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A violência doméstica não é assunto exclusivo das mulheres. Como já apontava a socióloga feminista Heleieth Saffioti, a busca pela igualdade requer o envolvimento dos homens, “uma vez que se trata de mudar a relação entre homens e mulheres”. No caso da violência doméstica, a formação patriarcal da nossa sociedade dita relações afetivas e arranjos interpessoais baseados no machismo e na subjugação das mulheres. Como envolver os homens na busca por relações pautadas pela igualdade e pelo respeito? A violência doméstica é uma questão de toda a sociedade. E precisamos coletivamente compreendê-la para superá-la. Este é o terceiro episódio da série Enfrentamento à violência doméstica contra mulheres: Responsabilidades do Estado e de toda a sociedade, do Patrícia Galvão Podcast, que debate dados da pesquisa “Redes de apoio e saídas institucionais para mulheres em situação de violência doméstica”, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão, em parceria com o Ipec, e apoio do Instituto Beja.

O Estado deve garantir às mulheres em situação de violência doméstica acesso integral e universal aos serviços públicos especializados - tanto no âmbito da saúde e da assistência social, quanto da justiça e da segurança pública. A violência doméstica é uma questão de toda a sociedade. E coletivamente precisamos compreendê-la para superá-la. Este é o segundo episódio da série “Enfrentamento à violência doméstica contra mulheres: Responsabilidades do Estado e de toda a sociedade", do Patrícia Galvão Podcast, que debate dados da pesquisa “Redes de apoio e saídas institucionais para mulheres em situação de violência doméstica”, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão, em parceria com o Ipec, e apoio do Instituto Beja. Saiba mais.

Diariamente, vemos notícias sobre casos de violência contra mulheres. Violência física, psicológica, sexual, moral e patrimonial. Muitas são as formas de abuso em que o gênero segue sendo o principal fator de risco e em que os agressores são majoritariamente os parceiros, atuais ou ex. A violência doméstica é um problema que afeta toda a sociedade e precisamos compreendê-la em sua complexidade para conseguirmos superá-la de forma coletiva, em um esforço que deve envolver o Estado e também cada um e cada uma de nós. Este o primeiro episódio da série “Enfrentamento à violência doméstica contra mulheres: Responsabilidades do Estado e de toda a sociedade”, do Patrícia Galvão Podcast, que debate dados da pesquisa “Redes de apoio e saídas institucionais para mulheres em situação de violência doméstica”, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão, em parceria com o Ipec, e apoio do Instituto Beja.

Pesquisa realizada pelo Instituto Patrícia Galvão e Locomotiva aponta que, para a maioria da população, a discussão sobre aborto no Brasil é sobretudo um tema de saúde pública e direitos. No entanto, nos últimos anos, visões contrárias ao direito à interrupção da gravidez em caso de estupro têm procurado impactar as políticas públicas que garantem o acesso a esse direito. Para conversar sobre esses retrocessos e ameaças de retirada do direito de meninas e mulheres interromperem uma gestação decorrente de um estupro de forma legal e segura em um hospital público, o Patrícia Galvão Podcast recebe a defensora pública Lia Medeiros do Carmo Ivo, atual coordenadora do Núcleo Especializado de Defesa da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, da Defensoria Pública do Piauí. Saiba mais sobre a série Direito ao aborto em caso de estupro: https://agenciapatriciagalvao.org.br/patricia-galvao-podcast/patricia-galvao-podcast-serie-direito-ao-aborto-em-caso-de-estupro-estreia-segunda-temporada/

Para 87% da população brasileira, é direito da vítima de estupro decidir se quer ou não interromper a gravidez decorrente da violência e 3 em cada 4 mulheres gostariam de poder contar com essa opção. Para conversar sobre como funciona um serviço de referência que garante esse direito às vítimas, o quarto episódio da segunda temporada da série Direito ao aborto em caso de estupro do Patrícia Galvão Podcast recebe a médica ginecologista e obstetra Débora Britto, que atua no programa Superando barreiras, um programa que acolhe e oferece atendimento multidisciplinar a mulheres vitimas de violência, na Maternidade Escola Assis Châteaubriant, do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Ceará, em Fortaleza/CE. Saiba mais sobre a série Direito ao aborto em caso de estupro: https://agenciapatriciagalvao.org.br/patricia-galvao-podcast/patricia-galvao-podcast-serie-direito-ao-aborto-em-caso-de-estupro-estreia-segunda-temporada/

Neste terceiro episódio da segunda temporada da série Direito ao aborto em caso de estupro, o Patrícia Galvão Podcast recebe o médico ginecologista e obstetra Cristião Rosas, coordenador da Rede Médica pelo Direito de Decidir - Global Doctors for Choice/Brasil. No programa, conversamos sobre as barreiras que impedem a implementação de novos serviços que garantam acolhimento às mulheres que buscam interromper uma gestação decorrente de estupro. Saiba mais sobre a série Direito ao aborto em caso de estupro: https://agenciapatriciagalvao.org.br/patricia-galvao-podcast/patricia-galvao-podcast-serie-direito-ao-aborto-em-caso-de-estupro-estreia-segunda-temporada/

Para conversar sobre o papel da atenção primaria à saúde na garantia do aborto em caso de estupro, o Patrícia Galvão Podcast recebe a médica de família e comunidade Denize Ornelas, atual diretora de Comunicação da Associação Paulista de Medicina de Família e Comunidade. Saiba mais sobre a série Direito ao aborto em caso de estupro: https://agenciapatriciagalvao.org.br/patricia-galvao-podcast/patricia-galvao-podcast-serie-direito-ao-aborto-em-caso-de-estupro-estreia-segunda-temporada/

Pesquisa realizada pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva aponta que 51% da população não conhece a Lei do Minuto Seguinte que garante atendimento de saúde para vítimas de estupro sem necessidade de fazer um boletim de ocorrência. Neste primeiro episódio da nova temporada da série Direito ao aborto em caso de estupro, conversamos com a médica Jamile Martins, coordenadora do Serviço de Atenção Integral às Mulheres em Situação de Violência Sexual do Hospital da Mulher, em Salvador/BA, sobre como a desinformação impacta o acesso de meninas e mulheres ao direito ao aborto em caso de estupro. Saiba mais sobre a série Direito ao aborto em caso de estupro: https://agenciapatriciagalvao.org.br/patricia-galvao-podcast/patricia-galvao-podcast-serie-direito-ao-aborto-em-caso-de-estupro-estreia-segunda-temporada/

Cidades seguras para todas as pessoas devem ser pensadas levando em conta as desigualdades, já que, quanto mais diversificados forem o planejamento e a execução das ações de mobilidade, mais pessoas se sentirão protegidas nos seus trajetos. Este é um dos temas do terceiro episódio da série Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade, do Patrícia Galvão Podcast, que recebe a arquiteta e urbanista, Bethânia Boaventura. Para ela, devido à “divisão sexual [do trabalho] e aos papéis de gênero, o deslocamento das mulheres é completamente diferente do deslocamento dos homens. A partir daí, é preciso pensar formas para que as mulheres se sintam mais seguras”. O objetivo desta série é debater os dados da pesquisa Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva, com apoio da Uber e apoio técnico e institucional da ONU Mulheres, em outubro de 2021.

Formas de locomoção para driblar a insegurança nos deslocamentos das mulheres, considerando a estrutura machista e racista da mobilidade pública são temas analisados no segundo episódio da série Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade, do Patrícia Galvão Podcast, que recebe a pesquisadora e cicloativista Jô Pereira. Segundo ela,“nós, mulheres, ainda somos as que mais sofremos dentro da mobilidade. Sofremos com medo nos deslocamentos, com os assédios, com a falta de segurança, que também está infringida na segurança viária, pública. E isso também passa pelo lugar do deslocamento com a bicicleta”. O objetivo desta série é debater os dados da pesquisa Percepções sobre segurança das mulheres nos deslocamentos pela cidade, realizada pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva, com apoio da Uber e apoio técnico e institucional da ONU Mulheres, em outubro de 2021.