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A primeira semana de maio começa com o petróleo novamente em alta, apesar do anúncio do governo americano de um plano para garantir a travessia de embarcações pelo Estreito de Ormuz por águas de Omã. As empresas de transporte marítimo ainda aguardam mais detalhes, enquanto o Irã afirma que a iniciativa viola o cessar-fogo. Na agenda econômica, destaque para os dados de pedidos à indústria dos Estados Unidos. Enquanto no Brasil, atenção à Pesquisa Focus, a qual apontou uma leve revisão altista das expectativas de inflação para este ano e uma redução do prognóstico do PIB para o ano que vem. O petróleo segue próximo dos US$ 115 o barril. Já o dólar, opera próximo aos R$4,96, após a leve queda observada na quinta-feira.

Nesta semana, os mercados globais continuaram a operar em ambiente de incertezas, refletindo a combinação entre tensões geopolíticas no Oriente Médio e sinalizações cautelosas dos principais bancos centrais. O impasse entre EUA e Irã e a manutenção do fechamento do Estreito de Ormuz voltaram a pressionar os preços do petróleo, reforçando preocupações com a inflação e limitando o apetite ao risco. Neste contexto, mantivemos as nossas projeções de diversos dados econômicos brasileiros para 2026. Para o PIB, esperamos um crescimento de 1,9%, o IPCA 4,66% e a Taxa Selic meta deve encerrar em 13,25% ao ano.

Começamos esta quinta-feira com os mercados repercutindo as decisões de juros tanto do Banco Central Americano quanto do Brasileiro, com o ambiente internacional reagindo com valorização de ativos de risco e enfraquecimento do dólar frente às outras moedas. No cenário doméstico, as expectativas permanecem condicionadas à evolução da política monetária, do mercado de trabalho e do quadro fiscal. Apesar da volatilidade de ontem, o petróleo opera em queda, mas ainda cotado próximo aos US$115 o barril. Já o dólar segue demonstrando estabilidade, aos R$4,99.

Começamos esta quarta-feira com os mercados analisando a possível saída dos Emirados Árabes Unidos da OPEP+ em um quadro de impasse no conflito do Oriente Médio. No Brasil, as atenções seguem voltadas para a reunião do Copom, o qual deve reduzir em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic. Nos Estados Unidos, a decisão do FOMC, a qual espera-se que seja a de manutenção da taxa de juros. O petróleo segue majorando consideravelmente, operando aproximadamente aos US$115 o barril. Já o dólar novamente demonstra estabilidade, aos R$4,99.

Começamos esta terça-feira com os mercados demonstrando pouca mudança do quadro geopolítico de curto prazo e, por esta razão, o petróleo segue subindo, ultrapassando os US$110 dólares o barril. O Ibovespa abrindo o pregão em leve queda aos 188,977 pontos. Já o dólar segue estável aos R$4,99. Destaque para o IPCA-15, o qual registrou variação de 0,89% em abril, com 65% do resultado sendo influenciado por Alimentação e bebidas e Transportes.

A semana começou com a divulgação do Boletim Focus, a principal sondagem brasileira acerca das expectativas do mercado realizada pelo Banco Central, a qual apresentou uma leve deterioração no cenário brasileiro. Na terça, a divulgação do IPCA-15, pelo IBGE. Já na quarta-feira, dia mais importante desta semana, teremos a definição da nova Selic meta pelo Copom e o IGP-M da FGV. Já nos Estados Unidos teremos a decisão da taxa de juros pelo Federal Reserve. Já na China, teremos a divulgação dos PMIs. Na quinta, teremos tanto a taxa de desemprego da PNAD contínua quanto o CAGED. Na sexta-feira, em virtude do feriado nacional, teremos apenas um indicador relevante sendo divulgado, o PMI industrial dos Estados Unidos.

Começamos esta segunda-feira com os mercados dividindo o seu foco entre as tensões geopolíticas globais e as previsões acerca das decisões de juros no Brasil e no mundo que ocorrerão ao longo da semana. A expectativa por balanços positivos de companhias como Alphabet, Microsoft, Amazon, Meta e Apple tem ajudado a mitigar os efeitos negativos do impasse entre Estados Unidos e Irã. Nesse contexto, o preço do petróleo avança, cotado a aproximadamente US$ 105 o barril, enquanto os demais ativos financeiros apresentam variações moderadas. Por fim, o dólar segue estável, com leve queda, aos R$4,97.

Nesta semana, os sinais iniciais de um possível alívio nas tensões no Oriente Médio chegaram a propiciar algum fôlego aos mercados no começo da semana, mas a ausência de avanços concretos nas negociações e a manutenção do bloqueio no Estreito de Ormuz rapidamente fez com que o tema geopolítico retornasse ao centro das atenções. Diante disso, o petróleo voltou a ultrapassar a marca dos US$ 100 o barril, reforçando a percepção de um choque de oferta mais persistente e reacendendo a aversão ao risco nos mercados. Desta forma, os ativos brasileiros exibiram um comportamento mais cauteloso, com o Ibovespa iniciando a tarde de sexta‑feira em leve queda semanal, enquanto o dólar acumulava um recuo próximo de meio porcento frente ao real.

Começamos esta sexta-feira com os mercados refletindo não somente a ausência de avanços nas negociações no conflito entre Estados Unidos e Irã, mas também a possibilidade de um incremento das respectivas tensões. Isto contribui para um sentimento de cautela adicional e mantém pressionado o preço do petróleo, cotado a aproximadamente US$ 105 o barril. Já o dólar, opera próximo a estabilidade, após majorar e retornar ao patamar de R$5 no decorrer de ontem.