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Episódios disponíveis às quartas-feiras, a partir de 24/06A Operação Lava Jato, iniciada em 2013, mudou o rumo da política brasileira, mas deixou um rastro de polêmicas e irregularidades até ser extinta em 2021. Dentre as suspeitas que ainda pairam sobre a operação, uma das mais persistentes é sobre a sua relação com o FBI e o Departamento de Justiça Americano. Nesta série original Audible produzida pela Pública, a jornalista investigativa Natalia Viana busca resposta para uma pergunta que a atormenta há anos: o FBI está por trás da Lava Jato ou isso é só uma teoria da conspiração? Você vai acompanhar uma investigação em tempo real, conhecer personagens importantes desta história – de procuradores a doleiros e agentes do FBI – e desvendar junto com as repórteres Alice Maciel e Amanda Audi até onde vão as digitais americanas na Lava Jato.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!

Alimentação e moradia cada vez mais caras, juros elevados e famílias endividadas compõem o atual cenário econômico brasileiro. Junto a isso, ganha força um discurso neoliberal que atribui aos indivíduos a responsabilidade exclusiva por sua situação financeira. Também surgem plataformas de apostas online que prometem soluções fáceis e rápidas, mas acabam comprometendo ainda mais o orçamento de pessoas pobres e periféricas.Para entender melhor a lógica de consumo e endividamento das famílias brasileiras, o Pauta Pública recebe Kauê Lopes dos Santos. Geógrafo, professor e pesquisador de economia urbana, lançou neste ano, pela editora Fósforo, o livro "Parcelado: dinâmicas de consumo na periferia". Na conversa com Andrea Dip, Kauê foge dos clichês da moralização e mostra como grande parte das dificuldades financeiras enfrentadas pelas classes média e baixa está ligada a questões estruturais.Ouça agora e não deixe de curtir e compartilhar o Pauta Pública para que esse debate chegue a mais pessoas. Você também pode colaborar com nosso trabalho se tornando uma pessoa aliada ou doando qualquer valor. Saiba mais em apoie.apublica.org.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!

O ambiente digital está no centro da disputa política e sua instabilidade parece cada vez menos um modelo de negócio e mais um projeto de poder. As redes sociais deixaram de ser apenas espaços de troca para se tornarem palco de ataques e disputas, e em um ambiente marcado pela economia da atenção, conteúdos de apelo emocional ganharam mais espaço do que a compreensão sobre o que verdadeiramente está em jogo na política.Neste episódio do Pauta Pública, Andrea Dip conversa com a antropóloga e pesquisadora Letícia Cesarino sobre os impactos dessa transformação para a democracia. Ela analisa como estamos passando de uma lógica de bolhas para uma espécie de “névoa mental permanente”, em que o acesso aos fatos públicos se distancia cada vez mais da complexidade da política. Cesarino também discute os riscos dessa nova configuração para as eleições de 2026, o avanço da extrema direita nas plataformas digitais e os desafios de reconstruir debates públicos capazes de enfrentar a desinformação e garantir a democracia. Ouça agora!Não deixe que os algoritmos ocultem o jornalismo que você apoia. O Google liberou uma ferramenta chamada “Fontes Preferidas”. Ao escolher a Pública como um dos seus canais principais, você garante o acesso direto às nossas investigações sobre direitos humanos, política, meio ambiente e o próprio poder das Big Techs. Veja o passo a passoClique aqui neste link oficial de preferências do Google.Na página que abrir, localize a Agência Pública e marque a caixinha de seleção (ou o botão de seguir).Pronto. O algoritmo acabou de receber a sua ordem."Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!

Em ano eleitoral, os ataques e a violência política ganham destaque nos espaços de poder. Mesmo que esses ataques atinjam diferentes grupos, mulheres e pessoas LGBTQIA+ seguem entre os principais alvos e discursos de ódio. Ainda assim, são elas que continuam construindo projetos políticos comprometidos com uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva. As trajetórias da deputada federal Erika Hilton e da vereadora Amanda Paschoal (PSOL-SP), são exemplos desse compromisso. Mesmo sendo constantemente alvo de transfobia e violência política, ambas atuam em temas de grande apelo popular e que mobilizam diretamente o debate público nacional, como a proposta pelo fim da escala 6x1.Neste episódio do Pauta Pública, Andrea Dip conversa com a vereadora Amanda Paschoal sobre os desafios da participação política em tempos de avanço da extrema direita. A partir de sua própria experiência como alvo de violência política, Amanda analisa o papel das fake news, a lentidão das instituições na responsabilização dos agressores e os riscos desta realidade para a democracia.Ouça agora! Não deixe de curtir e compartilhar o Pauta Pública para que este debate alcance mais pessoas. Você também pode colaborar com nosso trabalho em apoie.apublica.org Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!

Este episódio tem descrições detalhadas de violência e pode não ser adequado para todos.No último dia 18 de maio, a Marinha de Israel atacou ilegalmente, em águas internacionais, navios em missão humanitária que tentavam romper o bloqueio à Faixa de Gaza para atender a população. As ações resultaram na apreensão dos barcos da Flotilha Global Sumud e no sequestro de ativistas de diversos países, incluindo o Brasil.O médico pediatra Cássio Pelegrini, que atua no atendimento a imigrantes em São Paulo, era um dos integrantes da Flotilha e é o entrevistado do Pauta Pública desta semana. Na conversa com Andrea Dip, ele faz um relato detalhado do horror vivido nas mãos dos militares israelenses: espancamentos, choques, privação de água, exposição ao frio e ao calor, violência sexual e violência psicológica extrema. Relatos de tortura, que contaram com o aval do próprio ministro de Segurança Nacional do país, Itamar Ben-Gvir, que chegou a divulgar em suas redes sociais vídeos de ativistas amarrados e ajoelhados, com a legenda “bem-vindos a Israel”. Apesar da violência extrema, Pelegrini considera que os ativistas seguem firmes no apoio ao povo palestino: “eles fraturaram muitos corpos e foram violentos com a gente psicologicamente, mas em nenhum momento tivemos dúvida de que era o correto estar ali. Então, moralmente, a gente saiu intacto”, afirma. Ouça agora e confira a transcrição do relato em nosso site.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!

Desde a ascensão do bolsonarismo, em 2018, as eleições presidenciais passaram a ser marcadas por instabilidade, desinformação e dificuldade de prever candidaturas e possíveis resultados. A cinco meses das disputas de 2026, o atual cenário político já é complexo e instável. Lula disputa sua possível última eleição em um contexto atravessado por guerras no mundo, crises econômicas e pela crescente desinformação nas redes sociais, impulsionada pelo avanço da inteligência artificial. Ao mesmo tempo, o bolsonarismo tenta reorganizar sua sucessão política em meio às incertezas sobre a possível candidatura de Flávio Bolsonaro, atualmente envolvido em escândalos e em disputas de narrativa em torno da própria realidade dos fatos. O Pauta Pública desta semana mergulha neste cenário com um dos maiores nomes do jornalismo brasileiro, Ricardo Kotscho. Na entrevista com a Andrea Dip, ele alerta que o debate público brasileiro vive uma crise que vai muito além dos nomes colocados na disputa presidencial. Kotscho analisa como a desinformação, a fragilidade das instituições e o esvaziamento da participação política ajudam a moldar o cenário atual do país, e destaca a importância do jornalismo no comprometimento com o futuro do país. Ouça agora!Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!

“Quem tem medo de gênero?”Judith Butler busca responder a essa pergunta em seu mais recente livro, publicado pela editora Boitempo. A escritora e filósofa analisa como o conceito de gênero foi distorcido pela ideia fantasiosa de “ideologia de gênero”, sendo retratado como uma ameaça à família por movimentos ultraconservadores religiosos e de extrema direita, com objetivo de criar pânico moral e alavancar agendas antidemocráticas.Em entrevista ao Pauta Pública, Butler reflete sobre como o conservadorismo desloca as verdadeiras ameaças produzidas pelo capitalismo e pelas crises contemporâneas para pautas ligadas à igualdade, aos direitos e à diversidade. Na conversa com Andrea Dip, a filósofa também aponta caminhos para imaginar um mundo mais habitável e igualitário, baseado em solidariedade, alianças coletivas e novas formas de convivência. Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!

Neste mês lembramos 20 anos dos “crimes de maio”, quando mais de 500 pessoas - em sua maioria jovens negros - foram mortas em São Paulo, em operações policiais que seriam uma “onda de resposta” aos ataques do PCC que aconteceram no mesmo período. Mas também celebramos o nascimento desse movimento que se tornou um dos mais importantes do Brasil: Mães de Maio é um movimento que buscou transformar o sofrimento imensurável de perder um filho assassinado pelo Estado em luta contra a opressão, a injustiça e o racismo. Às Mães de Maio se juntaram outras, de todo o Brasil. Hoje a organização luta por justiça, reparação e acolhimento da dor de mulheres que perderam seus filhos para a violência policial. O Pauta Pública orgulhosamente recebe Débora Silva, fundadora do movimento, que nos lembra que nesse dia das mães não podemos esquecer as mães enlutadas nas favelas, nos territórios indígenas, nos quilombos, no campo e nas periferias.Ouça agora.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!

Desde a Revolução Industrial a tensão entre homem e máquina permeia o mundo do trabalho. Até hoje, na maior parte das vezes prevalece a ideia de que nada pode parar o progresso e o que resta aos trabalhadores é se atualizar: aprender a operar as máquinas e assim sobreviver. O mesmo acontece agora com a disseminação massiva da IA no mundo do trabalho. Os modelos de inteligência artificial não apenas realizam tarefas, mas já mediam processos seletivos, avaliam desempenho de trabalhadores e convocam para um futuro onde sequer exista o trabalhador que opera as máquinas. Se esse futuro é realista ou não, pouco se sabe, mas é fato que cada vez mais empresas investem e obrigam seus funcionários a operar essas tecnologias. Para conversar sobre a incerteza sobre o futuro do trabalho, Andrea Dip conversa com a socióloga e psicanalista Marta Bergamin, coordenadora do curso de pós-graduação em Sociopsicologia e professora da Fesp (Fundação Escola de Sociologia e Política).Ouça agora. Curso Pública de Jornalismo: inscreva-se no programa de trainee da Agência Pública até 15/05. Exclusivo para pessoas negras, indígenas e trans que tenham concluído a graduação em jornalismo nos últimos 3 anos: apublica.org/curso-publica-de-jornalismoSaiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!

Em março deste ano, a Agência Pública completou 15 anos de existência. Para marcar essa trajetória, aconteceu em São Paulo o evento “Contando o Brasil: uma celebração do jornalismo que informa e mobiliza”, em parceria com o Sesc. Foram três mesas com grandes nomes para refletir sobre os desafios do jornalismo e reforçar seu papel essencial na defesa da democracia.Para quem não conseguiu participar dos debates ou gostaria de relembrar os melhores momentos, preparamos três episódios especiais com uma versão editada de cada mesa. Neste segundo episódio, você confere “Informação que mobiliza”, com mediação da cofundadora da Pública, Marina Amaral. Ela recebe Neon Cunha, referência na luta por direitos humanos e pessoas LGBTQIAPN+ e Raull Santiago, ativista e fundador da Agência Brecha e Instituto Papo Reto.Ouça o episódio e deixe seus comentários. Na semana que vem o Pauta volta à programação normal.Saiba que você pode ser aliado da Agência Pública e colaborar com esse trabalho. Saiba mais em apoie.apublica.org ou faça um pix de qualquer valor para contato@apublica.org.Contamos com seu apoio!