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Descobri que não sei dizer efervescência. De resto, o titulo indica o conteúdo: 13 de Maio, aparições de Fátima, religião e efervescência colectiva.Coisas boas da semana:- @entrepapasefruta- "The Afterparty" Lykke Li

Met Gala, pequena intervenção de Mariana Baião Santos e opinião sobre a interpretação do tema. Por falar em interpretação, o episódio é sobre isso e e sobre a sua extinção. Coisas boas da semana:- "The Drama" com Zendaya e Robert Pattinson- Salame de chocolate

Fui à escandinávia e perdi-me nos bolinhos e na liberdade. Christiania - a cidade livre - uma experência social de uma comunidade utópica alternativa. Não se é Vicking, está-se Vicking. Coisas boas da semana:- "A Praia" - Danny Boyle - Black Cat - Festival de cinema

Seremos nós obcecados por nós compreendermos? Praticámos tanto o auto cuidado que o estrágamos, tal como a skincare, as morning routines e a palavra gratidão. Questão: quem é que é tóxico? Nós ou a prática?Coisas boas da semana:- tomar o pequeno almoço fora- Pole to Pole with Will Smith- Abóbora com canela

Porque é que as sopas das avós de Portugal são todas diferentes mas todas iguais ao mesmo tempo? Sopas, livro de receitas mais antigo de Portugal e do mundo e ainda a importância do registo e do arquivo. Coisas boas da semana:- Dreambooks- Aadam Jacobs e os 10 000 concertos- @SoundWavesOfWax- Livo Lx90

Coisas que descobri na páscoa: construções de género são jogadas de marketing e o azul e rosa têm mais ou menos 60 anos.Coisas boas da semana:- quinta pedagógica- Raye "This Music May Contain Hope"

Cuidado com as mentiras. Não acreditem em nada. O valor sentimental e a arte de representar coisas mundanas. Ser mundano, abraçar a rotina e saber que o importante é fazer o jantar, é uma arte. Sugestões:A casa do frango; O velho e o mar; O cavaleiro da armadura enferrujada; @fplancroissant

Gravuras na calçada portuguesa estão em extinção, tal como as gárgulas, a arte palpável e a humanidade. Divagações sobre a Bauhaus e a arquitectura no geral... Mais uma prova que a inteligência artifical está por trás do nosso fim.

Primeira viagem com bebé de 6 meses feita com distinção; primeiro teste de saber aproveitar o presente completamente chumbado. Ir a Londres é sempre bom. Porque é que Mary Shelley (autora de Frankenstein) é tão fixe.

Pessoas têm nomes há imenso tempo, há uma vila na Índia em que as pessoas têm melodias e, depois de ter divagado muito, finalmente chegámos ao estoicismo. Um passinho mais perto da resolução de ano novo.