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Este podcast é apoiado pelas redes sociais do exterior do Reino Unido. Olá, sou Ray Winstone. Estou aqui para lhes contar sobre o meu podcast na BBC Rádio 4, História dos Heróis mais difíceis. BBC Lê.
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Cinco dicas para ajudar seu filho a comer de tudo Reportagem de Emily Holt, da BBC News, publicada pela BBC News Brasil em 21 de setembro de 2025 Lida por Silvia Salek Se a sua mesa de jantar parece mais uma mesa de negociações do que de nutrição, você não está sozinho Segundo um estudo do NHS, o Serviço Público Britânico de Saúde, mais da metade das crianças foram avaliadas como chatas para comer. A nutricionista infantil Charlotte Sterling-Reed conversou com a BBC sobre as melhores formas de gerenciar a seletividade alimentar. Ela afirma que é importante que os pais não se culpem. É realmente uma parte normal do desenvolvimento de muitas crianças, explica. Existem muitas famílias enfrentando isso, não pense que é só com você, porque não é. A seguir, cinco dicas da nutricionista. Primeira, deixe que eles escolham. Pode parecer surpreendente, mas a especialista afirma que permitir a criança escolher o que quer comer, na verdade, pode incentivá-la a experimentar novos alimentos. Se a criança disser não quero comer isso, responder tudo bem é uma postura muito mais útil. Argumenta. À medida que a criança cresce, ela precisa tomar suas próprias decisões. Por isso, evitar reprimi-las pode ajudar. As crianças querem autonomia e dizer a elas, você não precisa comer isso, muitas vezes pode permitir que elas decidam comer se tiverem a escolha, diz a nutricionista. Ela também sugere permitir que as crianças saiam da mesa quando quiserem, para ela prolongar o horário da refeição só piora a situação. Segunda, não rotule os alimentos como bons ou ruins. rotular diferentes alimentos, em última análise, pode prejudicar o relacionamento da criança com o que ela come, segundo a nutricionista. Tente ser neutro. Evite dizer, se você comer isso, você terá uma recompensa ou uma punição. Essas duas coisas podem ter um efeito muito negativo para as crianças. Orienta. Em vez disso, ela incentiva os pais a ensinarem às crianças o equilíbrio. Não precisamos depreciar esse ou aquele alimento, mas podemos comer alguns deles com menos frequência do que outros. Eu não teria uma conversa sobre o que é mais saudável ou o que não é saudável. Eu demonstraria, eu mostraria a elas a moderação, a variedade e o equilíbrio", diz. Terceira dica, faça do prazer a prioridade. Tornar as refeições uma experiência mais agradável, além da comida em si, pode desviar a atenção do problema e incentivar a criança a comer. Isso também ajuda a fazer com que a criança deixe de associar a mesa a um lugar onde ela não quer estar. Pegue um livro, qualquer coisa que você possa fazer para que ela queira ficar à mesa, diz a nutricionista. Depois, você pode sempre dizer, agora vamos colocar o livro de lado e comer nossa refeição, mas tente não se concentrar na comida, ressalta a nutricionista. Tente fazer da hora da refeição um momento divertido e converse muito com a criança, aconselha. Quarta dica, fique atento ao apetite. Quando uma criança atinge um ano de idade, seu crescimento pode começar a ser mais lento, o que talvez gere uma queda no apetite. Existem altos e baixos, da mesma forma que nós nem sempre temos o mesmo apetite todos os dias. O mesmo acontece com os nossos filhos, diz. Ela afirma ainda que é importante ter consciência dessa situação. É a chamada alimentação reativa, deixar que eles determinem o quanto devem comer. Por isso, nós definimos a estrutura com café da manhã, almoço e jantar. Nós oferecemos as refeições naqueles horários e escolhemos os alimentos, mas precisamos deixar que eles experimentem e definam a quantidade. Se o seu filho for ativo e estiver crescendo, provavelmente ele está ingerindo alimentos suficientes, mas se você estiver preocupado com a alimentação limitada da criança ou achar que ela pode ter outras questões sensoriais, sempre vale a pena discutir o assunto com o médico. Quinta dica, faça com que eles se envolvam. Incluir seu filho o tanto quanto possível na preparação dos alimentos e refeições pode ajudá-lo a se aventurar mais. Charlotte Sterling Reid afirma que atividades simples como ajudar a pôr a mesa, participar do preparo dos alimentos, fazer as compras juntos ou até ler sobre alimentação podem ajudar. Ela também aconselha a apresentar a eles uma ampla variedade de alimentos. As crianças gostam de familiaridade, por isso, quanto mais eles se familiarizarem com todos esses alimentos, mais provável será que eles os aceitem, diz. Isso não precisa levar muito tempo, ela recomenda usar alimentos de uso rápido que contenham muitos nutrientes, algo como amendoins, sementes moídas, algumas frutas ou verduras e legumes congelados, e também produtos que você pode usar para fazer uma refeição muito rápida, Como misturar tomates em lata, lentilhas e legumes congelados. E voilà! Você tem um molho de macarrão muito saudável, repleto de nutrientes. Aconselha! Você ouviu a reportagem 5 dicas para ajudar seu filho a comer de tudo, publicada pela BBC News Brasil em 21 de setembro de 2025.
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Olá, sou Ray Winstone. Estou aqui para lhes contar sobre o meu podcast na BBC Rádio 4, História dos Heróis Mais Difíceis. Eu tenho histórias sobre os pioneiros, os rebeldes, os ex-castos que definem o difícil. E essa foi a primeira vez que alguém dirigiu um carro tão rápido sem pneus. É quase como se seus olhos fossem sair da sua cabeça. Difícil o suficiente para você? Inscreva-se em História dos Heróis Mais Difíceis, onde quer que você encontre seu podcast.
Host: BBC Brasil
Data de publicação: 18 de outubro de 2025
Reportagem: Emily Holt (BBC News)
Leitura: Silvia Salek
Nutricionista entrevistada: Charlotte Sterling-Reed
Este episódio do podcast "BBC Lê" apresenta dicas práticas de uma nutricionista infantil para pais e cuidadores enfrentando a seletividade alimentar das crianças. A reportagem busca normalizar as dificuldades à mesa, oferecer estratégias para ampliar a aceitação alimentar e aproximar as famílias de refeições mais tranquilas e prazerosas.
O episódio apresenta uma voz empática e acolhedora, focada em tranquilizar os pais e incentivar práticas alimentares positivas, sem julgamento ou culpa. As orientações são práticas, equilibradas e de fácil aplicação no cotidiano, promovendo uma relação mais saudável e leve entre pais, filhos e a comida.