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Eu só não sei se a gente vai ter pessoas com capacidade ou com culhão para levar adiante o que foi exposto ali. Em qualquer país sério do mundo, aquilo que a gente viu ali bastaria para derrubar o regime. Bom dia, boa tarde, boa noite. Meu nome é Luciano Pires e este é o seu Cafezinho. Muito bem, mais um cafezinho. Começa com o texto que eu vou publicar nas redes sociais, seguido de um comentário que é patrocinado pela iGreen, que oferece uma inovação que acho que você nem fazia ideia. Dá uma olhada aqui, ó. Você escolhe banco, plano de saúde, internet, mas nunca escolheu de onde vem a energia que usa todo dia, não é? A conta chega, a gente paga sem saber de onde vem a energia, sem entender a tarifa. Mas com o mercado livre de energia, você pode escolher de quem comprar, negociar preço, optar por fontes 100% renováveis e economizar até 15%, 30% se você for uma empresa, sem trocar nada em casa e sem investir um centavo. Sabe como? Com a iGreen Energy, que pega você pela mão e cuida de tudo. Parte técnica, burocracia, integração. Aqui em São Paulo é no mínimo 10% de economia garantido em contrato. Simples, digital, econômico e sustentável. E ainda dá acesso a um clube de descontos e mais de 60 mil lojas no Brasil. Acesse Conexão Green. iGreen, a energia que faz sentido. Muito bem, essa semana aqui na Câmara dos Deputados, Mike Benz, um ex-funcionário do Departamento de Estado dos Estados Unidos, soltou uma bomba. O governo americano teria interferido diretamente nas eleições brasileiras. Segundo o Benz, agências como a USAID, CIA e até a Casa Branca teriam financiado ONGs, veículos de checagem e influenciadores para controlar o ambiente informacional no Brasil. Sabe o objetivo? Favorecer um determinado candidato e sufocar vozes conservadoras. Dezenas de milhões de dólares teriam irrigado essa máquina com dinheiro público americano. Instituições como o Atlantic Council, Wilson Center, Abrage e a Agência Lupa teriam recebido recursos e treinamentos para combater a desinformação. Mas o Benz não fala de desinformação propriamente. Ele fala de controle narrativo, de censura preventiva e de instrumentalização política da tecnologia. Ele também revelou que a CIA teria advertido Bolsonaro a não questionar as urnas eletrônicas. Cara, uma democracia onde o país estrangeiro dita o que você pode ou não discutir, o que é isso, cara? A repercussão já começou. Tem gente pedindo CPMI, corte de verbas para ONGs estrangeiras e até cassação do registro do PT com base na proibição legal de financiamento externo a partidos políticos. Porque, cara, se o que o Mike Benz disse for verdade, a gente não tá falando só de política. Estamos falando de soberania nacional, vendida a granel em nome da defesa da democracia. E você aí achando que era só briguinha de direita e de esquerda, cara? Olha, eu tô vendo os resumos do depoimento do Mike Benz nessa semana e ele descreve em detalhes o uso das estratégias que a gente comentou por aqui em janeiro de 2021. Quem acompanha o Café Brasil já sabia. Eu vou colocar na descrição do link aqui, na descrição, na verdade, do programa aqui, o link pra você baixar os materiais da Jornada Psicose de Massa. São seis horas de conteúdo, cara, seis horas pra você ouvir ou ler o esforço Hercúleo pra dizer a você como é que as coisas acontecem, cara. Se eu fosse você, eu corria lá pra ouvir. Depois não dá pra dizer assim, ah, eu não sabia. Bom, cara, se você tá... No YouTube, agora é hora de entrar aqui embaixo, deixar os 3 C's, né? Curte, comente, compartilhe, participe aqui, engaja com o post pro YouTube mostrar pra mais gente e ajudar aquela plaquinha de papel ali a virar uma plaquinha de verdade, né? E se estiver estranhando, eu tô usando uma camiseta especial hoje aqui, ó. Na semana do show de despedida do Ozzy Osbourne, nós botamos uma camiseta nova na nossa loja, chamada assim, olha... 17 dias depois, ele morreu. Ficou sendo a nossa homenagem, mas essa camiseta tá na loja do Café Brasil, né? Bom, vamos lá, cara. Essa gritaria toda, na verdade, tá tratando de coisas que a gente já tinha ouvido falar, a gente já sabia a respeito. Não tem como provar, não tem... É a primeira vez que aparece uma documentação clara e a apresentação do cara lá foi uma pancada, cara. Pelo menos oito pontos que temos que prestar atenção. Isso aí já estava naquele trabalho que eu coloquei lá atrás sobre psicose de informação em massa. Eu botei podcasts, podsumários, sumarizei livros, juntei tudo num conteúdo gigantesco, mostrando Que esses caras trabalham pra deixar a gente sempre apavorado, sempre com medo, né? E a ideia deles é conduzir a massa na direção que eles querem. Tem conteúdos lá que são, cara, sensacionais. Você vai descobrir que isso funciona assim há 60, 70, há 100 anos, né? Mas os pontos que eu acho que tem que ser chamado a atenção, o primeiro é o seguinte, olha... A loucura coletiva é uma possibilidade real, cara. Ela é recorrente na história, não é coisa moderna, não. Tá inspirado num conceito chamado Mass Formation Psychosis. E nas obras de pensadores como Gustave Le Bon, Hannah Arendt e Justin Merlot, que tem um livro fantástico. E a gente explica lá que, assim como doenças físicas, as doenças mentais podem se espalhar socialmente. Em contextos de medo, isolamento e confusão, Uma população inteira pode mergulhar em delírios coletivos que vão legitimar regimes totalitários. 2. Totalitarismo é sustentado por delírios tanto de governantes quanto de governados. Um líder totalitário É tomado assim por delírios de controle absoluto. Ele é o poderoso, ele pode tudo. Mas as massas são regredidas psicologicamente. Elas entregam a autonomia em troca de uma sensação ilusória de segurança. Elas trocam a segurança pela liberdade. E o resultado é a substituição da liberdade individual por uma ordem patológica imposta de cima para baixo. Terceiro ponto, a técnica do menticídio como arma de dominação. Esse menticídio é um termo do Joost Merlot, ele fala que a morte da mente, bombardeio sistemático, medo, desinformação, vão criando uma população que fica incapaz, não consegue separar realidade de propaganda. E um medo constante, o tempo todo aquele pavor intercalado com momentos de alívio, que o paisão deu, prepara um terreno psicológico para submissão total. 4. O isolamento social é uma estratégia essencial para domar as mentes. O afastamento das interações sociais normais torna as pessoas mais vulneráveis. Sem contato com exemplos positivos e pensamento crítico coletivo, A gente fica suscetível a aceitar ideias mais absurdas e a ter comportamentos que são impostos. Por exemplo, é como se a gente fosse um animal sendo domesticado dentro de uma jaula, cara, é terrível. O quinto ponto é a tecnologia moderna como ferramenta de manipulação mental. Smartphones, redes sociais, algoritmos cumprem um papel de transmissor contínuo de propaganda. E aquela exposição é incessante, é paulada o dia todo. Estímulos, respostas prontas, tudo isso para impedir a reflexão. O indivíduo fica dependente das respostas que são dadas pelas telas, e não pela sua própria razão. Eles aprendem a pensar. O sexto ponto, a cura passa pelo exemplo individual e pela ação coletiva. Vamos seguir Carl Jung. O primeiro passo para combater a psicose é quem resiste e serve como farol para os demais. Isso exige pensar por si mesmo, nadar contra a corrente, resistir a maré de conformismo que domina a sociedade. Tem que ser você. Sétimo ponto, o humor e as estruturas paralelas são resistência. Ridicularizar os demagogos e construir espaços morais fora do sistema totalitário, que nem fazia o Vaclav Havel nas suas estruturas paralelas, são formas eficazes de subversão, por isso eles são odiados. Negócios, tecnologias, instituições, comunidades independentes podem servir como refúgio e resistência, por isso tem que prender o palhaço. E o oitavo ponto, a luta de ideias é urgente. Ideias governam o mundo. E a batalha, portanto, é simbólica, filosófica e moral. Se a sociedade quiser se manter livre, ela tende a investir no cultivo de ideias verdadeiras, pensamento autêntico e na coragem de apontar o absurdo, mesmo quando todo o resto estiver correndo para o abismo. 8 pontos, cara. Depois eu peço pra você, volta aqui, releia os 8 pontos ali e raciocine a respeito. Você vai entender o que andou acontecendo. Muito do que eu falei aqui, você vai olhar. Ele tá falando da pandemia. Não, cara, eu tô falando de processos que têm 60 anos de idade, 50 anos de idade, experiências que já aconteceram na história da humanidade, de várias formas. Não é coisa da pandemia, não é diante de ontem, não. A diferença é que agora nós temos uma tecnologia muito sofisticada. Nós temos os algoritmos, a gente tem a impressão que tá fazendo as escolhas, quando tem gente escolhendo pra nós. Esse depoimento que o Mike Benz fez essa semana aqui, pode ser uma virada de jogo. Eu só não sei se a gente vai ter pessoas com capacidade ou com culhão para levar adiante o que foi exposto ali. Em qualquer país sério do mundo, aquilo que a gente viu ali bastaria para derrubar o regime inteirinho. Aqui no Brasil é capaz de virar motivo de piada, é capaz de entrar gente aqui, kkkkk, chamada de teoria da conspiração, mesmo quando você apresenta documentos que eu estou mostrando aqui para vocês e que tem 60 anos de idade. e que foram aprendidos com quem praticou lá atrás. Os caras foram conversar com prisioneiros de guerra, na Guerra da Coreia, na Segunda Guerra Mundial, foram lá ver como é que os nazistas entrevistaram os prisioneiros de campo de concentração pra entender como é que a cabeça deles foi feita. E a partir dali os caras escreveram toda a teoria que foi utilizada, se transformou tudo num processo, num método. Os caras vêm pra cá, entram aqui, aplicam o método e a gente cai. que nem patinho e ainda trem trouxa cara dando risada a teoria da conspiração é vai esperando cara vai esperando quer saber mais isso que eu tô publicando aqui que eu tô entregando para você é material constante aqui no mundo café brasil ponto com toda hora não são publicando lá conteúdos que são originais, ou que são traduções de livros que não foram publicados no Brasil, mas que tem como função ajudar a gente a entender o que está acontecendo com o mundo, cara. Não é fácil, não, tirar a névoa da frente, sabe, separar aquilo que é útil daquilo que é lixo, é uma tarefa complexa que a gente está fazendo pra você. Entra aqui, ó, MundoCaféBrasil.com, pula pra dentro de quem quer escapar dessa psicose coletiva. Tamo junto.
