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Lilia Cabral é a convidada desta edição do Provoca. Em uma conversa com Marcelo Tas, a atriz relembra os primeiros passos na televisão, reflete sobre mais de quatro décadas de carreira e revela que, ao contrário do que muitos imaginam, hoje sente muito mais nervosismo antes de entrar em cena.Ao longo da entrevista, Lilia fala sobre personagens que marcaram sua trajetória, como Griselda (Pereirão), de "Fina Estampa", papel que considera um dos maiores desafios de sua carreira e que permanece vivo na memória do público até hoje. Ela também compartilha os bastidores de "Rita Lee – Balada da Louca", explica a responsabilidade de interpretar uma personalidade tão querida pelo Brasil e conta como foi receber a aprovação de Roberto de Carvalho antes da estreia.A atriz ainda relembra sua estreia na televisão em "Os Imigrantes", comenta a paixão que sempre teve pela TV, mesmo quando muitos defendiam que o teatro deveria ser o único caminho para um ator, e reflete sobre amadurecimento, família, reconhecimento e o compromisso de continuar se reinventando a cada novo trabalho.

A médica psiquiatra e escritora Natalia Timerman é a convidada do Provoca.Em conversa com Marcelo Tas, ela fala sobre a relação entre medicina e literatura, relembra os oito anos em que trabalhou no Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário de São Paulo e explica como essa experiência transformou sua forma de enxergar o país e influenciou sua escrita.Natalia também comenta "Antes que Apague", romance inspirado na convivência com a mãe durante o avanço do Alzheimer, e reflete sobre memória, escuta, saúde mental e os limites entre ficção e autobiografia. Ao longo da entrevista, ela ainda revela como encontrou na natação em mar aberto uma maneira de lidar com a angústia e enfrentar os próprios medos.

No Provoca, Marcelo Tas recebe Péricles, uma das vozes mais importantes da história do samba e do pagode brasileiro. Em uma conversa franca e emocionante, o cantor relembra a infância em Santo André, a formação musical nas comunidades da igreja, a trajetória à frente do Exaltasamba e os desafios da carreira solo.Ao longo da entrevista, Péricles fala sobre legado, longevidade artística, família, fé, saúde mental e a importância de desacelerar após décadas de intensa dedicação à música. O artista também comenta projetos como o Pagode do Pericão, a turnê As Vozes e o espetáculo Péricles Canta Motown, reafirmando as conexões entre o samba, o soul e a música negra.

Como a inteligência artificial está mudando a forma como pensamos, trabalhamos e nos relacionamos com a tecnologia?No Provoca, Marcelo Tas recebe a cientista da computação e pesquisadora Nina da Hora para uma conversa sobre os impactos da IA, a concentração de poder das big techs, o excesso de estímulos digitais e os limites do reconhecimento facial.Ao longo da entrevista, Nina defende que a inteligência artificial não precisa ser vista como uma ameaça, mas como uma ferramenta capaz de estimular o pensamento crítico e ampliar nossa visão de mundo. Ela também explica como a sobrecarga de notificações e informações afeta nossa atenção e destaca a importância de criar momentos de desconexão.A pesquisadora ainda analisa os riscos da dependência das grandes plataformas digitais e questiona a eficácia e as implicações do uso do reconhecimento facial, chamando atenção para falhas que ainda são pouco debatidas.Uma conversa sobre tecnologia, sociedade e os desafios de um mundo cada vez mais conectado.

No Provoca, Marcelo Tas recebe a cantora, compositora e vencedora do Grammy Latino Céu. Em uma conversa sobre música, criação e identidade, a artista relembra o início da carreira, fala das escolhas que moldaram sua trajetória e reflete sobre independência artística, maternidade, envelhecimento e os desafios da produção musical em tempos de inteligência artificial.Considerada um dos principais nomes da geração que renovou a música brasileira nos anos 2000, Céu comenta sua decisão de seguir produzindo música em português, mesmo diante de propostas para construir uma carreira internacional cantando em inglês.Ao longo da entrevista, a cantora fala sobre os 20 anos de seu álbum de estreia, que a projetou para o mundo, comenta a criação do selo Coral Music e explica por que nunca se preocupou em se encaixar em rótulos ou gêneros musicais.A conversa passa ainda pela mistura de influências que marca sua obra, pela relação com a família, pela autonomia na carreira e pelo momento atual, em que celebra duas décadas de música com a turnê Céu 20 Anos.

No Provoca, Marcelo Tas recebe a cantora, compositora e vencedora do Grammy Latino Céu. Em uma conversa sobre música, criação e identidade, a artista relembra o início da carreira, fala das escolhas que moldaram sua trajetória e reflete sobre independência artística, maternidade, envelhecimento e os desafios da produção musical em tempos de inteligência artificial.Considerada um dos principais nomes da geração que renovou a música brasileira nos anos 2000, Céu comenta sua decisão de seguir produzindo música em português, mesmo diante de propostas para construir uma carreira internacional cantando em inglês.Ao longo da entrevista, a cantora fala sobre os 20 anos de seu álbum de estreia, que a projetou para o mundo, comenta a criação do selo Coral Music e explica por que nunca se preocupou em se encaixar em rótulos ou gêneros musicais.A conversa passa ainda pela mistura de influências que marca sua obra, pela relação com a família, pela autonomia na carreira e pelo momento atual, em que celebra duas décadas de música com a turnê Céu 20 Anos.

Marcelo Tas recebe Daniel Furlan e Caito Mainier, criadores do Falha de Cobertura, para uma conversa sobre futebol, humor, Copa do Mundo e os caminhos inesperados que transformam erros em acertos.No bate-papo, a dupla reflete sobre o poder único da Copa de reunir milhões de pessoas diante do mesmo acontecimento, comenta a relação com o público ao longo dos anos e fala sobre o impacto que o trabalho deles teve em quem decidiu criar, escrever e fazer humor.Entre histórias de bastidores, provocações e reflexões sobre carreira, Daniel e Caito também respondem à tradicional pergunta do programa: afinal, o que é a vida?

Tamara Klink é a convidada do Provoca. Navegadora, escritora e exploradora, ela conversa com Marcelo Tas sobre a experiência de passar meses sozinha no Polo Norte, os desafios das expedições em regiões extremas e as transformações que a solidão pode provocar.Ao longo da entrevista, Tamara compartilha reflexões sobre liberdade, autoconhecimento e a relação com o isolamento. Ela também fala sobre as mudanças climáticas observadas durante suas viagens e alerta para os impactos cada vez mais visíveis do aquecimento global no Ártico.A conversa passa ainda pela experiência de navegar sozinha sendo mulher, pelos limites entre medo e coragem e pelas perguntas que surgem quando estamos diante da imensidão da natureza.

No Provoca desta semana, Marcelo Tas recebe Yohansson Nascimento, ex-atleta paralímpico, multicampeão e atual vice-presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.Nascido em Maceió (AL), Yohansson nasceu sem as duas mãos em decorrência da rubéola contraída por sua mãe durante a gestação. Sua trajetória no esporte começou de forma inesperada, aos 17 anos, quando foi convidado por uma treinadora a conhecer o atletismo paralímpico. Pouco tempo depois, já representava o Brasil em competições internacionais.Ao longo da carreira, conquistou 6 medalhas paralímpicas, 11 medalhas em Campeonatos Mundiais e 8 medalhas em Jogos Parapan-Americanos, tornando-se um dos maiores velocistas da história do esporte paralímpico brasileiro.Na conversa, Yohansson relembra sua infância, os desafios enfrentados dentro e fora das pistas, a histórica medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, o emocionante pedido de casamento após a vitória e sua atuação atual à frente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Giovana Fagundes é atriz, comediante e criadora de conteúdo, conhecida por usar o humor como ferramenta para provocar reflexão sobre temas sociais, afetos e comportamento.Natural de Florianópolis, começou no teatro ainda na infância e mais tarde se mudou para São Paulo para investir na carreira artística. Foi nas redes sociais que ganhou grande projeção, criando vídeos que ironizam masculinidades tóxicas, machismo e padrões sociais.Na comédia, construiu uma identidade marcada pela crítica e pelo sarcasmo, abordando temas como feminismo, sexualidade, relacionamentos, racismo e não monogamia. Entre seus espetáculos estão “Orgulho do Papai”, “A História que nos Contaram” e seu novo show interativo de 2026.Também atuou na televisão, participou de programas de humor e lançou o podcast DR: Discutindo Relações, onde aprofunda conversas sobre afetos e relações contemporâneas.