
Hosted by Adriana Cardoso, Maria Castello Branco e Leonor Rosas · PT
Todas as quartas-feiras três mulheres jovens debatem os temas quentes da semana política. Adriana Cardoso, a centrista da Big Pharma, Maria Castello Branco, a liberal do tarot, e Leonor Rosas, a esquerdista irremediável, juntam-se ao Expresso depois de uma primeira temporada na TSF entre 2022 e 2023

Nesta semana, a Lei da Paridade debate a PSU, a Prestação Social Única, que pretende englobar num só apoio 13 outros que são hoje atribuídos de forma unitária. Desde os seus primórdios como proposta embrionária do Governo de maioria absoluta de António Costa, para estar agora a ser retomada com uma obrigatoriedade de realização de trabalho “social e comunitário” acoplado, a PSU marca o debate nacional desta semana. Ainda, a Lei da Paridade analisa a investigação de Heidi Blake, na “The New Yorker”, sobre as acusações de tráfico de seres humanos, coação e violência sexual que envolvem Andrew Tate, as falhas que permitiram a sua ascensão a uma figura de influência mundial e os motivos pelos quais o movimento que lidera continua a ganhar adeptos todos os dias. Nas sugestões deixamos o livro “Os Dias”, de Patrick Ryan; e uma conversa de Leonor Rosas com o escritor Édouard Louis, no Teatro São Luiz, no dia 18 de junho, pelas 19h.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Nestas semanas, voltámos aos palcos com um novo espetáculo ao vivo e uma nova pergunta simples, ainda que estranhamente polémica: quem tem medo da igualdade? Foi assim que, a 25 de maio e 2 de junho, esgotámos o teatro Tivoli em Lisboa e o teatro Sá da Bandeira no Porto. Agora, deixamo-vos, como episódio especial, um registo desta bela noite no Porto. Entre discordâncias de estimação, teorias discutíveis e convicções muito firmes, sentámo-nos agora fora da redação do Expresso para conversar, discutir e mandar piadas duvidosas sobre o estado das coisas. O feminismo aparece, a cultura também, o quotidiano entra sem pedir licença e a igualdade anda pela sala a ver quem se enerva primeiro. Com o apoio do Expresso, do IKEA e da KILT, depois de mais de três anos de podcast, a Lei da Paridade trocou os estúdios pelo palco e convidou quem ouve a vir ver de perto um debate ao vivo, com convidadas especiais, perguntas inconvenientes, recomendações culturais e a já habitual combinação improvável: uma centrista da big pharma, uma esquerdista irremediável e uma liberal do tarot. Prometemos e cumprimos: desacordos saudáveis, humor pouco responsável e, como de costume, nenhum homem.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Neste episódio especial do Dia Mundial da Criança a Lei da Paridade recebe, à semelhança de vários podcasts do Expresso, a geração que irá moldar o nosso futuro. Com o que se preocupa esta nova geração? Quais as suas primeiras memórias políticas? O machismo está mesmo a crescer? E os rapazes, estão cada vez mais politicamente distantes das raparigas? Para este episódio da Lei da Paridade recebemos a Maria, a Maria Inês e a Helena para nos ajudarem a responder a estas questões. Como sempre, temos sugestões especiais. Vejam se as descobrem!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Adriana Cardoso cresceu em Adões, uma pequena aldeia nos arredores de Coimbra, onde a política, os livros e a família sempre fizeram parte da paisagem. Aprendeu a ler aos 4 anos, saltou um ano escolar ainda no ensino básico e construiu um percurso académico que a levou até ao mestrado em Ciências Farmacêuticas na Universidade de Coimbra, com uma passagem por Londres e uma tese dedicada à eutanásia. Hoje é uma das vozes mais reconhecidas da nova geração de comentadores políticos em Portugal. Comentadora na SIC Notícias, coautora do podcast Lei da Paridade e presença assídua no debate público, Adriana cruza análise política com referências que vão da literatura russa às bancadas de Alvalade. Nesta conversa com Manel Rosa, recorda a infância numa família ligada ao PCP, fala sobre o gosto precoce pela leitura, o percurso académico, a entrada no comentário político e a forma como a sua geração vive o debate público. See omnystudio.com/listener for privacy information.

Na segunda-feira fizemos o nosso espetáculo “Quem tem medo da igualdade?” no Tivoli, em Lisboa, com sala cheia. Neste episódio falamos sobre essa noite: o que esperávamos, o que sentimos no palco, a reação do público e o que ficou connosco quando a sala se esvaziou.Falamos também da manchete do Expresso desta semana, que dá conta do aumento dos números da violência doméstica em Portugal. Há noites para celebrar e há manchetes para ler. O episódio é sobre as duas coisas, e para a semana há mais no Porto. Agarrem os últimos bilhetes!See omnystudio.com/listener for privacy information.

Neste episódio, a propósito da celebração, no dia 17 de maio, do Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, trazemos um episódio especial sobre a luta (e os retrocessos) nos direitos LGBT. Falámos da história e brutalidade das terapias de conversão, do pânico da extrema-direita com a participação de mulheres trans em desportos de competição e da invisibilização das mulheres lésbicas. Discutimos ainda as representações falaciosas de personagens ou figuras históricas LGBT no cinema e na literatura, apontando para uma substituição de relações amorosas por “amizades”. Finalmente, assinalámos igualmente um ano do atual governo de Luís Montenegro, refletindo sobre a forma como a agenda da extrema-direita prevalece nas políticas deste governo (quer nos direitos LGBT, quer na política migratória). Nas recomendações: o espetáculo da Lei da Paridade no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, dia 2 de junho; e os livros “Maurice”, de E.M. Forster; e “A palavra que resta”, de Stênio Gardel;See omnystudio.com/listener for privacy information.

Neste episódio, começamos por discutir os casos de alegada tortura, violação e abuso de poder por parte de membros da PSP na Esquadra do Rato. Debatemos a violência e os requintes de malvadez destes atos e o que podem representar a nível mais estrutural sobre a polícia e o seu sentimento de impunidade. De seguida, dedicamo-nos a debater as mudanças no panorama político inglês depois das última eleições locais. Olhamos para a vitória do partido de extrema-direita Reform UK, a queda do Labour e os problemas de Keir Starmer e para a nova força do Green Party. Nas sugestões: Cenas Improvisadas, Fismuler; “O Imperador das Mentiras” de Steve Sem-SandbergSee omnystudio.com/listener for privacy information.

Neste episódio da Lei da Paridade, analisamos o papel histórico dos sindicatos, a propósito da última e aguardada reunião desta semana finalmente à vista. Dissecamos as tricas, as nicas e o que está verdadeiramente em jogo, e chegamos a uma conclusão: se a reforma não passar, a ministra do Trabalho devia demitir-se. Ainda, o Presidente da República promulgou este domingo a nova lei da nacionalidade. Promulgou, mas com reservas. Discutimos o que isso significa e o que nos merece. Nas sugestões, deixamos “A História”, de Elsa Morante; “Women in Dark Times”, de Jacqueline Rose.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Neste episódio da Lei da Paridade, começamos por debater a tentativa de assassinato falhada que visava Donald Trump e outros membros da sua Administração. Discutimos a (i)legitimidade da violência, a culpabilização atribuída a Jimmy Kimmel e aos democratas e os detalhes do próprio ato. De seguida, avançamos para uma ronda temática que, a partir do mote do 1º de Maio, procura discutir os contornos e disputas em torno do pacote laboral do governo, e as posições dos sindicatos. Indo mais a fundo, procurámos igualmente fazer uma breve genealogia das políticas neoliberais das últimas décadas. Nas recomendações: o livro “HHhH”, de Laurent Binet; a peça de teatro “AnnA – ¿Onde fica Guernica?”, no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço; e a reportagem “She Wanted a ‘Free Birth.’ It Put Her and Her Baby in Grave Danger”, do “The New York Times”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Neste episódio da Lei da Paridade, começamos por debater a tentativa de assassinato falhada que visava Donald Trump e outros membros da sua Administração. Discutimos a (i)legitimidade da violência, a culpabilização atribuída a Jimmy Kimmel e aos democratas e os detalhes do próprio ato. De seguida, avançamos para uma ronda temática que, a partir do mote do 1º de Maio, procura discutir os contornos e disputas em torno do pacote laboral do governo, e as posições dos sindicatos. Indo mais a fundo, procurámos igualmente fazer uma breve genealogia das políticas neoliberais das últimas décadas. Nas recomendações: o livro “HHhH”, de Laurent Binet; a peça de teatro “AnnA – ¿Onde fica Guernica?”, no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço; e a reportagem “She Wanted a ‘Free Birth.’ It Put Her and Her Baby in Grave Danger”, do “The New York Times”.See omnystudio.com/listener for privacy information.