Transcript
A (0:00)
É normal eu ser maltratado em serviço público. É normal eu ser maltratado nas empresas, em companhia aérea. É normal, cara. É normal. A gente adotou isso como normalidade. Bom dia, boa tarde, boa noite. Meu nome é Luciano Pires e este é o seu Cafezinho. Bom dia, boa tarde, boa noite. Bem-vindo a mais um Cafezinho. Lembrando que esse programa chega até você com patrocínio da Sinapse Soluções. Dá uma olhada neles. A Sinapse Soluções é especialista em levar automação para máquinas, indústrias, secadores de grãos e também no controle da temperatura de silos e armazéns. Eu fui visitá-los em Campo Grande e me deparei com uma empresa brasileira desenvolvendo soluções de primeiro mundo, cara. Com uma base sólida em engenharia elétrica e no desenvolvimento de software, o pessoal da Synapse cria soluções personalizadas que vão desde aplicativos para celular até sistemas completos de automação e gestão de dados, tudo pensado para atender exatamente o que cada cliente precisa. Cara, eles vão no detalhe, para aumentar a produtividade no agronegócio. Na Sinapse, os desafios são vistos como oportunidades para inovar. Confira lá no arroba Sinapse Soluções, onde há inovação e excelência síncrona. É, Sinapse. Está aqui dentro, Sinapse. Vamos lá? Desde o lançamento da nossa campanha para levar o café com leite para as escolas, temos sido envolvidos por uma onda de amor e apoio inigualável. É incrível ver como tantas pessoas reconhecem o valor do nosso trabalho e desejam vê-lo expandir para alcançar ainda mais corações e mentes. Mas eu estou aqui hoje para compartilhar uma verdade difícil de engolir. Estamos chegando ao último mês da nossa jornada de arrecadação e, apesar do apoio apaixonado de muitos, ainda estamos longe de alcançar a nossa meta. Atingimos apenas 37% do objetivo financeiro. Temos milhares de ouvintes, mas só cerca de 190 pessoas contribuíram até o momento. Isso me fez refletir profundamente. Cara, onde é que a gente tá errando, hein? Por que, apesar do amor expresso por tantos, ainda estamos tão longe da meta? Será que o projeto não é relevante? Será que as pessoas não se importam com a educação de qualidade nas escolas? São perguntas que ecoam em minha mente, me deixam inquieto e ansioso por respostas. Olha, se você ainda não veio, aceite esse convite para se juntar a nós nessa jornada. Cara, pode ser com 5 reais, 10 reais, 50 reais ou mais. Cada gesto de apoio conta. Cada doação é um voto de confiança na educação. no conhecimento e no poder de mudança. Acesse aqui, ó, café com leite na escola.com.br. Acesse agora mesmo e faça a diferença. Imagine só um sorriso no rosto das crianças quando descobrirem novos horizontes através do café com leite. Imagine o impacto positivo que cada sentado doado pode ter na vida de tantos jovens sedentos por conhecimento. Juntos, podemos transformar sonhos em realidade. Juntos, podemos levar o café com leite para as escolas e inspirar uma geração inteira. Junte-se a nós nessa jornada e faça parte da mudança que queremos ver no mundo. A mudança que queremos ver no mundo. Vamos ao comentário agora, que é trazido pela Sinapse Soluções, né? Não se esqueça, tá aqui, ó. Mundocafébrasil.com é o lugar que você tem que entrar para se tornar um assinante, para contribuir com a gente, para estar conosco, além, evidentemente, da campanha, que é o cafécomleitenescola.com.br. Aqui estão todos os detalhes explicando o que é a campanha, para que serve, a que veio e a gente aguarda você lá. Enquanto isso, também aproveite e embarca. Cadê? Tá aqui, tá aqui, tá aqui. Tá aqui ó, tá aqui ó, nossa plaquinha de papel dizendo que estamos quase em 47 mil seguidores. Só vai virar uma plaquinha de verdade quando chegar em 100 mil. Demora, cara, mas a gente é mais chato do que eles e a gente vai chegar lá. Então entra aqui embaixo, deixa um like, é só apertar o botão, cara. Deixa um like, deixa um comentário, compartilhe com as pessoas, curta, assim você diz para o YouTube, cara, mostra esse conteúdo para mais gente. Vamos ao comentário, então? Bom... Aliás, a camiseta que o pessoal pergunta, né? Quando todo mundo é corcunda, o belo porte torna-se monstruosidade. Isso aqui é de Honoré de Balzac, né? Quando o errado toma conta da sociedade, quem faz o certo parece estranho, né? O monstro é o cara que tá fazendo o que é certo, porque todo mundo tá fazendo errado. Todo mundo adotou um comportamento que não é o comportamento ideal para ser adotado, mas virou norma. Está acontecendo conosco, cara. Nós normalizamos uma série de loucuras. Tanto que quando um gringo chega aqui e tenta entender o que está acontecendo com o Brasil... Olha o lance aí do Elon Musk, o cara tentando entender. Como assim? O que está acontecendo aí? Eu não consigo entender. Quem já teve contato com os caras foras do Brasil sabe o que é, como é difícil você explicar para eles. E o mais interessante é o seguinte, a gente conta para as pessoas lá fora com a maior naturalidade as loucuras que acontecem aqui, porque para nós normalizou, cara. É normal eu viver num país onde 50 mil pessoas são mortas por ano com violência urbana. É normal viver num país onde tem fila pra tudo. É normal viver num país onde eu tenho que provar o tempo todo que eu não sou culpado. que eu não sou criminoso. É normal viver num país onde eu tenho uma burocracia, um país onde metade do que eu ganho vai embora em impostos? É normal, cara. Impostos, é normal. É normal eu ser maltratado em serviço público, é normal eu ser maltratado nas empresas, em companhia aérea, é normal, cara. É normal. A gente adotou isso como normalidade. Quando você adota a normalidade, sabe como o corcunda vira um normal? Quem tiver o belo porte é tratado como um monstro. Então é assim conosco, cara. Se você entrar numa fila... e começar a reclamar que a fila demora demais, todo mundo que tá na fila olha pra você. Oh, que cara estressado, que cara... É assim. Por quê? Porque pra nós normalizou a baixaria, né? E a gente entendeu isso de forma clara há um tempo atrás e fala que tem que mudar essa realidade, cara. E não vou conseguir mais mudar essa realidade fazendo cabeça de véio. Não dá mais. Por isso nós escolhemos falar com a criançada. Trazer pra garotada, de novo, valores humorais que a gente acabou atropelando, sabe? Valores de... da ética, os valores para viver em harmonia e sociedade. Aquela história do não faça para outro aquilo que você não queria que fizesse com você. Aquela coisa que é muito antiga e que a gente acabou atropelando. Atropelou em favor de quê? De levar vantagem rápida, de ganhar um troquinho aqui, de ter like ali, de ser adorado, de ser recebido pelo grupo. Então, em nome de ser aceito. Em nome de levar uma vantagem, que normalmente é uma vantagem material, eu acabo atropelando tudo aquilo que construiu o escopo moral da sociedade, né? Que no Brasil é bem... Tudo é relativo aqui, né? Tudo é relativo. O pessoal falou outro dia, falou que é muito difícil você morar, por exemplo, num bom condomínio no Rio de Janeiro, sem ter como vizinho um traficante, um miliciano... Normal. Normalizou, cara. É normal você olhar pra um político e dizer que ele roubou. Só vão me incomodar se for bilhão, tá? Porque milhões a gente sabe que eles roubam. Cara, desde quando isso é comportamento normal de uma sociedade? Desde quando ficou assim, cara? Desde quando você aceita ser maltratado? Eu fui essa semana. com a minha filha pra pegar um chip numa loja de uma das grandes operadoras aí, né? E eu tinha feito isso há um tempo atrás. Como o telefone é da empresa, pra poder pegar um chip novo você tem que levar o contrato da empresa e você tem que ser o administrador. Então sou eu a figura, eu pego o contrato e vou lá. Já fiz isso antes. Chegava lá, é rapidinho, botava o contrato ali pra pegar o chip e ir embora pra casa. Cara, levam mais de uma hora porque os caras mudaram o processo e eu entrava o senhor entra aí no abre baixa e agora o aplicativo entra no seu celular e como eu fui contando o cara sentado na minha frente eu fui contando quantas vezes eu tinha que botar o meu cpf no aplicativo foram 12 vezes cara e não deu para fazer tivemos que desistir ele teve que levantar e até o computador e com o computador aberto e com meu celular eu consegui então finalmente pegar o meu chip coisa que eu fazia em 15 minutos levou mais de uma hora cara e eu Puto da vida e minha filha. Pai, não fique estressado. Como é que eu não vou me estressar, cara? Como é que eu posso me conformar com isso? Como é que eu posso me conformar que a sociedade tá emburrecendo, cara? Tá andando pra trás. O que era pra ser mais rápido, ficou mais difícil. O que era pra funcionar perfeitamente, não funciona mais. Porque tem uma burocracia no meio do caminho. E todo mundo conformado. É, pois é, é assim mesmo. É, os caras mudaram lá o negócio e agora ficou ruim. Os dois funcionários falando com o outro. Você viu que eles mudaram agora? Tá levando 30 dias. Como assim, cara? Nós estamos em tempo de internet. Muitas coisas se resolvem aqui agora imediatamente com um clique. Não, cara. Não é assim. E as pessoas dizem pra mim o seguinte. Conforme-se. Cara, eu não me conformo. E grande parte do trabalho que eu tenho feito é levar esse inconforme adiante, cara. Por isso nós criamos esse programa aqui, o Café com Leite na Escola, veio pra gente levar pra garotada de novo valores morais, valores de vida em sociedade, valores de produtividade, valores de empreendedorismo, valores sobre fazer acontecer, sobre respeitar a tua palavra, construir um caráter, fazer uma promessa e cumprir a promessa. Chegar na hora, cumprir a parte que interessa, que seja feita por você, entender como as coisas funcionam, pensar em causa e consequência. Se eu fizer isso, vai dar aquilo. Entender por que as coisas acontecem. Esse é o escopo. São mais de 100 episódios, cara, que vão desde valores morais, construção de caráter, Para que serve o dinheiro? Como é que funciona o agronegócio? O que são os sentimentos? Nós estamos tratando de todos os temas que de alguma forma estão sendo esquecidos ou atropelados pela sociedade. E ficou tão legal, acabamos de completar um milhão de downloads, que a gente quer levar esse conteúdo para dentro das escolas. Não como uma imposição programática, mas como uma ferramenta que um professor possa pegar e transformar sua aula em alguma coisa mais colorida. A molecada vai ouvir o podcast, vai conversar em sala de aula, vai propor alguns exercícios que as crianças façam ali em cima do tema que o podcast levou. E por que nós fizemos isso? Porque nós estamos recebendo um monte de comentários de pais e tutores dizendo o seguinte, falando, cara, eu nunca conseguiria conversar sobre esse assunto com meu filho se não fosse o podcast. Se vocês não tivessem trazido o conteúdo da forma como ele veio e que encantou as crianças, nós não teríamos conseguido conversar com eles sobre esse tema. Cara, é isso que nós queremos fazer. A gente quer levar isso pra escola. Ajuda aí, cara. Nós estamos precisando levantar recursos porque nós somos independentes. A gente tá sozinho nessa. Não conseguimos acesso a nada, cara. Cada vez que você bate numa porta grande e pesada, ninguém abre. O pessoal olha e fala, esses caras são pequenininhos, deixa pra lá. Não tem moleza. Não tem ninguém falando, vem, vamos ajudar. Não tem nada, cara. A gente vai lá e bate a cara na porta. Então, se não for assim, se não for na briga, se não for no sangue, se não for com a ajuda de cada um, a gente não vai conseguir ir muito adiante. Tá aqui, ó. café com leite na escola, último mês, estamos na reta final, nós temos que subir isso aqui. Está com vergonhosos 37% da meta. Vai lá, entra ali, café com leite na escola, você vai entender o que nós estamos tentando fazer, onde vai o dinheiro, para que nós estamos levantando uma grana e o que nós queremos fazer ali. A gente quer sair de 37% e chegar em 87% da meta. Para isso precisa de você. Desliga aqui agora, vai pra lá, café com leite na escola e vem com a gente participar. Qualquer coisa, o importante é a atitude que diz pra gente, cara, siga em frente, eu tô com você. Vem junto.
