Transcript
Narrator/Host (0:00)
Tim Black, um plano exclusivo para você descobrir a sua melhor versão.
Mahmoud Abbas (0:09)
É preciso, em primeiro lugar, um fim imediato à guerra em Gaza.
Natuza Nery (0:14)
Com visto negado para entrar nos Estados Unidos, o líder da autoridade palestina discursou na Assembleia Geral da ONU por videoconferência. Mahmoud Abbas fez duras críticas à guerra em Gaza.
Mahmoud Abbas (0:26)
O que Israel está fazendo não é uma agressão. É um crime de guerra e um crime contra a humanidade.
Natuza Nery (0:39)
E condenou os ataques do grupo terrorista Hamas contra o povo israelense.
Guga Chakra (0:44)
Apesar de tudo que o nosso povo.
Mahmoud Abbas (0:47)
Vem sofrendo, nós rejeitamos o que Hamas fez no dia 7 de outubro. Essas ações que tiveram como alvo civis israelenses e os tomaram como reféns, essas ações não representam o povo palestino, nem representam a sua justa luta por liberdade e independência.
Natuza Nery (1:11)
Abbas agradeceu países que recentemente reconheceram o Estado da Palestina.
Mahmoud Abbas (1:16)
E aqui eu gostaria de, em nome do povo palestino, expressar a nossa gratidão, nosso apreço por todos os estados que recentemente reconheceram o Estado da Palestina. Nós pedimos que todos os estados que ainda não fizeram que reconheçam o Estado da Palestina.
Natuza Nery (1:37)
E afirmou, o Hamas deve ficar de fora de um futuro governo do Estado palestino.
Mahmoud Abbas (1:43)
Nós afirmamos e vamos continuar a afirmar que a faixa de Gaza vai continuar a ser uma parte do Estado da Palestina. O Hamas e outras facções precisarão entregar suas armas para a autoridade palestina como parte de um processo para construir a instituição de um Estado.
Natuza Nery (2:10)
Nesta semana, antes do início da Assembleia Geral da ONU, lideranças se encontraram para discutir essa, que é uma demanda antiga dos palestinos e cobrada há pelo menos sete décadas.
Narrator/Reporter (2:21)
Reino Unido, Austrália, Canadá e Portugal se juntaram então aos 143 países membros da ONU que já reconhecem a Palestina. E mais países vão fazer o mesmo nessa conferência hoje, incluindo França, Bélgica, Luxemburgo, Nova Zelândia. Essa medida amplia a pressão internacional pela criação de um Estado palestino como um caminho para acabar com a guerra em Gaza.
