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Estado hipnagógico, o momento entre sono e vigília, que pode nos ajudar a ser mais criativos. Artigo para o site The Conversation, de Steve Taylor, professor de psicologia da Universidade Leeds Beckett, no Reino Unido, e autor de livros sobre psicologia e espiritualidade. Publicado pela BBC News Brasil em 21 de dezembro de 2025. Lido por Thomas Papon. A canção Yesterday, dos Beatles, foi escrita no que psicólogos chamam de estado hipnagógico. Essa é uma zona cinzenta entre o sono e a vigília, quando ficamos meio sonolentos em um estado semiconsciente, experimentando imagens e sons mentais vívidos. Ao acordar em uma manhã do início de 1965, Paul McCartney percebeu uma melodia longa e complexa tocando em sua cabeça. Saltou da cama, se sentou ao piano e começou a tocá-la. Ele rapidamente encontrou os acordes que acompanhavam a melodia e rascunhou algumas frases de acompanhamento que se encaixavam com a música. Custando acreditar que um som tão bonito poderia surgir espontaneamente, McCartney chegou a suspeitar que estivesse plagiando inconscientemente outra composição. Durante aproximadamente um mês, procurei pessoas do meio musical e perguntei se já tinham a ouvido antes. Pensei que se ninguém a reivindicasse depois de algumas semanas, poderia ficar com ela, relembrou. mas era mesmo original. Muitas grandes descobertas e invenções surgiram durante o estado hipnagógico. O físico Niels Bohr ganhou o Prêmio Nobel porque, estando semiconsciente, sonhou que via o núcleo do átomo com elétrons girando ao redor, tal como o sistema solar com o Sol e os planetas, e assim descobriu a estrutura atômica. Pesquisas demonstraram que o estado hipnagógico é um ponto ótimo para a criatividade. Por exemplo, em um estudo de 2021, participantes em estado hipnagógico tiveram três vezes mais chances de descobrir a regra oculta capaz de solucionar um problema matemático. Psicólogos associam a criatividade a qualidades como abertura à experiência e flexibilidade cognitiva. Outros sugerem que a criatividade surge da coordenação entre a rede de controle cognitivo do cérebro, responsável pelo planejamento e resolução de problemas, e a rede do modo padrão, associada ao devaneio e à divagação mental. No entanto, na minha opinião, uma das teorias mais importantes sobre a criatividade é também uma das mais antigas, proposta pelo psicólogo britânico Frederick Myers, em 1881. Segundo Myers, ideias e percepções surgem como uma súbita onda da mente subliminar. Para Myers, nossa mente consciente é apenas um pequeno segmento de nossa mente como um todo, incluindo não apenas o que Sigmund Freud chamou de inconsciente, mas também níveis de consciência mais amplos e elevados. As ideias podem ser gestadas inconscientemente por um longo tempo antes de emergirem à consciência. É por isso que muitas vezes sentimos que as ideias vêm de fora da mente, como se nos fossem dadas. Elas podem vir de além da nossa mente consciente. O estado hipnagógico é tão criativo porque, enquanto oscilamos entre o sono e a vigília, a mente consciente mal está ativa. Por um breve período, nossos limites mentais ficam mais permeáveis e percepções e ideias criativas podem fluir da mente subconsciente. Em sentido mais geral, é por isso que a criatividade é frequentemente associada ao relaxamento e ao ócio. Quando relaxamos, nossa mente consciente tende a ficar menos ativa. Muitas vezes, quando estamos ocupados, nossa mente está repleta de pensamentos incessantes, sem espaço para que ideias criativas fluam. É por isso também que a meditação está fortemente ligada à criatividade. Pesquisas mostram que a meditação promove qualidades criativas gerais, como abertura à experiência e flexibilidade cognitiva. Mas talvez ainda mais importante, a meditação silencia e suaviza a mente consciente, nos tornando mais suscetíveis a receber inspiração de fora dela. Como destaco em meu livro The Leap, o salto, em tradução literal, é por isso que existe uma forte conexão entre o despertar espiritual e a criatividade. Pesquisas indicam que cerca de 80% das pessoas já experimentaram o estado hipnagógico e que aproximadamente um quarto da população o vivencia com regularidade. É ligeiramente mais comum em mulheres do que em homens. Esse estado tende a ocorrer no início do sono, mas também pode surgir ao despertar ou ao longo do dia, quando sentimos sono e a consciência começa a se apagar. Podemos usar o estado hipnagógico para potencializar nossa criatividade? Certamente é possível permanecer nele, como muitos sabem das manhãs de domingo preguiçosas na cama. No entanto, um dos desafios é capturar as ideias que surgem. Nesse torpor, pode faltar o impulso de registrá-las. É tentador pensar, antes de voltarmos a dormir, essa ideia tão boa que vou lembrar dela com certeza. Mas, ao acordar algum tempo depois, a ideia desapareceu. No entanto, com treinamento mental, não há razão para que não possamos criar o hábito de registrar nossas ideias hipnagógicas. O ideal é ter caneta e papel na mesa de cabeceira ou, numa versão mais moderna, deixar o celular ao lado da cama com o aplicativo de gravação aberto. Na verdade, essa é uma prática que Paul McCartney sempre adotou. Ele chegou a treinar para escrever no escuro com esse objetivo. Também é possível usar a técnica do cochilo consciente para gerar ideias. Sempre que o grande inventor Thomas Edison ficava travado em uma solução ou em uma nova ideia, ele entrava em um estado semiconsciente enquanto segurava uma bola de metal. Quando adormecia, a bola caía no chão e o acordava, e muitas vezes ele percebia que uma nova perspectiva havia surgido. De forma mais geral, deveríamos usar a ociosidade como aliada da criatividade. Não pense que tirar uma soneca ou relaxar é perda de tempo. Longe de ser improdutivo, isso pode levar às ideias e percepções mais inspiradoras. Você ouviu o artigo Estado Hipnagógico, o momento entre sono e vigília que pode nos ajudar a ser mais criativos, do site The Conversation, publicado pela BBC News Brasil em 21 de dezembro de 2025.
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Date: 24 de fevereiro de 2026
Lido por: Thomas Papon
Baseado em artigo de: Steve Taylor (professor de psicologia, Leeds Beckett University, UK)
Neste episódio, a equipe da BBC lê o artigo de Steve Taylor sobre o "estado hipnagógico" — aquele momento singular entre o sono e a vigília — trazendo à tona como esse estado pode aumentar nossa criatividade. Com exemplos de grandes artistas e cientistas, o episódio explora as bases psicológicas desse fenômeno, sua relação com o inconsciente e formas práticas de aproveitar esse momento para produzir ideias inovadoras.
“É por isso que muitas vezes sentimos que as ideias vêm de fora da mente, como se nos fossem dadas. Elas podem vir de além da nossa mente consciente.” (Steve Taylor, [03:45])
“É tentador pensar… Essa ideia é tão boa que vou lembrar dela com certeza. Mas, ao acordar algum tempo depois, a ideia desapareceu.” ([06:20])
“Longe de ser improdutivo, isso pode levar às ideias e percepções mais inspiradoras.” ([08:15])
Steve Taylor:
“Enquanto oscilamos entre o sono e a vigília, a mente consciente mal está ativa. Por um breve período, nossos limites mentais ficam mais permeáveis e percepções e ideias criativas podem fluir da mente subconsciente.” ([05:20])
Sobre o risco de perder inspirações:
“Nesse torpor, pode faltar o impulso de registrá-las. [...] Mas, ao acordar algum tempo depois, a ideia desapareceu.” ([06:20])
O episódio traz um tom acessível, acolhedor e instigante, misturando evidências científicas com histórias inspiradoras de artistas e inventores. O texto lido busca motivar o ouvinte a enxergar o valor do estado hipnagógico como ferramenta cotidiana para a criatividade e inovação, ressaltando que grandes ideias muitas vezes emergem em momentos de relaxamento, não de esforço intenso.
O programa encerra destacando a importância de se permitir o ócio e estar atento ao estado hipnagógico como fonte de criatividade. Com exemplos práticos e científicos, incentiva o ouvinte a capturar ideias que surgem nesses momentos e transformar relaxamento e preguiça em aliadas poderosas da criatividade.