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Iniciamos esta quarta-feira com os mercados refletindo a inexistência de mudanças significativas no conflito do Oriente Médio entre ontem e hoje, com relativa estabilidade nos preços do petróleo, que permanece no patamar de US$105 o barril, contribuindo para a recuperação de ações no setor de tecnologia. As taxas dos títulos do Tesouro americano e o índice do dólar, o DXY, apresentam variações moderadas. No Brasil, a atenção do mercado volta-se para a declaração de Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central. Já nos Estados Unidos, será divulgada a inflação ao produtor, o PPI. O dólar opera em leve alta, aos R$ 4,91.

Iniciamos esta terça-feira com os mercados confirmando de que não fora bem-sucedida a última tentativa de negociação para o encerramento do conflito entre os Estados Unidos e o Irã. Diante disto, os ativos de risco estão sendo impactados negativamente, ao mesmo tempo em que o dólar é fortalecido e os preços do petróleo são majorados. Na agenda econômica, destaque para o Índice de Preços ao Consumidor dos Estados Unidos, o CPI. O petróleo novamente ultrapassou o patamar de US$ 105 o barril. Já o dólar permanece próximo a estabilidade aos R$4,89.

A semana começou com a divulgação do Boletim Focus, a principal sondagem brasileira acerca das expectativas do mercado realizada pelo Banco Central. Na terça será divulgado no Brasil o IPCA de abril. Nos Estados Unidos, o Índice de Preços ao Consumir de abril, o CPI. Já na quarta-feira, teremos o PIB e a produção industrial da Zona do Euro. No Brasil a Pesquisa Mensal do Comércio. Nos Estados Unidos teremos à inflação ao produtor, o PPI. Na quinta, a PNAD contínua trimestral do IBGE no quadro doméstico. Já nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio desemprego e as vendas do varejo. Na sexta-feira, no Brasil será divulgada a Pesquisa Mensal de Serviços. Nos Estados Unidos, a produção industrial.

Iniciamos esta segunda-feira com os mercados refletindo a falta de um encerramento no conflito entre Estados Unidos e Irã e a eventual abertura do Estreito de Ormuz, cuja possibilidade era cogitada neste final de semana. Apesar disto, o petróleo segue no patamar de US$ 100 o barril, patamar inferior aos US$ 115 atingidos na semana passada, mas ainda em cotações elevadas. Na agenda econômica, teremos ainda hoje a balança comercial semanal brasileira. Já o dólar permanece próximo a estabilidade aos R$4,90.

Nesta semana, os mercados globais seguiram operando em ambiente de maior incerteza, refletindo principalmente o impacto do choque de energia associado às tensões no Oriente Médio e seus desdobramentos sobre inflação e política monetária. A manutenção dos preços de commodities em patamares elevados ampliou as preocupações inflacionárias e reforçou a percepção de que o processo de flexibilização monetária nas principais economias tende a ocorrer de forma mais gradual. O barril de petróleo retornou ao patamar de US$100, enquanto o dólar operou em queda, cotado aos R$4,90. Acerca das nossas projeções para o final de 2026, majoramos os prognósticos de inflação do IPCA de 4,66% para 4,79% e do IGP-M de 4,41% para 5,34%. Para o PIB, seguimos esperamos um crescimento de 1,9%. Já para a Taxa Selic meta, esta deve encerrar o período em 13,25% ao ano.

Iniciamos esta sexta-feira com um rumor de que as tensões no Oriente Médio possam haver sido incrementadas, mas ainda sem um consenso afirmativo de que realmente houve um rompimento do cessar-fogo. Os mercados internacionais seguem majoritariamente reagindo ao conflito no Oriente Médio. Na agenda econômica, teremos ainda hoje o Payroll nos Estados Unidos. O Petróleo, apesar da volatilidade de ontem, segue próximo a US$ 100 o barril, enquanto o dólar permanece próximo aos R$4,91.

Iniciamos esta quinta-feira com um novo alívio das tensões no Oriente Médio após rumores da possibilidade de um acordo de encerramento gradual do conflito. Os mercados globais apresentam comportamento moderado, com estabilidade nas bolsas e recuo do dólar frente as outras moedas globais e dos juros dos títulos do Tesouro americano. O barril de petróleo opera em forte baixa, retornando ao patamar aproximado de US$ 100, enquanto o dólar também recua próximo aos R$ 4,90.

Iniciamos essa quarta-feira refletindo no âmbito da política monetária, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária, que indica uma postura mais cautelosa das autoridades. A inflação recente apresentou desempenho acima do esperado, influenciada pelo aumento dos preços do petróleo decorrente de tensões geopolíticas, além de pressões de demanda interna. Por fim, o ambiente global recente tem sido relativamente favorável aos mercados financeiros, apoiado por resultados positivos de grandes empresas e perspectivas de redução de tensões geopolíticas. Esse contexto contribui para a valorização de ativos e pode gerar impactos positivos também nos mercados domésticos, dependendo da evolução dos indicadores econômicos e da percepção de risco ao longo do tempo.

Iniciamos esta terça-feira com um leve alívio das tensões no Oriente Médio em razão de um aparente sucesso de um navio cargueiro em navegar pelo Estreito de Ormuz com auxílio de escolta militar americana. Os preços do petróleo recuaram à medida que investidores passaram a perceber que não fora rompido o cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, após episódios pontuais de tensão. Na agenda dos Estados Unidos, os destaques recaem sobre o índice ISM de serviços e a pesquisa JOLTS, enquanto, no Brasil, o foco se volta para a divulgação da ata do Copom. O barril de petróleo retornou ao patamar aproximado de US$ 115, enquanto o dólar opera em queda próximo dos R$ 4,94.

A semana começou com a divulgação do Boletim Focus, a principal sondagem brasileira acerca das expectativas do mercado realizada pelo Banco Central, a qual apresentou uma leve deterioração no cenário econômico geral. Na terça, teremos a divulgação da Ata do Copom, uma versão mais detalhada do Comunicado do Copom. Nela, a autoridade monetária demonstrará um firme compromisso na convergência das expectativas inflacionárias a meta. Já na quarta-feira, teremos o PMI composto brasileiro e Europeu. Na quinta, teremos a produção industrial mensal brasileira, divulgada pelo IBGE, a qual deve demonstrar alta performance da indústria extrativa e de derivados de petróleo como consequência do conflito no Oriente Médio. Na sexta-feira, O IGP-DI da Fundação Getúlio Vargas deve ser divulgado com pressões inflacionárias relevantes nos preços dos derivados de petróleo em virtude da guerra entre Estados Unidos e Irã.