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● IGAM vai ao Noroeste de Minas para resolveroutorgas e conflitos envolvendo a água● Contratos agrários demandam análise jurídica eambiental antes da assinatura● El Niño requer resposta conjunta e gestão deriscos, dizem especialistas● Semiárido mineiro cobra mais políticas públicaspara convivência com a seca● Renegociação de dívidas de produtores ruraissegue para Plenário● Cadeia de carnes impulsiona desempenho doagronegócio mineiro em 2025● Captação de leite bate recorde no 1º trimestre,mas avanço desacelera● Qual a diferença entre pesca e aquicultura?Apresentação Francys de Oliveira

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado aprovou o projeto que autoriza o Executivo a usar o dinheiro do fundo social do pré-sal e de outros fundos para financiar a renegociação de dívidas de produtores rurais (PL 5122/2023). O prazo para quitação do novo financiamento, sem juros, mora e outros encargos, será de 10 anos, com percentuais que variam de 3,5 a 7,5% ao ano. O texto segue para votação em regime de urgência no Plenário do Senado.Alexandre Campos tem os detalhes direto da Rádio Senado.

● Alerta Climático: Chuvas pontuais em SP e MGpodem paralisar a colheita de café - Joãozinho Grafista analisa● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze● O risco logístico dos fertilizantes para a novasafra de soja● Milho: A diferença de R$ 10 entre o curto e olongo prazo.● Pão e macarrão mais caros? O cenário preocupantepara o Trigo em 2027● Desânimo no Campo: Produtores de arroz sinalizamsaída do setor e queda na área plantada● Massa de ar polar à vista! Nova ameaça de geadapode atingir o feijão no PR e SP● Boi Gordo a R$ 350? Mercado paulista enrosca eexportação bate 230 mil toneladas● Projeto de incentivo ao setor de fertilizantesvolta ao SenadoApresentação Francys de Oliveira

Com o avanço da legislação que pretende acabar com a escala de trabalho de seis dias trabalhados para um de folga, o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, declarou que o agronegócio vê com legitimidade o debate sobre a redução da jornada. No entanto, ele defendeu que qualquer mudança ocorra de forma gradual para evitar impactos econômicos e dificuldades de adaptação nas empresas.De acordo com o parlamentar, a principal preocupação da bancada é garantir uma transição equilibrada e organizada, reduzindo ao máximo os efeitos sobre o setor produtivo. Na avaliação dele, mudanças abruptas podem gerar consequências tanto para os produtores quanto para os consumidores.

O acesso a água para consumo humano e produção de alimentos é um grande desafio para os moradores do semiárido mineiro. A necessidade de políticas públicas para contornar esse tipo de adversidade foi pauta de audiência pública na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Mais informações com o repórter Luiz Felipe Balona.

Neste programa o ponto alto foi a prosa que Francys de Oliveira teve com o Prefeito de Paracatu MG, Pedro Adjuto, que falou sobre as ações do município junto ao produtor rural.Confira!

Após negociações com o governo, a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado deve votar o projeto de renegociação de dívidas dos produtores rurais. Recursos do Fundo Social do Pré-Sal ficam fora da proposta. Reportagem de Hérica Christian.

O agronegócio brasileiro reafirma sua força global com o complexo de carnes atingindo recordes históricos de exportação neste mês de maio. Impulsionado por embarques que já somam mais de R$10 bilhões em divisas apenas nas três primeiras semanas, o setor vê a carne bovina retomar fôlego na casa dos R$350 a arroba. Vlamir Brandalizze avalia os dados das exportações e comenta que proteínas de frango e suíno aproveitam a estabilidade nos custos de ração para acelerar o ritmo nos frigoríficos.

O mercado de feijão encerra o mês de maio vivendo um momento de forte queda de braço entre a produção e o varejo, após uma arrancada expressiva nas cotações. Com a oferta severamente limitada pelas geadas no Paraná, o feijão carioca de alta qualidade chegou a testar patamares nominais de R$500 a saca, mas o ritmo de negócios começou a 'patinar' diante da resistência dos supermercados. Vlamir Brandalizze traz uma curiosidade: o grão nobre passou a competir em preço com frango e ovos nas gôndolas, forçando empacotadores a recuarem nas compras enquanto aguardam a resposta do consumidor final.

O leilão de Pepro realizado pela Conab negociou cerca de 119,7 mil toneladas de arroz em casca e movimentou mais de R$ 21 milhões. A Federarroz avaliou o resultado como positivo para apoiar a comercialização no Rio Grande do Sul, reduzir estoques e melhorar as condições de escoamento da produção.Nestor Tippa Júnior, da Agência Agroeffective, tem as informações.