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O ambiente onde o conteúdo deixa de ser apenas consumido E passa a ser utilizado. E aí cara, quantas pessoas viram? Perde o sentido. O que mudou depois que elas viram é que passa a ser o nome do jogo. Bom dia, boa tarde, boa noite. Meu nome é Luciano Pires e este é o seu Cafezinho. Outro dia, conversando com um amigo meu que trabalha com marketing digital. Mostrou pra mim, todo orgulhoso, o resultado da sua mais nova campanha, cara. Olha aqui, milhões de visualizações, milhares de curtidas, alcance lá em cima, cara, um sucesso de vendas. E eu perguntei pra ele, vem cá, cara. O que que mudou na vida de quem comprou esse produto aí que você tá vendendo, hein? Ele deu uma travada de meio segundo, sorriu meio sem graça e respondeu, ah, Luciano, isso aí a gente não mede, né? Pronto, cara. Ali naquele micro segundo, micro silêncio, tava rachadura no modelo inteiro. Bem-vindo ao Cafezinho, com patrocínio da Terra. Se você é produtor rural, pense comigo. Negócio que não mede, não controla e não compara não é negócio, é tentativa. A Terra Desenvolvimento Agropecuário entra justamente aí, ajudando você a transformar a fazenda num sistema gerenciável. Com um diagnóstico de desempenho, controles claros e planejamento estratégico, você passa a saber onde está ganhando, onde está perdendo e o que precisa ser ajustado para aumentar a margem. O benefício é simples. Decisões melhores, menos risco, mais previsibilidade e mais lucro ao longo do tempo. Terra Desenvolvimento Agropecuário. Gestão profissional para quem trata a fazenda como empresa. Acesse terradesenvolvimento.com.br. Cara, quantas vezes eu tive de engolir os gurus do marketing digital dizendo assim,
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ó, não é quem tem conteúdo que vende, é quem aparece mais.
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E lá vinham as receitas, né?
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Grave 20 vídeos, troque a cor da camisa, troca o fundo, troca a chamada.
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E vai experimentando, vai publicando. Se algum deles der certo, Aí você patrocina esse que deu certo e elimina os outros. Era a lógica da tentativa e erro. Buscando só uma coisa, cara. Aparecer. Tudo para seguir a economia da atenção. Pois é, mas parece que tem alguma coisa que começou a mudar, cara. Disputar segundos de tela, multiplicar impressões, otimizar cliques, cara, de repente... Parece que esse modelo aí tá começando a dar sinais de esgotamento, cara. Graças a Deus. As pessoas passaram a rejeitar aquilo que não entrega nada além de distração. Aliás, entrega sim. Entrega o consumo do seu preciosíssimo tempo de vida, cara. O que nós estamos vendo agora, por ali, por aqui, aparecendo cada vez mais, não é que o pessoal tá perdendo a atenção, não, cara. Tá crescendo uma coisa chamada significado. Hoje tem conteúdo pra todo lado, cara. Impulsionado pela inteligência artificial, então, todo mundo virou criador de conteúdo. Isso criou um paradoxo muito interessante. Quanto mais conteúdo existe, menos ele tem valor individualmente. Entendeu? Produzir virou uma commodity. Publicar virou um reflexo. E no meio desse excesso, aquilo que está escasseando é outra coisa, cara. Que é muito mais difícil de fabricar. sentido. Cresce o número de pessoas tentando reduzir o tempo de tela e aumenta a preocupação com o uso dos dados pelas plataformas. E ao mesmo tempo, além disso tudo, despenca o entusiasmo com aquele monte de conteúdo genérico. Especialmente por aqueles que são gerados em escala. Sabe aquele e-book que você comprou e nunca leu? O curso que você assinou e nunca fez, cara? Parece que começou uma filtragem muito mais rigorosa. Se antes a disputa era por alcance, agora é por relevância percebida. Presta atenção, relevância percebida. Não basta ser visto, tem que permanecer. Não basta informar, você tem que reorganizar o pensamento de quem consome. O conteúdo que está vencendo deixa de ser aquele que grita mais alto para ser o que continua ecoando aqui dentro, depois que a tela apaga. E aí então, as métricas tradicionais começam a perder força. Número de visualizações não garante mais impacto. Quantidade de impressões não indica o valor. O que interessa é uma coisa só. Isso aí que você tá consumindo. Tá consumindo o seu tempo de vida. Mudou alguma coisa na tua vida, cara? Presta atenção. Não basta mais chamar a atenção. Tem que impactar na vida das pessoas. É aí então que aquela influencer de chantilly não tem mais nada pra entregar, cara. Esse é o momento de você entrar aqui embaixo, se tiver no YouTube, deixar seu ok, seu joinha, botar um comentário, botar fogo na parada, né? Seguir a camiseta que eu tô usando, ó. Stop making stupid people famous. Pare de fazer gente estúpida, famosa, né? Os tais dos influencers que tão por aí. Eu tô assistindo de camarote essa história aí, porque eu tô nesse rolo aqui desde o começo da internet, né? Produzindo conteúdo, nunca abri mão de fazer um conteúdo legal e sempre sofrendo, cara. Meia dúzia de seguidores, quase nenhum viu, ninguém tá nem aí pra conteúdo que tem alguma... pretensão maior do que simplesmente fazer fumaça, né? Tanto que as receitas que vêm pra mim é terrível, né? Muda isso, muda aquilo... Abra o Google pra saber o que as pessoas estão buscando e aí você escreve a respeito e passa a inverter o processo. Não sou eu, mas que tô pautando, é o Google me pautando. Não, cara, eu não vim aqui pra isso. Eu não vim aqui pra isso. E a briga continua sempre grave, séria, mas parece que tá mudando. E se tiver acontecendo mesmo essa filtragem, ela tem uma consequência que é inevitável. Marcas, criadores que continuam operando nessa lógica do volume, vão acabar desaparecendo no meio da gritaria, no meio do barulho. É simples, né? Mas tem aquela turma que consegue entregar profundidade, clareza, utilidade. Esse pessoal vai passar a ocupar um território que é muito mais raro. Não são necessariamente os mais populares, não é número de views. Vão se tornar os mais confiáveis. Presta atenção. Confiança, ao contrário de atenção, a gente não compra nem escala artificialmente. Tem de ter café no bule pra criar confiança. Tem que ter raiz. E o que tá em curso agora não é uma troca de formato não. É troca de mentalidade. A gente sai da economia da distração para entrar na economia da transformação. É completamente diferente. Um ambiente onde o conteúdo deixa de ser apenas consumido e passa a ser utilizado. E aí, cara, quantas pessoas viram? Perde o sentido. O que mudou depois que elas viram é que passa a ser o nome do jogo. Você percebeu? É simples. Vale a pena perder tempo com conteúdo que consome o teu tempo de vida? Pense nisso. Eu boto nessa tecla há muito tempo. Pelo menos... 25 anos, né? Que, cara, se é pra estar na tua frente, tem que valer o teu tempo de vida. E essa é a briga que eu tenho lutado há muito tempo e parece, parece que as coisas começam a mudar. Por isso eu quero te convidar pra vir aqui, ó, mundocafébrasil.com, vem cá. Aqui dentro a gente tá juntando um monte de pessoas, conteúdos, que tem uma função muito importante que é provocar uma transformação, né? Provocar uma reflexão profunda, não tem nada de fórmula pronta aqui, não tem essa conversa de guru de marketing não. O que tem aqui são constatações. Cara, olha que negócio legal que eu encontrei. Vamos compartilhar? E ao compartilhar e provocar em você o pensamento, a gente vai mudando aos pouquinhos a vida das pessoas, cara. Parece pretensão, não é? Bom, se eu não tivesse recebendo os feedbacks que eu recebo, os comentários que eu recebo de gente que me acompanha há 10, 15, 20 anos, Eu não estaria aqui continuando a fazer essa brigando com murro e ponta de faca com plaquinha de papel que não sai daquilo lá, né? Todo mundo crescendo na baixaria, crescendo na cópia, crescendo no roubo do trabalho dos outros, né? Com a maior cara de pau, tudo na função de ganhar dinheiro, enquanto tem meia dúzia aí que tá preocupado com algo além disso, sabe? Que é fazer com que o teu tempo de vida valha a pena. Essa é a minha missão. Aqui ó, mundocafébrasil.com. Esse cafezinho chega a você com apoio de Terra Desenvolvimento Agropecuário. Gestão profissional para quem trata a fazenda como empresa.
