
Hosted by Cia. Apocalíptica · PT

Esse Podcast faz parte da programação da 5ª Edição do Fresta - Jornada Literária Apocalíptica. Neste episódio Kiara Terra recebe Dionay Fialho, Luíza Maretto e Letícia Iarossi, artistas que transitam entre a literatura, as artes visuais, a educação e a saúde, unindo poesia, memória e criações individuais e coletivas em suas trajetórias. Com atuações que atravessam saraus, oficinas, projetos culturais e produções audiovisuais, as três desenvolvem trabalhos que aproximam a escrita do cotidiano e fortalecem a arte como espaço de encontro, escuta e expressão Vídeo Traduzido em Libras por Adriely Corrêa

Esse podcast faz parte da programação da 5ª edição do Fresta - Jornada Literária Apocalíptica.Neste episódio Kiara Terra recebe Camila Genaro, contadora de histórias falando sobre a formação cidadã a partir da Contação de Histórias e os seus desdobramentos.

“Éramos felizes” é uma narrativa de memória da vida de Raimunda Medeiros, conhecida como Valdira, mulher indígena nordestina cuja trajetória faz a travessia entre territórios e gerações. Em primeira pessoa, ela costura experiências de infância no sertão cearense, migrações marcadas por coragem, necessidade guiadas pelas forças da natureza. São demarcados os desafios de reconstruir a vida em diferentes regiões do Brasil, ao mesmo tempo em que valores como felicidade, família e união resistem.Entre viagens em caminhão pau de arara, travessias de barco, vivências na floresta amazônica e retornos ao Ceará, Valdira compartilha histórias que revelam a força dos vínculos do seu povo e a sabedoria dos mais velhos. Suas lembranças transformam o cotidiano em memória coletiva, revelando afetos, perdas, conquistas e a espiritualidade que sustentaram toda sua caminhada.Narrado hoje na voz de Juá (ou Gegê, como carinhosamente ela chamava a sobrinha Gizele) , o livro é um testemunho ancestral que reafirma a importância de conhecer as próprias raízes. Ao narrar sua vida, Valdira também conta a história de muitos — de famílias que migraram, lutaram e permaneceram unidas, construindo, com dignidade, seus caminhos pelo mundo.

Esse Podcast faz parte da programação da 5ª Edição do Fresta - Jornada Literária Apocalíptica. Neste episódio Kiara Terra recebe Pâmela Ramos , artista, educadora social, poeta, performer e produtora de projetos voltados às infâncias, com atuação na cultura afro-brasileira e na criação coletiva.É criadora do Sarau Carol Líricas, no Litoral Norte de São Paulo, e co-criadora e coordenadora do Sarau Inverso. Atua como mestre de cerimônias e desenvolve oficinas de escrita e cadernos artesanais, com foco na literatura como ferramenta de expressão, memória e formação.

Este podcast faz parte da programação da 5ª Edição do Fresta - Jornada Literária Apocalíptica. Neste episódio Kiara Terra recebe a Dani Honório e fala sobre literatura e inclusão e como o pensamento da Educação, Literatura e Inclusão fazem parte da sua jornada enquanto educadora.Vídeo Traduzido em Língua Brasileira de Sinais por Adriely Corrêa.

"Tudo é mais bonito porque estamos condenados" é um livro que suscita a reflexão sobre o que não sabemos da natureza do universo em que estamos inseridos. Alguns têm convicções, certezas, enquanto outros só questionam por meio do que já conhecem. O fato é que todos querem estar na parte mais bonita da vida, mesmo que ela seja uma condenação à qual não se tem a menor ideia. Ainda assim, o fato de suspeitarmos que há um fim obscuro ou iluminado nos faz querer ver o melhor das dores e perdas. Como um paciente terminal que começa a olhar uma flor, uma borboleta. Por que não vi essa beleza antes? Tudo ganha cor quando estamos condenados a morrer. Mas... e quando morrer é mais assustador porque voltará imediatamente à vida num cenário e num personagem sobre os quais, até então, não fomos capazes sequer de imaginar? Isso te faz ver o mais bonito ainda nesta vida?

"Tudo é mais bonito porque estamos condenados" é um livro que suscita a reflexão sobre o que não sabemos da natureza do universo em que estamos inseridos. Alguns têm convicções, certezas, enquanto outros só questionam por meio do que já conhecem. O fato é que todos querem estar na parte mais bonita da vida, mesmo que ela seja uma condenação à qual não se tem a menor ideia. Ainda assim, o fato de suspeitarmos que há um fim obscuro ou iluminado nos faz querer ver o melhor das dores e perdas. Como um paciente terminal que começa a olhar uma flor, uma borboleta. Por que não vi essa beleza antes? Tudo ganha cor quando estamos condenados a morrer. Mas... e quando morrer é mais assustador porque voltará imediatamente à vida num cenário e num personagem sobre os quais, até então, não fomos capazes sequer de imaginar? Isso te faz ver o mais bonito ainda nesta vida?FrEsta 5ª Edição

Este podcast faz parte da programação da 5ª edição do Fresta- Jornada Literária Apocalíptica. Neste episódio Kiara Terra recebe os artistas Drika Vieira e Carlinhos Rodrigues e fala sobre a jornada da Cia Casa Amarela e seus processos Criativos.Tema: Como transpor o texto pra cena?Vídeo traduzido em Língua Brasileira de Sinais por Adriely Corrêa

Numa conversa interessantissíma com Caio Martinez logo depois da apresentação do espetáculo A Revolução dos Bichos no Festa - Festival Santista de Teatro, o festival mais antigo do Brasil ainda em atividade.

Socióloga formada pela Unesp Marilia e professora da rede estadual de ensino, Gizele Juá faz parte do povo Kixelô e da grande Nação Kariri indígena do Nordeste. Possui uma iniciativa que é a Educar Ancestral, que leva para toda a região de Rio Preto vivências significativas que rememoram nossos territórios e formas indígenas de viver.O 4ª FrESTA é uma realização da Cia. Apocalíptica tendo como parceiros a Fundação Dorina Nowill, o Instituto dos Cegos de Rio Preto, a Secretaria de Cultura de Rio Preto, a Unesp Rio Preto e o Plazza Avenida Shopping. É viabilizado pelo Governo do Estado de São Paulo através da Lei Paulo Gustavo Edital 21/2023 - Festivais Culturais.