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E iniciamos esta quinta-feira com os mercados acompanhando um ambiente mais equilibrado, em meio a sinais mistos de desaceleração da inflação global e perda de tração da atividade, sobretudo na Europa, o que mantém os investidores em compasso de espera. Nos Estados Unidos, a ata do comitê de crédito do Federal Reserve trouxe um tom cauteloso, destacando que a convergência da inflação para a meta de 2% deve ocorrer de forma mais lenta do que o esperado anteriormente. Apesar de um mercado de trabalho ainda relativamente estável, começam a surgir sinais de moderação, o que reforça a leitura de que os juros devem permanecer elevados por mais tempo, com menor espaço para cortes no curto prazo.

Iniciamos esta quarta-feira com os mercados exibindo um tom mais ameno, sustentados por um ambiente externo um pouco mais benigno e pela recente acomodação nos preços de energia, o que ajuda a reduzir parte das preocupações de curto prazo com inflação global. O cenário doméstico segue marcado por novas medidas de estímulo, como a linha de crédito de aproximadamente R$ 30 bilhões. Em conjunto com um exterior um pouco mais favorável, esse quadro pode abrir espaço para uma recuperação gradual dos ativos locais, embora a trajetória à frente siga dependente da evolução das expectativas de inflação, da condução da política monetária e de avanços na redução das incertezas fiscais e institucionais.

Começamos esta terça-feira com os mercados pouco refletindo o novo aumento das tensões na guerra entre Estados Unidos e Irã que ocorrera entre ontem e hoje. O preço do petróleo permanece em patamar elevado, próximo a US$ 110 o barril, o que contribui para leve alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano e valorização do dólar frente às outras moedas globais, evidenciado pelo índice do dólar, o DXY, ao passo que os mercados acionários registram queda moderada. Na agenda econômica, teremos os pronunciamentos de autoridades monetárias tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Já o dólar frente ao real é cotado em leve alta, aos R$5,02.

A semana começou com a divulgação do Boletim Focus, a principal sondagem brasileira acerca das expectativas do mercado realizada pelo Banco Central, do IGP-10 e do IBC-br. Na terça, teremos apenas o IPC-FIPE. Já na quarta-feira, teremos a segunda prévia do IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor da Zona do Euro e a ata do FOMC acerca da decisão de juros pelo Federal Reserve nos Estados Unidos. Na quinta, teremos tanto o PMI composto quanto a confiança do consumidor na Zona do Euro. Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio desemprego e o PMI composto. Por fim, na sexta-feira teremos a confiança do consumidor dos Estados Unidos.

Começamos esta segunda-feira com os mercados refletindo um novo incremento nas tensões no Oriente Médio e a percepção de que a reabertura do Estreito de Ormuz não fora uma prioridade na reunião entre a nação norte-americana e a China. O petróleo novamente opera acima do patamar de US$110 o barril. Já o dólar é cotado em queda, mas ainda em patamar elevado, cotado aos R$5,03.

Nesta semana, os mercados globais seguiram operando em um ambiente de forte incerteza, ainda acerca do impacto do choque de energia associado às tensões no Oriente Médio e a quebra de expectativas de possíveis acordos para o encerramento do conflito. Dita conjuntura resultou em uma reorganização das projeções e precificações do mercado devido aos desdobramentos sobre a inflação e política monetária global. A manutenção dos elevados patamares dos preços das commodities ampliou as preocupações inflacionárias e reforçou a percepção de que os processos de flexibilização monetária nas principais economias ocorrerão de forma mais gradual ou até mesmo cheguem à uma pausa temporária. O barril de petróleo retornou ao patamar de US$110, enquanto o dólar operou em forte alta, cotado aos R$5,07. Acerca das nossas projeções para o final de 2026, não ocorreram modificações. Desta forma, seguimos com os prognósticos para o IPCA em 4,79% e IGP-M em 5,34%. Para o PIB, mantemos a expectativa de um crescimento de 1,9%. Já para a Taxa Selic meta, esta deve encerrar o período em 13,25% ao ano.

Começamos esta sexta-feira com os mercados reorganizando as suas expectativas de forma negativa devido ao fato de que aparentemente a situação do Estreito de Ormuz não fora uma prioridade a ser debatida na reunião entre Estados Unidos e China, o que gera um prognóstico de que o conflito no Oriente Médio pode se alongar por mais tempo do que o projetado. Desta forma, ampliou-se as preocupações com a inflação devido à nova elevação dos preços do petróleo, que retornou ao patamar de US$110 o barril, pressionando as taxas de juros internacionais. Na agenda econômica, será divulgada ainda hoje a produção industrial dos Estados Unidos. Já o dólar opera em alta, aos R$5,02.

Iniciamos esta quinta-feira com os mercados refletindo a aparente bem-sucedida reunião entre Estados Unidos e China, com possíveis reduções de tensões comerciais. Dito evento vem tirando o foco antes colocado no conflito do Oriente Médio. Observa-se a continuidade do bom desempenho das ações de tecnologia, enquanto os preços do petróleo permanecem relativamente estáveis, perto dos US$105 o barril. As taxas de juros dos títulos do Tesouro norte-americano apresentam pouca variação, em um ambiente de expectativas de desaceleração do consumo. Já o dólar, segue por volta dos R$5, após a forte alta na data de ontem.

Iniciamos esta quarta-feira com os mercados refletindo a inexistência de mudanças significativas no conflito do Oriente Médio entre ontem e hoje, com relativa estabilidade nos preços do petróleo, que permanece no patamar de US$105 o barril, contribuindo para a recuperação de ações no setor de tecnologia. As taxas dos títulos do Tesouro americano e o índice do dólar, o DXY, apresentam variações moderadas. No Brasil, a atenção do mercado volta-se para a declaração de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central. Já nos Estados Unidos, será divulgada a inflação ao produtor, o PPI. O dólar opera em leve alta, aos R$ 4,91.

Iniciamos esta terça-feira com os mercados confirmando de que não fora bem-sucedida a última tentativa de negociação para o encerramento do conflito entre os Estados Unidos e o Irã. Diante disto, os ativos de risco estão sendo impactados negativamente, ao mesmo tempo em que o dólar é fortalecido e os preços do petróleo são majorados. Na agenda econômica, destaque para o Índice de Preços ao Consumidor dos Estados Unidos, o CPI. O petróleo novamente ultrapassou o patamar de US$ 105 o barril. Já o dólar permanece próximo a estabilidade aos R$4,89.