Transcript
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As luzes estão acesas, as câmeras ligadas e Donald Trump em cena, como se nunca tivesse saído. O palco é a Casa Branca e a presidência dos Estados Unidos, um show diário de poder, confrontos e urgências. Para ele, é a era dourada da América. Um poder presidencial reforçado por canetadas que contornam o Congresso e redefinem limites.
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O governo de Donald Trump congelou o repasse de 2 bilhões de dólares para uma das instituições de ensino de maior prestígio no mundo. A Universidade de Harvard é mais antiga.
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Que os Estados Unidos.
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Agora, virou a primeira grande instituição de ensino superior a se levantar contra Donald Trump. Mas Trump voltou a ameaçar usar uma outra lei, a de insurreição, para convocar as Forças Armadas a intervirem em cidades americanas. Chicago é a terceira cidade americana a receber soldados da Guarda Nacional para patrulhar as ruas, Donald Trump também ameaça intervir na segurança de pelo menos outras sete cidades.
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Um ano marcado por grandes anúncios transmitidos ao vivo, todos pensados para causar impacto, muito impacto.
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Trump batizou esta quarta-feira de Dia da Libertação, data que, segundo ele, marca o início das tarifas que vão libertar os Estados Unidos da exploração estrangeira. No anúncio, no fim da tarde, na Casa Branca, ele disse, esse é um dos dias mais importantes na história americana. É a nossa declaração de independência econômica. O presidente apresentou uma grande tabela, listando os quase 200 países atingidos.
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E marcado por declarações chocantes. Num caso recente, Trump disse não querer imigrantes da Somália porque o país deles fede. E continuou, abre aspas, mentiras sobre imigrantes acompanhadas de medidas duras.
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O que acontece é que as pessoas estão no trabalho, nem desconfiam porque estão nos Estados Unidos há muitos anos, e de repente são presas pela imigração e desaparecem. A família nem sabe para onde a pessoa foi levada, então são pessoas que ficam longe da família, longe do advogado, sem recursos. As prisões, em média, depois da posse de Trump, são mais do que o dobro do que foram no segundo semestre do ano passado. Mas a meta de Donald Trump é muito maior. É a deportação de um milhão de imigrantes por ano. Seria preciso mais do que dobrar as prisões e deportações feitas agora.
