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Da edição semanal do Expresso para o formato podcast. A opinião de Miguel Sousa Tavares, de viva voz, todas as sextas-feiras à tarde. Com um tema extra, improvisado, para descobrir na parte final de cada episódio

Miguel Sousa Tavares comenta a atualidade, com destaque para a política externa e as visitas de Trump e Putin à China. Entende que o Presidente dos EUA foi humilhado por Xi Jinping e que os chefes de Estado de Moscovo e Washington foram a Pequim numa "posição de inferioridade". Sobre a polémica da autorização portuguesa nas Lajes, acha que o Governo "se saiu muito mal" depois das palavras de Rubio. Falamos ainda do futuro e da possibilidade de não se cometerem erros do passado (com criticas a Cavaco Silva). O cronista do Expresso defende que se aposte nos jovens em vez de aumentar as pensões dos "velhos" (e não idosos - palavra que "cheira a doença"). Na discussão sobre o pacote laboral sobram criticas para os sindicatos, o Governo (que omitiu o tema no programa eleitoral), o PS ( falta uma "posição clara" a Carneiro) e o Presidente ("falou antes de tempo, quando disse que não aceitaria uma reforma sem o ok da UGT"). See omnystudio.com/listener for privacy information.

Miguel Sousa Tavares volta a olhar para o mundo perante Trump e elogia os países que já admitem tratar-se de um "inimigo da Europa". Sobram criticas para a política externa portuguesa que "envergonha". O tom das discussões na AR também merece reparos ao cronista e não só na bancada do Chega. Falamos ainda das propostas do MP para reformar o processo penal, "sem o mínimo de autocrítica" e da conquista do campeonato pelo FC do Porto, com aplausos para treinador e presidente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Miguel Sousa Tavares reflete sobre uma geração influenciada "pela arma mais autodestrutiva que a humanidade inventou, a seguir à bomba atómica" - as redes sociais - e do "big brother tenebroso" que alimenta ideias populistas. Lembra o vicio do jogo dos mais velhos que cresce em quiosques de rua e merece criticas ao Estado e à Santa Casa. Falamos ainda do rearmamento da Alemanha de que revela ter "medo" e do caso da médica paga para facilitar reformas em Portugal: há quem não consiga perceber que "a corrupção começa aqui mesmo"See omnystudio.com/listener for privacy information.

Não faltam críticas de Miguel Sousa Tavares à diplomacia portuguesa por causa da utilização da base das Lajes por parte dos Estados Unidos: "achar que cumpriram o acordo é fazer de nós idiotas e parvos". O cronista considera que Trump "só entende a linguagem do dinheiro e ficou assustado" com a subida dos preços e encontrou um pretexto para suspender a guerra. Não faltam críticas às indemnizações da Igreja portuguesa às vitimas de abusos, "os nossos bispos perderam a vergonha" e um olhar para o ensaio de Cavaco Silva de onde destaca o recado sobre as forças populistas, "Montenegro vai na direção errada se acha que o Chega é um parceiro confiável. Boa sorte!"See omnystudio.com/listener for privacy information.

A situação orçamental portuguesa é vista já com uma possível crise económica no horizonte, resultante da guerra no Médio Oriente. Apesar do panorama positivo, Miguel Sousa Tavares gostaria de ver resultados decorrentes de maior contenção do Estado e não de receitas fiscais recorde. O Instituto Nacional de Estatística (INE) anunciou na quinta-feira o segundo maior excedente orçamental em democracia, de 0,7%, muito acima das previsões de 0,3% do Governo. “Absolutamente histórico”, disse o ministro das Finanças, e “positivo”, considera Miguel Sousa Tavares no seu podcast De Viva Voz, feito a partir da sua mais recente crónica no semanário.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Miguel Sousa Tavares comenta os dias da guerra no Médio Oriente, o impacto "brutal" para Portugal e para a Europa que "começa finalmente a acordar" e sublinha que "o maior inimigo da Europa está nos EUA". Falamos ainda do impasse da eleição para órgãos de soberania na AR. O cronista deixa uma proposta e um desafio a Seguro See omnystudio.com/listener for privacy information.

Miguel Sousa Tavares recorda um Presidente que, "quando estava no meio da multidão, não estava só". É à luz desta ideia que interpreta o "estilo" que Marcelo Rebelo de Sousa impôs em Belém, a que juntou o "vício da informação que o levou a tentar sempre ser notícia". Sobre a guerra, o cronista entende que não há saídas fáceis para os EUA perante o conflito. Em relação ao processo Marquês, sobram criticas para o Ministério Público e para os magistrados que criaram os mega processos.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Miguel Sousa Tavares comenta os dias de conflito no Médio Oriente: "a guerra vai abranger o mundo inteiro, com reflexos na economia mundial e vai ser trágica para países mais pobres". Sublinha ainda as diferenças para outras guerra com "o uso da IA no planeamento e na execução das operações militares". Sobram ainda criticas duras para Paulo Rangel por causa das Lajes e não só: "Os EUA estão a utilizar a base à revelia das condições que o governo português impôs e o Governo aceita". O cronista deixa elogios à politica externa de Espanha da qual confessa sentir "inveja", lança uma questão a José Luís Carneiro e conclui o podcast a lembrar a obra de António Lobo Antunes.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Quatro anos depois do início da “guerra de desgaste” na Ucrânia, Miguel Sousa Tavares faz o balanço da investida e da resistência dos dois lados da fronteira. No podcast, falamos ainda da Regionalização e da “atração” autárquica entre PSD e Chega. E não deixamos de lado a nomeação do novo MAI. O cronista, que se assume como amigo do ex-diretor da PJ, elogia a coragem de Luís Neves e contesta as críticas que diz não perceber, como é o caso das palavras de Passos Coelho, “a pitonisa do Governo nestas alturas”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

Sousa Tavares comenta o regresso da discussão em torno da Regionalização, depois das tempestades. Admite que o país beneficiaria de uma descentralização de poderes, mas recusa que deva dividir-se em regiões, o que levaria a "substrair competências às autarquias". O cronista também contesta que uma Regionalização tivesse trazido melhores respostas face às intempéries. E se o país avançar nesse caminho, sem novo referendo, Sousa Tavares considera tratar-se de "uma golpada democrática". E espera para ver "como o novo PR vai evoluir nessa matéria"See omnystudio.com/listener for privacy information.