
Hosted by Lília Andrade (OPP 2685) | Mente Positiva · PT

Entre 15 e 20% da população processa o mundo de forma mais intensa do que a maioria. Mais estímulos. Mais emoções. Mais detalhe. E muitas vezes mais culpa por isso.Neste episódio, abordo a hipersensibilidade: o que é a sensibilidade de processamento sensorial, como se organiza em diferentes componentes, o conceito de pessoa altamente sensível, o que acontece no corpo quando há sobrestimulação, e, muito concretamente, que ferramentas ajudam a viver com mais equilíbrio e menos autocrítica.

Cresceu a ouvir que devia falar mais? Participar mais? Ser mais espontâneo/a?Neste episódio, explico o que a ciência diz sobre introversão e por que razão a maioria do que nos ensinaram sobre este traço de personalidade está errado ou incompleto.

Conhece aquela sensação de esperar que alguém perceba que afinal não é assim tão boa? De atribuir os sucessos à sorte e os erros à sua própria incapacidade?Esse padrão tem investigação por trás e tem solução. Neste episódio, mergulhamos na psicologia da síndrome do impostor: o que a desencadeia, como se mantém, e o que efetivamente ajuda a mudá-la.

O que é que nos faz feliz? Foi a pergunta deixada na rubrica Perguntas que ecoam. Neste episódio de Pensar com o Coração, exploramos a psicologia da felicidade: o que a investigação mais sólida nos diz sobre o que nos faz bem, e o que pensamos que nos faz bem mas não faz.

Os irmãos são, para a maioria das pessoas, as relações mais longas das suas vidas. E também as que mais silenciosamente moldam quem somos. Moldam a forma como competimos, como cooperamos, como pedimos atenção e como nos relacionamos com os outros décadas depois.Neste episódio, exploramos a psicologia das relações entre irmãos: a rivalidade e a cumplicidade, o papel que têm na formação da identidade, os padrões que se repetem nas relações adultas e o que acontece quando um vínculo se fratura.

Não é preciso ter vivido uma infância dramática para carregar marcas dela.A negligência emocional é uma das formas de adversidade na infância mais prevalentes e menos reconhecidas. Ocorre em casas funcionais, organizadas, onde os pais estavam presentes fisicamente, mas ausentes emocionalmente, onde as necessidades materiais eram garantidas, mas as emocionais, não.Neste episódio exploramos como se define a negligência emocional, porque é tão difícil de identificar, que consequências tem na autoestima, na regulação emocional e nos padrões relacionais da vida adulta, e por onde começar a sarar esta ferida.

Tornar-se mãe muda tudo. Muda o corpo, a rotina, mudam as prioridades. Mas há uma mudança que raramente se nomeia: a da identidade. Quem era antes? Quem está a tornar-se? Neste episódio, exploramos a matrescence, a transformação psicológica profunda que acontece na transição para a maternidade. Falamos do que a neurociência descobriu sobre o cérebro materno, da culpa que muitas mães carregam em silêncio, da ambivalência emocional que é mais normal do que parece, e do impacto das experiências adversas da infância nesta fase da vida.

Há um momento em que o coração acelera, a cabeça entra em loop e .... ficamos parados ao pensar em abordar pessoa por quem temos interesse. Este mês, na nossa rubrica "Perguntas que Ecoam", a pergunta foi: "Como conquistar a pessoa de quem gosto?" Não respondi com técnicas, mas com dados e com honestidade.O que vai ouvir neste episódio:- A diferença entre medo de rejeição e medo de exposição: o que realmente nos paralisa- O que é a "realidade partilhada" e porque prevê o interesse romântico - O paradoxo da insegurança: porque é que expressar demasiada necessidade de aprovação bloqueia a própria aprovação- Uma abordagem recente sobre a compatibilidade

Controlar para proteger e confiar para crescer. E quando as duas coisas entram em conflito?Neste episódio, exploro uma das tensões mais comuns da parentalidade contemporânea: descobrir onde está a linha entre proteger um filho no mundo digital e minar a confiança que ele precisa para pedir ajuda quando precisa.O que vai ouvir neste episódio:– O paradoxo do controlo e da vigilância– O que muda quando passamos de guardiões a guias– Autonomia progressiva e a confiança como ferramenta educativa: o que a investigação recomenda– Quatro princípios práticos para gerir a relação com o telemóvel sem conflito

Estão todos em casa e ao mesmo tempo, ninguém está presente. este episódio, exploramos o que acontece à comunicação e ao vínculo familiar quando os ecrãs passam a ocupar o centro das atenções, dentro de casa, à mesa, nas conversas do dia a dia. O que vai ouvir neste episódio:- O que é a fragmentação da atenção em família e porque acontece- O phubbing parental e impacto nos filhos- O paradoxo da presença ausente: estar fisicamente mas não estar disponível- Rituais de conexão sem tecnologia - Como criar espaços de diálogo real e eficácia coletiva familiar