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EUA prorrogam ordem de emergência nacionalcontra o Brasil Como fica o agro brasileiro com o novotarifaço?

Leite spot mantém estabilidade mesmo comdemanda mais fraca por derivados Lei proíbe alimentação forçada de animais

Pesquisadores da Universidade da Flórida desenvolveram uma nova variedade de laranjeira geneticamente modificada para combater o greening (HLB), doença que devastou a citricultura do estado norte-americano desde 2005. A planta produz uma proteína derivada da bactéria Bacillus thuringiensis (Bt), capaz de eliminar as ninfas do psilídeo-asiático, inseto responsável por transmitir a doença. Os testes em laboratório e estufa apresentaram resultados promissores, impedindo que a praga complete seu ciclo de vida.A tecnologia ainda precisa ser validada em campo, etapa prevista para os próximos anos. Os pesquisadores acreditam que a solução poderá reduzir significativamente o uso de inseticidas e ajudar no controle do greening, embora ainda sejam necessários métodos complementares para combater os insetos adultos, que continuam transmitindo a bactéria.O jornalista Rodrigo Brandão, do Fundecitrus, repercute com os pesquisadores Renato Bassanezi e Franklin Behlau, os resultados de estudos desenvolvidos nos Estados Unidos e também no Brasil. Apesar de uma cura para o greening ainda não ter sido identificada, o tratamento dos pomares ajuda, em alguns casos, a amenizar os impactos da doença.

O setor lácteo brasileiro vive um momento decisivo. Entre a oscilação nos preços pagos pela captação, a concorrência com o leite em pó importado e os desafios diários dentro da fazenda, o produtor rural precisa se equilibrar para manter a atividade rentável. Para debater esse cenário e celebrar uma trajetória de mais de seis décadas de apoio ao homem do campo, o Podcast Agro A+ com Francys de Oliveira recebeu Valdir Rodrigues e Lionel Oliveira, presidente e vice-presidente da Coopervap (Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu).Apesar de uma recuperação gradual nos preços pagos ao produtor a partir de fevereiro, o cenário ainda exige muita cautela e “pé no chão”. A recente instabilidade no mercado spot reflete uma desaceleração da captação interna — reflexo direto do desestímulo sofrido pelos pecuaristas nos últimos anos.Segundo a diretoria da Coopervap, o alto custo dos insumos, juros altíssimos, e as incertezas do mercado fizeram com que muitos pecuaristas evitassem investimentos no rebanho e na nutrição intensiva, resultando em uma queda de captação de 15% a 20% na região do Noroeste de Minas, mesmo sem a perda direta de cooperados.Um dos pontos mais preocupantes destacados na prosa foi a escassez de mão de obra qualificada e a falta de sucessão familiar nas propriedades. Produtores estão encerrando as atividades por não encontrarem vaqueiros e folguistas para cumprir o manejo diário e a legislação trabalhista, somado ao êxodo dos jovens para os centros urbanos. A automação e a robótica surgem como tendências globais, mas ainda possuem custos muito elevados para a realidade da maioria dos produtores de leite.Um grande gargalo enfrentado pelo setor são os altos juros de financiamento e renegociação de dívidas, que superam os 20% ao ano, travando a capacidade de investimento do produtor rural.Além disso, a entrada massiva de leite em pó importado — muitas vezes reidratado e próximo ao vencimento — pressiona o mercado nacional. Governos estaduais (como Minas Gerais e Goiás) e a esfera federal vêm articulando medidas sanitárias e fiscais para proibir a reidratação desse leite importado, visando proteger a cadeia produtiva brasileira e garantir a segurança alimentar do consumidor.Apesar das adversidades, o momento é de comemoração: a Coopervap celebra 63 anos de fundação. O que começou com um grupo de visionários focado na produção de manteiga hoje se consolidou como uma gigante do cooperativismo regional, registrando faturamento de mais de R$ 814 milhões em 2025 e projetando atingir R$ 900 milhões em breve.Entre os destaques recentes estão a premiação, durante a 49ª Expolac - Minas Láctea 2026 -, realizada entre os dias 13 e 16 de julho, em Juiz de Fora (MG), ao Queijo Parmesão Paracatu que alcançou o 3º lugar no Concurso Nacional de Laticínios, um dos mais tradicionais e respeitados do país; e a forte presença da marca parceira Cemil no mercado nacional de leite condensado e derivados.Além disso, a recuperação e industrialização de subprodutos, como o soro de leite — antes descartado e hoje base para bebidas lácteas, achocolatados e suplementos —, tem sido peça-chave para agregar valor à produção e garantir a sustentabilidade financeira da cooperativa e do produtor.

Principais adubos para se ter no sítio

Pecuária de Leite: FALTA MÃO DE OBRA E SOBRA IMPOSTO. Debate franco com produtoresO setor lácteo brasileiro vive um momento decisivo. Entre a oscilação nos preços pagos pela captação, a concorrência com o leite em pó importado e os desafios diários dentro dafazenda, o produtor rural precisa se equilibrar para manter a atividade rentável.Para debater esse cenário e celebrar uma trajetória de mais de seis décadas de apoio ao homem do campo, o Podcast Agro A+ com Francys de Oliveira recebeu Valdir Rodrigues e Lionel Oliveira, presidente e vice-presidente da Coopervap (Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu).Confira

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