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Principais adubos para se ter no sítio

Pecuária de Leite: FALTA MÃO DE OBRA E SOBRA IMPOSTO. Debate franco com produtoresO setor lácteo brasileiro vive um momento decisivo. Entre a oscilação nos preços pagos pela captação, a concorrência com o leite em pó importado e os desafios diários dentro dafazenda, o produtor rural precisa se equilibrar para manter a atividade rentável.Para debater esse cenário e celebrar uma trajetória de mais de seis décadas de apoio ao homem do campo, o Podcast Agro A+ com Francys de Oliveira recebeu Valdir Rodrigues e Lionel Oliveira, presidente e vice-presidente da Coopervap (Cooperativa Agropecuária do Vale do Paracatu).Confira

● Hoje é dia de análise de mercado com VlamirBrandalizze!● Alta do milho preocupa pecuaristas e pode elevarpreço da ração● Europa pode bater recorde de importação de milho● Por que o preço da soja disparou nos portos?● Por que o preço do sorgo está atraente paraexportação?● Por que o preço do arroz vai continuar subindoem agosto?● Trigo dispara: por que o pãozinho pode ficarmais caro?● Até onde vai a queda do feijão? O que esperarpara o mês de agosto● Café pode cair mais R$ 250? Entenda o mercadocom Joãozinho GrafistaApresentação Francys de Oliveira (38)9-9181-0123

Alerta da Cota de Exportação: A Administração Geral das Alfândegas da China (GACC) e relatórios da consultoria Safras & Mercado informaram o avanço do preenchimento do limite da cota anual de exportação de carne bovina sem sobretaxa tarifária para 2026. Com a cota perto de ser totalmente utilizada no acumulado do ano, a tarifa de salvaguarda de 55% aplicada pela China provoca uma desaceleração temporária nos novos embarques de frigoríficos para o destino asiático.Já segundo Vlamir Brandalizze, o setor de proteínas animais do Brasil atravessa um momento de otimismo e desempenho histórico, superando os receios de desvalorização e consolidando recordes de exportação. Contrariando as expectativas de baixa, o boi gordo apresentou reação nas cotações, impulsionado por uma demanda internacional aquecida e embarques que já somam volumes sem precedentes no acumulado do ano. A equipe do Cepea apresentou a diferença de preços entre a arroba do boi gordo negociada no estado de São Paulo e os preços da carcaça casada de boi no atacado paulista. A carcaça casada do boi segue mantendo vantagem em relação ao boi gordo. O boi gordo, até quarta-feira (22), esteve cotado, em média, a R$330,98/@, Indicador CEPEA/ESALQ, enquanto a carcaça casada esteve, em média, a R$ 354,38/@. A diferença é de R$ 23,40/@, com vantagem para a carne, de acordo com o Cepea.Enquanto isso, frango e suíno também registram marcas históricas nas exportações, Vlamir Brandalizze chama a atenção para o aumento nos custos de produção, com a valorização do milho pressionando o segmento de rações.

O mercado do café encerra a penúltima semana de julho com volatilidade e sinais claros de reversão técnica. Após atingir topos históricos e testar resistências importantes em Nova York, o café arábica iniciou um movimento de realização que já reflete nas cotações do Cerrado Mineiro e do Sul de Minas. A expectativa é de que o mercado busque novos patamares de suporte, o que pode representar um recuo de até 250 reais por saca no preço físico. Diante desse cenário de indicadores virados para a venda, o agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, comenta que o produtor deve redobrar a atenção às janelas de oportunidade e ao comportamento das bolsas internacionais nos próximos dias.O mercado global de café recebeu com cautela os novos dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o USDA, que revisou para cima a produção mundial para a temporada 26/27. Com uma projeção recorde de quase 190 milhões de sacas, impulsionada pelas condições de cultivo no Brasil, o relatório aponta para um superávit na oferta que pressionou as cotações. Apesar do aumento no consumo global, especialmente na Europa e nos Estados Unidos, o mercado monitora o ritmo lento da colheita brasileira. De acordo com cooperativas e consultorias, os trabalhos de campo seguem atrasados em relação aos últimos anos, fator que atua como suporte contra quedas mais acentuadas, como analisa Joãozinho Grafista.

O mercado brasileiro de arroz entra no segundo semestre com viés de alta consolidado, impulsionado por uma demanda interna aquecida e exportações que já ultrapassam 1,2 milhão de toneladas. Com cotações em evolução no Rio Grande do Sul e o preço da saca atingindo a marca dos 100 reais na indústria do Mato Grosso, o setor observa uma corrida das empacotadoras para recompor estoques. O cenário internacional oferece suporte adicional, com a alta do arroz na Ásia e a sinalização de menor área plantada no Mercosul, especialmente no Paraguai. Vlamir Brandalizze projeta que o mês de agosto mantenha o fôlego positivo nas cotações diante de uma oferta global cada vez mais restrita.O mercado global de trigo atravessa um momento de extrema tensão, com as cotações em Chicago rompendo a barreira dos 7 dólares por bushel sob o peso de incertezas geopolíticas e climáticas. No Brasil, o cenário também é de alerta: chuvas excessivas no Rio Grande do Sul castigam as lavouras em desenvolvimento, enquanto os moinhos lidam com um consumo interno retraído. Vlamir Brandalizze comenta que um novo e inesperado componente surge no varejo: o desvio de renda das famílias para apostas digitais, as 'bets', que já começa a impactar o giro de alimentos básicos e derivados do trigo, desafiando toda a cadeia produtiva nacional.O mercado do feijão encerra o mês de julho sob forte pressão de baixa, reflexo do avanço da colheita da terceira safra e do aumento da oferta de grãos de alta qualidade. Com o feijão irrigado nota 9 chegando ao mercado, as cotações que antes atingiam os 500 reais agora recuam para patamares entre 280 e 310 reais a saca. O varejo lida com estoques antigos e um giro lento nas gôndolas, aguardando novos ajustes para estimular o consumo. No cenário do feijão preto, a calmaria predomina, mas o setor monitora de perto o vazio de oferta que se aproxima, desafiando empacotadores e produtores em um momento de cautela nas negociações. Vlamir Brandalizze faz um balanço dos últimos acontecimentos do mercado.

O mercado internacional de commodities enfrenta um cenário de alta volatilidade, impulsionado pela escalada dos conflitos globais e pela pressão sobre a oferta mundial de energia. Com o petróleo Brent se aproximando da marca dos 100 dólares, o reflexo é imediato no setor agrícola, sustentando as cotações da soja acima dos 12 dólares em Chicago e impulsionando as exportações brasileiras a patamares recordes. Enquanto o produtor nacional aproveita a melhora nos preços nos portos e avança na comercialização da safra, Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, chama a atenção para os desafios logísticos e a irregularidade climática no cinturão agrícola norte-americano.O mercado global de milho entra em uma fase de forte pressão positiva, impulsionado por quebras de safra na Europa e incertezas climáticas nos Estados Unidos. Com perdas estimadas em 10 milhões de toneladas, o continente europeu caminha para um recorde histórico de importação, abrindo uma janela estratégica para o grão e o sorgo brasileiros. Enquanto os conflitos no Mar Negro complicam a logística internacional, o Brasil acelera a colheita da safrinha, que já atinge 60% da área e surpreende pela alta produtividade. Vlamir Brandalizze comenta que o produtor nacional monitora de perto as perdas de qualidade nas lavouras americanas e o avanço dos embarques nas próximas semanas.O mercado do sorgo vive um momento de forte ajuste global, impulsionado por uma quebra severa na produção dos Estados Unidos, que registra sua menor safra em mais de uma década e uma queda expressiva na qualidade das lavouras. Enquanto o cenário norte-americano é de retração, no Brasil a colheita já ultrapassa os 55%, com o produtor avançando rapidamente no campo e monitorando as oportunidades de exportação. Com indicativos de preços atraentes no Porto de Santos, que já sinalizam valores entre 68 e 70 reais, Vlamir Brandalizze destaca que o produtor brasileiro adota uma estratégia cautelosa, priorizando a entrega de contratos e aguardando o melhor momento para negociar o excedente.

Principais adubos para se ter no sítio

Entrou em vigor nesta quarta-feira a tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras. Apesar da medida, o governo federal afirma que vai manter o diálogo com as autoridades norte-americanas na tentativa de reverter a decisão e reduzir os impactos para os setores afetados.Gabriel Brum tem as informações, direto da Rádio Nacional.A Medida Provisória 1.376 criou linhas de crédito para liquidar ou amortizar dívidas de crédito rural e CPRs, mas o enquadramento depende de datas, situação das operações, perdas acumuladas e laudos técnicos. Especialistas orientam que produtores e cooperativas revisem contrato por contrato antes de procurar os bancos. O prazo de contratação é de 120 dias e a medida ainda será regulamentada pelo CMN. Nestor Tippa Júnior está de volta e tem mais informações.

Uma inovação no crédito rural pode facilitar o acesso de produtores a financiamentos. Pela primeira vez, vacas leiteiras monitoradas por tecnologia foram usadas como garantia em uma operação de crédito registrada na B3. Cada animal recebeu uma identidade digital, ou "token", com informações sobre saúde, desempenho e localização, permitindo maior segurança para bancos e investidores.Rafael Mendonça tem as informações, direto da redação.O setor leiteiro da Espanha enfrenta um cenário de forte retração. Nos últimos 12 meses, mais de 500 fazendas encerraram as atividades, uma média de uma propriedade fechando a cada 16 horas. Enquanto a produção de leite continua crescendo, produtores alertam para a queda da rentabilidade, o aumento dos custos e o risco de concentração da atividade nas mãos de grandes grupos econômicos.Rafael Mendonça está de volta com mais informações, direto da redação.O Brasil agora conta com um Banco Nacional de Antígenos para Resposta Emergencial à Febre Aftosa. A estrutura foi desenvolvida em parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária, o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e a empresa Biogénesis Bagó. O banco mantém armazenados antígenos para o combate à febre aftosa. Caso seja necessário, eles permitem o início da produção emergencial de vacinas em prazo menor, sem depender de fornecedores externos.Acompanhe na reportagem de THAÍS DE ARAÚJO.