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Mednews: A Dose Semanal de Evidências
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Toda semana um debate prático que sobre assuntos relevantes baseado em artigos das revistas médicas mais prestigiadas do mundo (como NEJM, The Lancet, JAMA, BMJ etc) para destilar e debater:
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Uma visão geral sobre a osteonecrose dos maxilares relacionada a medicamentos (MRONJ), focando especificamente em pacientes que utilizam medicamentos antirreabsortivos (AR) e que possuem ou planejam implantes dentários. Em suma, embora os implantes sejam um fator de risco local para MRONJ, o risco geral para pacientes com osteoporose é baixo, pois usam doses baixas de AR em comparação com pacientes oncológicos (esses sim com maior risco); portanto, evidência atual apoia a colocação de implantes sem a necessidade de parar a medicação.Referências:1-Antiresorptive Therapy to Reduce Fracture Risk and Effects on Dental Implant Outcomes in Patients With Osteoporosis: A Systematic Review and Osteonecrosis of the Jaw Taskforce Consensus Statement. Endocr Pract. 2025 May;31(5):686-698. doi: 10.1016/j.eprac.2025.02.016. 2-Medication-related osteonecrosis of the jaw following osteoporosis therapy: A real-world retrospective cohort study using the TriNetX global collaborative network. Bone. 2026 Jan;202:117678. doi: 10.1016/j.bone.2025.1176783-Medication-Related Osteonecrosis of the Jaws in Patients on Antiresorptive Medication With Dental Implants. A Scoping Review. Clin Oral Implants Res. 2025 Oct;36(10):1173-1201. doi: 10.1111/clr.14453.

Uma visão geral sobre o tratamento da estenose carotídea assintomática, destacando a evolução da a terapia médica otimizada (OMT) em comparação com as estratégias de revascularização, como a endarterectomia carotídea (CEA) e o stenting da artéria carótida (CAS). Estudos clínicos como o SPACE-2 e as análises interinas do ECST-2 questionam a superioridade da revascularização em relação à OMT isolada na prevenção de acidentes vasculares cerebrais (AVCs), especialmente devido à melhoria contínua da OMT. Os documentos enfatizam a necessidade de identificar pacientes de alto risco para AVC, usando características de imagem da placa, e mencionam o surgimento de novos fatores de risco, como a presença de microplásticos nas placas ateroscleróticas. O CREST-2, um estudo em andamento, é mencionado como crucial para esclarecer a eficácia da revascularização em um contexto de manejo médico intensivo.