Loading summary
A
Este podcast é apoiado pelas redes sociais
B
fora do Reino Unido. Você já investiu em algo que parecia incrível no começo, mas não viveu até o hype? Como aquelas rosas de 5 dólares em uma estação de gás? Ou um pedaço de tecnologia de segunda mão que quebra nos primeiros 10 minutos? Os mercadores conhecem essa sensação. Optimizamos para números que parecem ótimos, impressões, alcance e reações, mas quando não mostram renda, Bem, essa é uma conversa não tão ótima com o CFO. O LinkedIn tem uma palavra para isso. Bullspend. Agora você pode investir no que parece bom para o seu CFO. O LinkedIn Ads gera o maior ROAS de todos os networks de adesões. Você alcança os bons compradores, porque você pode alcançar por companhia, indústria, título de trabalho e mais. Então corte o bullspend. Advertir no LinkedIn. O network que funciona para você. Passe 250 dólares na sua primeira campanha no LinkedIn Ads e ganhe 250 créditos para a próxima. Apenas vá para linkedin.com.br Termos e condições aplicáveis.
C
No Verbo, nós entendemos que até os melhores planos às vezes precisam de um pouco de apoio. Então nós planejamos os plot twists. Toda booking é automatizada pela nossa garantia de cuidado Verbo, te dando confiança desde o início. Quando você precisa de ajuda, está pronta. Antes do seu paro, nos momentos entre e depois da sua viagem. Porque uma ótima viagem começa com paz de mente. E talvez uma boa playlist. Mas nós temos a parte de paz de mente coberta.
A
O atleta de 82 anos, que é objeto de estudo por ter idade metabólica de uma pessoa de 20 anos. Reportagem de Rafael Abu-Shaibi, da BBC News Mundo, publicada pela BBC News Brasil em 27 de março de 2026. Lida por Thomas Papon. Juan López tinha 66 anos quando colocou um par de tênis e saiu pela porta de casa em Toledo, na Espanha, para correr pela primeira vez. Hoje, com 82 anos, ele bateu diversos recordes nas categorias de ultradistância dentro da sua faixa de idade. Lopes explica a BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, que apesar de ter pouco tempo para treinar porque cuida da sua esposa doente, ele ainda tenta sair para correr seis vezes por semana para se manter em forma. Ocupo todas as manhãs arrumando o café da manhã, as compras, enfim, as coisas da casa, ele conta. E à tarde, quando deixo minha mulher, Mari, quietinha no sofá, posso ir treinar. Aí treino, seja inverno ou verão, entre duas horas e duas horas e meia", conta ele. Aos domingos, tudo muda. Ele sai de manhã com um grupo de colegas e eles percorrem longas distâncias. É muito agradável, pois podemos ir conversando em um ritmo cômodo e chegamos a fazer vários quilômetros, descreve. Juan Lopes é um caso especial, tão especial que uma equipe de pesquisadores da Universidade de Castella-La Mancha, na Espanha, decidiu estudá-lo a fundo. Eles descobriram que sua idade metabólica, a idade do seu organismo medida pela quantidade de energia ou calorias que o corpo gasta em repouso, equivale à de uma pessoa na casa dos 20 anos. O que os músculos de Juan têm, principalmente, é que são muito eficientes em nível cardiorrespiratório, em termos de uso de oxigênio para produzir força, explica a BBC o médico Julian Alcázar. Os cientistas reconhecem que seu caso, em parte, é baseado na sorte, por não ter precisado lidar com nenhuma doença congênita importante na vida, nem ter sofrido acidentes que deixassem sequelas. Mas isso serve para explicar apenas uma mínima parte do quanto Juan Lopes é especial. O certo é que cada vez mais especialistas concordam que, para entender o segredo da longevidade, pode ser mais útil ouvir as histórias de vida de pessoas como este orgulhoso espanhol, em que a tenacidade e a capacidade de inovação se transformam em ferramentas fundamentais para viver uma vida longa e saudável. O fato de Lopes ter começado a correr aos 66 anos não significa que aquela fosse a primeira vez em que ele enfrentava a velocidade. Comecei minha vida com automóveis muito jovem, conta ele emocionado. Comecei com 11 anos, com veículos que tinham rodas de ferro e depois estudava à noite. Juan Lopes teve uma carreira de sucesso como mecânico de automóveis. Ele conseguiu montar sua própria oficina, onde ofereceu trabalho para vários aprendizes. Eles acabariam assumindo a administração do lugar quando Lopes se aposentou. Seus amplos conhecimentos de mecânica permitiram a ele, já na casa dos 60 anos, construir um carro de corrida para participar do autocross de Castella-La Mancha, na categoria de protótipos. Era um Seat 600, mas aproveitei só a carroceria, nada mais, e coloquei um motor muito forte, um V6 de 2.700 cilindradas. Reformei tudo, suspensões, rodas, freios, direção, e instalei um motor central, conta. O médico Juliano Alcázar explica que esse estilo de vida ativo, com um trabalho que o mantinha em constante movimento, pode ter sido um dos fatores que colaboraram para a boa saúde de Lopes ao longo da vida, oferecendo um bom ponto de partida na hora de começar a correr. Se, em vez de se dedicar à mecânica de veículos, Juan tivesse um trabalho no escritório, onde passasse muitas horas sentado, estaríamos falando que Juan teria hoje outros problemas de saúde ou outras rotinas que não o teriam ajudado a chegar onde chegou, segundo o médico. Mas a longa relação de Lopes com os automóveis estava chegando ao fim. Depois de dedicar a maior parte da vida adulta à sua paixão, ele decidiu abandoná-la. Aproveitei muitos anos, conta ele a BBC News Mundo, até que chegou o momento em que precisaria enfrentar uma série de burocracias, gastar dinheiro e disse, esse é o momento de sair. Apesar das incertezas geradas pela vida após a aposentadoria, Juan Lopes tinha claro que deixar os automóveis não significava que ele iria ficar parado. Com todo o tempo que agora tinha disponível, ele precisou encontrar outra forma de se entreter. E então encontrei outro caminho, diz ele. Sem saber que sua decisão o levaria a abrir as portas para uma nova etapa de vida, Lopes se lembrou de uma velha promessa feita a um primo anos antes. Eu havia dito a meu primo que quando me aposentar, farei o caminho de Santiago com você, ele conta. E assim fiz. Primeiro, fez um teste de 100 quilômetros e disse, quero fazer outro mais inteiro, começando na França, Saint-Juan-Pied-de-Puerto até Santiago, 800 quilômetros, 20 dias. Relata. Ao ver a quantidade de tempo que seu pai dedicava ao novo hobby, uma de suas filhas, a única que se dedica a um esporte, o alpinismo, sugeriu um exercício mais eficiente. Ela me disse, papai, você deveria começar a correr, porque andando você passa muitas horas fora de casa. Na época, ele tinha 66 anos. Comecei, passava um minuto e não aguentava, recorda Lopes. Eu dizia à minha filha, fico sem ar, não consigo, não sirvo para isso. E ela respondia, continue, continue por esse minuto e não pare. E basicamente foi assim que comecei, um pouquinho de cada vez. Conta. Cuidando para manter um regime de descanso e boa alimentação, Juan López começou a aumentar a distância. Ele conseguiu se conectar a um grupo de fundistas de Toledo e começou a treinar com eles. López conta que sua forma surpreendeu seus colegas e um deles o incentivou a competir. Se você entrasse para a federação, acredito que ficaria entre os quatro ou cinco melhores da Espanha, afirmou ele. Julian Alcácer explica que essa aparente facilidade com que Lopes entrou no atletismo pode ser explicada pelo seu morfo-tipo. Ele é um homem magro e baixinho, e pela capacidade dos seus músculos de usar oxigênio e oxidar gorduras. A capacidade de Juan é acima do normal, segundo o médico. Ela equivale a que pode ter uma pessoa treinada para usar esse oxigênio e essas gorduras, pois o metabolismo é o mais importante para as corridas de ultra-longa distância. Basicamente, é o que faz economizar outro tipo de combustível, como os açúcares ou carboidratos, que são mais necessários em esforços de intensidade, acrescenta o especialista. Seguindo o conselho do amigo, Juan Lopes acabaria iniciando sua carreira de atleta, que o mantém nas manchetes da imprensa internacional até o dia de hoje. Podemos ir muito longe contando quantas marcas mundiais Lopes já bateu na sua categoria de idade e quantas medalhas ele colecionou desde que começou a competir aos 70 anos. Mas o recorde mundial, estabelecido por ele em 2025, é suficiente para contextualizar seus feitos. Juan López destruiu a marca anterior na categoria de 50 km para maiores de 80 anos, estabelecida pela lenda americana Dawn Winkley. de 5 horas 36 minutos e 39 segundos. Ele terminou a prova quase 49 minutos antes daquela marca, correndo os 50 quilômetros em 4 horas 47 minutos e 39 segundos. Isso significa que ele manteve uma velocidade média de 5 minutos e 44 segundos por quilômetro, demonstrando sua extraordinária capacidade aeróbica. O sucesso de Juan vem sobretudo da capacidade dos seus músculos de utilizar oxigênio, defende Julian Alcázar, pois o oxigênio que entra através do sistema respiratório passa para o nosso sangue. O nosso sangue o transporta para os nossos músculos e os músculos utilizam esse oxigênio, conclui. O estado de saúde da sua esposa fez com que Juan precisasse reduzir a quantidade de competições. mas ele conta que mantém um treinamento rigoroso para se manter em forma, pois ainda sente que pode fazer muito mais. Não gosto da palavra velho, porque velho é algo que não serve mais, conta ele sorrindo, e ainda me sinto capaz de fazer muito. Uma das coisas que estou conseguindo é ajudar minha mulher, que depende de mim. Se ela se sentar ou cair, posso levantá-la perfeitamente e devo isso ao esporte que estou praticando", diz. É fundamental destacar esse ponto segundo Julian Alcázar. Ele acredita que o segredo do exercício é poder manter-o de forma sustentada ao longo do tempo e transformá-lo em prática. O melhor programa de treinamento possível não serve para nada se não for realizado, explica. Eu poderia listar exatamente qual é o exercício perfeito, a quantidade perfeita, a intensidade perfeita e passar para você. Mas se você não for capaz de fazer, nem hoje, nem amanhã, nem pelo resto da sua vida, isso não serve para nada, diz o médico. Juan Lopes concorda com a afirmação. Seu conselho é não se concentrar no treinamento apenas para competir, mas para se manter em forma. Praticar esporte ou atletismo é muito bom na nossa idade, ele conta, mas com o cronômetro já não é tão bom. Se você fizer esse exercício para manutenção, é muito mais saudável. Preciso me acostumar um pouco para continuar, pois é claro que, embora sem competir, o que eu não vou fazer é parar de treinar", diz ele. A chegada de Juan Lopes aos laboratórios da Universidade de Castela-La Mancha foi uma fonte inestimável de informações sobre o bom envelhecimento. Os pesquisadores estudam Juan López há três anos. Tivemos muita sorte, ou foi uma grande casualidade ter conseguido monitorar Juan muito de perto por todo esse tempo. O que ele nos faz é ajudar a entender melhor os efeitos do exercício nessa idade e o que ainda se pode conseguir. Juan López não observa esses limites. Ele recomenda, isso sim, sair, testar as coisas e deixar que os limites o encontrem. Não me sinto velho, nem me enquadro no grupo de idade de outros amigos meus, vizinhos ou colegas, pois eles têm uma ideia equivocada de, não, não faço mais isso porque já não tenho idade. Você pode ter a capacidade física que for, mas se ficar sentado no sofá, nunca irá desenvolvê-las. E me sinto muito satisfeito porque, não fosse pelo esporte, eu não estaria nas condições que tenho agora. Prossegue. O conselho mais importante oferecido por López e que podemos aplicar quando estamos treinando tem a ver com a motivação e como ele consegue mantê-la correndo por longas distâncias quando o cansaço pode ser traiçoeiro. Quando faço essas longas corridas, como tenho uma família grande, minha esposa, minhas filhas, meus netos e um bisneto, onze ao todo, Divido as corridas em 11 partes e vou dedicando cada fração desse tempo a um dos meus personagens, ele conta. Assim fica mais fácil para mim. Mantenho a mente entretida em tudo isso e acredito que seja um bom sistema entreter a cabeça em algo que não seja o esforço, conta. Talvez esse sistema também sirva para nos motivar quando chegar a hora de nos movimentarmos. Você ouviu a reportagem. O atleta de 82 anos que é objeto de estudo por ter idade metabólica de uma pessoa de 20 anos. Publicada pela BBC News Brasil em 27 de março de 2026.
C
Com verbos, contratos de última minuta, você pode guardar mais de 50 dólares no seu passeio para a primavera. Então, se for uma saída de montanhas com amigos, uma semana de família na praia, ou uma visita em uma cidade nova, ainda há tempo para receber ótimos descontos. Escreva o seu próximo dia agora. O salário média é de 72 dólares. Escolha Homes Only.
This episode explores the extraordinary story of Juan López, an 82-year-old Spanish ultra-distance runner, whose metabolic age matches that of someone in their twenties. The reportage investigates López’s late start in athletics, his impressive records, and why he has become the subject of scientific study on longevity and healthy aging. The narrative is both inspiring and informative, bringing together López's life story, medical insight, and reflections on what it takes to maintain health into old age.
Begins at 66 Years Old:
Balancing Caregiving & Training:
Metabolic Age Mystery:
Nature, Nurture, and Luck:
Active Lifestyle Foundation:
Building and Racing Cars:
World Record at 80+:
Physiological Advantages:
Rejecting “Old Age” Labels:
Lifelong Exercise, Not Just Competition:
Motivation Strategies:
Sustained Routine:
Challenging Personal Limits:
On Starting Late:
[04:10] “Comecei, passava um minuto e não aguentava… continue por esse minuto e não pare.” – López, evoking the power of micro-habits.
On Not Feeling Old:
[12:15] “Não gosto da palavra velho, porque velho é algo que não serve mais… e ainda me sinto capaz de fazer muito.” – López
On Routine and Motivation:
[14:16] “Divido as corridas em 11 partes… é um bom sistema entreter a cabeça em algo que não seja o esforço.” – López
On the Science of Longevity:
[11:20] “A capacidade de Juan é acima do normal… pois o metabolismo é o mais importante para as corridas de ultra-longa distância.” – Dr. Alcázar
Juan López’s story powerfully illustrates that age is not a fixed limitation but a challenge to be redefined through daily habits, motivation, and a willingness to start anew. His experience, coupled with scientific insights, offers practical lessons for anyone seeking to age healthily: move consistently, find joy and meaning in activity, and never simply accept imposed limits.