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O Boostlab nasceu em 2018 como um programa de mentoria, dois cohorts por ano, sem equity, sem cheque, com o objetivo de aproximar o BTG do ecossistema de tecnologia. Sete anos depois, ele é uma tese formal de venture capital dentro da área de Capital Privado do banco, com cheque padronizado, portfólio concentrado e o mesmo comitê de aprovação que avalia bilhões em infraestrutura e private equity.Gabriela Lima é a diretora responsável por esse programa desde 2023 e conta nesse episódio como foi essa transformação, com as decisões que foram tomadas, os ajustes de modelo e o que mudou de fato na forma de operar. Time Stamps00:48 Trajetória da Gabriela: Londres, Dr. Consulta e a chegada ao BTG05:15 O caminho interno no BTG: Exame, M&A e a virada para venture capital07:18 O Boostlab lá atrás: dois cohorts por ano, sem equity08:29 Como o programa foi criado e por que o modelo antigo precisava mudar10:52 O novo formato desde 2023: cheque padrão, cohort anual, lógica de PE13:52 O valuation de R$32M pré-money: como o BTG defende o preço da entrada16:31 Como founders topam o deal mesmo com valuation baixo — o caso do ROE real18:12 O que faz o olho brilhar: picking de founders e critérios de seleção22:12 Follow-on como pilar central — o "aquário hiperqualificado"23:35 Números reais: 3 follow-ons de um universo de 12 investidas24:45 O momento de AI: euforia, cautela e como o BTG está fazendo o catch-up técnico28:48 Defensabilidade em AI: feature ou produto? Build or buy?31:17 Fechamento: livro, ferramenta do dia a dia e a frase que a Gabriela repete

Neste episódio do Astella Playbook, Daniel Chalfon recebe Maira Habimorad, CEO da Intelli, para uma conversa sobre o futuro da educação, do trabalho e o impacto real da inteligência artificial nas carreiras.A conversa vai direto ao ponto: por que o modelo tradicional de ensino parou no tempo, como formar pessoas capazes de resolver problemas complexos e o que realmente importa para quem está começando a carreira hoje.• O gap crescente entre universidade e mercado• O dilema entre empreender cedo vs ganhar experiência• O impacto da IA nas vagas de entrada• Como pensar carreira num mundo onde profissões surgem e desaparecem rápidoTime Stamps01:00 Como nasceu a Intelli (PowerPoint + cheque + caos)03:30 Construindo uma faculdade do zero na pandemia05:30 O mito do “o MEC não deixa inovar”07:00 Marca vs competência real no mercado de trabalho09:30 O modelo invertido: do mercado para a educação11:30 O perfil do aluno Intelli: resolvedor de problemas13:30 Empreender ou trabalhar primeiro? O grande dilema16:00 “A vida é longa”: decisões de carreira sem pressa18:00 O problema estrutural da educação básica no Brasil20:00 O que realmente deveria ser ensinado (3 pilares)22:30 O papel das famílias na educação24:00 Retenção de talentos no Brasil vs exterior27:00 IA e o risco para jovens no início da carreira30:00 Por que o Direito pode ser a próxima grande disrupção33:00 Como usar IA sem virar dependente35:30 Filosofia, leitura e saúde mental37:00 Conselhos para a Maíra de 18 anos

Matheus Santoro, o Zen, é co-fundador e GP da Nameless, gestora de venture capital que ele montou ao lado de Juliana Haddad. Juntos, os dois aparecem entre os dez investidores-anjo mais respeitados do Brasil segundo pesquisa da Spectra com 250 fundadores. E são o único fundo onde os dois GPs constam na mesma lista. O portfólio de ambos combinado chega a cerca de 55 empresas, com vários unicórnios brasileiros desde o primeiro cheque.Nesse episódio, Zen conta como saiu de uma adolescência marcada pela busca espiritual e chegou ao empreendedorismo pelo caminho improvável das ligas universitárias do ITA, passando por negócios sociais, investimento-anjo com capital de amigos e a construção orgânica da Nameless. Time Stamps:00:00 Abertura e apresentação do Zen Santoro02:00 Origem: adolescência peregrino, ITA e o sonho de impacto em escala03:35 O estalo das startups como política pública acelerada05:38 O clique de sair do anjo para montar uma gestora09:05 Dois anos investindo com a Juliana antes de bater o martelo12:41 A dor de captar versus a alegria de estar com founders14:45 A tese da Nameless: amizade primeiro, cheque depois17:34 Valuation e como pensam o momento de entrada21:03 O que faz um empreendededor se destacar para Zen22:44 Deep tech e o peso da hard skill técnica na decisão23:18 Founder técnico vs. founder de business: o Brasil está mudando?29:37 Leitura do momento: Unbounded Ocean of Consciousness31:22 Gratidão 😃

Alvaro Schocair, fundador da Link School of Business, no primeiro episódio de 2026 do Astella Playbook e na estreia do programa no YouTube.A conversa gira em torno de uma tese simples e incômoda: a escola passou séculos transmitindo conhecimento. Hoje isso é o Google. Então o que sobra para a sala de aula? A resposta da Link passa por ordenar, aplicar e objetivar. E os números começam a confirmar: 64% dos formandos chegam à colação com uma empresa ativa, contra 18% da Babson, referência mundial em educação empreendedora.O trecho mais denso é sobre o primeiro emprego. Os cortes de vagas de entrada já são realidade nos Estados Unidos e Reino Unido. Se não existe o júnior hoje, como se forma o sênior de amanhã? Alvaro responde com uma frase que viu na entrada da sede da NVIDIA: "What if no more jobs is a good thing?" Ele explica por que a angústia é maior em quem cresceu com o modelo antigo do que em quem está chegando agora.Time Stamps00:00 Abertura e estreia no YouTube01:25 Quem é Alvaro Schocair — trajetória e a Link03:22 O estado do ensino superior em negócios no Brasil em 202604:24 Por que Harvard e Oxford viraram o que viraram — e por que isso mudou07:28 Autoestudo, ordenação do conhecimento e o modelo das escolas americanas10:29 "Escola comum é transmissora de conhecimento — e hoje isso é o Google"11:50 O que muda com a IA: homem mais máquina e o cuidado com o humano16:04 Como se ensina soft skill — o programa de People Skills da Link17:00 Self-awareness, self-management, social awareness e social management20:21 O day after da Link: o que acontece com os formandos21:09 64% dos alunos chegam à formatura com uma empresa — e o que esse número significa22:04 O triângulo das bermudas dos talentos: consultoria, banco e grande corporação24:47 O problema do primeiro emprego e os cortes de vagas de entrada27:06 A frase da NVIDIA: "What if no more jobs is a good thing?"29:58 A geração nova já está respondendo: side jobs, vibe coding e novos modelos de trabalho30:40 O que o dinheiro não compra — família, paz de espírito, dever cumprido33:01 O que Alvaro diria para si mesmo aos 21 anos35:08 Leituras, hábitos e encerramento

Neste episódio, o último de 2025, mergulhamos no tema de internacionalização com Thiago Pessoa, da WellHub, que Daniel Chalfon classifica como o melhor caso brasileiro de expansão de startups. Thiago, que já atuou na abertura de operações na Espanha e Holanda, agora está em Berlim após uma nova aquisição. Quando o assunto é expansão global, ele traz quatro dimensões cruciais: controle, velocidade, custo e risco. Ele compartilha a visão sobre o conceito "Born Global", a importância de testar mercados de forma simples e a necessidade de adotar o "English First" na cultura da empresa. Thiago também aborda a resiliência dos empreendedores brasileiros diante de desafios como inflação e a complexidade do mercado nacional, que, segundo ele, ajuda a preparar a empresa para o exterior. O papo traz insights práticos sobre expansão, contratação de talentos internacionais e os erros mais clássicos na gestão de times globais.

Neste episódio, Michel Ank, fundador da Lastlink, conta sua trajetória desde os primeiros trabalhos aos 16 anos, a passagem pela Vale como arquiteto de software e a virada definitiva ao empreendedorismo digital, até encontrar no mercado de creators um problema grande o suficiente para construir uma empresa de longo prazo. Ele relembra a experiência com sua primeira startup, a Boom, e como o aprendizado de dependência de plataforma moldou a visão da Lastlink, criada em 2020 para ajudar especialistas, personal trainers, traders e microexpertises a transformar conteúdo, comunidade e acesso direto em negócios reais. Michel detalha como a Lastlink se diferencia ao entender profundamente as necessidades específicas de cada tipo de creator, indo além do curso gravado tradicional e oferecendo infraestrutura, pagamentos e comunidades integradas, permitindo que creators vendam acesso, mentorias, lives e cursos num único ecossistema.

Neste episódio do Astella Playbook, Daniel Chalfon conversa com Patrícia Osorio, cofundadora e CCO da Birdie.Na conversa, Pat fala sobre as decisões estratégicas de internacionalização, o momento certo para entrar no mercado americano, as diferenças culturais na gestão de times globais e os erros mais comuns de startups que tentam se expandir para fora do país. Também aborda o papel dos investidores locais e internacionais, as nuances do Go To Market em mercados distintos e o equilíbrio entre foco e ambição em um negócio em rápida expansão. Um episódio direto, cheio de lições práticas para empreendedores que sonham em escalar suas startups globalmente.

Neste episódio do Astella Playbook, Daniel Chalfon recebe Lorhan Caproni, fundador e CEO da BotCity, para falar sobre um dos temas mais quentes do momento: a governança da inteligência artificial e das automações dentro das grandes empresas. Lorhan explica como a BotCity ajuda companhias globais a centralizar, auditar e medir o impacto de milhares de scripts e AI agents que surgiram com a popularização do Python e do ChatGPT. A conversa aborda também o processo de internacionalização da BotCity, os aprendizados de operar em diferentes mercados, a importância do modelo PLG combinado com vendas enterprise e os bastidores de uma das maiores rodadas Série A de 2025, liderada por investidores americanos. Para empreendedores, insights sobre captação internacional, relacionamento com fundos, construção de time global e os desafios reais de escalar uma startup de deep tech.Timestamps do episódio00:00 Introdução e apresentação de Lorhan Caproni01:00 O que faz a BotCity e como a empresa evoluiu com a explosão da IA03:30 O problema da governança de automações em grandes empresas05:00 Casos de uso e resultados como o da Bayer nas Américas07:00 O papel dos responsáveis por automação e IA nas companhias08:00 A internacionalização da BotCity e os aprendizados culturais10:00 Experiências em São Francisco, Lisboa, Berlim e outros mercados12:00 O modelo PLG combinado com vendas enterprise15:00 Contratação global e o impacto do timezone17:00 Detalhes da rodada Série A de 65 milhões liderada por fundo americano20:00 Diferenças entre captar no Brasil e nos Estados Unidos23:00 Como construir relacionamento com investidores internacionais26:00 Estratégias de follow-up e uso de memos nas rodadas28:00 A importância das intros e da escolha de partners certos31:00 Dicas de internacionalização e mentalidade global33:00 Ping-pong

Neste episódio do Astella Playbook, Daniel Chalfon recebe Felipe Azevedo, CEO da LG - Lugar de Gente, uma das maiores empresas de tecnologia para RH no Brasil. A conversa mergulha no universo das HRTechs, passando pela transformação digital do setor, os impactos da inteligência artificial em processos de contratação, folha de pagamento, educação corporativa e gestão de talentos. Felipe compartilha sua visão sobre o tamanho da oportunidade no Brasil, os desafios de lidar com um mercado ainda cheio de planilhas e papel, além de falar sobre consolidação, M&As e o futuro da competição no setor. Para empreendedores, com conselhos diretos sobre como abordar o mercado de RH, validar produto e priorizar a satisfação do cliente.Timestamps do episódio00:00 Introdução e apresentação de Felipe Azevedo02:00 A trajetória de Felipe até assumir a LG, Lugar de Gente03:30 O que faz a LG e sua relevância no mercado brasileiro05:30 As ondas de transformação do RH e a chegada da inteligência artificial09:00 O impacto da IA em recrutamento, seleção e experiência do colaborador12:00 Oportunidade de digitalização no Brasil e o papel das PMEs15:00 Disrupção versus vantagem da base instalada em HRTech17:30 Dicas para empreendedores que querem vender para RH22:00 Barreiras regulatórias e fiscais que moldam o setor no Brasil24:00 Estratégia de M&A da LG e os critérios para aquisição de empresas28:00 O futuro da consolidação no mercado de tecnologia para RH31:00 Conselhos para founders que querem empreender no setor34:00 Ping-pong___HRTech, tecnologia para RH, inteligência artificial, folha de pagamento, recrutamento digital, educação corporativa, gestão de talentos, lugar de gente, LG, venture capital, inovação em RH, M&A, consolidação de mercado, startups brasileiras, transformação digital, experiência do colaborador, futuro do trabalho, eficiência em RH, mercado de tecnologia Brasil

Daniel Chalfon conversa com Thiago Maceira, Managing Director do Itaú BBA e uma das principais referências em M&As no Brasil. A pauta é liquidez no mercado de venture capital, ciclos de IPOs, fusões e aquisições, além dos desafios e oportunidades que moldam o ecossistema de tecnologia no país. Thiago compartilha sua visão sobre como o mercado brasileiro amadureceu nos últimos 12 anos, o impacto da entrada de players internacionais, as diferenças entre transações locais e no exterior e o papel dos fundos early stage no momento de saída. Ele também fala sobre valuation, limitações de mercado, o que torna empresas brasileiras atrativas para investidores estrangeiros e dá conselhos diretos para founders que planejam liquidez no futuro.Timestamps do episódio00:00 Introdução e apresentação de Thiago Maceira02:00 O amadurecimento do mercado de tecnologia no Brasil03:30 Ciclos de liquidez e o papel dos IPOs e M&As07:00 O interesse de players internacionais no Brasil10:00 Por que empresas brasileiras estão mais atrativas para investidores globais12:00 Valuation, múltiplos e expectativas de crescimento21:00 Estruturas locais versus internacionais em transações de saída27:00 O “messy middle market”31:00 O papel dos fundos de early stage em processos de liquidez36:00 Conselhos para founders que planejam saída e liquidez41:00 Ping Pong