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O podcast do Estadão traz a colunista Carlos Andreazza em um papo reto e sem rodeios sobre os principais assuntos do momento.
Comece suas manhãs com uma das principais vozes da análise política brasileira.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 22, Carlos Andreazza fala sobre o ministro André Mendonça, que será responsável por analisar dois mandados de segurança apresentados ao Supremo Tribunal Federal que tentam obrigar o Congresso a instalar uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar o caso Banco Master. As ações foram protocoladas pelos deputados Kim Kataguiri (Missão-SP) e Lindbergh Farias (PT-RJ) No Congresso, o senador Davi Alcolumbre (União-AP), descartou ler nesta quinta-feira, 21, os requerimentos de criação da CPMI para investigar irregularidades do Banco Master. A resposta de Alcolumbre veio após questões de ordem apresentadas por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do senador Flávio Bolsonaro, incluindo o próprio pré-candidato do PL ao Planalto. Na sessão, o vice-líder do governo, deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), cobrou a instalação dizendo que mais de um terço dos parlamentares já assinou o requerimento para a criação da CPMI e que o STF já tomou decisões obrigando a instalação das comissões. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 21, Carlos Andreazza fala sobre o inferno astral do senador Flávio Bolsonaro, que fez o escândalo do Banco Master migrar do Supremo Tribunal Federal (STF) para as campanhas eleitorais, depois que o pré-candidato surgiu nas investigações. As trocas de mensagens com Daniel Vorcaro derrubaram as intenções de voto do filho de Jair Bolsonaro nas pesquisas de opinião e viraram uma arma poderosa para os outros concorrentes. Nos bastidores, ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avaliam que, politicamente, a candidatura de Flávio encontrou um entrave difícil de ser superado e pode se traduzir em derrota nas urnas. Juridicamente, porém, atestam que, hoje, não há empecilho para o registro oficial da candidatura. Flávio trocou o coordenador da comunicação da pré-campanha à Presidência da República, Marcello Lopes, que deixou o cargo. O publicitário Eduardo Fischer assume o posto. Ainda no âmbito do filme sobre Bolsonaro, o ministro do STF, Flávio Dino, pediu explicações à Câmara sobre a situação funcional do deputado Mário Frias (PL-SP), que está no exterior desde o dia 12 de maio. Dino enviou ofício ao presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), por meio do qual cobra as informações dentro de um prazo de 48 horas. O ministro também pede esclarecimentos sobre eventual autorização para missão de Frias no exterior. No outro lado da eleição, evangélicos do PT estão acionando o vocabulário bíblico para retratar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como “falso profeta” e explorar, entre os fiéis, as contradições nas versões dadas pelo pré-candidato à Presidência da República sobre a sua relação com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. As avaliações ocorrem em um momento de mobilização do Setorial Inter-religioso do PT para o IV Encontro Nacional de Evangélicos do Partido dos Trabalhadores, marcado para 8 de junho, na sede do PT, em Brasília. A programação terá como tema “Fé, Justiça, Democracia e as Eleições 2026”, com debates sobre estratégias regionais. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/ See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 20, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, que afirmou que esteve na casa do banqueiro Daniel Vorcaro no fim de 2025. A visita ocorreu após a primeira prisão do dono do Banco Master pela Polícia Federal (PF), em novembro, segundo ele. Flávio disse que foi à casa de Vorcaro, em São Paulo, para “pôr ponto final nessa história”, em referência à negociação para o financiamento do filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A declaração foi dada durante um pronunciamento à imprensa nesta terça-feira, 19. O senador não respondeu a perguntas dos jornalistas. O colunista ainda comenta a situação do deputado federal Mário Frias (PL-SP), que enviou áudios e mensagens, em dezembro de 2024, ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, para agradecer o investimento realizado no filme Dark Horse, que narra a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. O site Intercept Brasil publicou novas trocas de mensagens entre Vorcaro e Frias que mostram diversos agradecimentos do deputado federal ao banqueiro. “Só te agradecer, meu irmão. É...vamos mexer com o coração de muita gente e vai ser muito importante para o nosso País, tá? É de vez em quando te falar como as coisas vão andando, tá?”, disse Frias em áudio enviado no dia 11 de dezembro de 2024. As mensagens contradizem a versão original de Frias de que “não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse”, como declarou na primeira nota que divulgou à imprensa sobre o tema. Em sua segunda manifestação pública, o deputado alegou que não havia contradição porque Vorcaro “não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora“.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 18, Carlos Andreazza fala sobre o pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que afirmou em redes sociais que buscou “investidores” ao pedir dinheiro ao ex-presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro. Segundo o parlamentar, o filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Dark Horse, é um projeto cultural financiado com recursos privados. Ele justificou ainda que vinha evitando falar sobre o tema porque havia uma cláusula de sigilo que protegia os empresários que investiram na produção do filme. O senador reconheceu que omitiu o fato de conhecer Vorcaro antes de o banqueiro ser preso devido à fraude bilionária no Banco Master. Enquanto isso, o produtor-executivo do filme “Dark Horse”, que conta a história de vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Mário Frias (PL-SP) afirmou nesta quinta-feira “não haver contradição” entre as versões divulgadas por ele, pela produtora do longa e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no dia anterior. “Quando afirmei anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão.Acesse: https://bit.ly/oferta-estadao O 'Estadão Analisa' é transmitido ao vivo de segunda a sexta-feira, às 7h, no Youtube e redes sociais do Estadão. Também disponível no agregador de podcasts de sua preferência. Apresentação: Carlos AndreazzaEdição/Produção: Jefferson PerlebergCoordenação: Renan PagliarusiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta segunda-feira, 19, Carlos Andreazza fala sobre o momento do senador Flávio Bolsonaro, que enfrenta turbulências em sua campanha pela presidência, com o Caso Master, e se prepara para os resultados das próximas pesquisas de intenção de voto, que até agora mostram um empate entre o filho ‘01’ de Jair Bolsonaro e o presidente Lula. Há quinze dias, a candidatura do atual mandatário parecia moribunda, enquanto a de Flávio estava cheia de energia. Hoje, Lula está muito vivo e ativo nas pautas eleitoreiras, enquanto o senador se debate em meio à tempestade. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

Uma edição mais do que especial é o destaque desta semana do Start Eldorado. Depois de 429 semanas consecutivas no ar, o programa encerra seu ciclo dentro da programação da Rádio Eldorado, acompanhando o fim das transmissões da emissora em FM. Desde 2018, o Start acompanhou de perto, levando ao ar centenas de entrevistados, algumas das maiores transformações tecnológicas e econômicas dos últimos anos. Inteligência artificial, transformação digital, conectividade, startups, cibersegurança, inovação corporativa e os impactos da tecnologia na sociedade. Nesta edição, a última em FM 107,3, o programa relembra parte dessa trajetória e discute a evolução da tecnologia ao longo dos últimos oito anos, recebendo André Eleterio, diretor de Marketing da NEC Brasil, patrocinadora e parceira do programa desde a primeira edição. A apresentação é de Daniel Gonzales.See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta sexta-feira, 15, Carlos Andreazza fala sobre o pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que afirmou em entrevista à Globonews, que buscou “investidores” ao pedir dinheiro ao ex-presidente do Banco Master, Daniel Vorcaro. Segundo o parlamentar, o filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, Dark Horse, é um projeto cultural financiado com recursos privados. Ele justificou ainda que vinha evitando falar sobre o tema porque havia uma cláusula de sigilo que protegia os empresários que investiram na produção do filme. O senador reconheceu que omitiu o fato de conhecer Vorcaro antes de o banqueiro ser preso devido à fraude bilionária no Banco Master. Enquanto isso, o produtor-executivo do filme “Dark Horse”, que conta a história de vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Mário Frias (PL-SP) afirmou nesta quinta-feira “não haver contradição” entre as versões divulgadas por ele, pela produtora do longa e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no dia anterior. “Quando afirmei anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta”, afirmou Frias por meio de nova nota nesta quinta-feira. No campo político, após o pré-candidato à presidência Romeu Zema (Novo) publicar um vídeo criticando Flávio Bolsonaro (PL) pelo áudio em que o senador cobra de Daniel Vorcaro recursos para financiar o filme sobre seu pai, Carlos e Eduardo Bolsonaro saíram em defesa do irmão. Os filhos de Jair Bolsonaro (PL) usaram as redes sociais nesta quinta-feira, 14, para atacar Zema. Em seu perfil no X (antigo Twitter), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) republicou o vídeo de Romeu Zema falando que o vazamento dos áudios de Flávio foi um “tapa na cara do brasileiro de bem”. Eduardo escreveu na sua publicação que Zema fez uma “acusação sem fundamentos” e o ironizou ao chamá-lo de “potencial vice”. “Não houve desvio de dinheiro, Lei Rouanet ou recursos públicos. Não seja tão baixo, tão vil”, diz Eduardo. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) também saiu em defesa do irmão. Em seu perfil no X ele chama Zema de “engolidor de casca de banana” em referência a um vídeo em que Zema aparece comendo banana com casca para criticar a alta dos preços dos alimentos. “Não me venha dizer que é ataque. É apenas constatação frente mais uma bizarra apresentação”, escreveu Carlos. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 14, Carlos Andreazza fala sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato nas eleições presidenciais, que trocou mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro pedindo dinheiro para a produção de um filme sobre a vida do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. O áudio de um dos contatos de Flávio com o dono do Banco Master foi divulgado pelo site Intercept Brasil e seu conteúdo foi confirmado pelo Estadão. Segundo o site, teria havido uma negociação para que Vorcaro ajudasse com uma contribuição equivalente a US$ 24 milhões e que já teriam sido feitos pagamentos até 2025 no valor de US$ 10 milhões. O Estadão confirmou que esses valores estão referidos nos documentos contidos na investigação do caso Master. Em nota, o senador confirmou que pediu os recursos. “Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta quarta-feira, 13, Carlos Andreazza fala sobre uma semana que começa no mínimo curiosa em Brasília. No STF, o ministro Alexandre de Moraes toma decisão diante da Dosimetria, que não aplica a lei e não declara sua inconstitucionalidade. A situação é grotesca: a defesa de uma condenada – pelo 8 de janeiro – pediu que os benefícios da chamada Lei da Dosimetria lhe fossem estendidos. Alexandre de Moraes disse não. Trata-se de lei vigente, aprovada pelo Parlamento, promulgada pelo presidente do Congresso, cuja aplicação Xandão negou. Porque o STF permite, pervertido o tribunal em plataforma desde onde o monocrata governa. O colunista comenta também sobre o senador Ciro Nogueira (PP-PI), que divulgou nesta terça-feira, 12, um vídeo em que nega ter apresentado a “emenda Master” na íntegra. Segundo a Polícia Federal (PF), o texto, que tratava do aumento do limite de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), foi encomendado pelo banqueiro Daniel Vorcaro à assessoria do Banco Master e apresentado pelo parlamentar no Senado com a mesma redação. O presidente Lula também é assunto no programa de hoje, pois assinou uma Medida Provisória que zera o imposto federal da chamada “taxa das blusinhas”, um imposto federal sobre mercadorias importadas de até US$ 50. A assinatura da medida não estava prevista na agenda. O presidente, que tenta a reeleição em outubro, convocou representantes dos ministérios e abriu uma transmissão para o ato, que foi informado à imprensa instantes antes de começar. O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou os detalhes da medida. “Presidente, com a sua autorização, comunicamos que, depois de três anos em que conseguimos combater o contrabando e regularizar o setor, nós podemos dar um passo adiante”, disse Ceron, durante a cerimônia de assinatura. See omnystudio.com/listener for privacy information.

No “Estadão Analisa” desta terça-feira, 12, Carlos Andreazza fala sobre o momento do Supremo Tribunal Federal e de seus ministros. O presidente do STF, Edson Fachin, disse que o Judiciário deve se afastar dos “cálculos políticos” e da “ambição desmedida”.Para chegar a esse objetivo, é necessário encontrar o “caminho que se afasta dos cálculos políticos e da ambição desmedida”. disse Fachin. Talvez um recado para Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, seus companheiros de tribunal. Desde que assumiu a presidência do STF, o ministro tenta implementar um Código de Conduta para os integrantes da Corte, mas enfrenta resistência interna entre colegas do tribunal. Já o ministro Flávio Dino, defendeu a legitimidade e a necessidade das decisões monocráticas em um novo artigo nesta segunda-feira (11). Para sustentar seu argumento, Dino apresenta dados de produtividade da Corte. Segundo o ministro, o STF julga, em média, 2.368 processos por mês em seus colegiados (Plenário e Turmas), o que representa mais de 500 decisões coletivas por semana. Acompanhe Estadão Analisa com o colunista Carlos Andreazza, de segunda a sexta-feira, o programa traz uma curadoria dos temas mais relevantes do noticiário, deixando de lado o que é espuma, para se aprofundar no que é relevante Assine por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao conteúdo do Estadão. Acesse: https://ofertas.estadao.com.br/_digital/See omnystudio.com/listener for privacy information.