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Este podcast da BBC é apoiado por adesões fora do Reino Unido.
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Oi, aqui é o Ryan Reynolds da Mint Mobile. Eu estava procurando formas divertidas de dizer que a oferta da Mint de wireless para 15 dólares por mês está de volta. Então eu pensei que seria divertido se fizéssemos bilhetes de 15 dólares. Mas parece que isso é muito ilegal. Então aqui está a minha ideia para o comercial. Dê uma olhada em mintmobile.com.
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Canetas emagrecedoras. O que acontece quando você para de usar? Reportagem de Ruth Clegg e Holly Jennings, da BBC News, publicada pela BBC News Brasil, em 21 de dezembro de 2025. Lida por Silvia Salek. É como se o interruptor fosse ligado e você instantaneamente começasse a sentir fome. Tania Hall tentou parar de tomar medicamentos para emagrecer várias vezes, mas toda vez que ela interrompe as injeções, o desejo incontrolável por comida volta. As injeções para emagrecer, ou GLP-1, fizeram por muitos o que as dietas jamais conseguiram. Aquele zumbido constante que os incentivava a comer mesmo quando estavam satisfeitos foi desligado. Os medicamentos deram àqueles que nunca pensaram que poderiam emagrecer uma nova forma corporal, uma nova perspectiva e, em muitos casos, uma vida completamente diferente. Mas você não pode continuar tomando esses medicamentos para sempre, pode? Bem, essa é uma das perguntas que ainda precisam ser respondidas e que ninguém sabe ao certo a resposta. Conhecidas por marcas como Ozempique, Oegove e Mondiaro, esses medicamentos são novos e potenciais efeitos colaterais do seu uso por longo prazo estão apenas começando a aparecer. As canetas injetáveis imitam um hormônio liberado após a alimentação chamado GLP-1, que ajuda a controlar o apetite e prolonga a sensação de saciedade. O mundiário tiser-patida ainda atua em outro hormônio, o GIP. No Brasil, uma caneta de quatro doses de monjaro, de 2,5 miligramas a dose mais baixa, está à venda nas farmácias por cerca de R$ 1.400,00. Ou seja, continuar o tratamento por um longo período não é barato. E o que acontece quando você tenta parar? Duas mulheres britânicas com histórias muito diferentes, mas com o mesmo objetivo, perder peso e manter a forma, contaram à BBC como tem sido a experiência. Foi como se algo se abrisse na minha mente e dissesse, coma tudo, vá em frente, você merece porque não come nada há muito tempo. Tânia, gerente de vendas de uma grande empresa de fitness, começou a tomar Wegov, a semaglutida, o mesmo princípio ativo do Ozempic, para provar um ponto. Ela estava acima do peso, se sentia uma impostora e achava que sua opinião não era valorizada no setor em que trabalhava por conta do seu peso. Será que ela seria levada mais a sério se fosse mais magra? No fim, ela diz que suas suspeitas se provaram corretas. Depois que começou a usar as injeções e perdeu peso, ela sentiu que era tratada com mais respeito. No entanto, durante os primeiros meses de tratamento, Tânia teve dificuldades para dormir, se sentia enjoada o tempo todo, tinha dores de cabeça e até começou a perder cabelo. Os sintomas podem não ter sido causados diretamente pelo medicamento, mas eles estão entre os possíveis efeitos colaterais da rápida perda de peso. Meu cabelo estava caindo em tufos, mas em termos de peso, ela estava alcançando os resultados esperados. Eu tinha perdido cerca de 22 quilos. Agora, mais de 18 meses depois, o que começou como uma espécie de experimento se transformou em uma mudança completa de vida. Ela perdeu 38 quilos e tentou parar de tomar o Egove várias vezes, mas em cada tentativa, em poucos dias, ela diz que come tanto que fica completamente horrorizada. Ela deveria continuar com a medicação e conviver com todos os efeitos colaterais que a acompanham ou se aventurar no desconhecido. A fabricante do Wegov, Novo Nordisk, afirma que as decisões sobre o tratamento devem ser tomadas em conjunto com um profissional de saúde e que os efeitos colaterais devem ser levados em consideração como parte desse processo. Interromper o uso de medicamentos para emagrecer pode ser como pular de um penhasco. Observa o Clínico Geral Especializado em Estilo de Vida Hussein Al Zubairi. Frequentemente eu vejo pacientes que interrompem o tratamento quando estão na dose máxima porque atingiram seu objetivo e simplesmente param. De acordo com o especialista, o efeito pode ser semelhante a ser atingido por uma avalanche ou tsunami. A vontade de comer volta já no dia seguinte. Ele afirma que as evidências até o momento sugerem que entre 1 e 3 anos após a interrupção da medicação, as pessoas recuperam uma proporção significativa do peso perdido. Algo entre 60% e 80% do peso perdido retorna, diz. Ellen Ogle está determinada a não deixar isso acontecer. Ela decidiu começar a tomar medicamentos para emagrecer porque havia chegado a um momento crucial em sua vida. Ela estava tão acima do peso que teve que assinar um termo de responsabilidade dizendo que poderia não sobreviver a uma cirurgia. Começar com o monjaro foi sua última chance de acertar. Eu comia compulsivamente por motivos emocionais. Se eu estivesse feliz, comia compulsivamente. Se eu estivesse triste, comia compulsivamente. Não importava, eu não tinha filtro nenhum. Mas quando ela começou a usar as injeções, tudo isso desapareceu. A vida sem o excesso da comida deu a Ellen o espaço para redesenhar a sua relação com a alimentação. Ela começou a pesquisar sobre nutrição e a criar uma dieta saudável. Ela tomou a medicação por 16 semanas antes de começar a reduzir a dose gradualmente, diminuindo ao longo de seis semanas. Ela perdeu 22 quilos. À medida que perdia mais peso, ela descobriu que conseguia se exercitar mais, e quando se sentia para baixo, em vez de ir até a geladeira e me entupir de comida, eu saía para correr. Mas quando Ellen parou de tomar monjaro, ela começou a ver seu peso aumentar, o que, segundo ela, a deixou um pouco confusa. É por isso que o apoio adequado é crucial, diz o especialista Hussein Al Zubaidi. O órgão regulador de medicamentos do Reino Unido recomendou que os pacientes recebam pelo menos um ano de aconselhamento contínuo e planos de ação personalizados após interromperem o tratamento, ajudando-os a trazer mudanças práticas em suas vidas para que possam manter o peso e, o mais importante, permanecer saudáveis. Mas para quem paga pelos medicamentos de forma particular, como Tânia e Ellen, esse tipo de apoio nem sempre é garantido. Nos últimos meses, o peso de Tânia permaneceu o mesmo e ela sente que a medicação está tendo pouco efeito, mas ela não vai parar de tomá-la. Ela finalmente chegou a um peso com o qual se sente confortável e cada vez que tenta parar, o medo de recuperar o peso rapidamente se torna muito grande e ela encontra uma razão para voltar a tomar a medicação. Durante os primeiros 38 anos da minha vida, eu estive acima do peso. Agora, estou 38 quilos mais magra, diz Tânia. Portanto, há uma parte de mim que sente que existe um vício que me faz continuar com o medicamento para me sentir com o controle da situação. Tudo se resume a ter uma estratégia de saída, explica Al Zubaidi. A questão é, quais são as experiências dessas pessoas depois que param de usar a injeção? O ambiente em que as pessoas vivem precisa ser um que promova a saúde e não o ganho de peso. A obesidade não é uma deficiência de GLP-1, diz ele. De certa forma, muitas pessoas entram em uma espécie de roleta russa da perda de peso quando se trata de interromper o uso de medicamentos para emagrecer. Fatores como estilo de vida, apoio, mentalidade, momento certo, influenciam como o futuro pós-GLP-1 se desenrola. Tânia continua tomando a medicação e está plenamente ciente dos prós e contras dessa decisão. Ellen sente que esse capítulo agora está encerrado. Ela tomou monjaro por cinco meses, passou por um período de redução gradual das doses de cerca de seis semanas e perdeu um total de 51 quilos. Ela mantém o peso fazendo exercícios e uma dieta rica em proteína. Quero que as pessoas saibam que a vida após o monjaro também pode ser sustentável, diz ela. A Eli Lilly, empresa que fabrica o Monjaro, afirma que a segurança do paciente é a principal prioridade da empresa e que se envolve ativamente no monitoramento, avaliação e divulgação de informações aos órgãos reguladores e prescritores. Você ouviu a reportagem Canetas Emagrecedoras, o que acontece quando você para de usar, publicada pela BBC News Brasil em 21 de dezembro de 2025. Ele é reconhecido como um dos melhores jogadores da história.
A
Ele ganhou o prestigioso Ballon d'Or cinco vezes. Ele é o maior goleiro em futebol profissional. E, de acordo com o índice do Bloomberg Billionaires, ele é o primeiro jogador ativo na história a alcançar o status de bilionário.
C
Adivinha quem estamos falando agora?
A
Isso mesmo, o bom e o mau bilionário está explorando a vida e a fortuna do ícone de futebol Cristiano Ronaldo.
C
Esse é o bom e o mau bilionário da BBC World Service.
A
Ouça agora, onde quer que você encontre seus podcasts da BBC.
Date: July 14, 2026
Host: BBC Brasil
Story by: Ruth Clegg & Holly Jennings, read by Silvia Salek
Published: BBC News Brasil, December 21, 2025
This episode features a BBC investigative article exploring the physical, psychological, and social effects of stopping weight-loss injections (GLP-1 agonists, known as “canetas emagrecedoras”) such as Ozempic, Wegovy, and Monjaro. Through personal accounts and expert insights, it examines what happens when patients try to discontinue these popular medications, revealing both the promise and the perils of this new wave of obesity management.
Notable Insight:
“Os medicamentos deram àqueles que nunca pensaram que poderiam emagrecer uma nova forma corporal, uma nova perspectiva e, em muitos casos, uma vida completamente diferente.” (00:54)
Memorable Quotes:
“Foi como se algo se abrisse na minha mente e dissesse, coma tudo, vá em frente, você merece porque não come nada há muito tempo.” — Tania describing her intense hunger upon stopping (02:30)
“Durante os primeiros 38 anos da minha vida, eu estive acima do peso. Agora, estou 38 quilos mais magra.” — Tania (09:06)
“Há uma parte de mim que sente que existe um vício que me faz continuar com o medicamento para me sentir com o controle da situação.” — Tania (09:20)
Memorable Quotes:
“Eu comia compulsivamente por motivos emocionais. Se eu estivesse feliz, comia compulsivamente. Se eu estivesse triste, comia compulsivamente. Não importava, eu não tinha filtro nenhum.” — Ellen (06:00)
“Quero que as pessoas saibam que a vida após o Monjaro também pode ser sustentável.” — Ellen (09:51)
Dr. Hussein Al Zubaidi (General Practitioner, Lifestyle Medicine):
On immediate hunger after stopping:
“É como se o interruptor fosse ligado e você instantaneamente começasse a sentir fome.” — Narrator (00:27)
On rapid weight regain:
“O efeito pode ser semelhante a ser atingido por uma avalanche ou tsunami. A vontade de comer volta já no dia seguinte.” — Dr. Hussein Al Zubaidi (05:10)
On psychological dependency:
“Há uma parte de mim que sente que existe um vício que me faz continuar com o medicamento para me sentir com o controle da situação.” — Tania Hall (09:20)
On hope after stopping:
“Quero que as pessoas saibam que a vida após o Monjaro também pode ser sustentável.” — Ellen Ogle (09:51)
On the realities of obesity:
“A obesidade não é uma deficiência de GLP-1.” — Dr. Hussein Al Zubaidi (09:40)
This summary is designed for listeners interested in medical developments, the social aspects of obesity, or considering such medications. It conveys the humanity behind weight loss journeys and the need for comprehensive support when navigating post-medication realities.