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A
Ei!
B
Olá, turma amiga!
C
Opa!
D
Meu querido Marcos Chiesa, como é que
A
você tá, meu irmão?
B
Eu estou muito bem, e você?
D
Eu, graças a Deus, também, tudo certo.
B
Que coisa boa, que coisa boa.
D
Maravilha, boleta!
B
Boa, meu irmão. Já estamos... Vamos começar mais um Tica da Catecast, rapaziada.
D
É isso aí, estamos aqui ao vivasso.
B
Ao vivasso.
D
Ao vivasso pra... São duas e treze?
B
Duas e treze, exatamente.
D
É isso aí, você está aqui hoje com esse programa maravilhoso. Olha a carinha deles aqui, olha só.
B
Olha só. Eu quero começar esse programa. Posso começar esse programa, Carica?
D
Por favor, Bola.
B
Eu já pedi pro Zach separar um vídeo. Pode? Porque eu quero começar num... É o vídeo que eu mais amo.
D
Na geral?
B
Na vida.
A
Por favor. Favorito de todos os tempos. Eu amo o torneio viado, mano. Firme, mano. Inclusive, o prefeito falou que vai voltar
E
com ele, vai voltar.
F
Vai botar com o torneio ali pro lugar, pra fazer o amantecimento do bar ali.
D
Não tá.
E
Não, não, é um bagulho enferrujado.
A
Onde é que tá o bagulho, mano?
F
Esse bagulho era o que fornecia pro bairro ali, tá ligado? Aí eles tiraram, né?
B
Esse vídeo é o melhor do mundo. Eu dou uma ligada.
E
Puta dança escrota, né, bro? E ele vai, mano. E ele vai.
A
E ele vai, ele vai. Ele vai. Ele vai se entregar, né?
E
Se deixar, fica três anos.
A
Maravilha.
B
Vocês são demais, tá louco.
A
Tô de volta, filho.
B
Pô, que legal que vocês estão aqui.
D
Obrigado.
B
Pô, que legal.
D
Diretamente da... Como é o nome da cidade de vocês?
C
Valença.
D
Valença.
F
Diretamente de Valença.
D
Valença é terra das faculdades, né?
F
Isso, terra das faculdades.
B
Onde é Valença?
D
É no interior do Rio. Sul do Rio, né?
A
Isso, é.
D
No sul Fluminense.
F
Ah, tá. Interiorzão, interiorzão.
D
Só que é no sul um pouco acima, né?
A
Isso, é.
F
Faz divisa com os juizes de fora.
D
Minas Gerais ali.
B
Que legal, que legal.
F
Vocês estão bem pertinho. São duas horas, hein?
B
Porque a vida muda.
D
Duas horas perto.
B
Corrente bonita.
A
É, agora... Olha o relógio do menino. Descobrimos, né? A fonte, né?
B
Olha o relógio do menino.
F
A famosa Xim, cara.
A
Conhecida.
B
Descobrimos também, graças a Deus.
D
Vamos para lá na Xim?
B
Que sucesso, irmão.
F
Graças a Deus, mano.
B
Que bom, cara.
F
Depois que nós viemos aqui, muita coisa aconteceu, graças a Deus.
B
Que legal, cara.
F
E agora nós estamos aí. Mais magro, mais magro.
E
Operou o olho. O olho tá legal.
F
O olho tá legal, 100%.
D
Foi boa a cirurgia?
C
Tranquila?
F
Graças a Deus, mano.
A
Sucesso.
F
Sucesso total, mano. É sem agradecer.
B
Deu algum trabalho, assim, depois, o pós?
F
Cara, sim, sim. Deu uma dor de cabeça.
B
O pós é chato?
F
Muito chato. É mais chato que a cirurgia em si.
B
Caraca, velho.
F
A cirurgia, eu dormi o processo todinho. Eles me sedaram, e aí, não vi nada. Não vi nada.
D
Isso é verdade.
B
Na ideia, você acha que é ideia?
A
Ai, Deus!
B
Ai, Deus!
F
E aí, mano, ele foi comigo, inclusive. Eu dormindo na mesa de operação, ele dormindo no quarto de hóspede lá, tá ligado?
E
Ô, cansativo.
B
Quanto tempo de cirurgia, irmãozão?
F
Cara, se não me engano, acho que foi duas horas de cirurgia.
B
Pô, até que é bastante, velho.
E
Sim, pô.
F
Mandar um salve aqui pro doutor Rafael, doutor Isabel, que fez esse processo comigo. Ele tinha um planejamento de fazer a cirurgia comigo acordado, né, fazendo a anestesia local, pra fazer o procedimento.
E
E eu me caguei pra caralho.
F
Eu falei, mano, não vai dar não, mano. Ele, não, a gente vai ver direitinho. E aí, eles me sedaram pra poder fazer o procedimento, tá ligado, todinho. E aí, a doutora falou que foi bem tranquilo, foi bem suave, tipo, só sangrou bastante, né, porque tem problema com... de cicatrização, coagulação do sangue.
B
Coagulação do sangue, tá.
A
Isso.
F
E aí sangrou bastante, mas o processo todo foi super tranquilo, assim.
B
Pô, que bom, irmão.
F
Graças a Deus.
B
Ficou show.
E
Perdeu um pouquinho da graça, mano?
B
Perdeu nada.
A
Perdeu nada, filho.
B
A graça não tá nos olhos.
A
É, entendeu? Que a galera mais fora…
B
Fala isso?
F
Fala, fala.
B
É mesmo.
F
A primeira semana...
B
O nego não tá feliz com nada.
F
Nada, mano.
E
A gente não sabe o que ele fez também, tá ligado? Tem gente que vem e vê um vídeo nosso e fala assim, cara, tô olhando esse maluco diferente, o que tá acontecendo?
B
Ah, não repara, não repara.
E
Que loucura, irmão.
F
Sim, sim. E aí, tipo, na semana... Não uma semana antes de chegar o dia da cirurgia, eu tava preocupado justamente por causa disso. Porque, tipo, rolou uma enxurrada de pessoas falando, pô, não opera, cara.
B
Vai perder tua característica.
A
É, entendeu?
E
Vai perder tua essência ali, tá ligado?
D
Ah, que se foda o teu olho, então.
A
É, entendeu? Vai ficar dedo.
B
Pessoa legal, né?
A
Porra, muita coisa.
D
Cara, porra.
A
Não, a diferenção, tá ligado? Um dia inteiro! Que se foda! Que se foda! Que se foda! Fica assim. Um tafarou baixo no garro, zoado. Zoado, mano.
F
Mas os caras não falham não.
B
Foi muito legal.
D
Parecendo a casa do Playcenter lá do terror.
B
Caralho.
E
Uma F800 igual a minha.
B
Melhor coisa que você fez.
D
Mano, acho que você devia ter medo de ser de noite, assim, com aquele olhar assim.
A
Boa noite!
E
E pra dormir não fechava, né? Porque ficava...
F
É, pra dormir não fechava. Não, não fechava. É, ficava assim.
D
Você tinha que usar colírio, que ia ressecar, né?
F
Não, eu usei colírio só no pós-cirúrgico, tá ligado?
D
Como é que é o nome do lance mesmo?
A
O que é o nome?
F
Estrabismo, que se chama.
D
É estrabismo?
F
Isso, estrabismo, que é o desvio dos músculos dos olhos.
D
Ah, entendi.
F
Que aí ele fica torto.
D
Não, mas esse que a pálpebra caía tem um nome.
F
É, esse é outro, esse é outro.
D
Mas você tinha as duas coisas.
F
Não, eu tinha sol e estrabismo.
D
Sol e estrabismo.
F
Isso, isso aí.
D
Estrábico.
F
É, eu era estrábico.
D
Malabi, né?
B
Malabi, exatamente.
G
Malabi.
D
Malabi era... O Carlinhos falava que eu era estrábico. Você acha que eu sou estrábico, Bob?
B
Não.
D
Por que que ele me chamava de estrábico?
B
Pra te zoar, pra te encher o saco.
A
Ó, no mínimo.
B
E como é que essa… Eu queria entender como é que tira o olho. Como é que é essa cirurgia, irmão?
F
Cara, então, você…
B
Porque uma musculatura do olho tá atrás.
F
Fica atrás, isso mesmo. E aí, eles levam lá pro centro cirúrgico, né. E aí, a doutora fica na parte de trás da sua cabeça. E aí, eles colocam uma paradinha pra abrir. E aí, ela vai na costura com a linha e a agulha.
A
Faz o corte e tal, e vai.
D
Que coisa gostosa.
A
Que legal. Puta, que punk, mano.
B
Quem ia fazer isso acordado?
F
É, eles queriam, porque eles dão… Se não me engano, a anestesia eles dão num músculo aqui em cima, que realmente você não sente nada. Tem muita gente que faz.
B
Tudo bem, mas você tá vendo, irmão.
A
É, entendeu?
F
Você fica acordado. Eu não ia aguentar, não.
D
É pitose, é isso?
F
Isso, acho que é do…
D
Da pálpebra, que cai, que cai.
B
Esse é o Charles.
E
Esse é o Lúcio, esse olho.
A
É mesmo, é.
D
O jogador Amaral também tinha isso.
F
É, o Amaral tinha.
D
Tinha ou tem? Ou ele operou?
F
Eu acho que ele tem ainda, acho que ele não operou não.
A
Ele tem, ele tem.
F
O pessoal me chamava de Amaral por causa disso, inclusive. Me chamavam de Amaral.
E
Renato Abreu.
F
Renato Abreu. Mas Renato Abreu é por causa da Fissura World.
A
Inclusive o Renato Abreu ficou puto, mano. O Renato Abreu no auge é igual. Ele ficou puto, mano.
E
Uma vez marcaram ele no vídeo.
F
Aí ele, pô, sai fora, não sei o quê, rindo pra caralho lá nos comentários.
D
Renato Abreu.
F
Renato Abreu, pô, do Flamengo.
D
Renato Abreu, já vi a cara dele.
F
É igualzinho, mano.
B
É a carinha do Abreu.
E
O pior é que é igualzinho. No auge é a mesma coisa.
F
É igualzinho. Então é hoje.
B
Mudando um pouco de assunto, não tem empolgadão na Copa?
A
Mano, eu tô mais ou menos, cara.
D
Renato Abreu, Renato Abreu.
E
É igual, é igual.
A
É igual, é igual.
E
É igual, é igual.
B
Não precisa ficar bravo, Renato Abreu, você é igual mesmo.
A
É igual, mano. É igual mesmo. Nessa época aí, ó. Renatabrio, eu desculpa.
F
A culpa é da minha mãe e
E
do meu pai, cara.
A
A culpa é da minha mãe e do meu pai, cara.
G
culpa é da minha mãe e do meu pai, A culpa é da minha
A
mãe e do meu pai, cara.
G
A culpa é da minha mãe e
B
do meu pai, pai, cara.
E
A culpa é da minha mãe e
D
do meu pai, cara. A culpa é da minha mãe e
G
do meu pai, cara.
D
A culpa é da minha mãe e
G
do meu pai, cara.
D
A culpa é da minha mãe e do meu pai, cara.
E
A culpa é da minha mãe e
F
do meu pai, cara.
D
A culpa é da minha mãe e
B
do meu pai, cara. A culpa é da minha mãe e do meu pai, cara.
A
A culpa Combrava é da minha mãe
G
e do meu pai, cara.
B
A à toa.
E
É, faz uma harmonização pra dar uma
A
mudança, culpa pra mudar um pouquinho. Pra dar é da minha mãe e
B
do uma diferenciada, né?
A
meu Puta que pai, cara pariu.
E
Renato Abreu é foda, cara.
D
Renato Abreu.
B
E você também, Edilson, tá empolgado com a seleção ou não?
E
É, não, pior que, cara, vou te falar, eu gosto de tomar um grau, mano.
B
Durante o jogo?
E
Ah, todo dia.
A
Ele não tava certo não, não tava certo não.
E
A seleção, eu posso estar um dia antes, desanimadaço.
B
Tá bebendo já.
E
Quando chega, hoje tem joia, aí o
B
cara... Aí já anima.
E
Mas é aquilo, sei lá, eu acho que tá muito bom pra ser verdade. Mas eu acredito que passe da... Da Noruega. Da Noruega. Só que aí depois elas começam a ficar meio...
F
Eu acho que o que é mais doloroso, igual você falou, é isso. É porque a gente começa...
B
A gente vai acreditando.
E
Vai se empolgando a cada jogo. Joga com o mais fraquinho, outro mais fraquinho. Aí vai, gol. Pô, Japão, passou um aperto. Mas passou. Agora a gente já está querendo.
F
Agora a gente voltou pra confiança.
D
Mas a Argentina só pega baba, né?
E
Não, só baba.
A
Só baba.
G
Só baba.
A
Pelo amor de Deus.
E
Cristiano Ronaldo pegou os beques tão. Fez dois gols e todo mundo...
B
A gente ia pegar o Cabo Verde.
F
O Cabo Verde agora. O Cabo Verde tá coçando do olho, o mãozinho.
A
Olha lá, igualzinho, mano.
D
A outra que eu mandei é mais parecida ainda.
E
Igual mesmo, velho.
D
Vai ver a do Flamengo. Igual mesmo.
F
Porra, Tabreão, meu amigo. Eu gosto de você, mano.
E
Foi a época que eu mais te noticiei.
F
Cara, lembra muito.
A
Não, eu vou falar, a época que
F
me compararam com ele foi a época
E
que eu mais tive autoestima, mano.
F
Porque ele jogava pra caralho no Flamengo.
G
É?
E
Eu mais tive autoestima do cara. Autoestima do cara.
A
Por causa do Renato Abreu.
F
Ele ficou por mais. Eu ficava feliz, porque ele jogava pra caralho, tá ligado? Que demais.
B
Foi muito, foi muito.
D
Pô, isso faz quanto tempo? Renato Abreu é das antigas, hein?
F
É das antigas, pô. 2010, sei lá.
D
Caralho. Faz tempo, né?
F
Faz tempo.
B
Cara, Renato nem lembrava de Renato Abreu, velho.
D
Eu lembrava, mas...
E
O Obina também... O Obina é igual a você.
D
O Obina é igual a você.
F
O Obina é igual a você.
A
O Obina é igual a você. O Obina é igual a você.
E
O Obina é igual a você. O Obina é igual a você.
A
O Obina é igual a você. O É Obina igualzinho, é igual a você. O mano. É Obina é igual a igualzinho, verdade. Inclusive, mano.
B
É verdade.
D
Inclusive, mano, eu tô vendo quem que você parece. Eu tô vendo aqui.
F
O Gil do Corinthians também, lembra?
E
Quando eu tava com o cabelo grande,
F
me lembro de falar.
D
O Gil do Corinthians?
B
Nossa, o bicho tá grande, hein, meu?
A
Ele tá, eu tô te falando. Olha, olha, olha.
D
É, como é que é, meu?
A
Só peso, só peso.
E
A seringa pesa pra caralho.
A
Só peso, só peso, essa ferida grande, mano.
B
Caraca, velho.
D
Tá injetando, tá injetando.
A
Tá, lógico. Direto. Textinho, textinho. Só o Whey Protein. É, genética.
F
Mas eu também...
A
É igualzinho, mano. É igualzinho, mano. É igualzinho, mano. É igualzinho, mano. É igualzinho, mano. Ele é igual ao Bida.
E
É sim, é sim.
A
É igual, mano.
E
É igual, mano.
A
Os caras são fodas.
F
Lembra muito, mano. Essa parte aqui, inclusive, é a que mais parece aqui, ó. Queixo e bochecha
E
aqui, ó. Caralho, tô vendo com quem
D
você parece, eu não tô conseguindo. Você parece ser alguém.
B
Sim, meu bem.
D
Mas até o final do programa, eu vou lembrar quem você parece.
F
Cara, mas tinha uma época que ele era idêntico ao MC Gorila, mano. Idêntico, idêntico. Até hoje ele não fala, mano. MC Gorila. Inclusive, vou deixar o salve pra ele aqui, porque ele tá em recuperação.
B
Ele fez a cirurgia, acho que teve câncer.
F
É, eu acho que ele tava com suspeita de câncer.
E
Bagulho assim.
F
Isso, aí ele foi no… Ele tava, acho que com umas dores no pâncreas, se não me engano, alguma coisa assim. Fizeram um post no Instagram dele falando, tá ligado?
B
Eu não vi.
F
E aí ele… Agora já tá bem, já tá em recuperação. Tá melhor, as boas. Porque ele, pô, ele é um ícone.
E
Esse gorila. Ele é um ícone, mano.
F
Muito da nossa zoeira vem muito dele também. Quando a gente era moleque, assistia ele pra caralho. Ele, mano, é um ícone.
B
Ele é cheio de sal.
A
É ele mesmo, é ele mesmo, é ele mesmo. Fui fazer amor. Mano, ele é uma lenda. Ele é uma lenda, mano. Ele é uma lenda, não dá, mano.
F
Ele é referência pra caramba, tá maluco? Deixa um sal por ele aí, mano.
A
Ele é foda, ele é foda.
B
Quando ele melhorar, ele tem que vir aqui. Ele não veio aqui ainda.
E
Pô, tem que vir, mano. Tem que vir, mano. O cara é temporal, mano.
F
Tem como sempre, de verdade.
D
E eu gosto também do Colibri.
E
O Colibri é bom também.
A
Colibri também.
E
Colibri, ele conhece, gente, viu?
A
Um corte dele, mano. Não é da biquíni, amigo. Totó, totó, totó. Carrinho de pipoca.
E
É no saquinho ou no saquinho?
D
Ele também é brabo.
A
Ele também é foda, mano. Ele é foda.
F
Ele é brabo pra caralho também, mano. Cara, ele é absurdo.
B
O Coribinho eu não conheço.
A
É bom.
F
O Coribinho é bom, mano.
B
Esse gorila é bom demais.
A
É, mano.
F
É porque o goleiro, ele, né... Quer leite, moça?
A
É, e faz show até hoje, mano.
F
Ele faz a diversão.
D
Eu sigo ele no Instagram.
C
É mesmo?
B
Abraço pra ele aí.
D
Ele me responde aí, MC Colibria, abraço.
A
É, mano.
E
Tirei uma reagem dele, mano.
C
Tá ligado?
D
MC Colibria, irmão.
F
Mas eu fiquei sabendo que o homem tá querendo um projeto de Terry Crews.
B
É mesmo?
E
Você conhece o Cariani? Conheço. Calma aí, calma aí.
A
É criativo, é criativo. É criativo. É criatino, é criatino, é criatino. Calma aí, cara. É quase vazio agora.
E
Não, mas eu conheço, cara.
A
Um pozinho, você vê a jogo.
B
Mas você quer competir, irmão?
F
Não, não, não.
E
Só para comer mulher, só.
B
Ah, só para comer mulher.
A
Mas, tipo assim... Aí foi o mil.
E
Não, mano, o que acontece? Eu tomei Mojarra, tá ligado? Acho que é por isso que é bom, né? É bom. O negócio é bom, mas você tem que seguir na risca.
D
O bom é que é barato, mô.
E
Sim, a gente ainda foi.
D
Mas você comprou a ampola ou da farmácia mesmo?
E
Não, não, o original. Não, eu comprei o manipulado. Não, eu tenho medo de morrer, maluco.
F
Mas... Mas aí, tipo assim, depois que o
E
bagulho vai dando resultado, você não, tá ligado?
D
É legal, mas você tá direto ainda?
E
Tô, pô, acho que foi até um ano que eu tô malhando, tá ligado?
D
Não, mas o Monjaro...
E
O Monjaro eu tomei em um mês e meio.
C
Só?
E
Só no começo do ano, é.
C
Só?
E
É porque eu tinha 140 quilos. Perdi 20 quilos, tá ligado?
B
Mas você já sempre foi grandão.
E
Sempre fui jogar basquete. Não, não era gordo.
D
Eu tomei ontem, o Monjaro.
E
Tomei ontem, tomei ontem. Primeira... Mano, o maior bagulho é bom, mano. O maior bagulho é bom, mano.
G
É bom mesmo.
F
É bom.
E
E aí agora eu tô tentando manter.
D
Tira o ímpeto, né? De comer que nem um retardado, né?
F
Sim, sim. Muita coisa, mano. E a sua alimentação, ela muda também depois que você para de tomar.
D
Aí eu vou discordar...
A
Mas você perde o apetite.
E
Perde o apetite. Não, tu perde. A vontade de comer, você perde.
D
Não, dá uma melhorada, mas também não é.
A
Não, não é melhoração.
D
A minha cabeça é muito podre, né? Preciso melhorar. E o problema é que eu sou uma pessoa sozinha. Eu não tenho tempo de ficar fazendo legumes, o caralho.
F
Ah, tô ligado, tô ligado. Sim, sim.
D
E o que é coisa mais sem graça? Me vê uns legumes.
A
Chega lá, pode me dar uma pequena.
D
Aí passa aqueles puta bife, é milanesa, o caralho.
B
Aí fodeu, né?
E
Aí não dá também, né, meu irmão? É, mas o bagulho é muito bom, mano.
F
É bom, mano.
E
E quando eu comecei a tomar, eu bebia muita cerveja, mano. Passava com os parceiros, porra, cumprimentava. E aí, tranquilidade, parava conversando. Não, cerveja eu não bebo, mano. Agora eu só bebo destilado, entendeu?
D
Não, mas olha só, isso... Ó, vou
A
fazer... Cê viu, o moleque aí tá enjoado, né?
B
O negão tá enjoado.
A
Tá enjoado, tá enjoado, tô te falando. Já era!
D
Ô, Fedor, eu tomo Monjaro há quase um ano. Mas eu faço ciclo de três meses para o dois, três.
F
Então... Ah, entendi.
D
É. Então, assim, o álcool praticamente eu zerei.
C
Praticamente.
D
Tô tomando nada de álcool. Nada. Perto do que eu bebia, é impressionante o que você reduz de álcool. É assim, impressionante.
A
Você não quer beber.
B
Eu bebi em novembro do ano passado.
F
Caramba.
B
Era o meu casamento.
D
Era o teu casamento. Mas você também, né, Kius? Tomar também.
A
Não posso ficar bebendo.
D
Embarque imediato.
B
Não posso ficar bebendo.
E
Você não pode, mano.
A
Mas eu já... Já tá...
D
É... Você não pode mais fazer a vida louca que você tinha.
B
Não, jamais. Jamais.
D
Então, abriu o peito, caralho, não pode.
A
Não, não, não pode.
D
Se não, o comissário vai embarcar imediato.
E
É, não pode.
F
Um bagulho que o Monjaro me ajudou bastante foi cigarro também. Cigarro me deu uma de meia.
D
É, ansiedade, né? Dava de meia.
B
Carioca também me ajudou bastante.
D
Ajudou.
F
É, mano, eu cheguei parado. Só dois máscaras.
E
Eu fomo mais. Eu também.
D
Mas eu não saio.
A
É agora que eu saio, meu irmãozinho. Para ficar estabilizado.
E
Saio de 60 para 40.
A
Obrigado, monjão. O cara fumava oito, agora tá fumando dois. Porra, o Mojá tá fortalecendo. Mas ajudou nós aí.
E
Eu também fumava pra rai. Também fumava pra cara.
B
É mesmo?
F
É.
E
Eu parei de fumar, vai fazer dois anos agora em novembro. Mas eu fumava pra rai, acho que uns dois meses antes de tomar o Mojá, eu parei de fumar.
B
Mas parou porque você quis.
E
Porque eu quis, é isso. Foi porque eu quis, tá ligado? E aí depois eu entrei no Monjaro, aí depois você vai vendo o resultado, mano.
D
É legal, né?
E
Hoje em dia eu não consigo ficar sem magreza.
D
O problema do Monjaro é...
E
É que também tá na moda correr.
D
Sem magreza, mas você infarta na farmácia, né?
A
É, é.
D
Sem magreza. Aí, tia, quanto deu pra pagar?
E
Nossa, deu cinco pau.
D
Aí você já dá aquele...
E
É legal, pegou um cilindro aí que é 15 reais o máximo.
A
Dependendo do maço.
E
Se você fumar um mar barato, é um maço bom.
F
É o do que você recebeu, o pagamento.
E
Essa cachaça, cerveja... Se puder se botar na paninha.
B
E você tá no mescão agora.
E
Agora sou eu, destiladinho, energético zero.
F
Energético zero!
E
Tá com tofaga e tá nojento, filho.
D
Ginzinho, ginzinho, ginzinho.
F
Vinhozinho, foi pra campus, postando em store aí, experimentando o vinho.
E
Bebi a cantina da serra, mano.
A
A cantina da serra. O cara fazia a festa com a cantina da serra. Agora é só a tacinha.
F
Ah, eu quero um burro bom.
A
Um burro bom, agora está cedo.
B
É bom ganhar dinheiro, irmão.
A
É bom, é bom, é bom. É bom, homem de cachique.
D
A internet mudou a vida de vocês, obviamente.
F
Muito a coisa, muito a coisa.
D
Dá para tomar um vinhozinho bacana?
A
Dá, dá.
E
É porque eu sou meio... Entendeu?
B
Passou de 100.
D
Isso aqui é mendigo.
F
Sim, sim. Continua.
E
Passou de 100 eu já não... Pô, a internet com certeza mudou a nossa vida.
F
Passou de 100 eu já parei com o amor já.
D
Mas você tá tomando vinhozinho também?
B
Vinho?
D
Vinho.
E
Vinho de vez em quando, é que vinho eu não tenho muito costume, né mano?
F
É.
E
Aí eu tô... Aprendendo é boa, sabe? Porque agora no free, nego, nos fala outra coisa.
B
Mas em free tem umas frescuras, tem
A
que dar aquela cheirada.
B
Igual você cheira um cu.
A
É, aí você tem que botar... Aí você cheira. É, vai na banheira. É igual foda. É foda mesmo, a cara cheira... Tá conferindo a imutação. Tá cheiradinho, pincelado.
B
Isso tá muito bom, hein?
A
Pincelado.
B
Pô, velho.
A
Pode afastar esse cu. Cheia pra caralho.
B
Ai, deixa de cantar.
A
Ah, dormir.
D
Não, é importante.
B
Cara, dormir.
A
Cara, beber álcool com suco de fruta, porra. Pelo amor de Deus. Vai ficar cheirando o vinho. Bacardinho com acapola, mano. Pô, bacardinho com acapola, porra. Vai ficar cheirando o vinho, porra.
E
Vai dormir, velho.
D
Eu, por exemplo, quando eu vim lá de São Gonçalo, eu odiava vim. Aí eu fui descobrir Que eu odiava vinho, porque eu bebia vinho merda.
F
É, isso é verdade. Entendeu? Existe uma diferença.
D
Aí eu, do nada, um dia, de repente, pô, eu tomo um vinho aqui, não sei o quê, despretensiosamente.
A
Não, não gosto.
D
Não, bebe, que esse aqui é bom. O caralho, troço bom da porra, velho.
A
Sim, sim.
D
E vinho bom não dá ressaca.
E
Não, é igual o uísque também. O uísque bom não dá ressaca, porque hoje em dia é difícil. Pelo menos lá pela nossa região, cada uísque que a gente toma lá, que é só, muda a garrafa. É mesmo. É a mesma coisa.
A
É coma.
B
Você gosta de tomar qual que é o bom?
E
Mano, cara, 12 anos ali, qualquer um 12 anos, é bom, tá ligado? Tipo assim, eu tomo Red pra caramba, Ballantine também, Cavalo Branco, graças a Deus, tem um tempinho que eu... White Horse. É, tem um tempinho que eu acho que gostava.
B
White Orchid, Orchid.
A
Mas é que a gente vai mais na emoção.
E
Passaporte, chanceler, puta que pariu.
A
O Real Blue! O Real Blue!
D
Peraí, ainda tem aquele whisky ainda?
B
Tem, tem, tem.
D
Cara, a gente ganhou um whisky.
B
Tamo atrás da caixa.
F
É, mas esse aí deve ser daqueles.
B
Dezoito.
D
Não, é um single malt absurdo.
B
Você dá uma bicada nele.
D
Nós vamos dar uma bicadinha aqui. Single malt... Não, esse aí...
B
Esse é top.
E
Então, é o que você falou, o bagulho bom não dá ressaca.
B
Puta merda, quase se me pegou.
D
O cara com o maior carinho.
E
Cuidado, meu.
D
Porra, foda, o cara deu um presente tão fofo.
E
Muito obrigado a esse que deu o presente.
A
Muito obrigado.
D
Ajuda a lembrar isso. Quem deu vídeo pra nós aí, eu esqueci. É, putz.
F
Mas agora ele tá enjoado, filho.
D
Trouxe esse single mount.
B
E a mulherada?
F
Aí, tá. Posso falar, não. Posso falar, não.
A
Aí, tá aí. E a mulherada? E a mulherada? É, trabalhamos bastante.
E
Pode se comer o pão, se tirar a carne.
D
Se põe a linguiça.
A
Isso aí ele tá fazendo, né? Tem uma prática, hein, senhor?
F
Eu não posso falar mais.
E
Quando eu comecei a ganhar dinheiro na internet, meu irmão... Loucura, desesperou o quê? Hoje em dia, eu tomo a pé no chão pra caralho, tá ligado?
B
Cara, no comecinho deu loucura.
A
Quando eu…
E
Mano, primeira vez que caiu 50 mil na minha conta, eu fiquei maluco, velho.
D
Maluco, né?
E
Maluco. E vou te falar que eu fiquei um ano maluco, mano.
D
Mas eu posso falar, é legal.
A
É bom, mano.
E
É igual o que a gente tava conversando esses dias.
D
É isso, agora…
B
Sente o período e faça.
E
Eu tava pensando na escolha esses dias. Eu faria assim, mano, eu não faria de novo, tá ligado? Mas que eu vivi, eu vivi.
D
Não importa, você fez uma coisa que você nunca tinha feito antes.
E
Você viu o prazer.
D
O que você não pode é morar nesse lugar. Se liga nisso aqui. Isso aqui, tá até acabando já, né?
B
Não, não. Não, é 21, irmão.
E
Nossa, tá quase da minha idade.
F
É, rapaz. Tá quase da minha idade.
D
Pedro Esmanioto deu pra gente.
B
Boa verdade. Obrigado, Esmanioto.
D
O Esmanioto lá do sul.
E
Valeu, Esmanioto.
F
Eu tenho 20.
B
Eu tenho 20.
E
Cada perna, né?
B
Mais velho que você, irmão.
F
É o chão.
D
O Esmanioto, até hoje ainda estamos matando devagar aqui, Esmanioto.
A
Obrigado, irmão.
D
É o Glenn Gwine.
E
É um single malt.
B
Vim envelhecido 21.
D
Isso aqui é coisa linda. Botar só pra degustar mesmo.
E
É, porque senão o cara vai... Dá
A
pra deixar virar água, eu tô te falando. Dá pra deixar virar água. Aí semana que vem...
E
Eu não bebo, não.
B
Eu não quero também, não quero.
F
Ele tá dando tremendo.
D
Eu vou com você pra não... Peraí
F
que a gente vai abrindar. É, calma, é. Cara, tá vendo?
A
Calma. Já tô aqui. Dominguedinho, Dominguedinho. Qual que é o próximo? Qual que é o próximo? Dominguedinho. Põe mais um cadinho, põe mais um cadinho. Dominguedinho, Dominguedinho. Eu só lembrei do meme do... Deixa
B
ele tomar um pouco.
E
Eu só lembrei do meme do... Que nunca falte, que as mulheres morrem e uma...
A
É, é isso aí.
B
É sério.
D
Olha o melzinho. Não, não, não, chega aí.
E
Nunca falte.
F
Nunca falte.
B
Nunca falte.
A
Que as mulheres não moram, viúva, e que eu não moro primeiro.
D
Cheira primeiro, cheira, cheira que eu gostei,
F
ó. Pô, viado, eu tô doido, mas não moro.
B
Eu não posso, eu não posso envolver tudo isso.
D
Perfume, perfume.
A
Ela, minha mãe, ela tem que ir no banho, mano.
D
Não, faz ele cheirar. Só o cheirinho ele vai gostar.
E
Isso aqui com funkzinho tocando. Meia dúzia de galera num cercadinho.
B
Ixi, mano.
A
Uma mulher suando pra caramba.
B
Nossa, Deus.
E
Cabelinho de creme. Que pariu. Marrado só no toquinho. Boa, a boca até é enxugada. É bom.
D
Melzinho, melzinho, bola. Bola, bola, dá um tapinha.
F
Aquele...
D
É bom.
E
Não, mano, vou ver. Aí, bagulho... Bebeu? Bebeu?
B
Eu não sou muito do whisky, mas é bom.
E
Mano, o negócio é bom, mano. Isso aqui, nosso Deus.
F
Isso aí, se eu tomar um desse aí... Já vai me dar gatilho hoje.
B
Você não bebe nada?
F
Nada.
B
Hoje à noite, só se eu ter o podrão ou o cigarro.
F
E isso aí, é uma coquinha e o podrão e o cigarrinho, tá ligado?
D
Olha isso aí, é o Vorcaro que comia as mina tomando isso, viu?
A
O Vorcaro. Esse aí, ó.
E
Ele vai tirar uma foto da garrafa,
F
semana que vem tá uma dessa lá em Cacete.
D
Esse aí é do nível Vorcaro. Os maniotos que trouxeram os panóis lá do sul.
E
Isso aí é coisa de gente, né?
B
É, isso aí. Vamos jogar aquela outra marca.
D
Quatro paus que essa garrafa aí.
B
Aquela outra marca de uísque que é seis paus a garrafa.
D
A McKelley.
B
Puta, é caro?
E
É caro caralho, nunca tomei. Quê, seis mil?
B
Seis palmas.
E
Depende, depende.
B
Viu um negócio seis palmas.
D
Não, tem umas de seis, tem de mil, tem de mil e quinhentos.
E
O bom é o de seis, né?
B
Só que o bom é o de seis, né?
F
O de seis é mil.
E
Quem gosta de dinheiro assim, quem bebe.
F
Quem quiser, bebe.
B
Tomar uma garrafa de seis só pra você ficar muito louco.
E
Você mijando que é a minha hora. Dá vontade de mijar toda hora. O cara que toma diurex tá fodido.
B
Tá.
A
Tá fodido.
F
Cara, tá fudido.
A
Cara, eu tô mentindo.
E
É que tá na merda. Mas, mano, é bom, viado. A sensaçãozinha disso é bom.
B
E quando você pôs 50 pop a primeira vez no Bolsa, era vocês dois a já?
A
Não, não.
E
Aí já era sozinho, tá ligado, mano? Era sozinho, era nessa aí. Aí, mano, tipo, pô, quando... Porque eu sempre fui o cara que seguiu as modas, tá ligado?
D
O hype.
E
O hype.
D
Onde tá?
E
Todo ano brotava um hype.
B
Isso aqui é legal, eu vou fazer.
E
Tanto que eu comecei no hype, negócio de live, tá ligado?
B
Aí também, com as danças, o hype.
A
Só que era o hype dele, o meu hype. Era o meu hype quando... Por exemplo,
E
ali, 19, 20, que foi quando começou a pandemia, todo mundo começou a fazer live. Então, esse foi o primeiro hype que eu comecei. Foi onde eu comecei a tirar uma graninha ali, tipo, sei lá, 200 dólares, 300 dólares. Pra quem, porra, via na carteira do trabalho 900 conto, dentro de casa era bom pra caralho, tá ligado? Aí fui nesse hype. Depois veio, mano, negócio de jogos NFT.
A
Isso, sim.
E
Que foi um negócio de jogo criptomoeda, que os negros faziam dinheiro. Isso, mano, deu um boom do caramba. Tinha muita gente fazendo dinheiro. Entrei nesse hype.
D
Das figurinhas, lembra, de NFT?
E
É, porra.
F
Pessoal fazendo as imagens digitais.
D
Figurinha que é sua, é personal e única.
E
Isso, isso. É um bagulho que é só seu.
D
É que é golpe, né?
E
Tipo assim, na real, aquilo não era um golpe, mas como todo brasileiro.
D
Não, quem inventou? Não como todo brasileiro. Aquilo foi inventado pra tomar o dinheiro da galera.
E
E aí, tipo assim...
D
Não, o cara criou um modelo de negócio, ó, essas figuras são raras.
A
É, sim.
D
Aí os trouxas que acreditam, compram.
E
E aí vinha muita gente que esperava botar a grana pra sumir e declarar falência.
C
É lógico, lógico.
E
E antes disso também teve a época de kawaii tiktok, que era aquela palhaçada de ficar convidando os outros. Até hoje eu acho que tem isso,
F
mas hoje é meio na baixa.
E
Essa foi a época que eu comecei, tipo assim, a ganhar dinheiro, mano.
D
Dizem que dar dano grana é o marketplace do Face, estão falando isso.
B
Sim, também.
D
Vender coisa, né?
E
E aí eu comecei a ganhar, tipo assim, 10 mil. Aí eu falei, caralho, mano, bagulho de porra. Ficaram igual o Cracudo. Tipo assim, convidando os outros até ela.
A
Porra, até ela.
E
Entra no link aí, não sei o que, faz aí.
F
Crava grupo no Telegram, fazia barulho.
E
É, com o Gracudo, mano. Baixa aí. Nem gostava de TikTok, mano. Fazia 10 sacas, 10 sacas. Aí depois veio o NFT. E aí, tipo assim, tudo que tem um hype, se você botar no YouTube, se você for o primeiro a colocar no YouTube, a chance de você estourar...
A
É, ok.
E
NFT eu fui, tipo assim, nem sabia, mano, nem manjava nada. Fui aprendendo ao decorrer do tempo. Joguei no YouTube lá. Joguei no YouTube. E aí, mano, tipo assim, pô, eu criei um canal do zero, tinha lá 100 inscritos, o bagulho foi começando, tipo assim, mil, dois mil visualizações, três mil. Aí o que que acontece? A galera que criava jogo pegava os YouTubes pra divulgar. E aí o cara chegava e falava assim, mano, toma aí 15 mil de criptomoedas desse jogo aqui. Você pode usar, guardar ou vender agora também e pegar o dinheiro. E fala desse jogo aqui. Comecei, mano, a falar de todos os jogos. Isso foi onde começou a dar muito dinheiro. É, aí foi 15, 20 mil. Nunca tinha visto 20 mil na vida.
B
Então você sozinho.
E
Só eu sozinho. Só eu sozinho no meu canalzinho lá, tranquilinho. Aí, mano, foi onde eu comecei.
D
E o olho caiu do olho.
B
É, assim, dançando.
A
E dançando.
E
E aí, mano, tipo... E foi...
A
E
E
aí foi a época que eu comecei a viver, mano.
A
Olha o Zoom. Olha o Zoom. Olha o Zoom. O Zoom vai me deixar lá na casa. Lá pro lado da casa. O maluco fazendo 50 mil e eu aí, ó.
D
Se eu passo na cidade na hora...
E
Você tá um pouquinho mais de noite.
D
Se eu tô passando de carro ali, eu falo, caralho, o Cracudo tá louco, tá sem vergonha.
A
Esse até é babadinho.
E
Pessoal passando a pedra.
F
Tem um cara muito louco.
E
Pessoal indo trabalhar e ele lá, dançando pra caralho.
F
Dançando horror, isso aí.
B
O outro botando 50 pau no bolso.
A
No bolso. Pô, e olha lá, na graminha.
B
E você não ajudava a tremor, você é sacana.
E
Não, nessa época... Tipo assim, ele tem uma parada que ele é muito difícil.
A
Alguém falou essa verdade, obrigado, Brasil. Obrigado, bolso.
E
Ele é muito difícil de lidar, porque às vezes eu falava com ele assim, mano, por exemplo, marcava um X e falava, aqui dá dinheiro. E aí não ia, tá ligado? Aí ficava...
A
Ele não gosta. É, não.
E
Vai dar pra perceber, tem gente que
A
gosta e tem gente que não gosta, tá ligado?
D
Tem gente que nasceu pra isso.
E
E na época ele queria só... Aí depois disso você ensinou que era cantar e ficou nessa, né?
D
Tem vídeo dele cantando?
A
Tem!
D
Tem?
F
No Instagram tem um monte!
A
No Instagram tem um monte!
E
Mas hoje em dia o trampo tá maneiro!
A
Só que eu queria... A primeira, que ela fica aqui. Esse é o segundo arquivo.
F
No outro episódio, a gente abriu o primeiro arquivo, que foi o quê?
A
Dar dança.
F
É, mas é o segundo arquivo que é dar música.
E
Ele esconde os vídeos cantando.
B
O bicho é bravo, né?
A
É, não, não. Ele é artista.
D
Ele escondeu os da dança.
E
Ele escondeu os da música também, os primeiros vídeos cantando.
B
Ele tinha que ganhar mais que você, mano.
A
Tinha, pô. Tinha, moleque.
E
É um artista nato, pô.
F
Os que estão lá no Instagram são os mais bonitinhos de música.
A
É mesmo?
F
É, quando eu comecei a cantar. São os mais bonitinhos.
D
Cadê?
A
Está no meu Instagram, pô.
D
Ele falou que você seleciou...
A
Não, não.
F
Está lá no feed lá.
E
Eu quero os primeiros, pô. Manda aí, manda aí.
F
Está lá os primeiros.
D
Manda aí, pô.
B
Não sei se acha isso.
E
Os primeiros é só... Tipo assim, ele vai...
B
É só rolar.
E
É só rolar, então.
F
Calma, cara. Calma, cara. A Dorothée Stone já tá batendo.
B
Já correu no sangue.
E
Ele ouve xereco, rola e já fica ouriçado. Correu no sangue, já ouvi.
A
Já correu no sangue.
E
Dá pra fazer uma brincadeira.
F
Bom, três lances e já tem uma
E
porrada de vídeo de música. Correu no sangue e já era. Agora é só loucura.
F
É, tá ligado?
E
E ele... Bagulho é bom, mano.
F
Bagulho é bom. Palano, 10 mil, 20 mil.
E
E aí, tipo assim, sem encostar muito. Nunca tinha comemorado aniversário, tá ligado? Nossa, tio. Com 20 anos, começou a pingar.
B
Ganhando um pouco.
E
Eu, pô, morava com a minha mãe. Aí deixava a casa tranquila, pagava as contas de casa. Falei, mano, o que sobrou...
A
É nóis.
E
É nóis. Aí chamavam os quatro, cinco parceiros, alugavam o sítio e ia pro sítio. Aí tem, tem uma pessoa falando... Você
F
falou só dos amigos.
E
2020, 2021.
A
É, porra. Um torre cheio de dinheiro, um monte de homens, na porra nenhuma.
E
Foi o ano que eu mais fiz dinheiro, mas eu não saí da minha cidade, mano. Eu vivi intensamente dentro da minha cidade.
A
Ele lavou a alma.
E
Não, lavei a alma, torrei. Não ia pra lugar nenhum, não viajava.
B
Que louco.
E
No máximo eu vim aqui pra São Paulo, às vezes, pra gravar um trampo, fazer alguma coisa, mas vivia lá.
F
Comprou o primeiro carro, né?
E
É, e saí comprando um cargão caralho. É, comprou, comprou mesmo um. Entra mais dinheiro, aí compra outro. É o emergente, é o emergente.
B
Muita coisa mais gostosa.
A
É o emergente.
E
E aí vivi. Aí foi, né? Tipo assim, foi passando as modas. Aí veio isso, aí veio a moda dos cassininhos no começo lá, que era uma novidade pra todo mundo, que aí os cripto também baixou. Fui seguindo essa onda. Mano, em 2023 eu falei assim, mano, esse ano vai fazer aniversário do caralho.
B
Puta festa.
E
Mano, eu peguei os parceiros, eu sempre peguei os parceiros, sempre.
A
Ele e um bando de homens.
D
Ele e o Neymar.
A
Ele e o Neymar.
B
Eles baixam.
E
Aí eu tinha os carros. Algumas pessoas tinham os carros também. Aluguei uns quatro, cinco carros, mano. Falei, vamos fazer uma passeata nessa cidade aí, que é meu aniversário.
F
Sim.
E
Fizemos uma passeata, todo mundo piscareto.
F
Veio um carreato, um barulhado. Uma quarta-feira qualquer, um bando de malucos, fez uma carreata, foi o aniversário deles.
E
Aí partiu todo mundo pro sítio.
B
Você tava no meio ou não?
E
Não, eu fui só na carreata, só.
F
Só na carreata.
B
Aí fomos...
E
O resto era o furo. Aí fomos pro City, mano. Pegamos o City, aí ficamos. Era três dias, né?
B
Puta, você imagina esses caras.
E
Mano, quando chegou no domingo, a gente já não aguentava, não queria ir embora, tá ligado? Aí eu ligava pra mulher. Pô, tem como te entregar o City de segunda? Ela, tem, faz o pique. Aí, pum, segunda. Aí zoava a segunda toda. Tem como ficar até terça? Tem, pum, faz o pique.
F
Inclusive, foi no final de semana da eleição, né?
E
Foi no final de semana da eleição, cara.
A
Nem fui eu, não. Ele, os moleques, tudo.
B
Esse cara de sexta, terça.
E
Não, informa, acho que até quinta-feira, se
C
eu não me engano.
E
É uma semana. É, só assim, ó.
A
Sete dias. De outra.
E
Devolveu o carro, devolveu o carro. Não, era só ligar. Não, vai deixando ele.
B
Mais um pouquinho.
E
Mais um golinho, mais um golinho. E pique, e pique, e pique, e pique.
G
Caralho.
E
Mano, vou te falar, a gente deve ter tomado aí umas... De 20 a 30 garrafas de uísque, assim. Chegou no último dia, a gente falou, acabou a bebida, a gente falou assim, vamos no mercado comprar mais. Mano, qual que você quer? Escolhe aí, mano. Os caras levavam a mão, esse vagabundo até tremendo pra... Já não aguentando mais, tá ligado?
B
Mas viveram...
E
Não, mas vou te falar, viveram e carne. E não tinha um arroz, tinha um feijão ali.
D
Só carne e alca.
F
Só carne e alca. Ele ia chegar na bosta, assim.
A
Não tinha nada, mano.
E
Uma manteiga, um açúcar, um sal, nada.
A
Não, não, não.
E
Era carne sem sal.
A
Sal grosso, era.
E
E não podia passar não, porque era afastado.
A
Que loucura, irmão. E se passasse mal, mandava embora ainda. Era afastado.
B
É mesmo?
A
É, ué.
E
Mas aí, vive.
F
Tem que manter, tem que manter.
E
Aí, pô, vive. Pô, vivemos pra caramba.
B
E fazer as coisinhas na internet.
E
Na internet. E foi em 2022, quando a gente começou a fazer os bagulhos, a gravar junto. E aí, o TikTok já tava com a promessa de começar a dar dinheiro.
A
Monetizar.
E
E eu, sempre no foco da grana, eu falei, ó, hora que monetizar, mano.
D
O quê? O quê?
G
O quê? O TikTok.
D
TikTok.
E
Aí eu falei, é pra a gente tirar uns 10, 15 mil aqui por mês, mano.
F
Aí começou.
E
Aí eu chamei ele, Para de dançar, para de cantar. Para de dançar, vamos gravar que o barulho vai pingar. Primeiro ele, pô, não vai pingar e tome. E os vídeos estourando, batendo um milhão, dois milhões. É, eu peguei o primeiro.
F
Três milhões.
E
Uma hora o vídeo batia um milhão no TikTok. Antigamente a entrega era muito rápida, mano.
F
E o primeiro salário que a gente fez foi dez e uns... Primeiro vídeo.
E
Primeiro meio. Dez e blau. Aí eu sempre ganhava um dinheirinho.
B
Tudo que eu fazia pra ganhar dinheiro.
E
Quando eu ia cair nas modas, eu ganhava mil de um, dois mil de outro, três mil de outro.
B
Mas sempre de olho nas novas.
E
Sempre de olho nas novas. Aí o TikTok, pum, 10, 15 mil. Aí eu falava, ó, pra tu ver que bagulho dá dinheiro. Vou rachar aqui contigo. Aí, pum, meiava. Aí ele, caralho, pique cinco mil e pau. Caralho, só gravando um vídeo? Vamos fazer mais. Vamos fazer mais. Aí, na época, eu até falei com ele. Falei, mano, abre um perfil pra você também. Porque se a gente tá num perfil fazendo 10, se você abre o seu, a gente faz 10, cada um é 20 mil. Ele ainda ficou muito resistente com isso e tal, depois de um tempo que ele abriu. Mas aí foi. Aí foi, porra, aonde a gente começou a comprar essa ideia de gravar vídeo junto. E aí foi. 10, mano, era todo mês.
B
Não, o vídeo de você junto é muito bom.
E
10, 15 e tal. Só que tudo tem uma baixa, né? Quando chegava a baixa, eu falava com ele. Desanima não, que daqui a pouco aparece outra aí e a gente estoura boa de novo. Só que emergente, né? O emergente, ele... vai viver.
D
E você não investiu em nada?
E
Mano, nesse ano não, cara. Nesse ano o que eu tinha era carro, tá ligado?
B
Carro e festa.
E
E pagava as coisas.
D
Barra, pingue e foguete.
A
Isso aí.
F
Não investi em nada, mano.
E
Aí o que que rola? A gente fechou com uma agência, a agência arrumou um contratinho gordo pra nós também, pra gente fazer uns conteúduzinhos.
F
De casa já pode fazer.
C
É, eu acho que a gente ganha
E
25 pontos, não sei. A gente fazia vídeo fazendo resenha de basquete, tá ligado?
B
Isso, isso.
G
Ah, legal.
E
Aí, de boa. Ficamos. Aí, novamente, voltou pra pingar, só que aí eu já tava cotamente. Falava assim, ó, mano...
A
Isso aqui não vai ser pra ser, não.
E
Você vai...
A
O mundo está não ligado, né?
E
É, falei, vai chegar uma hora que essa fonte vai parar de orrar e o bagulho vai ficar doido. Aí foi, foi indo, já estava marcando o chão, tomamos um golpe dessa empresa. A empresa, tipo, fechou três meses, a gente ficou três meses fazendo conteúdo.
D
E não pagaram.
E
Renovou seis meses, pagou. Aí renovou pra um ano, sumiu.
F
Pagou primeiro mês, atrasadíssimo, e os outros outros meses ele sumiu.
D
Aí você parou de fazer também.
E
Aí paramos de fazer, não, aí paramos, rompeu. Só que aí tipo, eu achei uma sacanagem da parte do pessoal da agência também, porque o contrato não era com a gente, era direto com a agência.
F
Com a agência, ele tirava uma parte.
E
Então quem tinha que comprar era a agência. E a gente tirava uma puta parte, tá ligado, mano?
C
Sim.
E
Ok, nada vai pra frente, foi até um ano que a gente desanimou um cadinho, né? Porque aí o bagulho foi ficando mais difícil, tá ligado? Ele viu que da onde tava jorrando parou. Eu tive que correr atrás pra continuar pingando. E aí deu uma desanimada. E aí foi 23, 23, 24, né? E aí, em 24, foi quando minha mãe faleceu, aí o bagulho já tava desanimado. Desanimou mais um caso.
F
E em 2023, inclusive, depois que teve esse B.O. com a empresa, a gente foi despejar de casa. Porque a dona só pediu a casa.
E
A mulher só pediu a casa.
F
Tipo assim, tava tudo pago, a gente tinha nada. Ela só falou que ela queria a casa de volta, aí a gente teve que sair da casa. Aí, atrás de um apartamento... Aí quando
E
foi em 2024, Até então, em 2024, a gente fazia vídeo dos carrinhos da comida, né?
F
Isso, a gente fazia os das comidas.
E
Aí, em 2024, eu falei com ele assim, falei, mano, vamos mais uma, mano. Pô, eu... Ele não, né? Mas, tipo, eu já vivi altos e baixos pra caralho na minha vida, eu ia só mais um baixo pra viver mais um alto.
A
Ele não, eu moro contigo. É lógico que eu moro contigo.
E
Não, tipo assim, tô falando a questão do...
A
Ele não. Ele não, cara. Você tá falando alto, cara. Olha lá, cobertura em Miami e ele lá tomando um whiskey na hora de se fuder, né?
E
Na questão de conteúdo, tá ligado? Porque tipo assim, ele viu o bagulho dando certo, viu abaixo, só que aí não tá acostumado que acontecesse mesmo.
B
Você já fazia isso aí sozinho?
E
É, pô, quando eu fazia vídeo de LOL era assim, um mês dava visualização pro caralho, no outro não dava, tá ligado? Eu falei com ele, mano, vamos mais uma. É uma alta, uma baixa, uma alta, uma baixa, filho. É igual quebrar a mola, tá ligado?
B
Partir pra outra.
E
Vamos partir pra outra. Perder a minha mãe, eu sei. Perder a minha mãe, chorando mais agora. Então que a vida fica mais difícil ainda, mano. Vai só falar por nós, tá ligado? Chamei ele, foi onde a gente começou a fazer o react mais aberto de tudo, tá ligado? Porque a gente ficava o dia inteiro dentro de casa, rindo, tá ligado? Dos vídeos. Eu falei, mano, por que a gente não bota essa porra dessa resenha pros outros verem também? Tá resenhando só nós?
B
Tá ligado, mano? Isso foi genial.
E
Vamos botar todo mundo pra ficar na resenha com nós.
B
Isso é muito bom.
E
E aí foi onde a gente começou a fazer os vídeos do react em si, no modo geral, as lives e tudo mais. Mais um ban. Pum, TikTok voltou pagando de novo, dez, quinze. Isso foi em outubro, né? Minha mãe morreu em julho. É, foi em outubro.
F
A gente ficou dois meses sem criar nada. Isso.
E
Quando eu cheguei em dezembro, a minha conta morreu mesmo.
F
Ele perdeu a conta do TikTok, pagava mais. Os caras baniu.
B
Por quê?
E
Porque, tipo assim, o que acontece? As regras da China é um culo, tá ligado, mano? E aí a nossa risada era ofensiva. Cara, você podia botar um vídeo, tipo, apertando a campainha aqui, tá ligado?
F
Se a gente rachasse o bico, dava
E
bullying contra a campainha, tá ligado? Porque a gente tava comentando bullying. Aí o bagulho ia lá e caiu
F
o vídeo, tá ligado?
E
Papo reto. E aí foi. Cai num um, dois, três, tá, não sei o quê. Pum, caiu a conta. Aí eu falei, caralho, esse é o ano mesmo, 2024, até o meu ano. Tá dando tudo errado.
A
Nada dá certo, nada dá certo.
B
Pô, eu não sabia disso, tô de sacanagem.
E
Aí foi onde eu conheci...
B
O risado de vocês era ofensivo.
E
Era ofensivo, velho.
F
Tipo, caía na diretriz de bullying.
D
Que merda, hein.
F
E aí eu...
E
Caia tudo. Aí eu conheci um advogado, que ele falou, mano, isso aí você pode processar, que é causa ganho. Só que, pô, os advogados também nada contra o serviço Não, tem um símbolo. Mas a causa ganha. Você tem que dar 10 mil, senão
A
a causa não tá ganhando.
F
É, irmão.
A
A causa não é com medo. A causa ganha. Passa 20, que aí a causa ganha. Passa 20, que aí a causa ganha.
E
A gente teve que morrer no Agrana.
F
É, advogado bom, advogado bom.
B
Mas funciona.
E
Funcionou.
F
Funcionou, funcionou.
E
Tipo assim, a conta, ela voltou um mês.
G
Recuperou.
E
Eles voltaram a conta e o processo seguiu, tanto que a sentença saiu, acho que se eu não me engano, no começo desse mês.
B
Mas a conta voltou, vocês podiam continuar
E
dando risada ou não? Voltou, a gente podia continuar dando risada. E ele ainda falou, tipo, qualquer B.O.
F
que der... Cês alagem, é?
E
É, ele ainda falou assim, ó, já defendi gente pior, né, que vende conteúdo adulto aí na internet e tal, e eles não têm direito de banir tua conta não. Aí fiquei grandão. Falei, pô, agora eu vou tacar os caralho. É dois, três vídeos por dia, gargalhado igual um caralho.
A
Foda-se.
F
Exatamente.
E
E aí o bagulho voltou e foi onde, tipo assim... Já deu estabilidade. Pelo menos parou de dar ruim, né? Tá ligado?
B
É.
E
Parou de dar ruim. Como eu sempre fui um cara sagaz.
D
Conseguiu a indenização ou não?
E
Consegui. Consegui. O TikTok comprou o jeito todo que pagava a indenização, porque ele derrubou a conta. Hoje em dia eu fico só assim. Bani de novo, bani de novo.
A
Arruma um programa comigo, por favor, arruma lá.
E
Mas eu fiquei com medo, porque os caras chegavam falando, todo mundo fala, né? Ah, pô, processo que você vai ganhar. E, pô, da última vez que eu fui nesse de processo que você vai ganhar, eu perdi 15 mil, mano, só. E pra chegar no final, o advogado... É que, pô, eu respondi um processo de racismo, você acredita? De uma pessoa branca.
A
Por incrível que pareça. É sério, é sério. E o horror nem era com ele.
E
Por causa de Twitter ainda, mano. Porque, tipo, a gente jogava, eu jogava LOL, tinha um time.
B
É.
E
E um rapaz tava no nosso time. E aí esse rapaz no chat do LOL, como todo jogador de LOL tem, a mania de ficar xingando os outros de macaco, tá ligado? Só que aí uns xingam de macaco, mesmo sem saber quem é a pessoa, tu xinga pra chamar a pessoa de burro, só que chama de macaco, tá ligado? Como se o macaco fosse burro. E aí esse cara foi e xingou de macaco o cara dentro dessa comunidade. Quando a gente anunciou que esse cara ia participar do tipo de um all-star de influenciador com a gente, os caras falaram, mano, esse cara não pode participar porque o Feder é preto e esse cara tá xingando os outros de macaco jogando LOL, tá ligado? Aí rolou aquele bafafá interno aí na época, a gente tinha, tipo, era pequenininho, devia ter uns 10 mil seguidores. Tinha um medo de cancelamento do cara, aí os caras já falaram assim, mano, vamos fazer o seguinte, vamos tirar esse maluco do time e vamos falar. Ó, o maluco não vai jogar por causa dessas atitudes e tal, a gente não...
D
Não tolera.
E
É, não tolera. Fiz isso, fizemos isso, todo mundo, mano.
B
Tiraram o cara.
E
Os cinco malucos do time, os quatro, né, que ele era o quinto. Tiramos o cara, conversamos com ele. Ele, inclusive, no grupo ainda falou, mano, eu sei que o bagulho... tem um intuito nessa palavra, tem essa fome de ser racismo. Mas não é essa a intenção. Só que eu entendo que eu peguei mal e vou sair do time, tá ligado?
A
Ok.
E
Mano, botamos lá, falamos assim, ó, rapaziada, o cara não tá mais no time por causa disso e disso e disso, tá ligado? E, mano, ele nem ia ganhar dinheiro nem nada, tá ligado? Passa três meses e virou uma mulher, tipo, ó, a gente tá... A mulher me chamou no WhatsApp. Queria que você fizesse essa retratação tal, tal, tal, por causa de fulano, que senão a gente vai te processar, que não sei o quê. Aí eu falei, pô, primeiramente, como que você conseguiu o meu nome? Aí tampei de discutir com o advogado do cara, tá ligado, mano? Falei, mano, quer saber? Processa aí, mano. O maluco ferre merda mesmo, não sei se quer o quê.
D
Você sabe que ela não pode falar com você, né?
E
Não, então, o advogado também falou isso. O advogado também falou isso.
D
Ela poderia só falar assim, ó. Você se retrata, aí você fala, não. Então me passa o telefone do seu advogado.
E
É, pô. E outra, aí ela vem...
D
Ela não pode te...
E
Na época, ela ainda veio falando que a gente ia ter que pagar dinheiro, que não sei o quê. Meteu o maior terror, mano. E eu, pô, nervosão, já boladão, já dentro de casa.
A
Falei, mano...
E
Não vou te tratar porra nenhuma não. O cara que tá chamando os dois de macaco, eu não tô chamando ninguém de macaco não, não sei o quê. Beleza, me veio o processo, e aí o cara, no processo, falou que a gente chamou ele de racista. Apontou como se ele fosse racista, sendo que ele não foi racista. E aí fudeu. Aí eu falei, caralho, eu e mais três malucos. Aí de três, um morava no Uruguai, não tinha como, se safou do processo.
B
Não tinha como.
E
O outro era daqui de São Paulo, tá ligado? Aí o cara, porra, mano, aí vou ver um advogado bom pra nós entrar nessa causa, que isso aí é causa ganha, mano. Causa ganhaça. Aí o advogado foi e pediu 10 conto, tá ligado? Pra defender só. Porque o cara meteu tipo assim, mano, é processo criminal que você tá respondendo e tal. O cara tá falando que você é racista e tal. Falei, já é, mano. Defende aí, mano. 10 mil. E foi passando. Esse ano é 2021. 22, 23 e nada.
B
Caralho, irmão.
E
E aí o cara só pedindo dinheiro é o cara, mano. É, manda... Tanto aí que eu tenho um esquema aqui, pá, que a gente, esse cara deu falha no processo, a gente pode agora entrar com tudo neles e tal, manda mais 1.500.
F
1.500.
E
Chegou no final do processo, mano, chegou no ponto do processo, o cara falou assim, ó, mano, o juiz nunca viu um processo de Twitter, que era bem no começo, tá ligado, do Twitter, ele meio que não sabe o que fazer, então ele pode falar que você tá inocente, como você pode falar que você tá ocupado, mano. Então, acho que é melhor... Melhor coisa agora é a gente fazer um acordo com quem tá te processando. Falei, ah, cê tá de sacanagem. Agora vou ter que dar dinheiro pra
B
esse filha da puta.
E
Vou ter que dar dinheiro pra esse filha da puta.
B
Aí fez o acordo.
E
No final fizemos um acordo e o cara ainda levou cinco, filho. Cinco meu e acho que cinco do outro parceiro também.
D
Pronto. Acabou o problema.
E
Acabou o problema.
B
Primeira vez.
D
Agora você aprendeu.
E
Aprendi.
F
Qualquer situação de ação, agora ele foge, mano.
B
Ah, mas é melhor mesmo.
A
É, mano.
E
E aí quando chegou do TikTok eu fiquei com medo de acontecer a mesma coisa. Tipo, vou injetar, injetar, injetar dinheiro aqui.
F
Boa, e não vai voltar nada.
E
E no final não vai voltar. Só que do TikTok, graças a Deus, né?
B
Resolveu.
E
Resolveu, tá ligado?
F
O rolê foi o tema do processo.
A
Do processo.
B
É, entendeu?
F
Uma puta sacanagem.
E
Mano, esse aí foi, mano.
B
A risada é o único.
F
É, mas existe um sistema, o sistema indireto do TikTok, ele é bem...
E
É que é tudo automático, né?
B
É, como não tem o TikTok no...
F
É tudo automatizado, tá ligado? Tipo, o vídeo, quando você posta, ele vai passar pela diretriz automática. E aí, se tiver qualquer coisa que seja suspeita, ele já vai ser acusado ali, tipo, ah, tá ferindo as diretrizes da comunidade. Aí você recebe, dependendo do que for, você recebe um aviso.
B
Não faça mais isso.
A
É, isso aí.
F
Tipo assim, ou esse vídeo não pode ser postado, porque ele fere esse, esse e esse, tá ligado?
E
E aí, depois de tantos avisos, ele só...
F
Ele só bane a conta. Por exemplo, se eu não me engano, o primeiro aviso, acho que depois do segundo, eles diminuem o alcance. No terceiro, eles derrubam o vídeo. Aí, se você tiver a tomar duas ou três dessas, você já bane a conta da vez. Tem três vídeos assim.
B
Sem graça, eu tomei uma vez no Instagram, eu repostei um vídeo de MotoGP, mas antigo. Aí eu repostei, daqui a pouco não tinha mais curtindo, aí eu falei, por favor, retire esse vídeo. Caralho, gente.
D
Mas deu uma diminuída nisso aí, antigamente era pior.
E
Deu, mas aqui todo mundo tá tipo processando.
B
O cara que postou não gostar que os outros, sei lá. Se mandaram eu tirar, eu tirei o vídeo e falei, bom...
D
É porque a pessoa denuncia.
F
É, tem denúncia.
E
Teve um que a gente postou do maluquinho, tadinho, do maluquinho... O maluco quer morrer, e ele rindo pra caralho.
F
O vídeo foi exatamente assim.
E
O maluco acha que roubou. Ele acha que o cara roubou, tá ligado?
F
E aí ele foi linchado pelo público.
E
Pela população.
F
Os caras linchou ele.
B
Esse aqui chorando de rir.
A
Brascando o bico.
E
Mas eu vou ter graça do maluco,
A
que eu não vou roubar mais.
E
E ele rindo, mano. E aí, postando no Instagram. Aí, viado, tipo, foi o corte. Na real, nem foi nós que postaram, porque a gente tem um parceiro nosso. Hoje em dia é parceiro, né? Porque ele edita pra gente. E ele tem uma página de cortes nosso, tá ligado? Porque aí, às vezes, ele posta alguns cortes também. Esse foi ele que postou, tá ligado? E botou collab. Eu, tipo assim, falei, cara, que vídeo é esse?
F
Será?
E
Só aceitei. Que era dele, tá ligado? Aceitei a collab. Mano, fui ver o vídeo.
B
Puta merda.
E
Dez minutos de vídeo, o bagulho já tava estourado. E a galera, você não pode ficar rindo disso, que não sei o quê. Não, para de anunciar o vídeo.
D
Então põe aí, por favor, na Índia.
B
Os negros tomando uma surra.
D
Não, os caras que pegaram na Índia aí.
A
Tem aí?
B
Ah, muito maravilhoso.
D
É uma fita. Eu mandei pra você, Isaac.
B
É maravilhoso.
D
Os caras roubaram na Índia o que fizeram com o cara.
F
Isso, macho.
E
Isso é bom.
D
Bota aí, bota aí. Se liga.
F
Ah!
A
Olha a orelha! Olha a orelha! Caralho!
B
Ele tá tampando a boca, ó!
A
Caralho!
D
Os caras roubando, travaram os caras até pra eles não chegarem ali.
A
Que maravilhoso!
G
Tampou a boca!
A
Tampou a boca! Um sorrinho! Triste, mano!
E
Caraca, velho!
A
Tampou a boca, ele tá lá... Mano da... Os malucos cantam. Tranquilo. É o maluco triste. Por que que eu roubei? Tá quase chorando. O que é que eu roubei?
B
Tudo cheio de fita, véi.
A
Caralho, minha mãe vai ver o vídeo.
B
Que coisa boa, bicho.
E
Caralho, mano.
B
Isso é muito bom, cara.
A
A orelha do Tito, meu Deus do céu.
E
A orelhinha do Tito.
A
A orelhinha do Tito.
F
Faltou só pintar de roxo, mano.
B
Isso, qual o drama?
D
É, pegaram os caras e imobilizaram com fita.
B
Qual que é pegar de catatona, pessoal? Além de ladrão, é vacilão, né?
E
Esse na época também deu ruim.
F
Se fosse assim é tranquilo, gente.
B
Com a fita. Mas eu vi no Instagram um lugar que os caras falaram que é o Batman. Não sei de onde ele pega. Se ele pega lá...
D
Pega Robin.
A
Se ele pega lá atrás...
B
Ele prende o cara no poste com um filtro até a polícia chegar.
E
Até a polícia chegar.
B
Ele não faz o Teletubbies, não é tão caprichoso.
D
Ele não quer que roubem.
E
Não é tão caprichoso.
F
Ele é mais suave ainda, mas pô, esse que a gente é, era pesado.
E
E Maní, tipo assim, a gente tem até um filtro, tá ligado? Por exemplo, tem vídeo no Instagram que o comentário é desativado. Aí eu já falo com ele, se o comentário tá desativado, é porque ele não tá aguentando a zoeira do vídeo, ou porque o vídeo virou. Então, mano, vamos só passar. Às vezes a gente até... Eu até acho o vídeo engraçado pra caralho. Mas, entendeu?
B
Se o comentário... Porque os vídeos vocês que procuram, vocês recebem muita coisa.
E
Não, a gente recebe, tipo assim...
D
Mas vocês querem dar surpresa.
E
Na surpresa. Porque a gente cai numa roleta russa, perde a graça. É igual, tipo assim, o cara manda vídeo pra mim na DM, eu abro o vídeo, vejo, aí eu fico assim, caralho, dá pra fazer um conteúdo em cima disso? Não, mano. Os caras mandam, na maioria das vezes eu só salvo, ou então a gente vai na roleta russa mesmo do Hills ali. Tá passando, cai uma pedrada. Aí, tipo assim, pô, mano. Você é ao vivo, tá ligado?
A
É um puta perigo, irmão. Tá ligado, mano?
E
Você tá ao vivo, cai no roletão.
A
Vem muita merda.
D
Instagram tá fora.
E
Tá, tá, mano, tá. Mano, eu tenho o meu Instagram reserva, eu falo que é só barbaridade. Tem dia que é só PCD, eu falo assim, mano, gente, que isso?
F
Como é que pode ficar aí só?
E
Eu falo, gente, ó, vamos pro TikTok, que hoje o Instagram tá pesado demais. Não dá não, mano.
F
Direto, mano. Aí no TikTok é... Aí é que tá.
D
Como é que o cara vai te banir se ele que tá te passando um negócio?
E
Um vídeo que tá na plataforma dele, tá ligado?
B
Isso faz sentido. É isso que eu não entendo.
D
Tá entendendo?
E
Não faz sentido.
F
E é assim o tempo todo.
D
Pô, tu ri do negócio que tá ali.
A
Que tá ali, é.
D
Então não deixa estar ali.
A
Então não deixa. Porra!
E
Exatamente.
F
E tem muito vídeo que não deveria ir mesmo por conta disso, assim, porque já é muito tendencioso. A pessoa posta vídeo sabendo que é tendencioso.
D
Não, e o desenho de comentário tá foda.
E
Não, não dá pra você ficar lendo, não. Dá, não.
F
Dá, não. Até no meu vídeo de música, não dá.
D
Obrigado ao algoritmo.
E
Na moral, desse cara aqui, quando ele posta vídeo dançando, ele tem os comentários do Stories, tá ligado? Ativado. Eu fico viajando, viajando.
F
É, o tempo todo.
E
Caralho, você tinha que botar… Pô, esse, você vai chorar de rir. O que você tá se desamarrando, mano. Esse cara começa o vídeo…
B
Manda, manda, por favor.
E
Ele começa o vídeo amarrado. E aí, conforme ele vai dançando, ele vai se desamarrando.
B
Puta, manda aí.
F
É, eu tenho esse aqui, esse aqui, eu tenho aqui.
B
Mas tem um cara que faz isso legal, um gordinho de bigodinho. Que ele passa o vídeo e fala, vamos ler os comentários.
E
É, ele vai só nos comentários. Hoje em dia, é, mano.
D
Quem é um filha da puta que faz isso comigo é o Vitor Sarro.
E
É, o Vitor Sá.
D
Ele manda o vídeo pra mim e falou assim, só vai nos comentários.
F
Cara, teve um dia desse, eu botei… Eu botei uma foto da época que eu fazia teatro na igreja, tá ligado? Aí eu tô fazendo… Eu era o diabo.
E
Ele fazia o capeta.
F
Eu só fazia o diabo, né, no teatro.
E
Aí os caras chegou…
B
Os caras acham que você é louco, velho.
F
Mano, os caras no comentário do story, mano.
B
Isso aqui não bate nada bem.
A
Fazia o capeta, mano.
F
Os caras no comentário do story chamando de Exu Vesgueira.
A
Exu Parrola. Eschupapinto. Eschupapinto, tá ligado? Mano, o Eschuvesgueira, mano. Eschupapinto. Mano, eschupapinto, mano.
E
Eschupapinto, velho. Cara, o pior que eu tive assim,
F
Eu posto vídeo de manhã cedo, tipo às 5 horas da manhã. E os caras estão batendo ponto lá
B
às 5 horas da manhã, mano.
F
Só esperando apostar, mano, tá ligado?
E
É chupar a pita.
A
É chupar rola, é chupar pita.
B
Puta, que maravilhoso.
E
Cara, o Exu Vesgueira, pra mim, é
F
o melhor de todos, mano.
A
Caralho, cara.
F
Ah, mano, o Exu Vesgueira, mano. O Exu Vesgueira é muito bom.
E
Esse vídeo dele dançando amarrado, na época, foi um sucesso, filho.
F
É, pô.
E
Pessoal da igreja... Caralho, que obra de arte, né? O cara com o meião, todo amarrado com o meião.
A
Com uma morradaça.
B
Como que você aguenta?
E
E na época eu falava, mano, para com essa porra, mano.
A
Não, o mais da hora.
E
Os outros ficam, pô...
A
Os outros me paravam na rua e falavam, pô, seu irmão tá bem?
E
Que não sei o que.
A
Eu falo, mano...
E
É sério? Eu falo... Mano, eu cansei de falar.
B
Mas aí o caraca falou, você pega aquele vídeo da caixa d'água, ele dançando.
E
Pega um aleatório, passa, tipo... O cara com a caixinha de som, tá ligado?
A
Não, mano.
B
O Cracudo tá bem louco ali.
E
Essa bateu, olha lá.
D
Não, mas de dança eu mandei um agora.
B
Bom? Mas não é melhor que esse.
D
Não, eu tenho um bom aqui. Eu mandei pro Zaque.
B
Esse é o vídeo mais legal que tem.
D
Parece que é o seu mentor de dança, meu brother.
E
Vai entrar, vai entrar.
B
Manda pra nós, manda pra nós.
D
Calma que o Zaque já já vai soltar aí.
B
Você mandou o da meia?
F
Vou mandar aqui.
E
Não, o da meia, mano.
F
Nossa. Manda pra Jay, pra ele falar. Vou mandar aí.
E
O da meia.
F
Vou mandar, ele comprou no wi-fi, né? É, assim, ele vai rapidinho.
D
Não, agora esse de dança, esse de dança.
F
O que é engraçado, esse vídeo aí que a gente vai mostrar, deu amarrado, os amigos dele viam, mano, choravam e falavam com ele. Caraca, mano, aí seu irmão fez um bagulho lá, pá, não sei o quê, maneiro, foda e tal.
E
Me emocionou, mano. Muita gente aplaudiu. Mas muita gente também, na sacanagem, falava,
F
mano, seu irmão tá louco, doido ele
E
é o tempo todo, tá ligado?
B
Fechou o papinho.
A
Rechupa a pita, rechupa a rola.
D
Já, já você pode entrar na nossa plataforma. Esse aí, esse aí. Olha ele aí, féria.
B
Olha a casa do tio Dani.
A
Eu já vi esse maluco aí, né? O que que ele tá imitando?
F
Mano, eu acho que ele tá tentando imitar uma dança do ventre, aliás, sai.
A
Parece um bagulho de carnaval, não parece?
E
É a dança do prisão de ventre.
B
Faixa de mís, o que que é isso?
A
Faixa de mís! Olha o pivo do Peppa, é um brigadeiro, né? Maluco é excitadíssimo, mano. É um brigadeiro! Olha, ele fica de lado aqui, ó. Só apontando aqui, ó. Olha que figura.
E
Olha isso, mano. Homem-monta aí.
D
Maravilhoso.
A
Olha aqui.
B
E aquele pote deve ser dele, velho.
A
E o rostinho deve ser aquele filtro fixado.
E
Deve ser no auge, aquele verde ali.
A
É, ele no auge.
B
Ele no auge.
D
Não, e ele com o rostinho parece o filtro fixado, assim.
A
Trapadão, ele.
B
Que figura, velho. Como tem gente louca, né, mano?
F
Cara, é muita coisa, mano.
E
Às vezes eu estou fazendo reaction, eu falo assim, mano, esse cara gravou isso, assistiu.
B
Não, que nem eu falo, os caras falam...
E
Mostrou para duas pessoas e, tipo, postou...
B
No pânico, você era muito louco. Eu vejo vídeo e falo, eu era um bosta, cara.
A
Eu era um bosta.
B
Eu era um putazerruela, velho. Porque os caras são muito loucos, irmão.
F
Mano, hoje em dia está muito assim, mano. E, tipo, assim, o mais da hora é essa galera, assim, do interior. Inclusive, gente, por favor, postem mais vídeos. Você comprou seu telefone dez vezes pra, sei lá, na caralho.
A
Pra isso, mano, posta tudo.
F
Tudo, mano.
B
E uma bonitinho, e uma imposta.
F
Porque, mano, é a galera mais simples, tá ligado? Que posta um vídeo que às vezes nem sabe, nem tá entendendo porque que postou, que são os vídeos mais legais, mano.
B
É verdade.
F
É os mais daora.
E
E eu acho que hoje em dia também a galera tem que cultivar isso, mano.
B
Chegou a meia aí, Zac?
E
Tipo assim, antigamente, igual, o próprio programa do Pânico era um programa que cultivava zoeira pra caralho, tá ligado? Hoje em dia você não vê.
B
A gente é má, viu?
E
É, mano. Hoje em dia você não vê, mano.
D
O Pânico não dá, né?
E
Não dá, não.
D
Imagina pra eles assistirem. Isaac, eu mandei?
E
O Pânico não dá, não, mano.
D
Esse cara dançando é maravilhoso, né?
B
Ele tá com umas faixas de míssil aqui, faixa.
A
É, do lado, parece um negócio de carnaval lá.
E
Que que é isso aí?
F
Ai, meu Deus do céu.
D
Isso é muito bom. Isso é muito bom. O Fausto é considerado o melhor air-guitarrista
A
do país e um dos melhores do mundo. Melhor do mundo, tá ligado? Da Islândia à Itália, da Noruega ao
D
Canadá, eu já toquei minha air-guitarra.
B
Fausto Carrara.
A
Air-guitarra. É, air-guitarra, qualquer lugar, vamos lá. Vamos lá, vamos lá.
D
Se liga, se liga.
B
E o repórter vai junto.
D
Qual que você quer?
E
Qual, Marcos?
A
Aqui eu tenho uma Air-son.
E
Air-son?
B
Fender.
D
Fender.
E
Pegou.
A
Rebota. Rebota. É fodido.
F
Vamos lá.
B
Ajeitou.
A
Afinou.
E
Ah, viado.
A
E o repórter, velho. E o repórter seguiu. E o repórter. Ó, e vai embora. Ó, chute.
B
E você viu o que o repórter mandou? O repórter mandou a diversão pura.
E
Diversão purinha.
D
Não, ele tem um pedestal pra guardar Zé Guitarra.
E
Com a cabeça, bicho.
D
Meu Jesus.
B
Ai, que bonitinho, velho.
F
Jogou a guitarra no chão.
D
O Zé Guitarra é de fuder, né?
E
Imagina o cara na sala, tipo, pega aí sua guitarra.
D
Pô, tá maluco, cara. A humanidade não tá legal, caramba.
B
Mas faz tensão, ele é novo. Faz tensão.
D
Sim, pra você ver que a loucura
A
não é de hoje.
E
Não, não é de hoje não.
D
A pedra vem forte.
B
Coisa maravilhosa.
F
Vem picadinha assim, ó.
B
Tem que vir o meteoro logo, velho.
F
Pô, pra dar uma cenada.
A
Desimaturada.
E
Pior que tem certas coisas que você vê na internet, que você fala, mano...
F
Mas o que deve ter tido de uma legião de air guitarristas, depois que viu isso aí.
E
Muito, muito, muito, muito.
F
Muita coisa.
B
Nem no meio da rua.
A
No meio da rua, mesmo na escola, tá ligado?
E
Fazendo batalha de air guitarra.
A
Que loucura.
B
Tem mais coisa aí, Isaac?
A
Chutando no ar e a porra toda.
B
Vai.
D
Bora, você tá pronto?
B
Eu tô pronto. Que dia é agora?
A
Ai, meu Deus do céu.
F
Ah, é ele mesmo.
B
É você?
F
Acho que é ele mesmo.
B
Agora eu me cago, velho.
A
É ele mesmo.
B
Ele tá amarrado no presidiário. Foi sequestrado.
E
Chegando no navio.
A
Na salinha da igreja.
B
É. Sozinho, olha que tristeza.
E
Sozinho.
F
Esse tinha um amigo meu que tava me filmando lá de casa.
E
É, que nessa época não tinha pedestal, né?
F
Não tinha pedestal nessa época. Eu chamava alguém pra filmar.
D
Não tinha prova, não, cara?
A
Não tinha nada.
B
Olha que tá reta a coisa. Tem mais parede pra lá.
F
Ó, vai acordar.
E
Ó, acordou.
B
Acordou.
F
A cara tá meio preta.
B
Vamos ver a música, calma.
F
É, tem que ouvir a música pra fazer sentido.
B
Deu medo de viver, olha aí ó.
D
Vai vendo, vai vendo.
B
Agora vem, agora ele começa.
F
Agora começou. Ele tá tentando libertar, ó.
A
Ele tá tentando ficar livre.
E
Tá tentando soltar.
B
E ó a conga vermelha lá ligada.
E
Ó, ó o meião.
F
Ó, ó o meião maravilhoso. A calça tá pronta.
A
A calça dobrada que era o estilo da época.
E
Olha o meião.
B
Olha o meião. E o meião tá... Mano do céu. Tem um no peito e no pescoço.
A
Na boca. Na boca e na boca.
D
Eu queria entrar na mente dele pra sentir o que você tá sentindo naquele momento. Fazer um negócio desse.
B
Ele tá tentando tirar a cilindra.
E
Solta aí.
F
Não solta nem o cara.
E
E o cara tá filmando e veio parar de filmar pra ajudar.
A
Desistiu.
B
Não soltou aí.
A
Boa! Ih, caralho! Ah, pô, tá libertório.
D
Tá libertório.
E
Sai, meião, caralho.
F
Ficou no pescoço.
B
Já o meião ficou no sobaco. Agora fez o air guitar ali.
A
Você viu? Vai tomando aqui.
B
E você botando 50 palmas no bordo. E não ajudou o irmão.
A
Não ajudou. E eu lá na merda.
E
Agora tirou do pescoço.
B
Nervoso, ó.
F
Agora tá livre agora. Agora é só entregar, moleque.
E
Caramba, agora já era. Soltou.
B
Soltou. Agora o balé chegou.
A
Ô, irmãozão, olha.
E
Só ver dente, camisa e o tênis. Só baixar o cadinho, o contraste.
A
É só dente, camisa e tênis.
E
Baixar o contraste ali.
A
É só dente, camisa e tênis, filho.
E
Vai tomando, filho.
F
Aí agora ficou, agora tá livre.
A
Olha lá o sorriso. Olha o sorriso rachado! Olha o sorriso rachado!
E
Olha o sorriso rachado!
G
Olha o sorriso rachado!
A
O sorriso machado, Olha hein, moleque?
B
o sorriso Parece uma performance aqui.
G
rachado!
A
Olha o É, sorriso rachado!
G
Olha pô.
A
o Tem que repetir. É, mano. Hoje em dia.
D
É tanto orgulho que ele fez escondido numa sala.
F
Fez sorriso sozinho, só ele.
E
O que foi mais engraçado é que,
F
na época, na época que eu fiz esse vídeo para a Fernandes... Que maravilha.
B
É meu vídeo favorito rachado!
A
agora.
B
Depois da água, é esse, bicho. Puta merda, irmão.
E
Mano, eu mandei esse vídeo pro…
F
Lá na cidade tem um… Como aqui em São Paulo tem também, o São Paulo 1 e tal, que também é JTV e tudo mais. Lá tinha uma subdivisão que era focada em entretenimento. E eles faziam o show de calouros, tá ligado? Que era o pessoal do plug.
E
Sim, tô ligado.
F
E aí, naquela época, quando eu fiz esse vídeo, eu mandei pra inscrição do show de calouros aí. Eu passei por trás disso, tá ligado?
D
Ó, tem um bom também…
B
Tem um bom também…
D
Pega o dos cariocas. O dos cariocas.
B
Que filha da mãe, meu.
F
E eu passei, mano, tá ligado? Mas aquele vídeo foi o primeiro vídeo com mensagem.
B
E da música chegou, Zach, dele?
F
Ah, é, não.
B
Ele cantando?
F
Ah, tem até no meu canal do YouTube, tem, pô. Pesquisar aí, Lucas, o criador, Lucas Santos, ó, apareceu.
B
Olha o velho no YouTube dele aí.
E
É um da magia também, que eu mandei pra ela também.
D
Eu mandei um que tá viralizando, de um moleque, que ele fica pegando as reações dos cariocas, cara. É muito bom, cara.
B
Como assim?
D
Ele faz pergunta pra carioca e vê as respostas. As respostas dos cariocas sempre são as mais legais, entendeu?
F
Com certeza. Sim.
D
Então ele tá fazendo uma série, cara, mas é sensacional.
B
Eu não conheço, cara.
D
Não, tu vai ver, é muito legal. O cara pega só os cariocas, E faz perguntas aleatórias.
E
O linguajar do Carioca mesmo.
D
Não, as respostas são muito boas, sabe? A pergunta, porra, o Neymar na Copa, você daria o quê? Sabe?
F
Neste livro, sim.
D
Ele faz perguntas e aí as respostas são as mesmas. Nada igual no Brasil, os cariocas nas respostas. Nada, nada. Ó, é isso aí, ó.
A
Você desenrola no inglês com o turista?
G
Desenrolo.
A
Então lança aí, como é que tu desenrola no inglês aqui? Cheguei aqui, how much, how much? Stopping. De 0 a 10?
E
Um 8 positivo, a gente sempre acredita.
A
Ué, tu falou que não tava?
E
Tô confuso.
A
Tá com mais abelha, mas tem problema não?
D
Tem nada, pô.
E
Abelha é parte do negócio. Comprar um doce, vai três abelhas.
B
Maravilhou, bicho.
A
O que que tu ia fazer com o dinheiro?
E
Porra, eu ia pra Vila Mimosa todo dia.
A
Eu não lembro. Carioca
E
é muito figura, mano.
D
Mandei aí pra você, recebeu? Essa série é muito boa. É que a parte 1 é mais legal do que a parte 2.
E
Nossa, tem que ter.
D
Tem um paninho aí?
B
Só um paninho.
D
Pô, tu não fez isso, né?
E
Não, eu fiz, cara. Pô, já dá pra entrar em semana
D
também pra tomar isso aí.
E
Vai devagar, vai devagar.
B
Vai devagar.
E
Tá correndo a mente.
A
Não, se ele beber isso aí rápido, fudeu, cara. Mas se dá isso aí, pode ficar.
E
Vou querer o restinho ali.
A
Ele está aí de bagunça para render maneiro. E se ele soltar...
D
Pode jogar aqui.
A
Não! Não, não vai em casa, não!
E
Não, não volta pra casa nunca mais, filho.
B
Vamos segurar a onda.
E
Se ele soltar, já era, filho.
F
Vai fazer boas festas de sete dias aí, pô. Ai, amigo, desculpa.
E
Você que deu o whisky, desculpa aí. Estigado.
B
Já estou estigado.
E
Festa de sete dias. Tem que gozar.
A
Você tem tomado essa errada, velho. Pode querer de uma semana.
D
Esse aí é muito bom.
E
Esse é o primeiro.
A
Brasil X ou Flamengo Campeão Brasileiro? Ah, essa é a Flamengo Campeão Brasileiro.
F
Não, eu tô trabalhando.
D
Tá fazendo o que?
E
Tomando cerveja.
A
Qual foi o nome de asinha que tu lançou pra tua esposa esse ano?
E
Nome de asinha que eu falei pra ela? Eu te amo.
A
Eu te amo. 29 anos de casada. Tu nunca deu uns pulinhos por fora? Ah, é aquilo, né? Há algum tempo atrás.
B
Há algum tempo atrás.
E
Não tem nem carro pra mim que cê for.
A
O Brasil X ou o Flamengo Campeão Brasileiro?
G
Relaxa.
E
Tem que levar o Neymar.
A
Tu dormiria com o Neymar? Porra!
B
De coladinha.
A
É a irmã desse porra.
E
É a irmã dele, meu cunhado.
A
É mesmo?
G
É a irmã desse porra.
A
Tu nunca atraiu a irmã dele não?
F
Só com ele.
G
Fala a verdade.
B
Só com ele.
A
Esse peixinho é qualidade. Qualidade, amigo. É filé de meluso, ó.
D
Olha, olha.
E
De que país?
A
Ah, deve vir do mar, né? Todos.
D
Gomem muito é o Zé.
B
Caraca, velho. Olha o velho.
F
Mano, o mal do Flamengo é... Olha o velho.
A
Flamengo foi o pior Brasil campeão ou Flamengo campeão brasileiro?
F
Flamengo foi o pior brasileiro.
E
Amigo Brasil, Flamengo é o campeão.
B
Não, Carioca é muito... Eles são muito loucos.
D
Gomem muito, tá bom.
B
Eles são muito loucos.
F
Não, e os mais velhos é o que mais tem reserva.
B
É, é.
F
É os que mais tem reserva.
D
E tem o Noia. Você pegou o Noia aí, o cara do apelido, Zaque? Não, eu mandei aqui pra você.
B
Manda de novo. Vamos ver se acham. O Zebra, tem que botar um dele cantando, Zaque.
D
Já, já, vamos achar.
B
O dançante, nós já vimos.
D
Esse aqui é muito bom.
E
Só pra indicar.
D
Tem um maluco no Rio que ele fica com a moto aloprando os outros, tá ligado?
B
A gente vê a sequência.
A
A gente vê a sequência.
B
Não, eu já vi o Menino Amarrado com o Meião, agora tem que cantar.
A
Já viu na caixa download, já viu
F
o Amarrado com o Meião, agora a
E
gente tem que mudar a arte, cara.
B
Pode mudar a arte, exatamente.
E
Pior que esse cara, ele é fotógrafo.
G
Ele é bom, velho.
B
É que vocês não dão o valor, ele é bom.
E
Já fez poema pros outros.
B
Vocês não dão o valor adequado.
E
Deu até uma vez que ele deu
F
uma cartolina pra mim.
B
É mesmo.
F
Ah, é, o Cotenta tá na live esse dia.
A
De noite.
B
De noite.
E
Tipo assim, fez uma puta... Ele tinha uns amor platônico, né? Que era só do lado dele. Aí, tipo assim... Ele fez uma cartolina do caralho, desenho, poema e carta e bala. E de noite foi lá entregar. A menina era a nossa vizinha, tá ligado?
F
É, morava na rua dela de casa.
E
Foi entregar a cartolina. Aí, tipo, a gente estudava de manhã, tá ligado? Pô, de manhã... Indo pra escola. Indo pra escola, a cartolina no lixo.
A
É, mano, é, mano.
F
E detalhe, que ela saía, a gente saía… Tipo assim, a gente morava na rua sem saída, ela morava na esquina ali. Então quando ela saía, a gente tava saindo, era quase a mesma coisa. Aí, tipo assim, às vezes ela saía mais na frente a gente pegava ela no caminho depois pra ir pra escola. Porque teve muitas vezes que a gente ia e voltava junto da escola. E nesse dia, ela tava saindo com a cartolina na mão aí ela botou a cartolina no lixo.
E
Olhou pra mim, botou a cartolina no lixo e vazou.
F
Aí eu fui lá pegar depois.
A
Eu roubei a cartolina da escola, mano,
F
pra fazer o bagulho pra ela.
B
Tá ligado?
D
É roubado num cadastro.
E
Se tivesse comprado, ela tinha aceitado.
D
O cara roubou a cartolina da escola pra fazer.
A
É, mano.
F
Era o plano que eu falei, porque eu já tinha tentado várias coisas. Bilhetinho e tal, várias paradas.
B
Agora a cartolina, eu regaço.
F
É, eu pensei nisso aí.
D
E qual é a tua relação com ela hoje?
F
Não, eu não tenho nem contato mais. Ela já mudou de… Eu já mudei de casa, ela também já mudou. Acho que ela não tá nem no país, mas acho que ela tá saindo do país.
D
Olha, ele sabe tudo, ó.
A
Eles estão aqui até hoje. Até hoje.
E
Se ela volta, é outra cartolina em atalho.
A
Ele sabe tudo. Ela informa tudo.
B
Atenção, atenção, atenção.
F
Esse aí é maneiro.
E
Esse ainda é bom. É, esse é bom, pô.
A
Esse é maneirinho, pô.
D
Vai dar merda isso aí.
F
Esse é maneirinho, pô. Esse aí viralizou bastante, inclusive. Todo mundo odeia o Chris, Chaves e Chapolin.
E
Às vezes vai dar...
A
É bom, pô! Esse é bom, pô!
E
Esse é bom, pô!
A
Esse é bom, pô! Esse é bom, pô! Esse é bom, pô!
E
Esse é bom, pô! Esse é bom, pô!
D
Esse Esse é bom, pô!
F
Esse é bom, pô!
A
Esse é bom, pô!
D
Esse é bom, pô!
E
Esse é bom, pô!
F
Esse é bom, pô!
B
Esse é bom, pô!
G
Esse é bom, pô!
D
Esse é bom, Esse é bom, pô! Esse é bom, pô!
E
Esse é bom, pô! Esse é bom, pô!
B
Esse é bom, pô! Porra, irmão.
F
É, eu faço... Multiartista. É, multiartista.
B
A gol perdeu, Esse a gol perdeu.
A
Perdeu, perdeu.
F
Na época do show de talento, eles perderam a oportunidade.
B
Porra, puta merda.
F
Tá ligado? E esse vídeo em específico, quem me ajudou a fazer foi minha mãe, cara.
B
O cantando.
F
É, esse cantando. Porque eu fazia os outros vídeos e cantava coisas, tipo assim, cantava em músicas que eu ouvia normalmente no dia-a-dia, né? Que a gente sempre ouviu, daí de novo. E aí a minha mãe falava assim, pô, você faz umas músicas tristes, meu filho? Você só canta de amor, você só canta sofrendo? Faz uma coisa divertida pro pessoal, sabe?
E
Tipo, interagir também, brincar. Pior que todas as músicas dele, tanto que esses dias pra trás ele lançou uma música aí. Um trecho lá no Instagram, lá. Aí eu só curti, tipo assim, pô, curti. Mas eu já tô ligado... É, eu não ouvi tudo, mas eu tô ligado na vibe dele, né, mano? Do nada, minha DM lota de... Caralho, irmão, pô, teu irmão tá bem, que não sei o quê. Todo mundo sempre... Pô, tô preocupado com seu irmão. Eu falei assim, meu irmão tá nada do quarto lá, rindo pra caralho lá. Tá de boa. Não, esse cara soltou uma música que, ó, vou te falar, se for sua arte, parabéns pra ele.
A
Mas se ele tiver vivendo isso...
B
É mesmo.
E
É papo reto, mano. Se ele tiver vivendo isso, mano, dá uma atenção pro seu irmão.
F
O pessoal fica preocupado. Essa música aqui, eu lancei, foi a...
B
Eles não entendem a tua arte.
A
É, não entendem, pô.
B
Exatamente.
F
Porque igual, essa última agora aqui, ele comentou com o pessoal. Realmente, até nos comentários, o pessoal tá falando bastante, ficou preocupado, etc. Eu fiz ela baseada numa ópera. É, que se chama Pagliacci, que conta a história do palhaço triste. Tipo, tem até um conto que ele chega no psicólogo pra falar que ele tá triste e tudo mais. Aí o psicólogo manda, fala pra ele procurar o palhaço que tá na cidade, né, o Pagliacci. Pra poder ficar bem, pra ver sentido na vida de novo.
B
Pra dar uma animada.
A
Isso!
F
E aí, esse moço, quando chega no psicólogo, ele fala tipo, ó, eu que sou o Pagliacci, tá ligado? Tipo, eu tô precisando de ajuda. E aí, fala muito sobre esse rolê de como que a gente, quando leva humor às vezes a gente tá fodido de cabeça, a gente tá mal, e tipo… Mas tem que manter a pose.
E
E às vezes é um bagulho que alivia também, fazer palhaçada, tá ligado?
F
É, sim, com certeza. E aí, eu me baseei nessa história, nesse conto, né, nessa ópera pra poder falar muito do processo que eu tava vivendo. Só que tipo, a letra… Quando eu fiz essa música eu fiz essa música em 2024, depois que minha mãe faleceu. Que foi, assim, o auge da tristeza que eu tava vivendo. E aí só que eu não consegui lançar na época, porque a gente teve todo esse rolê da live, eu não tinha tempo pra poder produzir, sou eu que faço tudo, sou eu que gravo a letra, tipo assim, eu procuro beats na internet, faço a letra, faço a mixagem e a masterização, tudo no meu quarto, tudo no telefone, faço tudo sozinho.
B
Pô, fudido.
F
E aí dá um trabalho danado, assim, pra produzir uma música que são de 4 a 6 dias, pra poder fazer todo o processo, assim. até gravar o vídeo, editar e postar. E aí, a gente entrou numa correria, porque a gente começou a vir pra cá, pra São Paulo, pra produzir. Eu não tinha tempo pra produzir. Agora que deu um...
D
Agora com o IA, agora é fácil, né?
F
É, agora é mais tranquilo. Agora é...
D
O IA facilita tudo, né?
B
Sim, sim.
D
Adianta bastante coisa.
F
Cara, eu vou te falar, pro rolê de música, assim, eu gosto da ideia da IA pra poder me ajudar a compor. Eu acho muito interessante, assim, porque a IA hoje em dia é o nosso foco de pesquisa. Então tem muita coisa que às vezes não tem acesso.
D
Não, mas tu já fez música com IA?
F
Cara, então, já, já cheguei a fazer uma experimentação, assim. Para mim, assim...
E
Eu quero fazer uma para cá, Butico.
F
É interessante, é interessante.
E
Eu tô com medo, sem querer contar, tô com medo da próxima eleição, porque
F
o que vai ter de musiquinha demais na próxima eleição?
D
Ixi, é verdade.
E
Os flyers hoje em dia, você vai ver, negociando, é tudo a mesma coisa, a mesma coisa.
B
Vídeo, sim.
D
É que tem um padrão, né?
E
Hoje em dia tudo tem um padrão.
D
É muito perceptível, né?
F
É, agora tá muito claro assim, tá ligado? E aí o que aconteceu? Voltando pro assunto, né? Aí eu fiz essa letra, na época… Na verdade, eu fiz quatro letras. no dia que a minha mãe faleceu. O primeiro que eu soltei se chama Isolamento, que aí eu falo realmente de como o luto, ele te afasta das pessoas, mesmo que você não queira, você não quer estar perto das pessoas. E aí eu escrevi uma letra sobre isso. E aí eu fiz Isolamento, fiz Segunda-feira, que é uma música que eu falo de infância, que eu conto um periodozinho da nossa rotina, quando a gente não criava conteúdo nem nada, que a gente era criança.
B
Quando você era moleque.
F
É, quando você era moleque. Tem muitas coisas lá que aconteciam que eram reais, assim, da gente voltar pra escola sozinho, de como que muitas vezes ali na região onde a gente morava, ele tinha muita pressão pra que a gente amadurecesse muito rápido e tal, e falei sobre isso. E aí a terceira, é essa pagliate, que eu falo sobre o processo de ser um influenciador de humor. Um bobo triste. É, um bobo triste, resumindo sim. De tipo, de como a gente é um influenciador de humor e a gente não compartilha as dores do que a gente tá passando, do tipo… Eu falo na letra da música que tipo assim, cara, eu tenho que fazer todo mundo rir. Mas eu mesmo quero chorar, eu mesmo quero me matar. Não tô suportando essa dor de tudo que tá acontecendo. E aí, eu postei essa música, a galera não tava pronta.
E
O nego ficou maluco.
A
Aí foi a DM dele.
E
Eu me fazendo minhas palhaçadas lá como sempre, quando eu acordo pra fazer minhas palhaçadas, os caras, vai ver, tem irmão aí, mano.
A
É, tá ligado?
E
E tava programado.
F
O posto tava programado porque era pra ser simultâneo.
B
É, mas tu devia achar estranho, você é um cara que sempre tá feliz.
A
Sim, sim.
E
A gente mostra esse lado, tá ligado?
A
É, é.
F
E o choque que eu queria com essa música, com essa letra, era justamente esse, assim, tá ligado? Tipo, tem um episódio do Pânico, que acho que é o que você encontra com o Djavan, se não me engano.
D
Sim.
F
E foi muito desse rolê, dessa imaginação. É, foi desse momento, tá ligado?
D
E ali tem uma outra história por trás, e que ninguém sabe. Eu não sei se eu já contei em algum lugar. Essa do Diavan. Porque aconteceram muitas coisas naquele dia. Tristes também na minha vida. Tragédias pessoais e calhou daquilo acontecer pra eu explodir daquele jeito. Muita gente acha que é só por causa do Diavan. Não, o Diavan faz parte do contexto. O que aconteceu? Aquele dia eu tenho uma... Um negócio chamado Cefalém Salvas. É a pior dor de cabeça do mundo, chamada dor de cabeça suicida.
G
Sim.
D
E eu tive a pior crise. E eu olhei pra baixo da minha casa, tá ligado? Tinha tanta dor. E me seguraram, me seguraram assim, me acalmaram. Era cinco da manhã. É horrível. Hoje, graças a Deus, tá afastado. Eu me cuidei bem. Até o avô do Zukerman, falecido, do Orelhova, que me ajudou muito e me resolveu. E então já tinha acontecido aquilo. E quando você tem essa crise, já mexe no teu emocional.
F
Sim, com certeza.
D
Que você fica tipo...
B
Lógico.
D
É igual o jogo do Brasil pós-Japão. Todo mundo tava esgotado.
A
Aham, sim.
D
Você já acorda esgotado.
F
Sem energia nenhuma, pra nada.
D
Aí naquele dia, eu perdi uma irmã, em 2014, de câncer cerebral. E exatamente naquele dia, é... É, a minha irmã perdeu os movimentos.
F
Sim.
D
Ela ficou acamada e ela não...
B
É.
D
Então, olha, vai vendo o dia.
B
Juntou pouca gente, cara.
A
Juntou pouca coisa.
D
Aí do tipo, vai gravar.
B
Aham.
D
Fui gravar.
B
No esquema que você falou, triste pra caralho.
F
Mas tem que contar lá, tem que ser ou carioca.
D
Aí peguei o voo. Quando eu entro no avião, entrou aleatoriamente uma música do Javan chamada Cair em Si.
B
Uhum.
D
E a música tava exatamente retratando o que eu tava vivendo na mesma hora.
F
Sim.
B
Tocando no avião.
D
É, eu entrei e liguei. Sabe quando você liga? Era na época de iPod ainda.
F
Sim.
D
Aí eu liguei o iPod assim, entrou essa música, a Caíra em Si, né? Aí eu, caralho, mano, eu tô vivendo isso. Aí comecei a chorar ali no avião sozinho. Só que eu ouvi seis vezes seguidas. E chorei seis vezes seguidas. Queto no meu avião, chorando pra caralho. Já no avião.
B
No seu avião também? Não.
D
Não, não no meu avião, no avião,
E
na ponte aérea, indo pro Rio. Peguei o voo com a Edu e
B
tal e fui pro Rio.
D
E tava lá e chorando pra caralho. Beleza. Quando eu chego no evento, o primeiro cara que eu encontro é o Djavan.
A
Aí pegou tudo aí. Você tá entendendo? Aí não tem estrutura. Não tem estrutura.
F
Não tem como você manter o personagem.
B
Não dá, cara.
D
Aí fodeu. Aí eu tava zoado pra caralho. Pode ver que o Edu não tá entendendo direito. Aí ele vai e eu falo assim, cara, não dá. Eu saio, assim. É meio pesado, mas porque eu tava vivendo um drama muito... Meio drama da minha família.
E
Juntou tudo, entendeu?
F
E tipo, esse episódio em específico, ele me toca em algum lugar.
G
Por quê?
F
Porque naquela época, na escola, eu já era esse cara engraçado, assim. Mas eu comia sozinho no refeitório.
D
Você era um cara sensível também.
F
É, sempre fui pra caralho, desde novo. E tipo assim... Calma aí, cara.
A
Filha da puta. Então, esses momentos... Ele é desgraçado, cara. Que filha da mãe! É, mas é desgraçado. Minha o dia inteiro, assim.
F
Mas é muito foda, assim, porque esses momentos, pra mim, assim, no particular, sempre foi de ver além do personagem. E eu me identificava muito, tá ligado? Até mesmo um dos vídeos que eu falei no outro episódio, eu falei que o Whindersson Nunes, ele tipo, é meu, pô, inspiração pra caralho. E um dos episódios dos vídeos dele que eu mais gosto é quando ele faz aquele processo do vídeo que ele passa pelo psicólogo. E aí ele fala muito sobre isso também, sobre como que é difícil, e tipo, caralho, mano, tu faz a galera rir e tal. E, mano, acabei de perder um filho e tudo mais. O próprio Jim Carrey também, que durante muito tempo também eu estudei muito sobre ele, me inspirei muito nele, porque é, pra mim, um dos maiores que existe, né?
E
É um gênio, tá ligado?
F
E, porra, você vê ele falando, caralho, uma depressão é simplesmente o seu corpo dizendo que ele não quer mais.
B
É como já aquele, porra, que se suicidou, que fez a da vovó, que era... Esse fantasma.
F
Ah, o Robin Williams.
B
Robin Williams.
A
Robin Williams.
B
Puta gênio.
F
Exatamente.
B
Imagina o que ele sofria.
E
Exatamente.
F
Tem até uma foto dele.
B
Um puta gênio, um puta cara, porra.
F
Pô, ele era um absurdo, assim, porque ele não tinha só esse rolê da comédia, mas como se fosse um drama também, ele entregava da mesma maneira. Qualquer coisa, é.
E
Qualquer coisa.
F
Então, assim, a galera, eu acho isso muito foda, assim, em questão de vida, de desenrolar de vida, porque a gente olha pros comediantes, a gente olha pra galera que faz humor, que leva alegria, e acha que a vida do cara é só aquilo.
B
Sempre sorriso.
E
Sempre sorriso, e tal, não tem o melhor pra resolver.
F
E aí, às vezes, mano, tipo, o cara tá passando a parada mais fodida do mundo, e ninguém sabe, tá ligado?
D
Mas ele sabe, assim, o que te fortalece, É essa porra.
A
Sim.
E
O que me fortalece é a zoeira, mano. Tem dia que eu tô na merda, mano. E eu abro meu Instagram e começo com uma encaralhada de troço doido. Merda, pilha. Vai pra privada, cabrona, grava stories. É, eu faço as pilhas e às vezes os próprios seguidores mandam a zoeira também e tal. Porque, mano, tipo assim, eu não ligo porque a nossa vida foi, porra, literalmente isso o tempo todo. O que acontecia é que antigamente a gente não tinha escolha, né? A gente era zoado porque a gente tinha que ser zoado. Era o neguinho mais feio, era o mais desarrumado. Então, já foi a pilha, tá ligado? Então, isso já era a pilha. Hoje em dia, não. Hoje em dia, eu prefiro estar nesse lugar. De tipo assim, eu boto a cara e eu quero ser esse cara que é zoado.
B
E deixa bater, né?
E
É, porque tipo assim, a partir do momento que você dá essa abertura, você tem essa abertura também, tá ligado? Então, tipo assim, eu aproveito. Eu aproveito isso de, tipo assim, pô, eu sou o cara que tá sendo zoado sempre. Então, tipo, você não vai ver aqui no meu perfil de mimimi, porque você
B
me chamou de negão.
E
Ou porque você se empurriu da minha cara, falou que eu tô mal arrumado, mal vestido, ou que a unha do meu pé é grande. Não. Só que, ao mesmo tempo, tipo assim, aqui é um lugar onde a gente sempre vai zoar. Então, às vezes, eu preciso disso também, preciso desse gás. Acordo lá segunda-feira. Tipo assim, caralho, mano, hoje eu não queria nem sair da cama. Aí a primeira coisa que eu vejo é esse cara dançando, aí já... Aí
A
ele abre o story e reage ao meu story.
F
Mas o rolê dessa música que os seguidores falaram era justamente isso, assim, porque eu olho pro rap, hoje o rap é muitas coisas, né? Pessoas falam de muita coisa no rap, mas eu acredito que o rap ainda é também sobre falar essas coisas que ninguém fala, sabe? Que ninguém traz, que ninguém apresenta de alguma maneira. E quando eu comecei a cantar... Tem uma entrevista do BK com o Ferrugem. O Ferrugem já tava começando, aí no BK também já tinha um recém-sucesso. E aí, o Ferrugem pergunta pra ele. O que te inspira pra você escrever música? E aí ele fala, mano, tipo… Ah, escreve o que você vive, escreve o que você tá passando. Canta o que você tá vivendo, tá ligado? E pra mim, isso fez muito sentido. Porque quando eu olho pra minha vida e olho todas as nuances, assim… Eu sei que tem muita coisa que eu passo, que muitas pessoas passam. Mas eu sei que tem muita coisa que é muito exclusivo minha. Que a galera não vai ter contato, que muitas vezes ou vai entender ou vai ficar surpreso por ver eu passando por essas situações, tá ligado? E aí essa ideia de fazer essa música, né, o Pagliacci, ela veio muito disso porque a nossa família só teve contato com luto duas vezes, na verdade três vezes. De 2023 pra cá. Primeiro, em 2016, pra falar a verdade, faleceu o irmão mais velho da minha mãe. E a gente não tinha contato nenhum com ele. Meu tio, isso mesmo. Caralho, é de parada.
A
Tio, pô. Como disse, trinchou o quarentena.
B
Não gostava do cara.
E
Estricha o aparelho desse cara.
B
O Bruno não tinha contato.
F
É, isso mesmo. A gente não tinha contato com ele.
B
Por isso que é irmão da tua mãe.
E
Isso aí, exatamente.
F
E ele vivia muito longe da gente, né? Não ia em aniversário, Natal, nada.
D
Ausente.
A
Isso, completamente. Ele vivia na dele.
F
Ele vivia na dele, assim. Tinha uma casa bem longe, num bar muito distante, lá em Valença, não tinha contato com ninguém. E aí, ele faleceu. Ele faleceu de morte cerebral, mas dois meses antes de falecer, ele começou a morar com a gente.
E
É, que ele começou a ficar debilitado. É, que ele passava ruído.
F
E aí, a gente começou a criar um vínculo com ele nesses dois meses, até ele falecer. Porque ele começou a morar com a gente. E aí, tipo assim, pra mim, foi a primeira vez que eu vi alguém sendo enterrado, por exemplo. Então foi a primeira vez que eu
D
tive contato com ele. Mas tarde, né?
F
Tarde, né? Tarde, tarde. E tipo, até então, não tinha contato nenhum, tipo assim…
E
Você ouve um primo morrer ou alguma coisa, mas é diferente do cara estar
F
vivendo com você dois meses e do nada ele vai ser enterrado.
E
É completamente diferente. E ele se definhando, né? Tipo, falando.
B
É horrível.
F
Falando, parando de falar e etc. E aí a primeira vez foi ele. A segunda vez foi a nossa tia, irmã da minha mãe. Porque ela teve câncer, né? Foi câncer, se não me engano.
E
É, ela teve câncer de mama, se não me engano. A recuperação foi mal, tanto que ela foi também.
F
Foi mal, também foi defiando, faleceu. E ela era a minha madrinha de batismo, tá ligado? Eu não consegui ir no enterro dela, porque eu fiquei muito mal.
B
Muita balada, né? Muito.
F
E aí, eu não consegui ir no enterro dela.
E
E eu acho que foi um ano antes.
F
Foi um ano antes. E um ano depois minha mãe faleceu. Tá ligado? E assim, fazendo essa escala, o mais próximo que eu tive de luto foi com a minha mãe.
D
Foi só piorando.
E
Foi só aproximando.
F
E aí, quando eu chego na minha mãe, tipo assim, eu não sabia o que fazer.
B
Eu imagino, tá ligado?
F
Tem uma entrevista do Toguru que ele fala assim. Pô, minha mãe faleceu, eu era um cara de 28 anos, não sabia cozinhar, não sabia… Era eu? Literalmente eu, assim. A gente falou isso no entrevista.
D
É que ela cuidava, né?
F
É, mano, sim.
D
Cuidava, né?
F
Eu era o filho encostado, mano.
E
Tá ligado?
F
Eu era o filho encostado.
B
Era a coisa mais gostosa.
A
Pô…
B
Mamãe cuidando, irmão. Porra.
D
É muito louco, né? Porra. São sensações horríveis. Por exemplo, dia que eu perdi... Mamãe
B
cuidando, puta que pariu.
D
Dia que eu perdi meu pai, eu não pude nem enterrar meu pai, porque foi no Covid, né?
F
Ah, sim.
D
E aí, cara, era umas seis da tarde. E eu tava em casa, né, quando eu recebi a notícia, só que eu não queria que a minha filha, minha filha louca pelo meu pai, ela tava com seis anos, assim, ela não podia nem imaginar, né, velho. Falei, como é que eu vou contar a noite pra minha filha, tá ligado? Aí eu lembro de ter ido pra rua. Não, fui pra rua. Eu acho, eu tenho uma, na minha rua eu tenho, como se fosse uma pista de 400 metros assim, o quarteirão ia ali em cima, é como se fosse 400 metros, exatamente 400 metros. Eu acho que eu dei umas 35 voltas chorando, velho. Eu lembro da rua estar um dia, era um dia de verão, mas estava meio friozinho assim e tal. Eu saio pra rua umas sete da noite, chego em casa uma e meia da manhã ou mais. Até... Dormiu? De tão desgovernado que a gente fica, né, cara? A gente fica...
F
É uma sensação muito louca.
D
Aí no dia seguinte tive que contar.
F
É, né? Porque, né? Pela possibilidade.
D
E é muito ruim, né, cara? Perder uma pessoa que a gente ama é uma coisa muito difícil.
F
E o bar que pra mim, assim, né... que aí depois a gente pode falar do dele. Mas o meu bike foi justamente de olhar pra casa e ver…
D
O vazio, né?
F
O vazio. Porque a minha mãe, ela era… Eu até tava falando do vídeo que a gente mostrou, né, depois eu volto a falar dele. Mas a minha mãe, ela era essa pessoa que chegava sábado, ela botava show no YouTube pra assistir. A minha mãe ouvia os funk dela, da época dela, ouvia o James Brown, ouvia Aretha Franklin. Nossa, muita coisa, minha mãe adorava. Ouvia Peoples, ouvia Furacão 2000, ela sempre foi esse tipo de pessoa. E aí, tipo assim, tinha esse vazio, esse silêncio, esse momentozinho frio, mas ao mesmo tempo também tinha as tarefas de casa pra fazer. E aí eu lembro que, eu acho muito engraçado, é muito triste, mas eu acho muito engraçado assim, porque ela faleceu na segunda-feira. Na terça-feira foi quando a gente começou a tocar a casa pela primeira vez sem ela.
B
Sim.
F
E aí eu acordei de manhã, a louça tava bagunçada, porque foi uma confusão o dia que ela faleceu, e eu arrumei a louça de manhã. Aí de tarde a gente almoçou, tinha a louça da tarde pra fazer, aí eu limpei a louça da tarde de novo. Aí, quando eles saíram, quando foi no final da... Arrumei a louça do almoço, quando foi no finalzinho da tarde ali, perto da noite, tinha a louça da janta. Eu ia lá ver a louça da janta de novo. Aí, na hora que eu terminei de guardar os pratos, eu falei assim, caraca, mas minha mãe fazia isso todo dia, viado.
B
Todo dia.
E
Todo dia.
B
Durante quantos anos?
F
Não é então... Pra caralho, sabe? E aí, foi esse... Essa foi a primeira reflexão que veio depois que ela faleceu. Eu falei, mano... Isso é só a louça. Agora imagina fazer comida…
B
Limpar a casa.
F
Limpar a casa, levar a criança pra escola, buscar a criança pra escola.
B
É um trampo da porra, hein.
F
A conta de aluguel, o dia do vencimento do aluguel. E tipo, eu comecei a ter esse contato depois que ela faleceu, tá ligado? E aí foi assim…
D
Encarar a realidade, né.
F
Encarar a realidade, tá ligado? Porque tipo, lá em casa sempre teve essa piada. Ah, o Lucas é artista, o Lucas acha que não sei quem, mas…
E
Eu tô falando sério mesmo.
F
Porque eu era, eu era, eu era. Você puxou pro lado artístico. Eu sempre puxei pro lado artístico, mas eu sempre fui muito acomodado mesmo, assim, sabe?
E
Depois do primeiro emprego, porra, isso é engraçado. Eu e minha mãe, a gente achava de rir. Os caras, quando foi mandado embora o primeiro emprego, ele trabalhou, sei lá, acho que seis meses, né?
F
Foram 12 meses.
E
Aí ele chegou de casa e, tipo assim, nós raspando o cabelo pra pagar as cotas. Faz um bico aqui, faz um bico. Esse cara chegou em casa e falou assim, ó, mano, já trabalhei já, agora preciso descansar um cadinho.
A
Aí ficou nove meses. Nove meses, cê… Não arrumou serviço nenhum, ele pô, mano.
D
E dançando na rua.
E
E dançando, tirando foto e poema e pá, né, mano?
A
Aí minha mãe sempre falava.
E
Eu já falei pro Lucão, eu não
A
serviço, tá brincando, tá cansado.
E
Pô, se ele tá cansado, imagina… Imagina nós, né, tá ligado?
F
E aí, tipo assim… E depois que ela… que ela faleceu, que a gente começou a ficar de frente, né? Foi quando a gente começou a ter contato com... Quando eu comecei a ter um contato mais com...
D
A preguiça não existe mais, né?
F
Não existe, não tem como.
E
É, aquilo, ninguém vai fazer. Quando eu batia, um pouquinho depois que minha mãe faleceu, eu batia muito na tecla com ele e com o meu outro irmão mais novo. Que é tipo assim, mano, ninguém vai fazer. Se você deixar o seu copo aqui...
B
Tem como, se eu agarpir ela vai encher, eu encher.
E
Se você deixar o copo aqui, se você voltar ele vai estar aqui.
D
Vocês nunca pensaram em comprar uma lavadora de louça, por exemplo?
E
Mano, eu não. Porque senão esses caras não viram homem não, mano.
D
Não, bota lá, fecha e vai embora.
E
Não, aquilo lá é bagulho, tipo, isso aí é coisa pra cidade grande.
F
Eu vou começar a morar sozinho esse ano já. Esse fodeu, né? Agora eu vou ficar brigando ele e o outro irmão.
D
Você vai morar sozinho?
E
Eu vou morar sozinho.
B
Mas não vai sair da cidade.
F
Não, vou continuar lá. E a vizinha?
D
Quem sabe, hein?
A
E a cartolina.
B
Você guardou a cartolina?
A
E a cartolina. Bora lá, vai tentar de novo. Bora lá, vai tentar de novo, se Deus quiser.
E
E a cartolina.
D
Vamos pro telefone, Boleta.
A
Bora, irmão. Bora.
D
Bora, hoje recebendo aqui o Feder e Lucas, o Criador.
B
Eles são demais, velho. Tá louco. Eu sou fã pra caralho.
F
Caralho na vizinha.
A
Alô.
D
Devia ser uma gata, hein?
B
Alô.
E
Pra época, eu fiz.
D
Pra época.
B
Pra época, pra época.
G
Alô!
B
Quem tá falando? Quem fala?
D
O tio tá o quê? Uma máquina de moecana?
A
Alô!
E
Quem tá falando?
F
Só sabe falar um pouco.
A
Alô!
D
Parece que tá ligando a máquina de moecana.
A
Alô!
B
Tá um barulho. Alô!
D
Vamos ver quem vai entrar aí na linha.
G
Alô!
B
Quem fala?
E
Alô!
B
Mas eles não estão ouvindo nós, hein?
A
Alô? Alô?
B
Alô? Alô?
G
Alô?
D
Alô?
A
Alô? Alô?
E
Alô?
B
Alô? Alô?
A
Alô?
D
Alô?
B
Alô?
D
Alô?
B
O que você manda, Mangalhães?
D
Rapaz, eu sou fã de vocês. Eu sou fã de vocês demais, cara. Desde a época do pânico, cara. E eu não perco um programa de vocês, porque eu sou caminhoneiro, ando aqui na Europa. Então vocês são meus companheiros diários aí, cara.
A
Porra!
B
Que coisa boa. Obrigado, irmão. Muito obrigado, Mangalhães.
D
A honra toda nossa. E o Lucas Criador e o Feder também, eu acompanho eles, cara. Essa risada deles, pelo amor de Deus, cara. Não tem como ficar sem, não.
B
Eles são demais, velho.
A
Valeu, queridão.
B
Tamo junto, né? É a melhor companhia na estrada, esses dois.
D
Vida longa aí.
B
Valeu, irmãozão.
D
Vida longa a vocês aí, velho.
B
Pra você também, boa viagem. Vai com cuidado, hein, meu.
D
Valeu, tamo junto.
A
Um abração.
B
Valeu, irmãozão.
D
Valeu, bro. Não perguntou porra nenhuma, né?
E
Só mandou um salve, não mandou um salve.
D
Não, mas pô, tem que interagir com o programa. A ideia, a proposta é essa, né? Alô?
A
Alô?
B
Quem fala?
E
É o Lucas.
B
Fala, Lucas, tudo bem? Fala de onde, irmão?
E
Beleza, da Inglaterra, pô.
A
Ô, já tô chique.
D
Só tem uns gringos.
A
Chique pra caralho, velho. Cheio de gringo, filho.
B
E aí, o que você manda, Lucas? Como é que tá o tempo aí? Tá nublado?
E
Pô, eu liguei aí outro dia, tava 35 graus, no dia do Elinho.
B
Ah, tá verdade, Lucas, é verdade. Hoje tá com... Caía sempre nublado na Inglaterra, né, meu?
E
É, nunca fui.
B
Eu também nunca fui.
E
Não, agora toda hora tá um clima bom.
B
Ah, que bom, irmão.
E
Esses dois caras, velho. Esses dois caras são demais, mano.
B
Eles são de... Também acho, irmão.
E
Tamo junto, meu querido.
F
Temos um campeão.
B
Tem alguma pergunta, Lucas?
E
História sensacional deles. Porra, cara, pergunta não tenho não, bola, mas o Lucas... E eu?
B
Eu?
E
Não tenho milagre, tá ligado?
B
Não tô ligado, não entendi bosta.
F
Veio só metade da piada, só.
E
Cortou. Mas, porra, obrigado.
B
Obrigado você, irmão.
C
Um abraço.
E
Vocês são demais. Não para mais de fazer esses vídeos, não, eu reagindo. Vocês são da hora demais, fazem a gente muito feliz.
B
Obrigado, Lucas. Um abraço, irmão.
D
Valeu, irmão. Um abraço, bebido.
B
Vai lá ver a rainha.
A
Beijo, bebido.
B
O rei, quer dizer. Alô.
E
Alô.
B
Quem fala?
E
Alô, bebida.
G
Quem fala é o Diego de Ibirité.
B
Diego de Ibirité, que que cê manda, Diego?
E
Aqui eu tô na região metropolitana de BAH.
B
Muito bem, muito bem. Tem alguma pergunta? Que que é falar, Diego?
G
Ô, Boleta!
E
Tudo bem, Boleta, Carica?
C
Como é que cês tão?
B
Tamo bem? Tamo bem, graças a Deus. E você?
F
Eu também estou bem, graças a Deus.
C
Quer dizer que eu acompanho vocês desde
G
a época do pônei, tudo perfeito.
E
A Tica me alegra todo santo dia, cara.
B
Obrigado, Diego.
E
Eu vou lá, eu vou no reprise, eu vou tudo. Eu sou caminhoneiro, sabe?
F
Vocês fazem uma...
B
O caminhoneiro tá... Nós estamos bem com os caminhoneiros, né?
D
Só tem caminhoneiros.
A
Que legal, que legal, Diego.
E
Que empresa de caminhão já patrocina aí, ó. O Cuauhua já tem.
F
Galera da Ibeco, Mercedes-Benz aí.
D
Scania, Scania. Olha o Ultra! É, Ursa! Lembra do Ursa? Valvoline, Avoline. Adoro, adoro o Volvo.
B
Obrigado, obrigado por ter ligado, Diego.
A
Aqui, só mandar um abraço para os
E
meninos aí também, por favor.
B
Mande.
A
Valeu.
E
Tamo junto, velho.
G
A conversa desde os vídeos lá de comida, cara.
E
Nossa, eu podia rachar o bico, cara.
D
Puta merda.
B
Os bichinhos são bons, velho.
E
Tamo junto, meu querido.
A
Obrigado a todos, irmão.
B
Um abraço.
E
Valeu, bro.
B
Fala aí, um brother. Turma gosta, é bom demais, hein?
E
Sim, mano. Dá hora pra me olhar. Os cacareiros devem estar onde os caras ficam.
B
Porra, você vê, velho?
F
Cada dia dois ali.
D
É, rapaziada do trecho aí, um abraço pra vocês aí. Não dorme no volante não e nada de rebite.
E
Por favor, é, sai de rebite, hein? Sai no pré.
B
Alô? Alô, quem fala? É o Bola, quem fala aí? Aqui é o Lucas de Natal.
G
Fala, violeta. Fala.
B
Lucas de Natal. Fala, Fiote. Tudo bem?
D
Cade pra caralho.
E
É só o Lucas.
D
Só o Lucas.
A
É o Lucas do cabeleoneiro.
B
Bonitinho demais. O que você manda, Lucas? Lucas de Natal. Cara, é a segunda vez que eu ligo aqui. Tô nervoso pra caramba, pra variar. O cara que tem mil perguntas, quando chega na hora, esquece.
G
Puta negra.
B
É verdade, né? Ah, merda.
D
Como é que tá Natal aí? Vamos tentando aqui, a gente vai te embravar.
B
Papai Noel, tá bem? Como é que tá?
G
Papai, Natal tá uma loucura, meu irmão. O quê?
B
Porque aqui é tropical, então chove aí dois segundos, depois tá um sol do caramba, aí chove de novo, aí todo mundo gripando, eu tô escapando da gripe.
D
Você tá sentindo a água batendo na boia, né?
B
Já tá chegando a influenza, já, irmão. Fica tranquilo.
E
G1N1 tá te achando.
B
Tá achando, tá achando.
D
Quando vier, bola, fala aí.
F
Vai vindo aquele jeito.
B
Eu derrubo de um jeito que é capaz de não levantar mais.
G
Eu tô treinando que nem o Carica aí, tô bem.
D
Ah, quando você treina, toma aquele weizão, velho. É difícil a gripe pegar. Criatinda.
B
Criatinda. Boa, irmão, boa.
F
Caralho.
B
Como o ovo na miséria é danada, meu ovo é ovo mesmo.
D
Ué, tá bom?
A
Tá ótimo.
B
O ovo é ovo e proteico.
D
Passa o ovo e vai embora.
E
Faz o que você tem que fazer com o ovo e vai maravilhoso.
D
É, mete o ovo pra dentro.
B
Faz igual o Fedri, irmão.
A
Aqui, ó.
B
Aí, ó.
E
Faz aquela plicazinha, aquela pitadinha acendo o
A
braço, ó. Espetadinha, vai.
F
Acabou, filho.
D
Só no Butantan.
E
Só no Butantan, meu irmão.
G
O cara não pode... O cara não pode nem treinar, meu irmão.
B
Que tu passa na frente dos bares, os caras bebam, faz isso. E pra dançar isso aqui é bomba. E fazer só isso aqui é bom. Vou te falar, meu irmão. Obrigado por ter ligado, Lucas. Fala, irmão.
G
Valeu.
B
Abraço.
E
Só Lucas, hein?
B
Lucas e caminhoneira. Lucas e caminhoneira. Impressionante, hein?
F
Fazendo check bonitinho.
D
É isso aí. Tem mais alguém, bolhota?
B
Alô! Quem fala?
G
E aí, bolhota? Que é o Felipe, arquiteto de Bauru.
B
Ô, Felipão, tudo bem, meu? Já mudou um pouquinho.
F
Mudou um pouquinho.
B
O que você manda, Filipe?
D
Tô esperando o caminhoneiro chegar.
G
Porra, os caras não escutam no caminhão não, a gente escuta em vários lugares. Mano, a minha pergunta é pro Lucas, o criador. É o seguinte, cara. A sua sonzeira lá no Brasil, que você cantou lá com a base do DJ1 e tal, ficou muito legal pra caramba, de verdade. A gente vê que o rap, ele tem essa questão meio da originalidade, mas também tem um lado mais feliz, né? Então, pô, cara, queria perguntar se vai sair outra sombeira lá do Open Mic Brasil, uma coisa referenciando a cultura negra, igual você fez lá.
F
Achei muito foda, mano.
G
Parabéns aí, viu, mano?
A
Ô, Filipão, meu querido.
F
Poxa, muito obrigado, primeiramente, pelo carinho, pra você ter lembrado aí. Esse projeto do Open Mic Brasil, ele foi maravilhoso. O convite que a CMK fez. Eu tô conversando com o pessoal lá da CMK, com o Tião, principalmente. Um abraço, Tião, inclusive, tá assistindo nós aí. Pra gente poder fazer uma continuação.
A
Ei, desgraçado, esse moleque é foda, cara. Segura, mano. É, só fica ali de longe, tá ligado?
F
Mas, Felipão, meu amigo, a gente quer fazer uma continuação, sim, o...
A
Moleque, não dá, velho. Não dá, mano.
B
Filho da mãe, velho.
F
Bom, Filipe, a gente tá querendo fazer uma continuação, assim. Esse episódio, né, o Nostalgia, do Open Mic Brasil. A gente fez pra referencial DJ1, claro, com certeza, né. O Taíde também, com certeza. E veio de uma ideia de um vídeo que a gente produziu. Mas a nossa ideia é começar a fazer coisas também com outros artistas, com outros produtores também. A gente quer dar uma continuidade não exatamente igual ao Open Mic, mas seguindo essa linha, tá ligado? Se Deus quiser, a gente vai começar a produzir aí no final do ano, início do ano que vem. E se Deus quiser, vai vir muita coisa boa. Mas eu fico feliz demais, mano, se você tenha gostado. Obrigado pela sua pergunta, pelo seu carinho. Com certeza tem muito projeto novo vindo aí. Tamo junto!
B
Respondido, irmão?
G
Muito obrigado, irmão. Deus abençoe vocês aí, viu?
B
Amém, irmão.
D
Um abraço, meu irmão.
B
Tudo de bom.
E
Vamos lá.
F
Falei o nome do cara.
E
Seu Tião. Não é Seu Tião.
A
Eu falei Seu Tião.
E
Su Tião, a maior piada do cara.
F
Su Tião.
B
Ele manda só quietinho.
A
É, quietinho.
B
Seu Tião.
A
Eu não aguento,
B
né, irmão? Caraca, velho. Mais um aqui, Carica.
D
Vai, bora, manda ele.
B
Alô.
C
Dias antes eu tô falando com os homens.
B
Oxe, mas quem tá falando?
D
Zé Graça.
B
Sulisto.
C
Aqui é Neto do Luíde, não é Zé Graça, não. É Neto do Luíde, eu falo aqui do sul de Santa Catarina. Porra.
B
Aí, ó. Tamo discutando? Tamo discutando, irmão.
E
Opa, bem ampliado.
C
Agora sim, dias, é o colono aqui do sul de Santa Catarina, colonização típica italiana.
B
Esse é brabo, velho.
C
Esse é brabo. Eu quero fazer uma pergunta para esses dois aí, porque só de olhar para a cara deles dá vontade de rir, né?
A
Pode fazer, irmão.
C
A pergunta que eu quero fazer é o seguinte, quanto da criatividade deles, elas são mais aproveitadas em conjunto ou cada um cria a sua piada, a sua esquete e depois em conjunto ela some e fica gigante?
E
Boa, boa, boa pergunta.
B
Bela pergunta. Olha aí, Colono, mandou bem, irmão.
F
Mandou bem demais.
E
Responde essa. Cara, eu acho que é muito unitário a parada. Tipo assim, cada um tem um mundo e um pensamento, uma criatividade. Só que quando a gente chega junto... Eu acho que quando a gente se aproxima, eu acho que isso é uma conexão. Eu acho que essa ligação nossa vai de sempre, tá ligado? Porque, tipo, é um bagulho muito natural que acontece. Eu vejo muita gente mandando mensagem falando assim, poxa, eu queria ter essa amizade que você tem com seu irmão. Só que isso vai muito de que por muitos anos da vida a gente não tinha amigo, tá ligado? Eu falei, na escola a gente era, tipo, separado. Ou era eu e ele aqui dando a mão e vivendo junto, cada um sozinho em cada canto, tá ligado? Então, acho que vai muito disso. Então, acho que é assim, basicamente igual. Até na época que a gente fazia um conteúdo patrocinado que tinha que ter um roteiro, a gente, cada um ia pro seu canto, montava uma parte. Tipo, a primeira parte é sua, a segunda é minha. E a gente chegava. E aí, eu acho que essa conexão faz o improviso sair junto. Mas eu acho que é muito cada um com a sua, tá ligado?
F
É, sim. Essa... Obviamente, a gente vive... Por mais que a gente vive o mesmo mundo, assim, a mesma rotina, a gente vive mundos diferentes também.
A
Então... Muito diferente. Muito diferente.
F
Então, você já viu eles sambando?
E
Você tem que depois ver esse vídeo.
A
Tem vídeo?
F
Tem vídeo deles sambando.
E
Eu acho que tem.
F
E aí, assim, respondendo o nosso amigo, né, a gente vive em mundos diferentes, então, assim, automaticamente são criatividades diferentes também. E é o que ele falou, o peso da gente viver junto, da gente ter crescido junto, facilita com que os mundos se juntem, se unem, entendeu? E aí acaba que isso fica muito natural. Então tem muitos vídeos que a gente faz, que às vezes ele tá pensando uma parada, e aí quando ele começa a falar, eu já pego de imediato. Porque a gente já meio que se complementa muito em tudo. Tem essa conexão desde sempre, tá ligado? Então, nunca chega assim, mais do Fede e menos do Lucas, ou mais do Lucas e menos do Fede. É sempre 50% dos dois. Ele vê a ideia, eu já peguei a ideia, já dou uma dica ou outra coisa. Mas quando sai, sai tudo unificado, tá ligado?
B
Respondido, Colono.
C
Que legal. Está respondido, mas deixa eu só pincelar aqui. Isso é perceptível para quem assiste. Eu gosto dos vídeos de vocês e é muito perceptível quando ele é feito somando ali a brincadeira e a criatividade. Porque eu tenho um canal no Instagram, no YouTube também. Eu tô nesse processo de começar a construir um conteúdo, inclusive bola e carioca. Eu quero ir no programa. Acesse o meu conteúdo lá, que nós vamos falar de comida boa aí no programa.
B
Aqui é o lugar certo de fazer comida.
A
Obrigado,
B
Anderson.
C
Eu sou um grande fã.
B
Obrigado, irmão.
C
Eu sou um grande fã do programa, gosto demais, acompanho vocês desde a época do pânico.
B
Muito obrigado.
C
E foi um dos motivos, é uma das minhas inspirações de ter um grande conteúdo.
B
Vixe, mas tá lascado.
E
Tamo junto, meu filho.
B
Vixe, mas... Tá ruim a ligação.
E
É, pois é.
D
Mais uma riboleta.
B
Obrigado, Anderson. Depois você liga a devolta, irmão.
D
Isso. Por favor.
B
Mas eu vou trocar.
D
Eu tenho que oferecer conteúdo.
B
Alô! Quem fala?
D
Meu Deus.
E
É ele de novo.
D
Eu sou eu de novo.
B
Já desliguei.
D
Tá bizil, velho. Tá beleza isso aí.
E
Eu te pego, eu te pego, eu
A
te pego, eu te pego, eu te pego, eu te pego,
B
eu te pego,
D
eu te pego, eu te pego, eu
B
te pego, eu te pego, eu te pego, eu te pego, eu te pego,
A
eu te pego, eu te pego, eu te pego, eu te pego, eu te
E
pego, eu te pego, eu te pego,
B
eu te pego, eu te pego, eu
E
te pego, eu te Alô?
D
Vamos ver.
F
O microfone funciona. Alô?
B
Opa!
F
O microfone funciona, hein? Caralho, chegou a hora!
B
O que ele tá falando?
E
Alô, rapaziada! Salve bola! Salve, irmão!
B
Como é que você chama, meu velho?
E
Um abraço pra vocês aí, que fizeram parte da... Nossa infância e adolescência, tá?
A
Eu só quero saber de uma coisa
E
aí, do Lucas e do Feder. Pegou ou não pegou uma Queen de Rap?
A
É muito bom! Caralho, esse vídeo é foda, mano. Esse vídeo é muito bom. Esse vídeo é o clássico, mano. Não, mas nós pegamos ele, sim. Nós pegamos ele de ré.
F
Se ele deu uma vacilada, nós pegamos ele de ré.
E
Caralho, o Relâmpago?
A
É, mano.
E
É um vídeo do carrinho, tá ligado?
F
É, porque tem uma galera... que faz na internet, pega esses carrinhos da Hot Wheels e bota numa ladeira, numa pista pra correr. E aí, nesse vídeo que a gente tava reagindo, era o McQueen com o Francesco, os dois personagens do filme. E aí, acontece... É, do Carros. Acontece uma cambaleada e o carrinho do McQueen fica de ré, mas continua correndo.
A
Pega o macuí de ré! Pega o macuí de ré! Pega o macuí de ré! Pega o macuí de ré!
E
Pega o macuí de ré!
A
Pega o macuí de ré! Pega o macuí de ré!
G
Pega o macuí de ré!
A
Pega o macuí de ré!
F
Pega o macuí de ré!
A
Pega o macuí de ré!
E
Pega o macuí de ré!
B
Pega o macuí de ré! Pega o macuí de ré!
A
Pega o macuí de ré! Pega o macuí de ré! Pega o macuí de ré! Pega o macuí macuí de ré! Pega o macuí de ré!
E
Pega o macuí de ré!
A
Pega o macuí de ré!
F
Pega o Coisa macuí boa.
D
Assistam na Twitch também?
F
Você comeria, beleza?
A
Tamo de ré junto, você comeria! Ah, você comeria! Ah, seu safado!
D
Vocês estão... Qual é o canal de vocês na Twitch?
E
É a mesma coisa, o Feder e
F
o Lucas, o criador.
D
Ah, é separado?
F
É, é separado.
E
É porque tipo, ele faz umas lives mais jogo e eu vou mais pros caralho, tá ligado? Só que na minha a gente faz junto. Você pula de caminhão pros caralho. A minha a gente faz junto, a dele ele faz sozinho, tá ligado?
D
E a Twitch ainda tá legal ainda?
E
Ah, mano, tipo assim... Já foi melhor. Muito melhor, já foi muito melhor. Mas a gente usa mais pra ter os conteúdos. Como... Porque igual, quando a gente fazia o vídeo de comida, muita gente falava que o bagulho era, tipo, forçado.
F
Isso.
E
Mesmo a gente reagindo ao vivo, ao vivaço ali. Gravando e postando. Gravando e postando. E aí a live foi a ideia da galera ver que realmente tudo acontece ali na hora. O que cair na tela, a gente
F
tá assistindo e vai embora.
G
Sim.
E
Tá ligado? Então a gente foca mais em ter o conteúdo do que em qualquer... Sei qual é. Tá ligado? Tá bem baixinho.
B
Boa, Moisés. Obrigado, irmão.
D
Valeu, rapaziada.
G
Um abraço.
A
Um abraço, parceiro.
D
Valeu.
F
E aí a gente tá lá. A gente faz as lives juntos, segunda, quarta e sexta. E eu faço as lives sozinho, terça, quinta e sábado. Opa! Alô, bebido.
E
Quem fala é o menino ou é o menino? É o Jonathan, aqui do Itapevi. Tudo bem?
F
Boa tarde.
E
Boa tarde, Jonathan.
B
O que você manda, irmão?
F
É um prazer falar com vocês, é muito difícil aí...
B
Falar com todos vocês aí.
F
Eu queria fazer uma pergunta para o
E
Lucas e para o Federico.
B
Faça.
E
Boa, se quando eles começaram a ganhar dinheiro, se isso atrapalhou o relacionamento deles entre irmãos?
F
Boa, boa pergunta.
E
Cara, vamos lá, não atrapalhou, mas um ponto que é que tipo assim… A gente até falou no primeiro…
B
Ele não te ajudou, irmão.
E
No primeiro episódio, é o quê? Eu sempre fui o cara das contas, tá ligado, mano? Então tipo assim, a gente ganhava 10 mil, cinco pra cada um. Só que os meus cinco eram aluguel, tá ligado? Aluguel, luz, e os cinco dele eram dele, tá ligado?
B
Eu amo o Lucas.
E
Tá ligado? E tipo assim, eu nunca fui um cara de cobrar. Só que eu deixava pelo ciência. Agora ele falou, ah, pô, depois que minha mãe morreu que eu fui ter essa noção de vida. Eu sempre tive o senso de urgência. Por exemplo, meu pai saiu de casa a gente tinha sete anos. Então eu falei, mano, minha mãe tá tipo ralando a bunda pra tentar botar
F
um dinheiro dentro de casa pra gente comer bem.
E
Se eu não chegar junto e ajudar... Eu vou tá com dinheiro, vou tá vivendo bem, né? Mas a gente vai tá na merda, como família. Então, o dinheiro, meu dinheiro é tipo assim.
D
Ele é mãozinha de vaca, mãozinha de vaca.
E
É porque ele não tinha o senso, mano. Por exemplo, olha só.
B
Ele ia saber da arte dele.
E
Mano, esse cara, ele pegava igual na época que ele arrumou nem internet, bagulho de serviço. Ele arrumou um emprego uma vez e aí ganhava 1.200 conto, tá ligado? E eu, na época, eu trabalhava de... Mano, o emprego da faca. Você recebeu o décimo terceiro. Ah, tá. O meu décimo terceiro... E eu trabalhava de ajudante soldador na época, tá ligado? Ganhava ali meus 1.200 também. Só que aquilo, aluguel... Às vezes eu comprava uma pecinha de roupa, aluguel, compra...
B
E ia tudo embora.
E
Esse cara me recebeu, mano, o décimo terceiro dele. Pegou o décimo terceiro dele aqui, passou, foi na Casa Bahia, comprou um videogame, chegou em casa sem um real, viado. E a gente, com aluguel pra pagar, precisaram fazer com o corpo.
F
Deixa eu me defender, eu não passei na Casa Bahia, eu comprei na internet. Mas vamos lá, eu recebi o DSTC.
B
Tá vendo só como você é ruim?
A
Ele é ruim, o meu é ruim. Ele me pede vilão.
F
Eu recebi o 1.200.
B
Gastou na internet.
F
Comprei na internet, porque era mais barato.
B
Não foi na Casa Bahia.
F
Não foi na Casa Bahia. Comprei na internet, porque foi mais barato. Só que não foi o salário todo, não. Porque eu lembro que sobrou uma grana esse dia.
E
Ele viveu três meses. Um mês ele recebia, comprou um tênis, que era o tênis do Nike mais caro, e ainda falava, mano, pô, comprou um tênis mais barato.
F
Eu não tinha esse senso, mas eu não tinha tênis.
E
Aí ele não tinha senso, aí comprou o Nike, primeiro tênis, tomou, expor, brigamos lá em casa. Segundo mês, comprou outro. Brigamos pra caramba, mano. Tipo assim, a gente brigava, porque eu falava, meu irmão, as coisas estão difíceis aqui dentro de casa. Estamos comendo arroz com raspa de parede, mano. Vamos, entendeu? Você ajudar. Aí no terceiro mês, videogame. Eu falava, mano, aí não tem qual. Aí chegou uma época que eu preferi entender o lado dele. Eu falei, mano, eu sei que o cara, uma hora ele vai acordar pra vida. Tinha mês que eu recebi um dinheirinho, mano, e eu falava com ele assim, mano, pega 500 contas aqui, vai lá perto da minha mãe, dá na mão da minha mãe e fala assim, ó, mãe, vou precisar ajudar com alguma coisa. Porque senão minha mãe quebrava o pau com ele. Aí, além de eu estar cansado do serviço e ter que fazer dinheiro, chegava nem de casa e os dois discutindo, porque ele não tinha dinheiro, aí faltava coisa e tal, não sei o quê.
B
Você não tinha paz, né?
A
É, não tinha paz, tá ligado?
E
Aí foi quando eu falei assim, mano, vou assumir as contas de casa, que só assim eu tô duro?
B
Tô duro.
E
Mas eu tenho paz, tá ligado? Nego de fora não vai bater aqui na porta de casa pra cobrar nada, porque vai estar tudo pago, tá ligado?
B
A mãe não vai cobrar ele.
E
Eles não vão ficar brigando. E a hora que o Lucas quiser tomar um censo pra vida, ele vai tomar.
B
Tô cheio de coleção de 70 Nike.
A
Isso, Nike.
E
E tem várias histórias. Mas aí, respondendo um amigo... Foi dois cenos. Foi dois cenos. Respondendo um amigo... Não, tipo assim, eu sempre entendi muito que o dinheiro é seu, você faz o que você quiser. Mesmo você sendo racional ou irracional com ele, o dinheiro é seu, tá ligado?
B
Você tem toda a razão.
E
Então a gente não brigou, não. E tipo assim, o legal de a gente ver… Ajudou mais. De ele ver o dinheiro é que foi dando mais gás pra tentar buscar mais e tudo mais, tá ligado?
F
É, quando o dinheiro começou, ele meio que melhorou ainda mais as coisas, né?
E
Entendi. O cara viu que dá pra fazer dinheiro.
F
É, entendeu? Porque afastar é muito difícil, assim, ó. Nós nem briga mais, pra você ter noção.
B
Obrigado, Jonathan.
D
Valeu, Jonathan.
E
O senhor é convosco aí com vocês.
F
Dinheiro eu nunca deixo afastar vocês aí, porque dinheiro é... Sabe como que é sujo, né?
E
É loucura.
F
Amém, querido.
B
Amém.
E
Tamo junto. Tamo junto, Jonathan.
D
Dinheiro não é sujo, não.
A
Não.
D
Se trabalha digno e você faz bem...
B
É.
A
Né?
D
Sujo é trabacear com o dinheiro. Por favor.
E
O cara tá meio triste hoje, meu. Tá meio tenso.
F
O que aconteceu, cara?
B
Carioca? Não achei não.
D
Tô tranquilo, parceiro.
B
Você achou ele triste?
D
Eu posso estar um pouco cansado, mas beleza.
B
Eu não achei, não.
E
Ô, Bonita, eu queria falar com o
F
Lucas também, que a minha esposa acabou
E
de operar do estrabismo também, cara.
A
Oh, da hora!
D
Ela ficou três anos saindo da família
E
e, cara, é um processo bem tenso, sabe? E sempre atrapalhou ela na vida, assim.
F
Então, a galera fala pro Lucas não
E
fazer isso, é louco. Tem que fazer, porque isso daí atrapalha muita pessoa.
D
Mandolim.
B
Não, eu acho que tá certo, mano. 100%. Como chama, ô? Manja rola? Como que é, ô?
E
Ela fez pelo sul.
B
Capi rola.
E
É chupa rola.
A
É chupa rola, é chupa rola. Obrigado, Jonathan. Tamo junto, Jonathan.
F
Dá um abraço.
A
Valeu, Jonathan.
F
Melhoras pra ela.
D
Vamos aqui pro Superchat.
B
Bora, vai.
D
Vai daí, Zacarias, que no Mandolim.
E
Neto do Luigi enviou uma mensagem. Caracática é um fenômeno. Esse papo aí tá uma comédia. Tá faltando só um colono falar dos causos de italiano do sul do Brasil.
B
Vamos tentar.
E
Levo um vinho pro bola e um queijo especial pro Carioca.
B
Tá bom, irmão. Obrigado, irmão. Valeu. Muito obrigado.
D
Olha, eu queria, antes de mais nada, Bola.
B
Pois não.
D
Falar do meu espetáculo que vai estar aí no Rio Grande do Sul.
B
Carioca botando pilha, rapaziada.
G
Por favor.
D
Em agosto, estará em Campinas, hein?
B
Preste atenção nas datas.
D
Então, olha as datas aí.
B
Prestem atenção porque Lotas vai ficar sem ingresso.
D
Exatamente, 31 de julho, Porto Alegre, lá no Riggs, Bento Gonçalves às 8 da noite, Caxias às 8 da noite. Estão esperando vocês aí de Porto Alegre, Bento Gonçalves, Carioca botando pilha. Em agosto teremos aí.
F
Imperdível.
D
E 14 de dezembro, São Paulo.
B
Está avisado, perigo morácido.
D
É isso aí, o Moraça.
B
Está avisado.
D
Tá bom? Lembrando, Boleta, que hoje nós estaremos também no evento da ProSoja, então manda um abraço.
B
A nossa querida ProSoja.
D
Um beijo pra todos da ProSoja, hoje estaremos lá, batendo papo com a galera.
B
Vamos estar lá.
D
E agradecer ao Lucas, o criador, o Feder. São queridos, maravilhosos.
B
São demais, sou muito fã dele.
D
Qual é o canal de vocês na Twitch pra galera acompanhar?
B
Eu, Feder.
E
Eu, Feder.
B
Eu, Feder.
F
Eu, Feder e Lucas, o criador.
D
Então você, todo dia vocês estão lá.
E
Segunda, quarta e sexta.
F
Segunda, quarta e sexta a gente tá junto no canal dele. Terça e quinta e sábado, sete horas, vocês estão comigo lá pra jogar videogame e trocar uma ideia. É isso aí.
D
Lucas, o criador, e eu, Feder, na Twitch TV.
B
No Insta é a mesma coisa.
F
No Insta é a mesma coisa.
B
E no TikTok também.
E
No Serasa também, se pesquisar, aparece.
A
O meu nome não tá lá não, meu nome é Olimpíades.
D
Ele tomou o tenense, então? Fé dele.
E
Cara, tá tomando. Mais ou menos, mas tá tomando o tenense. É que esse cara, mano, às vezes... É muito difícil. É muito difícil. Olha lá o vídeo da Soraya que aparece.
A
Eu tenho que ver esse vídeo todo dia, tá bom?
B
Porque isso é maravilhoso.
E
Aquela caixa d'água, com escrito água atrás, velho. Como despertador.
B
E o cara dá o zoom lá na casa do outro, velho.
F
Ah, inclusive, gente, na quinta-feira, dia 9, agora…
B
Onzum, onzum.
F
A gente vai reagir a esse vídeo completo lá no meu canal da Twitch, mano.
B
Vamos. Puta, que demais, mano.
F
Vamos reagir a todos os primeiros vídeos.
B
Vocês são demais, tá louco.
A
Dançando, cantando lá na Twitch.
B
Vocês são muito bons, velho.
F
Sete horas da noite, mano. Vocês vão ver esse vídeo inteiro.
B
Obrigado por ter vindo de novo, hein.
E
Maravilha.
B
De coração, de verdade.
D
Obrigado por vocês terem vindo aí, a gente adora vocês. Apareçam quando quiserem.
F
Pô, por favor, sempre que tiver comida…
E
Sempre que tiver um uísque aí…
A
Ele já tá querendo um uísque de louro.
E
Vamos fazer uma semana de louro.
D
Gostou do single malt? Bom, bom, bom.
A
Uma semana de louro.
D
Lembrando, rapaziada, todas as terças, quartas e quintas, sempre às 2 da tarde, Ticaracatecast, né, Boletim?
B
Ao vivo, tamo junto, é nóis.
D
É isso aí.
B
Muito obrigado, valeu, rapaziada, tamo junto.
D
Obrigado.
B
E até semana que vem.
D
Programas maravilhosos aí pra vocês. E vamos encerrar com essa dança maravilhosa.
F
A dança do torneio d'água.
E
Tamo junto.
A
Não é o do Meião. É o do Meião, é o do Meião.
B
Ao zoom, ao zoom.
E
E a calça é sempre na canela, hein?
A
É, a calça é sempre dobrada.
E
Temizinho igual a sapatilha rasteirinha.
A
Sem solo nenhum. Ele mandou. É, meu.
B
Isso é maravilhoso, cara.
F
Esse é chupa-pinta, ele é doido mesmo. Esse cara é doido.
D
E tu parou com isso ou continua?
A
Continuo, eu vou voltar.
E
Amanhã é meio-dia, gente.
F
Tem vídeo novo de dança lá no Instagram.
E
Com 30 quilos a mais.
A
Com 30 quilos a mais.
Bola e Carioca recebem os irmãos Lucas, o Criador, e Feder para um papo irreverente sobre suas trajetórias na internet, as viradas (e quedas) de sucesso, histórias de bastidores, momentos de luta e, claro, muitas risadas. O clima é descontraído, com piadas, provocações carinhosas e reflexões profundas tanto sobre carreira quanto sobre vida pessoal.
O episódio é uma verdadeira montanha-russa: gargalhadas, causos do interior, segredos dos bastidores digitais, dramas familiares e superação. Bola e Carioca, com seu estilo ácido e direto, puxam dos irmãos tanto as histórias de carreira quanto as dores e triunfos do cotidiano fora das redes.
Se você gosta de bastidor “raiz”, humor despojado, insights sinceros sobre o mundo da internet e, de quebra, exemplos de superação real, este Ticaracaticast é imperdível.
Obs: Este resumo foca no cerne dos papos, pulando anúncios, recados e longos blocos de salves telefônicos para um retrato fiel e leve do que foi o encontro.