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Lê. tomar menos café nos faz ter sonhos mais intensos? Artigo de Charlotte Gupta, pesquisadora do sono da Universidade CQ, na Austrália, e Carissa Gardner, pesquisadora em pós-doutorado em desempenho esportivo, recuperação, lesões e novas tecnologias da Universidade Católica Australiana, para o site da Conversation, publicada pela BBC News Brasil em 23 de setembro de 2025. Lido por Silvia Salek. Você alguma vez já reduziu sua ingestão de cafeína e teve a impressão de ter os sonhos mais intensos da sua vida? A redução da cafeína pode trazer diversos benefícios, como dentes mais brancos e menos idas ao banheiro. Mas costumamos ouvir frequentemente que um de seus efeitos é a ocorrência de sonhos vívidos e, muitas vezes, assustadores. Esse é um efeito estranho e específico que, segundo muitas pessoas, surge em questão de dias após a redução da ingestão de cafeína. Mas existe alguma comprovação científica por trás disso? O que as pesquisas nos revelam a respeito? A cafeína é um estimulante que nos deixa acordados e em estado de alerta. Funciona bloqueando uma substância do cérebro chamada adenosina. A adenosina costuma se acumular ao longo do dia quando estamos ativos e acordados. À noite, o acúmulo da substância no cérebro nos ajuda a sentir sono. A adenosina é liberada enquanto dormimos e, idealmente, acordamos nos sentindo renovados, prontos para que a adenosina comece novamente a se acumular. A cafeína, quando ingerida, bloqueia o sinal da adenosina. Por isso, a adenosina continua ali, mas não sentimos tanto sono. E quando a cafeína acaba, a nossa necessidade de dormir aumenta. A meia-vida da cafeína é de cerca de 3 a 6 horas, ou seja, metade da cafeína que consumimos permanece no nosso corpo após esse período. E o importante aqui, ela ainda afeta a adenosina. É por isso que, para muitas pessoas, a ingestão de cafeína à tarde ou no início da noite pode dificultar o sono noturno. Os sonhos vívidos são aqueles que parecem reais. Eles podem ser incrivelmente claros e detalhados. Muitas vezes, envolvem imagens e emoções fortes. Esses sonhos podem ser tão intensos que, às vezes, conseguimos nos lembrar deles por muito tempo depois de acordar. Ao interferir com a sinalização da adenosina, a cafeína também pode deixar o nosso sono mais interrompido e reduzir o período de tempo total que passamos dormindo. Isso vale especialmente para o sono sem movimento rápido dos olhos, NREM, na sigla em inglês, que é profundo e restaurador. De maneira geral, as pesquisas demonstram claramente que quando mais tarde ingerimos cafeína, e quanto maior a sua quantidade, pior será para o nosso sono. Não existem muitas pesquisas diretas sobre a relação entre a redução da cafeína e os sonhos mais vívidos. A maioria dos estudos se concentra em como a cafeína afeta o sono e não no que acontece nos nossos sonhos. Mas isso não significa que estamos totalmente no escuro. Sabemos que existe forte relação entre a qualidade do sono e os nossos sonhos. Não há comprovação direta, mas as pessoas continuam defendendo o mesmo ponto. Se elas reduzem a cafeína em questão de algumas noites, seus sonhos começam a parecer mais intensos, detalhados ou apenas totalmente estranhos. A redução da cafeína não causará diretamente sonhos vívidos, mas existe uma ligação plausível. Como a cafeína pode reduzir o sono total e aumentar a quantidade de vezes em que acordamos à noite, especialmente quando consumida mais para o final do dia, reduzir a substância pode causar efeito rebote no corpo. Ou seja, quando conseguimos mais sono, isso pode aumentar a nossa quantidade do sono classificado como REM. o do movimento rápido dos olhos na sigla em inglês. Por isso, reduzir a cafeína pode aumentar a nossa quantidade de sono REM, o que significa mais oportunidades para sonhar e se lembrar dos sonhos. É claro que o sono é um fenômeno complexo, da mesma forma que os sonhos. Nem todos começaram subitamente a ter sonhos intensos depois de abandonar a cafeína, e o efeito pode durar apenas alguns dias ou semanas. A questão é, não existem muitas evidências significativas que relacionem a redução da cafeína aos sonhos vívidos, mas pode haver alguma associação. Quando pensamos em cafeína, costumamos nos lembrar do café e das bebidas energéticas, mas a substância também pode ser encontrada em refrigerantes, chocolate, chá, balas, suplementos esportivos e medicamentos. A cafeína traz diversos benefícios, por exemplo, para as funções cognitivas e a saúde mental. Estudos demonstram que as pessoas que tomam café apresentam menor risco de depressão. A cafeína também está associada à redução do risco de doenças neurodegenerativas, como o mal de Parkinson. O café contém ainda vitaminas do complexo B e antioxidantes, que são componentes essenciais para uma alimentação saudável. Para pessoas que trabalham em turnos, principalmente à noite, a cafeína muitas vezes é uma forma de gerenciar o cansaço. E mesmo as pessoas que não trabalham em turnos podem não conseguir iniciar tarefas diárias sem aquela primeira ou segunda xícara de café. Se você não estiver disposto a eliminar totalmente a cafeína, mas quiser otimizar seu sono, tudo é questão de horários. Tente evitar a cafeína pelo menos 8 horas antes da hora de dormir e não consumir grandes doses em até 12 horas antes de ir para a cama. Com isso, seu sono pode agradecer e seus sonhos podem ser simplesmente surpreendentes. Você ouviu o artigo Tomar menos café nos faz ter sonhos mais intensos, do site The Conversation, publicada pela BBC News Brasil em 23 de setembro de 2025.
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Olá, sou Ray Winstone. Estou aqui para lhes contar sobre o meu podcast na BBC Rádio 4, História's Toughest Heroes. Eu tenho histórias sobre os pioneiros, os rebeldes, os outcastes que definem o difícil. E essa foi a primeira vez que alguém correu um carro tão rápido sem pneus. É quase como se seus olhos estivessem saindo da sua cabeça. Difícil o suficiente para você? Se inscreva no History's Toughest Heroes, onde quer que você encontre seu podcast.
Podcast: BBC Lê
Host: BBC Brasil
Data: 22 de novembro de 2025
Artigo original: Charlotte Gupta, pesquisadora do sono na Universidade CQ, Austrália, e Carissa Gardner, pesquisadora em pós-doutorado em desempenho esportivo, Universidade Católica Australiana
Leitura: Silvia Salek
O episódio explora a pergunta intrigante: reduzir a ingestão de cafeína pode causar sonhos mais intensos ou vívidos? A leitura, baseada em artigo publicado na BBC News Brasil, revisa o que a ciência sabe sobre a relação entre cafeína, sono REM e a vividez dos sonhos, além de abordar mitos e benefícios do consumo de cafeína.
Cafeína é um estimulante que bloqueia a adenosina, substância cerebral responsável por sinalizar a necessidade de sono.
Quando ingerida, deixa a pessoa mais acordada e alerta, dificultando o sono, sobretudo se consumida tarde (03:16–04:05).
Meia-vida da cafeína: De 3 a 6 horas, prolongando seu efeito no corpo e impactando o sono profundo (NREM), especialmente se consumida no final do dia (04:06–04:35).
Pouca pesquisa direta investiga se cortar cafeína causa sonhos vívidos. A maioria dos estudos foca apenas na cafeína e qualidade do sono, não nos sonhos em si (05:00–05:43).
No entanto, há relações plausíveis:
“A cafeína, quando ingerida, bloqueia o sinal da adenosina. Por isso, a adenosina continua ali, mas não sentimos tanto sono. E quando a cafeína acaba, a nossa necessidade de dormir aumenta.”
— Silvia Salek (03:39–03:48)
“A redução da cafeína não causará diretamente sonhos vívidos, mas existe uma ligação plausível.”
— Silvia Salek (06:09–06:15)
“Se você não estiver disposto a eliminar totalmente a cafeína, mas quiser otimizar seu sono, tudo é questão de horários.”
— Silvia Salek (07:52–07:57)
Embora não haja comprovação científica definitiva de que reduzir cafeína cause sonhos mais intensos, há uma explicação biológica plausível: menos cafeína pode melhorar a qualidade do sono e aumentar o tempo em sono REM, fase propícia para sonhos vívidos. Os efeitos variam de pessoa para pessoa, e o equilíbrio no consumo é essencial tanto para dormir melhor quanto para aproveitar os benefícios da cafeína.