também se alimentam de células mortas, dentre outras coisas. Enfim, sua boca é um restaurante self-service para as bactérias. Não só a sua, tá? A sua, a minha, de todo mundo. A sua avó, da sua tia, da professora, do irmão, da namorada. De novo, não é pra encanar com isso. Aqui, vocês precisam pensar no seguinte. Quando eu falo em resto de comida, tô falando no nível microscópico. Porque a bactéria, como você aprendeu no episódio 190, é microscópica. A gente não consegue nem enxergar a olho nu. Então, se ela é microscópica, ela vai comer um pedaço de doce gigante? Não. Ela vai comer algo no nível dos nutrientes. Não é que a bactéria olhe um fiapo de carne na sua gengiva e pense, oba, hoje tem bife. ela vai comer mesmo a proteína daquela carne, ela vai comer o açúcar que tem num fragmentozinho, num restinho de brigadeiro, e daí por diante. E do mesmo jeito que aquele cachorrinho hipotético lá em volta da mesa precisa fazer número dois, depois de comer muito, a bactéria também tem que eliminar coisa. Depois que ela termina o banquete dela, ela vai eliminar os restos aí do processo de digestão dela. E o que ela elimina? Não é a mesma coisa que o cachorro quando vai na rua, não é a mesma coisa que você faz no banheiro. A bactéria vai eliminar gases. E assim como os nossos gases, esses gases aí da bactéria são fedorentos. Os cientistas chamam esses gases aí de compostos sulfurados voláteis, ou a sigla CSV. Sulfurado quer dizer que aquela coisa tem enxofre, e enxofre tem cheiro de ovo podre, repolho estragado, é um horror. Então, onde tiver muita bactéria e fartura de alimento pra elas, vai ter gás fedorento. Além dos dentes e das gengivas, as bactérias gostam de ficar na língua. Faz um teste aí, que você vai ver, você vai gostar. Esse teste é legal. Vai no espelho, bota a língua bem pra fora, assim, igual quando você vai no médico, que manda falar... Tá? Assim. Vai na frente do espelho e faz... com a língua bem pra fora e deixa a língua pra fora, não recolhe ela. Presta atenção lá no fundo da língua, indo na direção da garganta. Se tiver uma camadinha esbranquiçada, meio amarelada, é o bairro das bactérias. Como vamos pensar, é a vila bactéria, a bacteriolândia. Essa camadinha aí se chama saburra. Saburra não é essa burra, é saburra, tá? S-A-B-U-R-R-A. O que é saburra? Saburra é uma mistura de célula morta, de restinho de comida, de bactéria, tudo junto e misturado. Quando a gente fala, o ar passa por essa região, o ar passa lá por cima da vila das bactérias, tá vindo ar, tinha lá a névoa de gases fedorentos produzidos pela bactéria e joga esse cheiro ruim no mundo. Pronto, nasceu assim o mau hálito. Sacou? Hoje eu caprichei na explicação. Tem uns fatores que podem piorar isso. Por exemplo, gengivite, que é uma inflamação que deixa o sangue acumulado na gengiva, e o sangue também pode servir de alimento para as bactérias, então elas vão se multiplicando. CARI. o buraquinho lá no dente pode virar depósito de resto de comida. No total, entre 80% e 90% dos casos de mau hálito acontecem por causa dessa proliferação das bactérias. Mas tem outra questão que a gente deixou em aberto no último episódio e que a gente vai tratar dela agora. Por que o mau hálito acontece com mais frequência de manhã? Got a Sam's Cafe pizza order up. Sabe a melhor parte dessa salsinha italiana picante? Eu votei por esse topping. Sim, só mais um perco de ser um membro. Venha nos juntar. Sam's Club.
C
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B
É bem simples de entender porque existe esse bapho de onça matinal, tá? Digamos que a sua boca tenha uma faxineira que trabalha de graça o dia inteiro. Essa faxineira se chama saliva. A saliva funciona igual quando você joga água na calçada. Sabe quando você joga água na calçada e ela leva embora poeira, restos de folha, papel de bala, bituca, cigarro? No caso da saliva, quando ela passa pela boca, ela vai arrastando resto de comida, células soltas, bactérias. Ela vai fazendo essa limpa no ambiente. Daí a gente engole a saliva e a vida segue adiante, tá? Mas a saliva não é só água. Ela tem substâncias que atrapalham a vida das bactérias e ajudam a controlar a quantidade delas. Ou seja, além de lavar, ela faz um controle populacional das bactérias. um desses elementos que tem na saliva é o oxigênio, que para as bactérias dessas aí da nossa boca é tipo veneno, elas têm horror oxigênio, o que é o inverso, né? A gente não vive sem oxigênio e essas bactérias aí não vivem com. Por causa dessas características, desse cenário todo que eu tô falando aqui, quando a nossa boca tá molhada, arejada, ela vira um ambiente ruim para essas bactérias, e bom pra gente, né? Pensa assim como se você abrisse as janelas todas de um quarto abafado, que deixa a luz do céu entrar. É meio esse ambiente que você cria quando a boca tá tudo em ordem. Por outro lado, boca seca, boca parada, é como se fosse o quartinho fechado, que fica meio fedorento ali. É o quartinho fechado dos sonhos da bactéria. Escuro, sem ar, paraíso pra elas. Quando a gente dorme, é esse cenário que se forma. Por quê? A produção de saliva diminui. Quer dizer, a faxineira, a dona saliva, tira folga. Durante aí umas oito horas, vira a maior festa para as bactérias, porque a gente tá lá com a boca seca, paradinha, então elas vão lá. Celebrate good times, come on! Igual no xireque, quando eles... Quando o Shrek sai de casa e todo mundo vai fazer festa? Meio isso daí. Então, já respondendo a pergunta que eu deixei no episódio anterior, a gente tem mau hálito de manhã porque produz menos saliva durante a noite. Acertou quem escolheu a letra B. Eu volto com os aprendizes de nota 10 no fim do episódio. Vamos continuar aqui para não perder o engajamento pessoal. Agora, Esse mau hálito que a gente mencionou, que a gente tá conversando até agora, é o mais simples de resolver, tá? Ele é o mais frequente e o mais simples de resolver. Com fio dental, escova de dente três vezes ao dia, limpando a língua, mantendo a boca bem higienizada, você já melhora a situação, conserta o problema quase que na totalidade dos casos. Mas você sabe que nem sempre. Não dá pra dizer 100%. Tem alguns casos em que isso não resolve. Tem casos em que a pessoa escova, passa fio dental, limpa a língua e mesmo assim o bafo insiste. O que pode ser a explicação pra isso? Quando isso acontece, o problema quase sempre não tá mais na boca, ele tá vindo de dentro do corpo. Entre as causas da halitose, que não tem a ver com as bactérias diretamente, a gente pode mencionar algumas questões ligadas à alimentação. Por exemplo, quando a pessoa tá de dieta, às vezes a pessoa corta carboidrato, começa a emagrecer e ficar com um hálito estranho. que as pessoas até chamam de hálito cetônico. Por quê? Para entender isso, a gente precisa entender o seguinte, o nosso corpo normalmente usa carboidrato, que tem no pão, tem em outras comidas, como combustível principal, certo? A gente, igual o carro precisa de gasolina, a gente precisa de comida, que é o nosso combustível. Beleza? Então, quando você corta o carboidrato, ou quando você fica muitas horas sem comer carboidrato, o corpo fica sem esse combustível principal e ele precisa achar outro combustível. Qual é o outro combustível? Por exemplo, a gordura. Só que quando ele queima gordura, o processo químico que se dá no nosso corpo, deixa como resíduo uma coisa chamada cetona, que tem um cheiro forte. Então, nesse caso, a pessoa pode ter escovado os dentes com todo caprisco, todo carinho, que não adianta, porque esse cheiro já não está na boca, o cheiro está saindo do pulmão. O composto que está lá no nosso sangue, chega em determinado momento até o pulmão e é eliminado na hora que a gente expira. Por isso, é melhor ter sempre por perto alguma balinha, um chiclete, qualquer coisa que você consiga disfarçar o odor. O mesmo mecanismo vale para alguns alimentos como, por exemplo, o alho e a cebola. Não à toa as pessoas falam, ai, tá com bafo de alho, tá com bafo de cebola. Porque na hora que a gente come, nosso corpo vai digerindo esses dois aí, surgem substâncias que contém enxofre. Já falei o que o enxofre é? Fedorento. Comentei agora há pouco, você está lembrado, né? Aí ele viaja pelo corpo e é eliminado pelos pulmões. Eu encontrei uma pesquisa de 2016 que mostrou que pra combater esse hálito aí que tá na corrente sanguínea, é eficaz a pessoa comer maçã crua, alface também crua ou mastigar folhas de hortelã. Mas se liga no seguinte, eu falei ou, eu não falei e, não é pra você comer maçã com alface com folha de hortelã, tá? É um ou outro, um dos três. Tem ainda algumas causas para o mal hálito que são mais sérias, mais graves, porque elas são relacionadas a alguns problemas de saúde. Exemplo, diabetes descontrolada, alguns problemas nos rins, alguns problemas no fígado. Como eu disse, é bem mais raro, tá? Mas se a halitose insistir por tempo demais, mesmo com todas as tentativas de dar cabo dela, aí é melhor mesmo procurar o médico. Vamos agora para os nossos aprendizes nota 10. O que é isso para quem acabou de chegar aqui no podcast? Quando eu coloco enquete aqui no episódio, eu peço para as pessoas responderem nos comentários, e aí os cinco primeiros que acertam ganham nota 10, e eu falo o nome da pessoa no episódio seguinte. É preciso sempre deixar o comentário com nome e sobrenome, certo? Dito tudo isso, quem são, então, os nossos alunos que ganham estrelinha hoje no pessoal nota 10 do episódio de hoje? Isabelle Batista, Mariana Ferreira, Val Coelho, Lorena Silva e Nathalia Fonseca. Parabéns pra vocês e obrigado pela participação. Quero dizer o seguinte pra vocês. No próximo episódio, vocês não sabem o que vai ter. Vai ter publi! Olha que coisa boa! Vocês sabem que eu faço podcast aqui. Podcast tem custo. Podcast tem custo de tempo. É um trabalho de um jeito ou de outro. Eu faço com amor? Faço. Porque eu adoro saber que as coisas que eu conto aqui fazem parte da rotina de mães e filhos, pais e filhos, pais e filhas, mães e filhos, de famílias, de pessoas que ouvem em diferentes ocasiões, em diferentes situações. Eu adoro tudo isso. Agora, se der pra eu pagar algum boleto com esse negócio aqui, sempre bom, né? Eu já paguei vários. Então, vou conseguir pagar mais alguns graças ao episódio da semana que vem. E por que eu tô falando tudo isso aqui? Porque vocês não podem deixar de engajar na Publi, certo? Eu vou divulgar um link. É pra vocês clicarem nesse link e irem lá conhecer o produto. Ok? O episódio em si vai ser normal, vocês não vão sentir grandes diferenças. Mas igual esse aqui que você acabou de ouvir, a diferença é que eu vou divulgar uma marca que fechou uma parceria com a gente. Então já se prepara pra fortalecer o trabalho do professor aqui. Ok? Eu volto a qualquer momento com mais coisas que você nem sabia que precisava saber.
Episódio: Por que as pessoas ficam com mau hálito?
Host: Álvaro Leme
Data: 20 de julho de 2026
Neste episódio, Álvaro Leme responde à clássica e constrangedora pergunta dos ouvintes: por que as pessoas ficam com mau hálito? Com seu jeito divertido e didático, Álvaro explica as causas principais do mau hálito (halitose), desde razões comuns e simples até casos mais raros ligados à saúde ou alimentação. Ele também compartilha dicas práticas para evitar ou solucionar o problema e esclarece mitos recorrentes sobre o tema.
“Uma das coisas mais desagradáveis que podem acontecer, pra mim pelo menos, é precisar interagir com alguém e perceber que a pessoa tá com mal hálito.”
“Enquanto você tá me ouvindo, tem aproximadamente 10 bilhões de bactérias na sua boca. Quer dizer, tem mais bactérias na sua boca do que seres humanos no planeta Terra.” (03:30)
“Sulfurado quer dizer que aquela coisa tem enxofre, e enxofre tem cheiro de ovo podre, repolho estragado, é um horror.” (06:05)
“Quando a gente fala, o ar passa por essa região [...] e joga esse cheiro ruim no mundo. Pronto, nasceu assim o mau hálito.” (08:12)
“Quando a gente dorme [...] produção de saliva diminui. Quer dizer, a faxineira, a dona saliva, tira folga. Durante aí umas oito horas, vira a maior festa para as bactérias.” (11:30)
“A pessoa pode ter escovado os dentes com todo capricho, [...] não adianta, porque esse cheiro já não está na boca, o cheiro está saindo do pulmão.” (16:30)
“Quem não for [seguir no Insta], vai ficar com bafo de onça. Olha, jogando praga nos ouvintes, né?” (02:35)
“Ela tem substâncias que atrapalham a vida das bactérias [...] um desses elementos [...] é o oxigênio, que pra essas bactérias aí da nossa boca é tipo veneno, elas têm horror oxigênio.” (12:50)
O episódio explora, de forma leve e curiosa, as reais causas do mau hálito e desmistifica o que leva ao odor desagradável na boca. Álvaro Leme combina informações científicas, analogias cotidianas e bom humor para transmitir que a maioria dos casos está relacionada à ação de bactérias sobre restos microscópicos de comida, agravada à noite pela diminuição da saliva. Cita também causas alimentares e sistêmicas, reforçando quando procurar ajuda médica. As dicas de higiene e os insights são úteis tanto para quem quer se prevenir quanto para repassar aquele “conhecimento bom” — afinal, como diz o host:
“Conhecimento bom é o conhecimento que a gente compartilha.” (02:00)