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Iniciamos esta terça-feira com os mercados revertendo levemente o pessimismo de ontem, com indícios de novos avanços nas negociações acerca do conflito no Irã, porém operando em um ambiente de cautela. O preço do petróleo apresenta recuo, mas ainda próximo dos US$ 90 o barril, enquanto juros e o índice do dólar, o DXY, também registram queda. Enquanto o dólar demonstra leve queda, cotado os R$5.

A semana começou com a divulgação do Boletim Focus, o qual é um compilado feito pelo Banco Central do Brasil das expectativas do mercado acerca de diversos dados econômicos. Já no exterior, foram divulgados tanto os PMIs da indústria da Zona do Euro quanto dos Estados Unidos. Na terça-feira, será divulgado no Brasil o IPC-Fipe, o qual deve acelerar na margem em virtude de Habitação, Alimentos e Vestuário. No exterior, o Índice de Preços ao Consumidor da Zona do Euro, as vagas de emprego JOLTS nos Estados Unidos e o PMI composto chinês. Na quarta-feira, dia mais movimentado da semana, o IBGE divulgará a produção industrial brasileira, enquanto o Banco Central o Índice de Commodities. Por fim, será divulgado o PMI composto brasileiro. No que se refere ao exterior, haverá o PMI composto da Zona do Euro, o emprego no setor privado ADP, o PMI composto e o Livro Bege nos Estados Unidos. Na quinta-feira, teremos as Vendas do Varejo da Zona do Euro e os pedidos de auxílio desemprego nos Estados Unidos. E finalmente na sexta-feira, o PIB da Zona do Euro e a taxa de desemprego dos Estados Unidos.

Começamos esta segunda-feira com os mercados revertendo levemente o otimismo de sexta-feira, já que não ocorreram avanços significativos de um possível acordo de paz no Oriente Médio neste final de semana. Desta forma, aliado ao bom desempenho das ações de tecnologia, os Treasury bonds e o índice do dólar, o DXY, avançam levemente. O petróleo opera em leve alta, mas ainda por volta de US$90 o barril. Enquanto o dólar é cotado aos R$ 5,02.

Assim como na semana anterior, os mercados refletiram um ambiente externo sensível ao conflito entre EUA e Irã, ainda com reflexos importantes sobre o petróleo, os juros internacionais e o apetite por risco. Apesar de alta volatilidade e incertezas, a perspectiva mais disseminada de um possível acordo de paz causou uma forte queda no petróleo do tipo Brent, sendo cotado aproximadamente a US$ 90 por barril. Enquanto isso, o dólar encerrou a semana em leve alta aos R$5,04. Em relação às nossas projeções para o final de 2026, revisamos o cenário diante das recentes pressões inflacionárias, de natureza aparentemente temporária e sem impacto relevante sobre as expectativas de médio e longo prazo — principais referências para a condução da política monetária pelo Banco Central. Nesse contexto, elevamos a nossa projeção do IPCA de 4,79% para 4,82% e do IGP-M de 5,34% para 6,14%. Para o PIB, mantemos a expectativa de um crescimento de 1,9%. Já para a Taxa Selic meta, esta deve encerrar o período em 13,25% ao ano.

Começamos esta sexta-feira com os mercados novamente revertendo o pessimismo de ontem na medida em que aumentam as apostas da possibilidade de um acordo de paz no Oriente Médio, com valorização de ativos de risco. Na agenda econômica, destaque para a divulgação do PIB brasileiro. O petróleo opera em queda, por volta de US$90 o barril. Enquanto o dólar é cotado aos R$ 5,04.

Começamos esta quinta-feira com os mercados novamente revertendo parcialmente o otimismo de ontem na medida em que ocorreram novos ataques militares na região do Estreito de Ormuz, o que gera incertezas acerca da possibilidade de um acordo de paz na região. Tal ocorrido vem refletindo uma desvalorização tanto dos preços de ações quanto de títulos públicos Norte-Americanos. O petróleo opera em leve alta, mas ainda próximo dos US$95 o barril. Enquanto o dólar é cotado aos R$ 5,05.

Começamos esta quarta-feira com os mercados internacionais retomando o otimismo como reflexo da declaração do Irã de que o bombardeio que ocorrera ontem não terá impacto significativo nas negociações de paz na atual guerra no Oriente Médio. Este quadro contribui para a redução dos preços do petróleo e dos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano. Simultaneamente, resultados positivos de empresas do setor de tecnologia sustentam a valorização dos mercados acionários. O barril Brent é cotado próximo aos US$ 90. Já o dólar, opera em leve alta aos R$ 5,05.

Começamos esta terça-feira com o mercado revertendo parcialmente o otimismo de ontem, mas ainda assim com bolsas e títulos da dívida americana em alta, após a notícia de que ocorrera um ataque no sul do Irã, em meio às negociações envolvendo o Estreito de Ormuz. Como consequência, os preços do petróleo recuperaram parte das perdas recentes, mas ainda levemente abaixo dos US$100 o barril. Na agenda econômica, destaque para a confiança do consumidor nos Estados Unidos, que devem indicar leve recuo. Por fim, o dólar segue estável por volta dos R$5,01.

A semana inicia com a divulgação do Boletim Focus, que reforçou a deterioração das expectativas, com alta nas projeções de inflação e revisões mistas para o crescimento, enquanto a confiança do consumidor mostrou leve recuo, indicando maior cautela. Ao longo dos dias, a agenda será marcada por indicadores relevantes no Brasil, como transações correntes, fluxo de investimentos, IPCA-15, índices de confiança, desemprego, IGP-M e resultado primário, além de dados importantes no exterior, como inflação pelo PCE e atividade nos Estados Unidos. No fechamento da semana, os destaques ficam para o PIB brasileiro, que deve confirmar a continuidade da resiliência da atividade econômica, e para o Novo Caged, com expectativa de geração robusta de empregos formais, consolidando a leitura sobre o mercado de trabalho, renda e consumo.

Começamos esta segunda-feira com o mercado ampliando levemente o otimismo, com bolsas e títulos da dívida americana em alta, com uma leitura de que a Guerra no Irã pode estar iniciando o seu término. O petróleo segue em queda, abaixo de US$100. Já o dólar é cotado aos R$ 5.