
Hosted by Yuri Moraes · PT

Às vezes a gente senta com a intenção de ter uma conversa normal e acaba dissecando o colapso do universo. A Sara Não Tem Nome passou por aqui e fomos para uns lugares meio estranhos. A gente falou sobre como a cafeína piora nossa ansiedade, sobre a roda de samsara, meditação, cogumelos e como é bizarro tentar criar alguma arte num mundo que parece estar sempre acabando. No meio de tudo isso, ainda rolou uma risada fantasma no áudio que eu até agora não consegui explicar. Eu não estou aqui para te convencer de nada ou te vender um novo jeito de viver. É só a gente pensando alto sobre cinema, música, os bastidores da mente e a sensação esquisita de ser adulto nos dias de hoje. Pega um café (ou uma tônica, se você for como eu) e só ouve. A conversa começa num lugar e termina em outro completamente diferente. Assista aos outros episódios e se inscreva se fizer sentido para você. O vídeo está aí. Se você clicar, ele vai tocar.

Ontem eu sentei pra assistir ao Oscar e fiquei com a impressão de que eles estavam com pressa. Parecia que todo mundo só queria ir embora logo, o que é curioso para uma premiação que supostamente celebra a arte. A gente conversou bastante sobre isso na live. Falei sobre os absurdos dessa edição, sobre como a atuação sutil do Wagner Moura merecia muito mais reconhecimento do que algumas caricaturas que acabaram sendo premiadas, e sobre como Bugônia provavelmente vai ser o filme que a gente vai lembrar daqui a dez anos, enquanto os outros desaparecem no catálogo de algum streaming.Também aproveitei para organizar os indicados a Melhor Filme, do pior ao melhor, e montar uma tier list definitiva do Paul Thomas Anderson, porque acho que algumas pessoas estão meio perdidas sobre essa fase mais recente dele.Este canal é um espaço novo. Um lugar para quem tem entre vinte e quarenta anos, cresceu na internet e agora só quer um canto para pensar em voz alta sobre cinema, cultura pop e a vida adulta. Sem ninguém tentando te vender um curso. Sem linguagem de influenciador. Apenas pessoas conversando de forma honesta, ligando os pontos de ideias que começam em um assunto e terminam em outro. Puxa uma cadeira.Se você tem interesse em saber dos meus próximos passos, ou do Coffee & Cigacasts, junte-se aos links abaixo.

Escrevo isso enquanto tento lembrar qual foi a pior invenção da humanidade. Talvez seja o gelo de plástico. Ou talvez sejam aquelas festas de casamento em que você é tratado como uma criança o dia todo. Não sei.Hoje a conversa foi com o Fernando Castaño. A gente falou bastante sobre os bastidores do SBT, a época em que o The Noite tinha dinheiro para colocar fogo em figurantes e como a televisão está virando um rádio com imagem. Também entramos num buraco negro sobre o pior filme do Jack Black já feito, o mercado de stand up, teorias da conspiração, Pizza Gate, clonagem de celebridades, e por que a Zendaya parece sempre estar com raiva nos filmes.É uma daquelas conversas longas sobre tentar entender o mundo, cinema bizarro, comédia que ofende e o cansaço mental de criar coisas para a internet sem parar.Se você gosta de conversas que começam em gelo falso e terminam na teoria de que o Joe Biden é um robô, você provavelmente vai achar essas duas horas toleráveis. Assista enquanto lava a louça.

Estou aqui novamente, desta vez com o Kadu Nasmar. A gente se conheceu na academia, o que já é um começo meio estranho para qualquer amizade honesta, mas descobri que ele é uma das mentes mais interessantes dessa nova safra da internet.Neste episódio, a gente divagou sobre coisas que realmente importam: desde o medo real de levar uma facada de um stalker até a teoria de que o Jim Carrey foi clonado. Falamos sobre o tempo dele no Hermes e Renato, meus anos escrevendo para o The Noite e por que diabos eu acabei dormindo no chão do quarto da minha sogra por causa de um filme de terror aos 23 anos.É uma conversa sobre luto, sobre a dificuldade de ser um "PJ criativo" no Brasil e sobre aquele sentimento de que as pessoas gostam mais do seu personagem do que de você. Se você gosta de conversas que começam na TV e terminam no Budismo tibetano, talvez este vídeo seja para você. Ou não. De qualquer forma, obrigado por estar aqui.

Então, eu fiz essa LIVE. Por que a gente faz isso? Eu não sei. Sentei na minha casa, olhei pra uma lente e fiquei falando sobre o novo disco do Gorillaz e da vez em que eu fumei DMT e achei que meu corpo tinha morrido. O que, honestamente, foi um alívio temporário. A gente também falou sobre como Hollywood de alguma forma estragou o Taika Waititi e como o Jim Carrey talvez seja um clone. Sabe? O básico do dia a dia. Aí, lá pro final, eu comecei a jogar Tarô ao vivo porque eu tô apavorado com a ideia de voltar pra esse mundo na próxima vida como um fantasma barrigudo com uma boquinha minúscula. É sério, isso existe na roda de Samsara e soa absolutamente exaustivo. Assiste aí. Ou não assiste. De um jeito ou de outro, a gente vai morrer e o sol vai engolir a Terra um dia. Mas se você quiser perder um tempo ouvindo eu reclamar sobre por que saí da TV e defender a genialidade de filmes como Brüno e Borat, o vídeo tá bem aí.

Bento Ribeiro e Yuri Moraes recebem novamente o homem da Inteligência LTDA, multi-talentoso e com livro novo do universo Joquempô em campanha no Catarse.

Arthur Petry é comediante e criador dos podcasts À Deriva, Saco Cheio TV e Tarja Preta Fm.