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Affonso Solano passou por aqui para uma conversa que começou falando sobre silêncio e terminou em alienígenas, nostalgia cultural e o medo moderno de admitir dúvidas.No começo, nós tentamos entender por que as pessoas parecem tão desconfortáveis com pausas, conversas lentas e pensamentos que não chegam prontos. Falamos sobre a morte dos talk shows antigos, o formato dos podcasts, cancelamento de comediantes e a ansiedade constante de preencher qualquer vazio.No meio disso tudo, a transmissão caiu.Nós voltamos e continuamos exatamente de onde paramos. A conversa então foi para ufologia, tribalismo ideológico, inteligência artificial, psilocibina, filmes de franquia e a sensação de que parte da cultura atual ficou presa ao próprio passado.Esse episódio acabou virando um retrato bem honesto de duas pessoas tentando pensar em voz alta sem a obrigação de chegar a respostas perfeitas.

Oi. Essa é mais uma daquelas conversas que começam sem muito rumo e acabam passando por lugares que a gente não planeja muito. O Petry sentou aqui e a gente falou sobre bastante coisa. Ele me contou de como a vida no mato é solitária mas necessária e de como a classe média cria umas dores silenciosas que acabam sendo usadas por outras pessoas. Falamos de como é estranho nutrir algo e de repente atrair pessoas que odeiam o que você se tornou. Ele detalhou a exaustão de tentar parecer normal num mundo que exige tanta interação constante. Tem uma parte que ele fala sobre cogumelos e insetos simpáticos. Acho que você vai gostar do jeito que ele enxerga o absurdo de tentar fazer os outros rirem enquanto se sente meio deslocado do resto do mundo. É o décimo episódio nosso. Espero que o seu fim de semana seja gentil. Pega um café.

Esse episódio começa em um lugar simples: por que alguém entra em um culto?E termina em um lugar menos confortável: talvez ninguém entre achando que está entrando.Eu e o Adriano falamos sobre filmes onde a sensação de pertencimento vira armadilha.Midsommar, O Bebê de Rosemary, O Mestre, De Olhos Bem Fechados.Tem também uma parada estranha no começo com The Sadness, que talvez seja só sobre violência… ou talvez não.No meio disso tudo, uma ideia começa a aparecer:Religião não é o oposto de culto.É um culto que venceu.Se você já teve aquela sensação de estar em um lugar onde todo mundo parece saber de algo que você não sabe…esse episódio é sobre isso.

Eu ando pensando em algumas coisas e achei que seria um bom momento para colocar isso para fora. Falei um pouco sobre o que eu pretendo fazer com esse canal daqui para frente, e também sobre uma música nova que eu lancei que vocês podem ouvir se quiserem. Acabei entrando em um assunto meio longo sobre cinema. Eu realmente não entendo essa proteção toda com o Steven Spielberg. Eu acho que ele meio que mudou as coisas para pior. Falei sobre isso por um tempo. Também li um texto que eu escrevi na minha newsletter sobre o sistema. É engraçado como as grandes corporações podem fazer o que elas quiserem e ninguém parece se importar muito com isso. Mas se um indivíduo fala algo errado ou comete um erro, a internet inteira enlouquece. É uma indignação seletiva que não faz o menor sentido para mim. E depois disso, por algum motivo que eu não lembro bem, a gente passou quase uma hora olhando fotos de atrizes tentando definir o que é uma menina padrão hoje em dia. Aparentemente ninguém tem muita certeza. É isso. O link para o meu livro e para a música nova estão soltos por aí. Eu espero que os próximos dias tratem vocês com respeito e clareza.

Se por acaso você não sabe quem é o Lourenço, ele é um cara que passou a vida inteira criando mundos. Ele desenhou alguns dos quadrinhos mais estranhos e importantes do Brasil ali nos anos 90. Depois ele simplesmente parou de desenhar e começou a escrever romances muito singulares, como O Cheiro do Ralo, que acabou virando aquele filme que muita gente viu. Ele também atua de vez em quando. Mas, mais do que qualquer coisa do currículo dele, o Lourenço é alguém com quem eu gosto de sentar para tomar café e falar sobre coisas que a maioria das pessoas tenta evitar.A gente falou sobre encarar a finitude e sobre a possibilidade de não ter nada do outro lado. Isso me marcou bastante. Eu acabei de fazer quarenta anos e a gente conversou sobre o tempo e sobre como a vida adulta vai machucando e mudando a gente. Ele me contou que voltou a desenhar usando umas canetas antigas. Falou sobre a culpa que carrega e sobre a vontade sincera de dar as próprias coisas embora. É uma conversa sobre aceitar que as coisas acabam e talvez encontrar algum alívio nisso. A gente também falou sobre tarô e percepção do mundo.Se você tiver um tempo livre hoje, acho que vale a pena escutar. Ou não, você que sabe. O importante é que a gente sentou e conversou por uma hora e pouco. Obrigado por ler isso e por continuar passando por aqui.

Este é o episódio trinta e cinco do Cineyur. Eu e o Adriano Vilas Boas sentamos no estúdio novo em um domingo meio devagar para falar sobre filmes de stalker. A gente não falou de filmes de terror genéricos. Falamos de Veludo Azul, A Conversação, Blow Out e Perfect Blue. Também gastamos um tempo considerável tentando entender The Fanatic, que é aquele filme do John Travolta dirigido pelo cara do Limp Bizkit. E a gente lembrou daquela risada bizarra que vazou no áudio quando a Sara Não Tem Nome veio gravar com a gente. Foi um episódio esquisito. Você pode dar play e deixar rolando enquanto lava a louça ou faz algo mais importante. Se você gosta de cinema, cultura pop e conversas longas que às vezes perdem o foco, você talvez goste disso. Obrigado por assistir.

Querido leitor ocasional destas páginas virtuais que abrigam conversas. Eu fico feliz de te encontrar por aqui num dia como hoje. Eu sentei para tomar um café com o Jhonatan Marques, e nós acabamos conversando sobre coisas que talvez não devêssemos, coisas como o fim do mundo, bilionários com interesses peculiares e o fato de que a gente não entende quase nada do que acontece ao nosso redor. Nós também falamos sobre clones e por que voltar para a água talvez fosse uma boa ideia, se as baleias estiverem certas. É uma conversa sobre observar o absurdo das coisas e tentar achar algum sentido, ou apenas aceitar a falta dele. Você pode ouvir se tiver um tempo livre, enquanto limpa a casa ou olha para a parede. Espero que você esteja bem, e que os dias te tratem com alguma gentileza. Continuamos por aqui.

Bem eu estou aqui para contar duas coisas importantes para vocês hoje.1. O nosso episódio novo do Cineyur está no ar. Nós gravamos num estúdio novo que demorou uns cinco meses para ficar pronto. E eu estou muito feliz com isso.2. Nós fizemos uma lista com os dez melhores filmes com protagonistas psicopatas. Nós falamos sobre Taxi Driver, Coringa e o remake bizarro de Psicose.Você pode clicar no vídeo para assistir agora. A conversa foi bem longa e nós também falamos sobre como os filmes antigos pareciam mais sujos e reais do que os de hoje.Eu gostaria de dizer muito obrigado por assistirem ao canal e por passarem um tempo com a gente.Esta é a última frase da descrição.

Dessa vez eu conversei com o Sayo. O Sayosozin. A gente se conheceu há um tempo e começamos a trabalhar juntos em umas músicas e uns vídeos. Foi uma fase caótica para nós dois.Nessa conversa a gente falou sobre muita coisa. Falamos sobre desenhar Digimon em escola evangélica e as pessoas acharem que era demônio. Falamos sobre David Lynch e como a internet obriga a gente a explicar coisas que não deveriam ser explicadas. A gente falou sobre o estado das coisas e sobre a indústria musical ser um lugar esquisito cheio de gente esquisita. E claro sobre viagens psicodélicas intensas e como uma religião de matriz africana literalmente salvou a vida dele.Falamos sobre a risada de fantasma que vazou no áudio no meio da ultima gravação. Eu não sei explicar isso. Espero que você goste. Ou que pelo menos esse vídeo te faça alguma companhia enquanto você lava uma louça ou tenta pegar no sono de madrugada.Se você quiser apoiar esse projeto e as coisas novas que estão por vir pode se inscrever no canal.

Estou muito feliz em poder falar com você nesta descrição de vídeo que, honestamente, poucos leem, mas os que leem são as melhores pessoas do mundo. Hoje nós cobrimos um terreno peculiar. Se você gosta de rap, discutimos detalhadamente o Bully, novo disco do Kanye West, e até montei uma tier list de todos os álbuns dele.Se você prefere o inexplicável, eu dediquei um bom tempo surtando ao vivo porque captamos um áudio sobrenatural, uma risada maligna genuína e alguns sussurros, durante minha conversa com a Sara Não Tem Nome. Não estou inventando isso, você vai escutar com seus próprios ouvidos. Se você for da Umbanda ou souber o que isso significa, por favor, me avise antes que eu tenha que me mudar daqui.Também falei de filmes. Muitos filmes. De coisas vergonhosas e fantásticas como "The Fanatic" com o John Travolta até obras de arte supremas como "Mind Game" e "Poesia Sem Fim" do Jodorowsky. Tem The Weeknd também.Se você não tem uma crença sobrenatural, apenas espero que o algoritmo do YouTube te trate com grande respeito e clareza. E escutem meu novo single "Calmaria 2". O link tá aí pelo canal.