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A sanidade é um dos principais fatores para o sucesso da avicultura, seja em sistemas comerciais ou na criação de galinhas caipiras. Doenças causadas por vírus, bactérias e outros agentes infecciosos podem provocar alta mortalidade, queda na produção de ovos, redução do ganho de peso e prejuízos econômicos. Especialistas apontam que medidas de biosseguridade, vacinação e monitoramento constante do plantel são as principais ferramentas para manter as aves saudáveis e impedir a disseminação de enfermidades.De acordo com a publicação “Sanidade Avícola”, da Escola de Veterinária da UFMG, a prevenção é mais eficiente e econômica que o tratamento de surtos. Entre as doenças de maior importância está a influenza aviária, considerada uma enfermidade de notificação obrigatória. Provocada por vírus influenza do tipo A, ela pode causar problemas respiratórios graves, redução da postura, edema, alterações neurológicas e elevada mortalidade, dependendo da cepa viral.Outra enfermidade de grande relevância é a Doença de Newcastle, também viral e altamente contagiosa. Os principais sinais clínicos incluem dificuldades respiratórias, diarreia, alterações nervosas, torcicolo, tremores e queda na produção de ovos. Assim como a influenza aviária, trata-se de uma doença de notificação obrigatória devido ao seu potencial de causar grandes prejuízos à cadeia produtiva.Durante visita no Sítio Capim Moiado, o jornalista Francys de Oliveira, graduando em agronomia, acompanhou o engenheiro agrônomo, professor Fabrício Andrade, em uma missão: controlar e prevenir as aves da propriedade de doenças respiratórias.

O setor de proteínas animais do Brasil encerra o primeiro semestre com números que apontam para recordes históricos de exportação em todos os segmentos. Enquanto o mercado físico do boi gordo em São Paulo mantém uma postura de cautela, operando na casa dos 335 reais à espera de definições sobre as cotas chinesas, os dados preliminares da SECEX indicam um desempenho sem precedentes. As projeções apontam para embarques recordes de carne bovina, suína e de frango, com esta última podendo atingir 430 mil toneladas apenas em junho. Vlamir Brandalizze destaca que os dados consolidam a posição do Brasil como fornecedor estratégico global em um ano de movimentação logística intensa.Produtores rurais de Minas Gerais passam a contar com novas regras para a tributação do ICMS sobre a produção de leite e com mudanças na política estadual de incentivo à energia renovável no campo. A nova legislação, sancionada pelo governador Mateus Simões, altera normas tributárias e amplia a participação do setor agropecuário nas ações voltadas à geração de energia limpa, trazendo impactos para produtores, cooperativas e agricultores familiares em todo o estado.Rafael Mendonça traz mais informações direto da redação.

● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze!● Soja em Alta: Por que Chicago reagiu e o queesperar?● Milho: Por que a colheita lenta no Brasil podemexer com o preço?● Sorgo: Brasil caminha para Safra Recorde de 8milhões de toneladas● Feijão em Pausa: O que esperar dos preços após aqueda no campo?● O Dilema do Produtor de Arroz: Falta de apoio ecustos elevados● Setor arrozeiro condiciona acesso ao Plano Safraa dívida e juros menores● Trigo em Alta: Por que o pão pode ficar maiscaro com a crise em Chicago?● Olho na China: O futuro do preço do boi dependeda renovação de cotas?● Chuvas atípicas e disparada no café; como seráem julho? - Joãozinho Grafista respondeApresentação Francys de Oliveira

A Comissão de Agricultura e Pecuária (CRA) debateu nesta quarta-feira (1) a aplicação da nova lei dos defensivos agrícolas. Em vigor desde 2023, a norma ainda depende de regulamentação pelo governo federal. O senador Jaime Bagattoli (PL-RO) disse que a falta de decreto gera insegurança jurídica e demora no registro de novos produtos. Já a Anvisa e o Ibama defenderam rigor técnico nas análises de saúde e meio ambiente.Marcella Cunha tem as informações direto da Rádio Senado.A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que amplia de 18 para 25 anos o prazo de proteção dos direitos de propriedade sobre cultivares de videiras, árvores frutíferas, espécies florestais, plantas ornamentais e cana-de-açúcar. A proposta busca incentivar investimentos em pesquisa e no desenvolvimento de novas variedades mais produtivas e resistentes, ao mesmo tempo em que mantém exceções para pequenos produtores e agricultores familiares. O texto agora segue para análise do Senado.Antônio Vital chega com as informações.

O Conselho Monetário Nacional definiu as taxas de juros do Funcafé para a safra 2026/2027 e reduziu o custo do crédito para produtores, cooperativas e indústrias do setor cafeeiro. Com mais de R$ 7 bilhões disponíveis para financiamento, a medida busca fortalecer uma cadeia produtiva em que o Brasil segue como líder mundial na produção e exportação de café. Confira os detalhes com Rafael Mendonça.A Comissão do Senado, que analisa a Medida Provisória (MPV) 1345/2026 no Congresso, aprovou linhas de crédito no valor de R$ 15 bilhões para exportadores brasileiros, por meio do Plano Brasil Soberano. Além do setor industrial, foram incluídos no grupo de beneficiários também as empresas do setor agropecuário, da pesca e aquicultura, e os exportadores de recursos minerais. O senador Alan Rick (Republicanos-AC), relator da MP, argumenta que a iniciativa dará maior proteção e suporte em cenários de instabilidade internacional. O texto seguirá para análise dos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado, respectivamente.Lana Dias tem mais informações, direto da Rádio Senado.A Câmara dos Deputados aprovou uma medida provisória que reduz de dois anos para seis meses o prazo de isenção de tributos sobre o cacau importado utilizado como matéria-prima pela indústria brasileira. A proposta, que agora será analisada pelo Senado, busca estimular o uso do cacau nacional e fortalecer os produtores brasileiros, mas também gerou críticas de parlamentares que avaliam que a mudança pode reduzir a competitividade das empresas exportadoras de chocolate.Antônio Vital tem mais informações direto da Rádio Câmara.

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● Sem CAR, sem Plano Safra: prosa com João Batista dos Santos, contador e diretor do Sindicato dosProdutores Rurais de Paracatu e com Marcos Guimarães, Supervisor Regional do IEF● Encontro vai debaterpotencial da aguardente de rapadura de Paracatu● Funcafé reduz juros e disponibiliza R$ 7,3bilhões para financiar safra 2026/2027● Búfala brasileira supera recorde mundial commais de 40 quilos de leiteApresentação Francys de Oliveira

● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze!● Alerta na soja: por que o produtor deve focar nobarter agora?● Produção de milho pode cair?● Sorgo em foco: O que a quebra na safra americanasignifica para o Brasil?● Feijão carioca nobre desaparece do mercado esaca chega aos R$ 425● Arroz: Como o frio e a virada de mês podem mexercom a demanda nas gôndolas?● Trigo em crise? Calor extremo e risco de fogoameaçam safra na Europa● Hoje também é dia de Moacir Naves: produtorsegura o boi e frigorífico fica SEM escala!● Governo lança Plano Safra e valores desagradamlideranças do agro● PIB do Agronegócio Mineiro registra melhordesempenho da série históricaApresentação Francys de Oliveira

O mercado internacional do algodão enfrenta a pressão de um cenário macroeconômico desafiador, marcado pela força do dólar e pela volatilidade do petróleo. Enquanto a Bolsa de Nova York reflete a melhora nas condições de safra dos Estados Unidos, a demanda aquecida da China e os riscos climáticos na Índia surgem como importantes suportes para os preços da pluma. Lício Pena, diretor-executivo da Associação Mineira dos Produtores de Algodão (AMIPA), detalha os principais fundamentos que movimentaram o setor entre 22 e 26 de junho, analisando desde a competitividade do algodão brasileiro no mercado asiático até os impactos da política monetária global. O Brasil consolida sua posição como protagonista no mercado global de algodão, ampliando a liderança nas importações chinesas e registrando um salto de quase 58% na média diária de exportações neste mês de junho. Enquanto a colheita da safra 25/26 ganha ritmo em estados como Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso, o setor se reuniu para projetar os desafios da competitividade e inovação na cadeia produtiva. Lício Pena faz um balanço sobre o avanço das máquinas no campo e as cotações atualizadas da pluma em solo mineiro.